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Um amor…Um sonho…

Posted on 26 ago 2009 at 4:30pm

Olá caros leitores. Abaixo deixo escrita minha bela história de amor, que foi verdadeira e que hoje só me resta os sonhos. Meu nome é Cristiny, tenho 18 anos e tudo começou quando me mudei pra São Paulo. Comecei a estudar numa escola pública, pois minha situação financeira não era das melhores, passando-se o tempo comecei a trabalhar em uma lojinha de perfumes do boticário, meu serviço era muito gostoso e tranqüilo, e eu tinha a companhia de Mirian, minha amiga. Estávamos trabalhando e chegou um rapaz de 1,78 de altura mais ou menos, 62 kg, cabelos pretos, lisos, olhos verdes, 19 anos e seu corpo e suas pernas eram maravilhosas. Eu babei, minha colega Mirian foi logo enchendo o saco dele e começou a dizer bobeirinhas pra ele. Foi quando percebi que os dois eram irmãos e não tinham nada a ver um com o outro, pois a Mirian era baixinha e loira. Então eu e ele fomos apresentados, ele se chamava Tiago. Como o trampo dele era ali perto ele sempre dava uma passadinha na loja e sempre conversávamos, nisso tornamo-nos amigos. Um dia Tiago me chamou para sair, aceitei sem pensar duas vezes, marcamos de nos encontrar no barzinho, quando eu o vi chegando minhas pernas bambearam, meu coração disparou, mas fazia parte, pois eu o amava, ele era minha paquera. Ele me cumprimentou, sentou ao meu lado e pediu uma vodka, me ofereceu e eu aceitei. Não gostei muito do gosto, mas o acompanhei na dose. Quando dei por mim, eu ria de tudo e ele do meu jeito e da minha cara, a hora passou e ambos estávamos bêbados falando coisas sem sentido. Então ele calou meus risos com um delicioso beijo, ele beijava muito bem, e eu retribuía da melhor forma possível, pois em relação a garotos eu era tímida e tinha vergonha. Não é a toa que ele era o segundo cara que eu beijava. Embora morasse com minha mãe, pois meus pais eram separados, e ela nunca foi de pegar no meu pé. Eu era meio caipira e também não saia muito. Aquela noite era meu sonho, pois eu o desejava mais que tudo, aquele beijou era uma conquista pra mim. O tempo passou, conversamos bastante, nos dávamos super bem, ele me disse que queria namorar comigo, minha alegria foi demais. Logo depois de nos beijarmos ele me falou que não ia poder dirigir, pois estava bêbado e como minha casa era longe e não havia mais ônibus ele achou melhor descansarmos em um hotel. Eu aceitei, e fomos pro hotel que ficava dois quarteirões dali. Ele me dizia que não era pra mim se preocupar, pois ele só queria se recuperar e depois ele me levava pra casa. Eu liguei pra minha mãe e disse que eu iria na casa da minha amiga, pois estávamos em um festa, ela tinha sujado a roupa dela e tinha que trocar. Depois voltaríamos pra festa que não era para ela se preocupar. Chegamos ao hotel, deitei na cama e ele foi tomar banho, como o banheiro ficava no quarto vi que ele deixou a porta aberta e como eu não podia perder o obstáculo às vezes dava uma olhadinha pro espelho que refletia no banheiro. Quando vi ele nu, fiquei super sem graça pois era a primeira vez que via um homem nu. Quando vi o pênis dele fiquei de boca aberta, devia ter uns 17 cm, estava ereto. Acho que ele percebeu que eu estava olhando, então ele pediu pra eu levar a toalha pra ele que ele havia esquecido como não tinha saída resolvi levá-la. Quando estiquei o braço pra entregar a toalha a ele, senti-o puxando meu braço, eu assustei e gritei, ele começou a rir, então vendo a situação e o meu constrangimento, comecei a dar risadas também. Ele me falou pra eu tomar um banho também, como eu não tinha nada pra fazer fui tomar banho, esperei ele sair do banheiro e entrei, fechei a porta, mas não tranquei. Tirei minha roupa e liguei o chuveiro. Quando percebi ele abria a porta com desculpa para pegar o pente. Ele sorriu se aproximou de mim, e me beijou rapidamente. Tirou sua roupa e entrou debaixo do chuveiro comigo. Ele me acariciava os cabelos. Dizia no ouvido com deliciosos sussurros o quanto me desejava que eu era gostosa, que ele queria que eu fosse dele por inteira. No meio das minhas pernas senti o pênis dele, isso me dava mais prazer. Ele mordia minha orelha e a lambia suavemente, deslizava sua mão pelo me corpo, a passava na minha bundinha, logo ele me abraçou por trás. Eu sentia sua vara em minha bundinha, com uma mão ele acariciava meu peito e com a outra minha xaninha, ele massageava meu clitóris tão deliciosamente, e eu gemia baixinho. Ele viu o quanto isso estava me levando a loucura. Então ele virou-se, beijou minha boca, meu pescoço e foi descendo. Encontrou meus peitos, ele dava mordidinhas e deliciosas chupadas, eu amava tudo aquilo. Logo chegou em minha bocetinha totalmente virgem, ele passava a língua em meu clitóris e enfiava um dedo em minha vagina. No começo foi dolorido, mas logo já estava me acostumando com a sensação. Gritei quando ele colocou dois dedos. Ele me disse: Calma princesinha eu não vou te machucar, só quero te dar prazer. Eu gemia cada vez mais alto e parecia que isso era musica pros ouvidos dele. Logo gozei. Ele me levou pra cama, estávamos molhados, mas isso era o que menos importava, a boca dele percorreu cada cm do meu corpo, ele então conduziu minha cabeça até o pênis dele e posicionou minha boquinha na cabeça do pênis e pediu: Agora menina chupa meu pênis. Eu o fiz sem nenhum receio, no começou um pouco sem jeito, mas logo já estava craque. Eu lambia as bolas fazia movimentos para cima e para baixo, então fizemos um 69. Foi delicioso. Depois ele me beijou e aos poucos enfiava os dedos em minha xaninha, eu gemia e gritava (baixinho). Ele dizia bobeirinhas em meu ouvido e isso me dava mais prazer. Logo senti que algo maior que os dedos dele queria me penetrar, eu deixei. Ele forçava a entrada com seu pênis, eu arranhava as costas dele, pois estava doendo. Pedi pra ele parar, ele me disse que não, e que iria ficar melhor depois. Quando ele enfiou a cabeça eu gritei alto de dor e prazer ele dava pequenas estocadas, eu sentia ele me abrir toda por dentro. De meus olhos saiam lágrimas. Logo que ele viu que minha dor se transformava em prazer ele começou a bombar dentro de mim, e eu pedia bis. Ele adorava. Aumentou os movimentos, ambos gozamos. Depois que caímos exaustos na cama fomos ver os resultados. A cama estava com sangue, ele ficou bobo, pois não sabia que eu era virgem. Começamos a rir, e ele prometeu me fazer a mulher mais feliz do mundo, pois ele nunca tinha sentindo tanto prazer como ele sentiu comigo. Fomos ao banheiro, tomamos banho e nos amamos, nos beijávamos e nos acariciávamos, foi maravilhoso. Começamos a namorar, sempre transávamos, estávamos ligados de corpo e alma um com o outro, nossa felicidade era enorme. Mas como a felicidade não existe em todos os segundos de sua vida, a minha acabou. Uma noite fomos ao motel e passeamos por ai. Ele me deixou em casa, pois tinha recebido um telefonema e tinha que ir à cidade vizinha uns 80 km, buscar sua irmã na casa de seus parentes que estava tendo festa. Ele foi. No outro dia acordei com minha mãe do lado da minha cama, ela me falava coisas que eu não via sentido, ela dizia que a vida nem sempre é como a gente espera, que um dia ela melhora que não era pra eu ficar arrasada. Eu pedi pra ela ser clara e objetiva, então ela me falou que o Tiago tinha morrido num acidente naquela madrugada. Na próxima semana dia 28 de junho nosso namoro completaria 2 anos, com tudo o que aconteceu nossos sonhos se quebraram como um espelho dentro de mim. O sonho do meu vestido de noiva, o sonho de ver minha barriga crescer, de ver meus filhos nascerem, sonhávamos essas coisas sempre juntos. Ele me ensinou a ver as estrelas com olhos do amor, e hoje eu olho pra elas e percebo que elas não existem e que meu amor também não. Depois da morte dele eu nunca mais fiquei com ninguém, pois eu e ele éramos um e hoje eu não sou nada sem ele, sou apenas lembranças.

Vendida por meu pai

Posted on 26 ago 2009 at 4:27pm

Oi, meu nome é Sarita, tenho 28 anos e sou casada há 10 anos com o mesmo homem, isso mesmo, casei com 18 aninhos. Meu marido tem 45 anos, e ainda me fode como antigamente, levando-me a loucura, faz de mim o que quer, e eu adoro servi-lo assim como uma fêmea completa e bem putinha para ele. Assim eu mantenho meu marido sem necessidade de mentiras e satisfaço o meu ego de fêmea, sabendo que ele me é fiel em seu amor, mais no sexo somos completamente liberais. Quando nos conhecemos ele tinha 31 anos e eu ainda 18 aninhos, tinha um corpinho ainda de menina, seios pequeninos, meus lábios vaginais ainda não eram como são hoje. Também não tinha tido nenhuma experiência antes de conhecê-lo. Logo fiquei sabendo que meu pai devia muito dinheiro a ele, e que por diversas vezes tentava me negociar como parte da divida, como fiquei triste quando soube disso, mas isso é passado. Só que até aquele domingo, nunca tínhamos nos visto, e neste domingo ele foi a nossa casa para ter uma conversa definitiva com meu pai a respeito de sua divida, e ai eu entrei na sala, foi uma troca de olhares que até hoje eu não sei explicar, sei que senti seu olhar profundamente dentro de mim, e sorri para ele. Só sei que quinze dias depois, ele estava me levando para sua casa, o acordo com meu pai estava selado e eu nem sabia. Os primeiros dias em sua casa foram normais, ele me olhava, sorria, jogava-me beijinhos, a tarde quando chegava trazia-me presentes, mais nem me tocava. Num determinado dia, já tarde da noite, escuto gemidos vindo de seu quarto e resolvo ir ver o que estava acontecendo, de repente ele poderia estar passando mal, sei lá, estas coisas acontecem. Abro a porta vagarosamente, e na penumbra do quarto noto que ele esta acompanhado com uma outra mulher, ele deitado de costas na cama, e ela espetada nele, fazia um vai e vem delirante, ela gemia, ele gemia, e eu ali parada, vendo os dois fazerem sexo. Fiquei paralisada, mais sentindo algo se modificar em meu corpo, comecei a ficar quentinha, comecei a sentir um formigamento no meio de minhas coxas, e uma vontade louca de ser eu a estar ali, fazendo aquilo com ele. Sai de fininho, para não ser notada, e fui para meu quarto, sei que chorei muito naquela noite. No dia seguinte, ele acordou cedinho e foi até meu quarto, como sempre fazia, eu já estava acordada, e ele notando que meus olhos estavam inchados de tanto chorar, perguntou-me o que havia acontecido, se eu estava sentindo alguma coisa, se eu estava com saudades de minha casa, de meus pais. Eu olhei profundamente dentro de seus olhos e disse com voz rancorosa, não estou sentindo nada, apenas ódio de você. Ele não entendendo o porquê eu havia falado aquilo, veio até minha cama, sentou-se na beirada, pegou minhas mãos e sorriu para mim, dizendo que não havia motivos de tanto rancor ou ódio, pois ele não sabia o que havia feito para eu estar daquele jeito. De uma vez só, perguntei-lhe se aquela piranha que havia passado a noite com ele, passaria a morar em sua casa também, pois se fosse assim eu iria embora. Ele continuava a sorrir, só que seus dedos passeavam vagarosamente por minha barriguinha, já que eu só dormia nua, e quando ele entrou em meu quarto, eu assim estava. Apenas com um lençol sobre o meu corpo, e ele sabia disso, pois eu sabia que ele às vezes vinha até meu quarto me cobrir, e com certeza sabia que eu adorava dormir nua. Sarita, disse-me ele, a piranha que você viu em minha cama, é apenas uma grande amiga, também sozinha, e quando sentimos o vazio em nossas vidas, ela vem para cá e nos divertimos um pouco, mais é apenas sexo, nada mais do que isso. E mais ainda, sou um homem sozinho, que às vezes tem necessidade de algo que somente uma mulher pode dar. Olhei para ele, e perguntei de supetão. Porque eu não posso dar isso que você tanto precisa? Porque você ainda é uma criança, disse ele olhando dentro de meus olhos, mais ainda com seus dedos passeando em minha barriguinha, que já demonstrava a ele que minha respiração estava muito ofegante. Peguei sua mão, puxei-a até meus seios e falei-lhe: Então me ensina a ser sua piranha, prometo que aprendo rápido. Ele passou a alisar meus seios, com mais intensidade, sempre me olhando nos olhos, e disse com a voz rouca de tesão, que me ensinaria tudo, mas que eu seria somente sua piranha, sua putinha, sua vagabunda, sua mulher. Sorri de uma forma sacana, e disse-lhe baixinho que ele poderia fazer comigo o que quisesse que eu seria sempre obediente a ele, fazendo tudo que ele me mandasse fazer. Frizei bem uma frase que ele entendeu bem. Faça de mim o que quiser, eu serei sua putinha, sua piranha e sua vagabunda, e mais ainda eu serei sua escrava. Aquilo o acendeu de uma forma animal, o senti mexer em seu cacete. Nossa! Era enorme e duro como uma tora de ferro. Pedi a ele que me mostrasse seu cacete, eu queria vê-lo, tocá-lo. Ai ele levantou-se da minha cama, tirou sua calça de pijama e pude ver em toda sua esplendorosa forma, aquele cacete que iria mudar minha vida, daquele momento em diante. Sei que naquela manhã, passamos todo o tempo a nos tocar, ele com seus dedos passeando em minha xotinha, pequenina e lisinha, e eu brincando com aquela tora imensa, que por três vezes despejou leitinho em minhas mãos, e eu nem sei quantas vezes gozei. Sei que aquela manhã foi de reconhecimento do que poderíamos ser e fazer. Ainda lembro que em uma de suas esguichadas de leitinho em minhas mãos, ele recolheu um tanto em seus dedos e direcionou para minha boca e pediu gostosamente: Lambe tudinho, lambe. Eu lambi e pedi que ele me desse mais. Ele então resolveu dar uma parada, e dando uma palmadinha em minha bundinha, mandou que eu me levantasse e que fossemos tomar um bom banho para irmos passear e almoçar. Ai foi minha vez de me fazer bem sexy, e falei que iria tomar banho, mas que ele me desse este banho. Fui parar em seus braços, num colo muito gostoso e fomos para o banheiro, onde ele me deu o banho mais gostoso que eu tinha tomado até aquele dia em minha vida. Os dias passavam, e cada dia nós avançávamos um pouquinho mais do que da vez anterior, mas alguma coisa me bloqueava. Quando eu sentia que ele ia me penetrar, eu esfriava completamente. Alguma coisa não estava certa comigo, eu queria muito, mas tinha medo de que ele me machucasse. Eu falava isso com ele, e dizia que eu precisava perder este medo, pois sentia que estava atrapalhando a nossa relação. Eu queria muito ser sua inteiramente, do jeito que eu já fazia com minha boca em seu cacete. Eu adorava mamá-lo até fazê-lo gozar inteirinho em minha boca e escutar ele me mandar beber todo o leitinho. Eu era uma menininha mais não deixava cair uma gotinha fora, eu bebia tudo e o deixava sempre sequinho. Um dia, estava eu em casa sozinha, esperando ele retornar do escritório, quando a campainha da porta toca, olho pelo visor da porta e vejo aquela puta safada parada em frente a minha porta. Deu-me vontade de não abrir a porta, mas ai ele poderia saber e não gostar. Abri a porta e mandei-a entrar. Fui logo perguntando a ela o que queria. Ela olhou-me profundamente e disse: Quero te ajudar a se transformar na fêmea que ele quer que você seja, e o seu medo não deixou até hoje. Logo entendi que ele havia conversado tudo com ela, e entendi o que ele havia me dito anteriormente. Que ela era uma amiga muito querida e sozinha como ele, e que entre eles só existia sexo e amizade, nada mais do que isso. Sentamos no sofá, conversamos muito, sei que me deitei em seu colo, e ela alisando meus cabelos, dizia-me baixinho que iria me transformar na putinha que eu queria ser, e eu sem saber por que pedia que ela me ajudasse. Logo senti suas mãos passeando por minhas coxas, e a minha reação foi de abrir mais um pouco minhas pernas e a deixar fazer o que estava fazendo e com mais liberdade de ação, caso ela fosse mais a frente, e foi em pouco tempo, senti seus dedos invadindo as laterais de minha calcinha, que era bem pequenina, pois ele adorava que eu usasse calcinhas bem pequenas, ou então não as usasse. Senti o calor de suas mãos e seus dedos passeando em meu sexo, senti quando ela conseguiu segurar entre seus dedos o meu clitóris, e passou a massageá-los de uma forma intensa, e constante. Gozei intensamente, pedindo a ela que me ajudasse a ser a putinha que eu havia dito para ele que seria. Pedi que ela voltasse a noite e que dormíssemos os três na mesma cama, e que ela me deixasse ver como ela fudia com ele. Ela adorou a idéia e prometeu que isso seria um segredo entre nós, que ele não poderia saber que havíamos combinado aquilo. Naquele dia a noite, ela chegou vestida tal qual uma puta, deixando antever todo o seu corpo. Quando ela cruzava as pernas, dava para se ver que ela estava sem calcinhas, e conversava animadamente. Ele sem saber que aquilo tudo tinha sido combinado, que ela estava ali para me mostrar o que é ser a puta de um macho. Ela fez-me um sinal, e eu disse que iria me deitar, pois estava com muita dor de cabeça, ela ainda fez uma brincadeirinha, tipo, abre as pernas que a cabeça passa. Sai da sala, deixando-os sozinhos, e me escondi no corredor, esperando o que iria iniciar-se, pois havíamos combinado que ela não perderia tempo. Como havíamos combinado, ela imediatamente tirou toda sua roupa, ficando nuazinha. Ela tinha um corpo bonito. O que mais chamava a atenção era sua xotinha completamente lisinha, tão lisinha quando a minha. Era totalmente depilada, mas depilada de uma forma que mais parecia que ela nunca teve pêlos nela, fora seu clitóris, era uma coisa de chamar a atenção, tinha mais ou menos uns quatro centímetros para fora da xota, e isso sem estar intumescido. Logo ela estava com ele totalmente a sua mercê, prontinha para me mostrar como se fudia com um homem como aquele. Eu olhava do corredor, ela sentar em cima daquele cacete, deixando-a escorregar totalmente para dentro dela. E eu molhava cada vez mais, sentia vontade de recebê-lo da mesma forma que ela o estava recebendo. Não agüentei e gemi alto, pronto, ele havia me descoberto. Levantou-se rápido, tão rápido que ela foi ao chão, e na posição que foi ao chão ela ficou, ou seja, toda aberta, mostrando o quanto aquela xota era linda e gulosa. Ele me viu no corredor e começou a me pedir desculpas, que tinha sido um problema de momento, estas coisas todas. Eu fui me deixando conduzir por ele para nosso quarto, quando ele me colocou na cama, puxei-o juntamente comigo e comecei mais uma vez a masturbá-lo, ele se entregava todo quando eu começava a punheta-lo, ele dizia aos berros que eu tinha nascido para punhetar um cacete, que eu fazia de uma forma gostosa e intensa, e aquilo na verdade me dava um tesão muito grande. Quando consegui virar-me um pouco, ela estava parada na porta de nosso quarto, dei um sorriso maroto e disse-lhe: Vem para cá, acabe o que vocês começaram no sofá da sala, aqui tem mais espaço. Ela imediatamente subiu por cima de nós dois e começou a mamá-lo, enquanto seus dedos passeavam mais uma vez por minha xota. Eu tinha certeza de que pelo espelho de nosso quarto daria para ele ver que ela estava me tocando. Então ele pediu que eu abrisse mais minhas pernas, que ele tinha adorado ver os dedos dela passeando em minha xota, não me fiz de rogada e abri as pernas o máximo que pude. Ele vibrava intensamente vendo-me ser alisada pela sua amiga. Senti quando ela o chamou para mamar minha xotinha, pois ela queria me ver sendo mamada. Logo eu estava fora de mim, gozava abundantemente, queria tudo da forma mais gulosa possível. Pedi aos gemidos de gozo que ela me mamasse também, junto com ele. Eu tinha decidido a deixar de ser uma menininha e que a partir dali eu seria a putinha de meu homem. E foi o que aconteceu. Ela o colocou deitado na cama de barriga para cima, e disse-me, aproveite da forma que você quiser, e eu lembrando como ela fazia quando a vi pela primeira vez, fiz igual. Fiquei por cima dele, com a minha bundinha em direção a seu rosto, e fui atochando aquele cacete todo dentro de minha xota. Logo vi que o medo sentido era uma coisa idiota, pois o prazer que aquela vara estava me proporcionando era muito maior do que qualquer medo. Eu rebolava, tirava e colocava, ia o mais fundo possível, e o prazer proporcionado era enorme, era imenso, era super gostoso. Aquilo me proporcionava gozos intensos e fantásticos. Com jeito fui virando de frente para ele, ainda sentada em seu cacete. Queria ver sua cara, e o que vi deixou-me maravilhada, ele estava com uma cara feliz, satisfeito e sua língua passeava pelos cantos de seus lábios. Pedi a ela que sentasse em sua boca e deixasse-o chupa-la, pois eu agora queria sentir o gozo de nós três ao mesmo tempo. Logo estávamos os três gozando de uma forma gulosa e muito gostosa, e ela depois como uma cachorrinha lambeu toda minha xota que tinha um filete de sangue da virgindade perdida. Eu pedia mais e pedia a ela para me dar seu cacete em minha boca, pois eu queria bebê-lo mais uma vez. Deste dia em dia passei a ser a mulher que ele sempre quis que eu fosse. Submissa, obediente, cadelinha, vadia e principalmente amada.

Quando meu professor me descabaçou

Posted on 26 ago 2009 at 4:25pm

Olá, me chamo Sara e tenho 19 anos. Sou morena bronzeada, com marquinhas de biquíni fininho, 1,78 m, 63 kg, olhos esverdeados e os cabelos bem pretos até a cintura. Tenho traços bem exóticos porque na família de meu pai a origem é indígena, e minha mãe é italiana. Sou estudante de veterinária no interior de SP, mas ralei muito para entrar na faculdade. Fiz um ano num cursinho muito conhecido na capital. Lá, estudava muito e não tinha tempo para sair com garotos, raramente. Nunca namorei sério, porque meu pai era muito rígido e sempre fui muito caseira, então não curtia muito balada e não conhecia muitos garotos. No cursinho, conheci Pablo. Ele é um professor de literatura. Jovem, 34 anos, alto, em forma, mas não muito malhado, moreno claro e com cabelos castanhos. Tinha um sotaque espanhol que me deixava muito excitada. Pablo costumava sair com a garotada do cursinho, era muito animado. Como sempre amei literatura, comecei a falar mais com Pablo. Falávamos muito sobre Eça de Queirós, Machado de Assis e até José Saramago. Ele era muito cobiçado entre as alunas e já tinha ouvido casos de alunas que fizeram sexo com ele. Eu era muito na minha, morava sozinha num apartamento que meus pais alugaram. Um dia, nessas conversas, Pablo perguntou se eu gostaria que ele me emprestasse um livro de filosofia muito interessante. Aceitei com muita excitação, adorava homens cultos. Pablo disse que deixaria no meu apartamento, já que era próximo de sua residência. Fiquei muito animada e resolvi preparar um jantar para Pablo. Não sabia cozinhar muito bem, mas quebrei o galho com um molho delicioso que sabia fazer e uma massa pronta. Comprei um vinho tinto que mamãe costumava comprar. Preparei numa mesa pequena que tinha no apartamento. Tomei um banho delicioso. Fiquei muito cheirosa, mas de maneira bem suave deixei minha pele fresquinha e perfumada, como uma flor. Tinha poucas oportunidades de me arrumar, então caprichei: coloquei uma lingerie de renda rosa que eu tinha e um vestido preto aberto nas costas e com um decote na frente, e não muito curto, mas bem colado, que ressaltava minha bunda que é muito malhada e carnuda. Prendi meus cabelos para trás, deixando uns fios na frente, ressaltando meu rosto delicado e meus olhos claros. Quando tocou a campainha, abri um sorriso enorme. E não era que Pablo estava de calça social preta e uma camisa social azul escura, todo perfumado, com o cabelo bem arrumado e um buquê de flores? Fiquei tão feliz que não pude conter um beijo ardente. Enquanto nos beijávamos, fechei a porta do apartamento e joguei as rosas e o livro em cima de uma poltrona. Pablo me olhava espantado e disse que eu estava mais linda do que nunca. Eu não conseguia falar nada, mas os bicos dos meus seios fartos já diziam tudo. Ele olhou bem para eles e fez uma cara de safado que eu não me contive: Agarrei-o pelos cabelos e encostei seu rosto no meu decote. Ele já acariciava minha bunda e levantava minha saia. Tirei as sandálias sem a ajuda das mãos mesmo e enrosquei uma de minhas pernas em sua cintura. Eu estava fora de mim, nunca tinha passado de amassos ou sexo oral com namoradinhos de colégio. Aquele homem forte, me agarrando. Era culto e ainda tinha um sotaque caliente! Com força, ele me jogou na cama e levantou meu vestido. Abri minhas pernas e olhava para ele com muito tesão. Ele delicadamente tirou minha calcinha, e enquanto puxava ela pelas minhas pernas ia me beijando. Quando viu minha xaninha lisinha, ele caiu de boca nela. Passava a língua tão ferozmente. Enfiava fundo e parecia que a percorria toda. Começou a chupar meu grelinho e eu só conseguia tremer as coxas e gemer alto. Que se danem os vizinhos! Então ele sugava meu clitóris e já enfiava um dedo na minha xaninha lacradinha. Achei que fosse morrer, e tive meu primeiro orgasmo. Ele sugava com tanta força que cheguei a ficar tonta de tanto tesão. Os pêlos louros e finos da minha coxa estavam eriçados e dei um último urro enquanto liberava todo meu mel na boca daquele professor sexy. Depois desse orgasmo fabuloso, cai na cama e fiquei uns 10 segundos me restabelecendo. Mas era preciso retribuir Pablo. Ele me deu um longo beijo e sentou-se na cama. Prontamente fiquei de joelhos na frente dele. Ele disse que eu era muito gostosa, além de todas as qualidades que ele já conhecia. Disse que sempre ficava excitado quando eu ia de saia para o cursinho e cruzava e descruzava as pernas espontaneamente durante as aulas, com a fisionomia tão concentrada que ele ficava louco. Sara, você é a garota mais linda que eu já conheci. De corpo, de rosto, de alma, até de cama! Falando isso, fiquei tão lisonjeada que cada vez mais aumentava meu desejo. Apertei por cima da calça seu pau rijo e senti um volume enorme, que aumentava a cada instante. Abri o zíper e enfiei a mão procurando aquele mastro. Ele era enorme, com a cabecinha bem vermelha e inchada. Segurei firme e comecei a passar minha língua na cabecinha. Fazia movimentos circulares. Fui descendo com a língua até a base enquanto acariciava levemente suas bolas cheias. Estava quente e ele suava e suspirava forte. Comecei a bater uma punheta bem gostosa, soltei meus longos cabelos e coloquei meus seios com a outra mão para fora do vestido e do sutiã. Ele excitado colocou as duas mãos nas minhas costas e abriu meu sutiã para tirá-lo. Jogou-o no chão e enquanto eu punhetava e apertava com meus lábios grossos a cabeça de seu pênis ele apertava o bico dos meus seios. Comecei a enfiar o pau inteiro na boca, e sugava, mamava. Parecia uma profissional, chupava com gosto e sentia o pau dele babar e misturar-se com a saliva, dando mais lubrificação para o movimento que se intensificava. Ele me chamava de cadela, putinha. Eu não parava de chupar. Comecei a acariciar minha xaninha. Vendo aquele homem tão excitado, fiquei toda melada também. Ele não agüentou e gozou forte na minha cara, mas não parava de gozar, nunca tinha visto isso. Então coloquei minha língua para fora e recebi todo o leitinho dele. Engoli com tanto prazer que não deixei sobrar uma gota. Depois sentei no colo dele e beijei-o ainda com a boca melada. Tirei meu vestido e senti seu pau ir crescendo embaixo de mim. Ele disse que queria me comer toda. Tremi na hora. Fiquei tão vermelha e confessei que era virgem. Ele achou demais e o pau dele ficou mais duro ainda, senti encostando-se à porta da minha xana melada. Ele começou a beijar meu pescoço e sussurrar no meu ouvido. Puxava meu cabelo para o lado e lambia minha orelha Estava tão excitada que ele disse que sentia meu mel escorrer pelas coxas dele. Pablo pediu que eu começasse a rebolar e foi encaixando devagar a cabecinha na minha xana. Era muito apertada e seu pau enorme, mas estava tão melada que parecia caber perfeitamente. Eu rebolava, Pablo acariciava minha bunda e enfiou um dedo no meu rabinho melado da minha xaninha. Fiquei tão excitada que sentei com tudo e dei um gemido forte. Seu pau enorme estava todo enterrado em mim. Comecei a rebolar, mas doía demais em mim e nele, e eu estava tão fora de mim que comecei a apertar a minha xaninha descompassadamente, sugando o pau dele. Aos poucos eu já conseguia rebolar bem forte, subindo e descendo, enquanto ele rasgava minha xana e mamava forte nos meus seios róseos. Comecei a cavalgar intensamente, como uma puta mesmo, batia minha bunda em suas bolas. Como Pablo havia gozado muito, demorava a ter outro orgasmo enquanto eu estava louca e conheci pela primeira vez a sensação de ter múltiplos orgasmos. Pablo me deitou na cama e levantou uma de minhas pernas. Minha xaninha ardia tanto e estava tão vermelha, mas ele não tinha piedade. Enfiou tudo até o talo, assim de ladinho, e eu apoiava minha perna em seu ombro. Ele me fudia como um animal e acariciava meu clitóris. Não conseguia imaginar mais prazer que aquilo. Pablo estava louco e começou a recitar descontroladamente poesias eróticas e eu me excitava ainda mais. Foi quando ele me mandou ficar de quatro, disse que queria esporrar dentro do meu rabo. Mas essa parte só darei detalhes no próximo conto… Bjs

O inicio de tudo

Posted on 24 ago 2009 at 12:05pm

Olá, me chamo Sandra, tenho 39 anos, morena, 1,60, 60 kg, casada. Vou contar algumas das minhas histórias. Bem, minha vida sexual começou aos 18 anos. Meu namorado, que tinha a mesma idade, era um tesão, e era na verdade o meu 1º namorado. Já namorava há três meses e lógico que começaram algumas carícias. O tesão foi tomando conta de mim, e em pouco tempo a carícias viraram toques, ele deslizava suas mãos por todo o meu corpo, me puxava contra o corpo dele, me fazendo sentir seu pênis rígido como pedra, nossa que delícia! Ficamos fazendo isso por umas semanas, afinal eu ainda era virgem e nunca tinha feito nada! Um dia meus pais saíram nos deixando sozinhos em casa, estávamos vendo um filme, e logo as carícias começaram. Ele me agarrou deitou por cima de mim, e começamos a nos sarrar, muito bom… Senti aquilo tudo bem duro. Ele então começou a beijar meu pescoço, mordiscando, como um vampiro! Eu enlouqueço quando um homem faz isso comigo, abriu minha blusa e começou a passar a mão nos meus seios, que a essa altura já estavam durinhos e bem empinados. Foi descendo a boca até que começou a chupá-los com delicadeza, só nos biquinhos. Estava louca com aquilo tudo, mas com muito medo! Ele foi me acalmando, tirou minha blusa e pediu para eu ficar tranqüila, pois não faria nada que eu não quisesse, todo homem fala a mesma coisa! Ele tirou a blusa também e meus seios tocaram na pele do peito dele, o tesão foi aumentando, ele passando a mão na minha bucetinha, ainda com short. Fui ficando transtornada de tesão, senti então ele abaixando o meu short, minha buceta já estava totalmente encharcada, fiquei apenas de calcinha mais nada! Ele beijando todo meu corpo, a cada momento ficava mais alucinada, até que ele afastou a minha calcinha, e começou a deslizar os dedos na minha buceta. Fiquei apavorada, mas adorando, pois meu corpo estava explodindo de tesão! Tentei faze-lo parar, mas ele firmou a mão na minha vagina, e me disse: Já falei pra você relaxar! Quer que eu pare? Demorei a responder, pedi então para ele parar, mas ele apenas parou de movimentar, mantendo sua mão na minha vagina e me falou: Tem certeza? Nessa hora eu já estava bem molhada, ele percebeu e enfiou um dedo. Nossa! Fui às nuvens, já não agüentava mais de tesão, foi quando ele disse que ia parar, e eu assustada implorei que ele não parasse mais. Meu namorado era um tesão mesmo, foi quando ele começou a enfiar e tirar o dedo, botou dois e me perguntou: Ta gostando? Sim amor, to adorando, nunca sentira nada igual, e nem sabia que o melhor ainda estava por vir. Ele ficou fazendo isso até eu sentir o meu corpo estremecer, parecia que eu ia desmaiar. Algo inexplicável e que nunca tinha sentido estava acontecendo comigo, ele então me explicou que eu estava gozando, fiquei sem pernas, que delícia. Ele me deixou relaxar, até então só tinha tocado no pau dele por cima da calça. Perguntou-me se eu estava arrependida, e de pronto respondi que não, mas então ele me falou que os direitos eram iguais e eu tinha que fazer a mesma coisa com ele! Eu estava deitada e ele em pé, tirou a cueca na minha frente e me disse para eu segurar. Fiquei meio assustada, não sabia o que fazer. Ele pegou minha mão sem dizer uma palavra, colocou em cima do pau dele. Tentei tirar, mas ele não deixou, pois a mão dele estava por cima da minha, e começou a movimentar as nossas mãos, num vai e vem gostoso. Sentia o pau dele latejar e aquilo também estava me enlouquecendo, ele então me falou que eu estava tocando uma punheta pra ele. Ele soltou a mão, mas eu não soltei o pau dele, fiquei ali tocando pela 1ª vez, até que ele gozou. Ele então me disse o seguinte: Tudo que te da prazer eu tenho também, se eu toco na sua buceta, você toca no meu pau. Eu sorri e disse que estava adorando. Ele deitou ao meu lado e me beijou de uma maneira que até então nunca tinha feito, nos abraçamos e logo começou tudo de novo! Nessa altura, eu e ele estávamos completamente nus, ele voltou a tocar em mim daquela maneira maravilhosa, de repente ele abaixou a cabeça e começou a passar a língua na minha buceta! Nossa era melhor ainda! Estava sendo chupada pela 1ª vez, gozei de forma mais intensa ainda. Ele riu, pegou a minha cabeça e puxou de encontro ao seu pau. Não sabia o que fazer então ele disse: Quero que beije sem parar o meu pau. Fiz na mesma hora. Agora lambe meu amor! Deixei de beijar e comecei lamber aquilo tudo! Meu amor, agora chupa! Eu abocanhei e comecei a chupar, ele foi me dizendo como fazer, e fui fazendo. Ele só não me falou uma coisa, que ia gozar na minha boca, o que fez! Foi o meu 1º boquete, e o 1º leite que tomei na vida! Fiquei toda lambuzada, meus seios, meu rosto e mais alguma coisa! Fomos tomar um banho juntos, nossa foi muito bom. Acabamos o banho e nos deitamos novamente. Ficamos abraçados vendo o filme, eu deitada com a cabeça no peito dele, segurando e brincando com o pau, muito bom mesmo! Acabou me dando vontade de chupá-lo novamente e o fiz, senti então o pau dele crescer novamente, ficando duro e latejando na minha boca. Ele não me deixou faze-lo gozar, me virou e começou a me chupar, quando eu estava quase gozando, ele se deitou em cima de mim, senti então o pau dele forçando minha buceta. Ele me segurou com força e disse que agora iríamos gozar juntos e foi me penetrando. No início senti um pouco, mas logo foi ficando mais gostoso ainda até que ele me penetrou por inteiro e começou a minha 1ª foda! Ficamos assim a madrugada inteira, pois meus pais só voltariam no dia seguinte. Fui comida pela 1ª vez e minha jornada no mundo da putaria estava apenas começando! Isso vou contar no próximo conto! Tenha certeza apenas que virei uma puta!

Diário de uma ex adolescente

Posted on 24 ago 2009 at 9:19am

É estranho e engraçado: Apesar de serem poucos os anos, olho para trás e não me identifico com aquela adolescente curiosa e sedenta por sexo. Não que eu me arrependa do que fiz e senti, ou que eu não deseje prazer nos dias de hoje, mas é diferente. Na adolescência o sexo ocupava grande parte dos meus pensamentos. A curiosidade e as sensações de um primeiro beijo e de uma primeira transa é algo que fica perdido no tempo. Parece ter um período de validade.

Ainda com dezoito anos comecei a ficar mais interessada em sexo. Certamente minha sexualidade já havia aflorado antes, mas só aí comecei a dedicar mais atenção ao assunto. Em frente ao espelho do meu quarto sentia muito prazer ao me ver nua ou só de calcinha. Meu corpo já tinha curvas; meus seios, crescidos e duros, já não podiam ficar livres sob a blusa, pois os mamilos marcavam o tecido e chamavam a atenção; meus grandes lábios haviam inchado e meu clitóris começava perder o rosado de antes para ser substituído por uma coloração mais escura. Estranha sensação! Ao me desejar, sentia calor pelo corpo, principalmente entre as pernas e nos mamilos; minha pele ficava totalmente arrepiada. Nestes momentos de auto-admiração costumava ultrapassar pequenas fronteiras a cada dia. O simples olhar contemplativo era trocado passo a passo por toques cada vez mais ousados. Solitária em meu quarto, beijava-me no espelho; inclinava-me para frente de maneira que meu bumbum ficasse ainda maior; empinava meus peitos com as mãos; puxava safadamente a calcinha de algodão pra cima até que ficasse completamente comprimida. Um líquido viscoso, transparente e perfumado costumava descer e ser absorvido pelo tecido. Lindo era me ver com a mão sob aquela peça juvenil; o dedo médio friccionando até que meu corpo se desmanchasse em tremores. A descoberta da masturbação foi algo maravilhoso e solitário! Naquela ocasião o prazer parecia mais puro. Sentia prazer pelo toque, pelo contato com meu próprio corpo; ainda não havia aprendido a fantasiar com figuras masculinas, ainda não tinha homens em meu universo.

Lembro perfeitamente que a atenção ao sexo oposto surgiu pouco depois. Com amiguinhas da mesma idade, começava a prestar mais atenção nos corpos masculinos. Até então curtia rostos. Gostava de sorrisos e de olhos bonitos. As praias, no entanto, mostraram-me outras belezas. Discretamente excitada, passei a reparar mais detidamente detalhes diferentes. Sob as sungas dos rapazes passei a apreciar diversos tamanhos, espessuras e formatos: algumas se concentravam no meio, o que indicava muito possivelmente algo pequeno e delicado; outras pareciam mais elásticas, borrachudas, e apontavam para os lados, tencionando o tecido apesar da moleza; algumas outras ficavam perfeitamente delineadas (nestas, podia ver o contorno da glande, que às vezes chegava a ser maior do que o resto). Também por esta época comecei a me sentir mais atraída pelos negros. Coincidentemente ou não, eram eles que desfilavam com as mais belas peças. Alguns detentores de corpos esculturais pareciam carregar armas debaixo da roupa de banho. Hoje em dia não idealizo da mesma maneira o tamanho dos corpos cavernosos. Apesar de gostar, sei reconhecer o valor dos menos dotados! Naqueles tempos perdidos, porém, a coisa era diferente. Ainda não havia sido contemplada por ninguém e desejava ser preenchida da maneira mais intensa possível. Coisas de adolescente: sempre queremos o mais bonito, o mais inteligente, o mais simpático. No meu caso, passava a querer também o mais avantajado! No meu delicado quarto de adolescente, a masturbação já era incrementada com pensamentos mais ousados, com objetos escuros, grandes e grossos. Ah, que maravilha… Eu imaginava minha pele branca contrastando com um volume enegrecido; lábios grandes e carnudos beijando meu rostinho delicado; mãos calejadas e fortes puxando levemente meus cabelos loiros e perfumados. Gozava e gozava diversas vezes no banho e na hora de dormir.

Meu primeiro namoradinho foi Robson, um lindo menino da zona sul que estudava no mesmo colégio que o meu. Um ano mais velho Robson era realmente muito gatinho. Inteligente, passou a estudar comigo alguns dias da semana. Àquela altura, no entanto, minha mãe, que já percebia mudanças em meu comportamento, não deixava que Robson e eu ficássemos completamente à vontade. Mamãe obrigava-nos a estudar na sala, de maneira que não nos perdesse de vista. Ali, apesar do trânsito mais intenso de pessoas, pude tocar e ser tocada por um homem pela primeira vez. Embaixo da mesa pude sentir algumas vezes, rapidamente, o tão desejado instrumento masculino entre meus dedos. Fino e relativamente pequeno (a referência ainda era africana), o prazer do meu lindinho ficava mais duro, pulsante e melado a cada alisada e apertão meus. Quando podia, o garoto retribuía com carinhos e apertões em minhas partes mais vivas e quentes. Seus dedos roçavam em mim sobre as bermudas, sobre as calcinhas de algodão e sobre as blusas. Ah, leitores, como gozei naqueles encontros educativos! Não pensem, porém, que Robson foi o primeiro a me satisfazer na plenitude!

Além destas quase masturbações em meu ex-namorado, não tive outras experiências sexuais com homens até o ano seguinte. Antes disso, curti uma estória meio louca com Raíssa, uma amiga mais velha da escola. Avoadinha da zona sul, Raíssa já não era mais virgem e adorava felação. Extrovertida ao extremo, a patricinha costumava sorver a seiva primária dos garotos da equipe de natação de nosso clube (segundo ela, o cheiro do vestiário masculino era tão excitante que às vezes ela ficava sem tomar banho após o treino de saltos). Ao final da tarde freqüentava o vestiário dos atletas para agraciá-los com quentes masturbações e mamadas. Só de maiô, esfregava-se nos rapazes e depois se ajoelhava diante dos mesmos para começar a abocanhar cada um. Numa certa ocasião, segundo ela, chegou a presentear na mesma tarde oito diferentes atletas.

Com Raíssa trancava-me no quarto, pois nela minha mãe sentia mais confiança. Ávida ouvinte de suas estórias ficava extremamente excitada com cada detalhe que saltava daqueles lindos e delicados lábios vermelhos. Num belo dia, minha excitação foi tão grande que acabei por dar um beijo quente e molhado em Raíssa. Correspondida, senti-me um tanto confusa, mas não hesitei em dar vazão aos meus desejos imediatos. Emboladas na minha caminha de adolescente, Rá e eu nos acariciamos intensamente. Ela, cheirando a cloro, esfregava sua mão gelada entre minhas pernas enquanto eu abaixava a parte de cima de seu maiô e passava a sentir, pela primeira vez, seus rosados e macios mamilos entre os meus lábios. Louca de tesão, Raíssa deslizou-se até minha cintura e arriou o short de lycra que costumava esculpir meu corpo nos finais de tarde. Paralisada por alguns segundos, minha amiga aproveitou ao máximo o perfume exalado por mim antes de colocar a calcinha de algodão para o lado e começar a me beijar, me lamber, me mordiscar e me chupar delicadamente (acho que as mulheres são mais hábeis nessa tarefa). Sentindo-me mais do que desejada, pressionava sua cabeça contra o meu centro para sentir mais intensamente sua língua molhada esfregando-se em meu clitóris. Depois de uma longa e boa gozada, retribui o carinho de minha amiga com chupadas e dedadas carinhosas. Talvez vocês me achem louca, mas o fato é que apesar de ter curtido a transa, percebi claramente que aquela não era a minha (Será?). Raíssa também percebeu! Beijamo-nos e nos despedimos, mas nos dias seguintes continuamos a tratar do assunto que mais nos interessava: corpos masculinos.

Grandinha o suficiente para me deslocar sozinha pela cidade, comecei a prescindir de minha mãe para ir às aulas de francês, cursadas dois dias da semana no centro do Rio. Mesmo tendo dinheiro para o táxi, passei a fazer uso de ônibus, pois dessa maneira poderia aumentar minha mesada. Ao final da tarde, nas quartas e sextas, os ônibus que iam do centro à zona zul costumavam ficar bastante cheios a partir do Flamengo, quando trabalhadores e estudantes da rede pública entravam na condução. Enojada com aquele tumulto, costumava me esquivar dos passageiros até conseguir descer em meu ponto, no Leblon. Num lindo dia, no entanto, não consegui lugar para sentar e tive que ir em pé durante toda viagem. Gradualmente entalada entre aqueles corpos mal-cheirosos, fiquei completamente imóvel a partir de Botafogo. No ponto em frente ao shopping, subiram dezenas de estudantes arruaceiros e mal educados que pioraram ainda mais a situação já dramática da condução. Um deles passou a encostar-se sacanamente em mim, esbarrando sua coxa na minha bunda a cada freada mais violenta do coletivo. Assustada e nervosa fechei a cara, mas me vi impossibilitada de reagir de maneira mais enérgica naquela situação. Confiante em sua investida, o rapaz ajeitou-se lentamente até poder encaixar-se completamente em mim. Gelada, em poucos segundos comecei a sentir um volume quente e latejante roçando entre as duas bandas de meu rabinho redondo, que era protegido, apenas, pela calça jeans e pela calcinha de algodão. Grosseiro, o preto safado gritava para seus colegas de trás: – Ta cheia a parada! Num dá pra se mexer não, cumpadi! Com um sorriso irônico no rosto, aquele pobretão me sarrava com certa violência, aproveitando-se ao máximo de uma bundinha classe média que, provavelmente, ele nunca havia experimentado. Inicialmente incomodada com aquela situação, fiquei realmente surpresa quando meu asco por aquele favelado começou a transformar-se em tesão. Naquele instante, flashes começaram a invadir minha cabeça: diversas imagens de sungas vieram à tona; imaginava-me sendo invadida por algo preto e grosso! Sem olhar pra trás fui relaxando aos poucos e ficando mais à vontade com a pressão exercida pouco abaixo de minha cintura. Malandro, o cara percebeu minha excitação e começou a esfregar-se de forma mais ousada: abaixava-se e encaixava-se discretamente para depois subir deslizando lentamente e com um leve rebolado. Antes de descer, numa atitude descontrolada e agressiva, enfiou a mão com vontade no mau rabo de maneira que seu dedo médio tocasse minhas partes mais íntimas e protegidas. Trêmula de medo, cheguei em casa descontrolada e corri direto para o banheiro. Ao me sentar no vaso sanitário pude ter dimensão do prazer que havia sentido: minha calcinha estava completamente úmida, encharcada de tanto tesão!

Apesar do atordoamento causado por aquela situação, resolvi investir na aventura. Vantagens dos ímpetos juvenis! Nos dias de curso passei a vestir saias curtas e calcinhas de renda um tanto mais cavadas (as calcinhas de algodão começaram a ficar pra trás). Sobre os seios colocava topes colantes, que marcavam bem os mamilos, ou blusas de alcinha, que costumavam deixar entrevê-los. Desesperadamente ansiosa por novos sarros, me frustrei durante algumas semanas, pois não tive a sorte de encontrar o meu excitante e sensual algoz. Em casa, me alongava debaixo do chuveiro esforçando-me para relembrar em detalhes a situação vivida. Relatei à Raíssa o ocorrido. A putinha ficou cheia de tesão mas não perdeu a oportunidade de tentar debochar de mim: – Aí, patricinha, ta doida pra perder o pouco que falta com um crioulão, não é? Apesar de ser extremamente dada, Raíssa só havia experimentado sabores brancos da classe média. Até aquele momento, ainda não havia se deparado com uma glande roxa dentro de si. Excitada, minha amiga deu apoio à minha aventura e sugeriu que eu tentasse marcar um encontro com o negrão.

Sexta-feira, dia 14 de setembro (não esqueço a data), finalmente encontrei meu preto gostoso. Antes de entrar no ônibus, o safado começou a sorrir pra mim indicando que repetiria a dose da vez anterior. Nervosa, com o peito apertado, mas molhada de tesão, não consegui me controlar até que o seu corpo se aproximasse para o encaixe perfeito com o meu. Não sei realmente o que eu tinha na cabeça! Não conhecia aquele rapaz grosseiro e mal educado, mas ainda assim queria tê-lo atrás de mim! Coberta por um vestidinho de tecido leve, estava realmente pedindo para ser sarrada naquele dia. Sob o vestido notava-se com nitidez a marquinha de uma pequena calcinha que desenhava um minúsculo V. Tarado, o crioulo encostou-se sem rodeios e começou a deslizar-se desavergonhadamente para cima e para baixo, em movimentos leves, mas intensos, que me faziam fechar os olhos, respirar de maneia mais rápida e tentar relaxar o quadril para que a investida fosse um sucesso. O tecido fino permitia que o contato fosse maior, quase total. Pressionando-me contra os bancos num ônibus inconcebivelmente lotado, o preto safado encharcava-me de uma maneira que ninguém havia conseguido até então. A realidade, associada aos meus desejos contidos e irrealizados, proporcionava-me um nível de prazer indescritível e inimaginável. Minhas pernas ficaram fracas; meu corpo esquentou rapidamente; meu rosto e pescoço enrubesceram; minhas preocupações com os curiosos se esvaíram numa concentração e sintonia perfeita com o que ocorria novamente, de maneira mais vigorosa do que eu havia sonhado. Eu sentia uma pressão grande entre as pernas e percebia que a qualquer momento ele e eu poderíamos explodir ali mesmo. Antes que isso ocorresse, me virei e perguntei se ele queria sentar (um dos bancos na nossa frente havia acabado de vagar). Sem hesitar, o crioulo negou-se a sair daquela posição, afirmando que estava bem daquele jeito. De relance, pude ver um volume realmente considerável sob a calça. Para não constranger o garoto, encostei-me novamente na fonte de prazer para que ninguém percebesse que ele estava excitado. Começamos uma conversa e ele chegou até mesmo a colocar a mão em minha cintura, dando a entender que éramos um casal de namorados. Mais adiante, vagaram dois lugares, de forma que pudemos interromper (infelizmente) o êxtase recíproco para iniciarmos um papo mais tranqüilo que possibilitasse planejamentos futuros. Envergonhado, Leonardo colocou a mochila sobre o colo para que ninguém notasse a alteração anatômica e as manchas. Morador do morro Dona Marta, Léo estudava à noite num colégio estadual no Leblon. Trocamos nossos números de celular e ficamos de marcar um encontro quando fosse possível.

Após algumas semanas de picantes e escondidas conversas telefônicas, combinamos um esquema para que eu pudesse ir ao baile que costumava rolar no morro nos finais de semana. Empolgada com a idéia, ensaiava em casa, em frente ao espelho, os movimentos sensuais do ritmo funk. Com as mãos no joelho, inclinava-me e contorcia-me maliciosamente numa espécie de ensaio para a sedução. Só de calcinha, percebia-me de diversos ângulos procurando ressaltar aquilo que deveria provocar maior excitação: pernas totalmente bem torneadas, cobertas por uma leve e natural pelugem loira; seios médios e provocativos que insistiam em afrontar com jovial rigidez o balançar mais fervoroso; barriguinha seca que colocava em destaque as extremidades de um largo quadril. Para esculpir sedutoramente a faixa corporal mais desejada, entre as coxas e cintura, experimentei pequenas peças de diversas cores, desenhos, formatos e texturas; puxadas lateralmente pela parte da frente ou de trás, as calcinhas eram esticadas e afrouxadas incessantemente até se acomodarem confortavelmente em minha pele. O frio na barriga e o aperto no peito eram os sintomas provocados pela ansiedade de quem não agüentava mais esperar para sentir a virilidade em contato com a pele, entre as mãos, na boca, em confronto com meu hímen…

No dia D, Raíssa, eu e mais duas amigas inventamos para os meus pais que iríamos a uma festa no clube e que ficaríamos sob responsabilidade do irmão da Fabíola, que já era maior de idade. Esquema armado nos dirigimos a Botafogo para subir o morro e curtir o baile. Lá chegando, encontramos um ambiente animado, cheio de homens e mulheres bonitas, gostosas e sensuais. Ansiosa para encontrar Leonardo, fui surpreendida com um abraço por trás e um beijo no pescoço. Como de costume, meu negão me sarrava mais uma vez, esfregando-se ainda timidamente. Vestida de branco, estava realmente maravilhosa naquele dia. Sem muita dificuldade, todos podiam ver minha minúscula calcinha sob um vestido quase transparente; meus seios tencionavam o tecido para cima; os mamilos eram indiscretamente expostos sob uma fina camada.

Deslumbrado com minha beleza, Léo ficou inicialmente um tanto sem jeito, mas em pouco tempo recompôs-se. Ao som da batida forte do funk, começamos a dançar juntos em meio à multidão, e mais uma vez seu volume aumentava e endurecia ao se esfregar no meu liso, grande e lindo bumbum. Perdidos de tesão, nos beijamos ardentemente ali mesmo no meio da multidão. Acho que vocês não vão acreditar, mas aquele foi o primeiro beijo que me fez ter orgasmos! Léo tinha uma língua áspera e hábil. Seu beiço chupava meus delicados lábios de uma forma tão firme, tão viril, que ali mesmo gozei intensamente! Após alguns amassos, nos afastamos para um dos becos escuros da favela para ficarmos mais à vontade. Seco de tara, aquele preto esguio me prensou contra o muro de uma empresa de gás, forçando suas coxas entre as minhas. Suas mãos levantavam meu vestido e deslizavam sobre minha bundinha. Imaginem só aquelas mãos pretas percorrendo minhas curvas, minha bunda morena de praia e coberta de pêlos loiros! Colocando uma das mãos por trás, Leonardo começou a esfregar os dedos onde eu mais desejava.

Antes de continuar, abro rapidamente parênteses para contar o que vi à distância enquanto curtia um sarro gostoso: do outro lado da rua, Raíssa resolveu encarar dois neguinhos que encontrou no baile. Pouco depois fiquei sabendo que os rapazes eram traficantes. Maluca era Raíssa! Acho que ficou com inveja de mim e resolveu arrumar logo dois pretos para sentir o gosto. Segundo o seu relato, um deles era bem aparelhado, pois possuía o que ela denominou de maneira chula como um casco de refrigerante de 290 ml. Fiquei tentando imaginar… Era realmente grande!

Mas o meu crioulo não perdia em nada para os brinquedinhos de Raíssa. Por sobre a calça apertei com vontade um volumoso, quente e latejante objeto. Cega de desejo e de curiosidade fui guiada pelo que havia de mais puro e primitivo dentro de mim. Cada movimento rápido e instintivo era premiado com um acúmulo de prazer que parecia não ter limites para aumentar. O ato de abrir o zíper, de enfiar uma de minhas mãos dentro de sua branca cueca macia, de envolver o objeto incandescente com a ponta dos dedos, de puxá-lo para fora, colocando-o sob a mira de meu olhar deslumbrado, foi algo realmente impensado, puramente instintivo. Diante de um inominável brilhoso e latejante, que insistia em expelir um fino caldo transparente e pegajoso, não me contive: abracei-o com as duas mãos, como se estivesse a rezar; puxei a pele amarrotada e escura para trás, colocando ainda mais em evidência uma cabeça roxa e inflamada, e dei um tímido beijo, temperado com uma leve passada de língua para sentir o sabor de tudo aquilo. Trêmula de tesão, esfreguei toda a extensão do prazer no meu rosto e pescoço, até não poder mais segurar nenhum limite de pudor. Embriagada pelo prazer daquele momento, comecei a expirar sussurros devassos que se entremeavam com abocanhadas casa vez mais ousadas e gulosas: – Pirocão gostoso! Quero essa picona quente e grossa dentro de mim! Como sonhei com esse caralho, meu gostoso!

Leonardo, por sua vez, se contorcia encostado no muro e me respondia de maneira ainda mais sórdida: – Vagabundinha! Patricinha putinha! Tava doida pra sentir um caralhão preto, né?

Apesar do início tímido, em pouco tempo já me encontrava estalando os lábios naquele frutão nada proibido. Saliva misturava-se com sêmen que se misturavam com fios de cabelo e com todos os outros gostos possíveis. Ao longe, um voyeur qualquer poderia avistar-me agachada, toda de branco, a movimentar sinuosamente, num vaivém, minha cabeça aloirada. Não me importava com nada naquele momento. Poderia estar diante de uma multidão que o desejo seria o mesmo. Talvez fosse até maior. Minha boca salivava intensamente e encharcava aquela grossura salgada e repleta de veias. A esta altura Raíssa era traçada pelos traficantes no matagal ao lado! Ouvíamos gritos e tapas e ficávamos ainda mais excitados.

Em busca de um lugar mais calmo, Leonardo informou que a casa de sua avó ficava numa rua ao lado e que lá poderíamos estar tranqüilos, sem sermos incomodados. Concordando com a sugestão, fomos para o casebre da senhora, que estava dormindo. É isso mesmo caros leitores, fui desvirginada dentro de uma favela, em cima da laje de um quase barraco!

Lá no alto continuamos por mais um tempo com o sarro gostoso. Leonardo metia a mão dentro da minha calcinha e esfregava seus dedos grossos com força na entrada da minha xoxota. Agora não tenho nenhum pudor em repetir a palavra xoxota. Beijando-me da boca ao pescoço, desceu mais um pouco depois de soltar uma das alças do meu vestido branco. Ah. Fico toda molhada só de lembrar daqueles beiços grandes beijando meus mamilos rosados; meu peitinho ficava inteiro dentro daquela bocarra; sua língua áspera rodeava o mamilo saborosamente; os chupões estalados não paravam em meu seio esquerdo enquanto o direito era apertado vigorosamente. Minhas mãos deslizavam do saco ao peitoral daquele macho gostoso. Após tantos sarros, não via a hora de sentir a tora preta dentro de mim. Leonardo perguntou se eu queria me deitar sobre uns panos velhos jogados no chão. Preferi ficar de pé e ser desvirginada na mesma posição na qual o havia conhecido. Debrucei-me sobre a muretinha da laje e empinei-me para que aquela rola finalmente cumprisse a sua missão. Leonardo levantou o vestido com certo deslumbre e arriou a calcinha vagarosamente (o tecido desenrolava-se com dificuldade na minha pele). Na hora de encapar-se, pude constatar a dificuldade dos mais dotados para proteger grandes instrumentos! Assim que ele encostou na entradinha, pedi: – Coloca devagar, gostoso! Rasga-me com carinho! Atento ao meu pedido, puxou minhas coxas para os lados para facilitar a abertura. Na ponta dos pés, comecei a me apoiar cada vez mais naquele caralho negro. Curvado sobre mim, Leonardo me furou vagarosamente até que aquele picão estivesse quase todo em meu mais profundo interior. Confesso ter sentido um pouco de dor, mas nada que superasse o prazer proporcionado naquele momento. Ao som daquelas músicas pornográficas do funk, ouvidas à distância, rebolei em seu mastro que entrava e saía lambuzado com meu gozo virginal. Léo me agarrava pela cintura e socava sua rola com uma violência sensual que me deixava louca. Mudamos de posição. Sentei-me sobre o muro e me abri curiosa pra ele. Agora era Léo que se colocava na ponta dos pés. Eu olhava atentamente para baixo para não perder nenhum segundo daquela cena inesquecível. Era uma rola realmente grossa (uma das mais grossas que tive a oportunidade de conhecer) e acentuadamente curvada pra esquerda. Contrastava com minha pele rosada, como eu havia imaginado em meu quarto solitário. Leonardo lambia e chupava minhas tetas como um animal enfurecido. Em retribuição, eu envolvia sua cabeça com meus braços, forçando seu rosto contra os meus peitos. Sua cabeça raspada roçava em minha pele e me despertava mais tesão do que nunca. Ah, esqueci de dizer: suas bolas pendiam num saco grande, acinzentado e frouxo que parecia comportar litros de esperma! Acho que comportava de fato, pois depois de muito entra-e-sai, depois de muito vaivém, Leonardo desenterrou o caralho de mim, tirou desesperadamente a camisinha e esguichou longos, grossos, caudalosos jatos de porra branca e cheirosa. Era o meu primeiro contato com o líquido seminal masculino. Àquela altura eu já havia gozado duas vezes (a intensidade de Léo me pôs a tremer em orgasmos com muita facilidade!).

Pois é, amigos leitores, hoje são formada em medicina e tenho um belo consultório de ginecologia na zona sul do Rio. Casada, não me atrevo mais a estas loucuras. Não nego, contudo, que ainda fico bastante excitada quando vejo pretos esguios, definidos e viris caminhando pelas ruas.

 

***Conto enviado pela leitora Fernanda Carvalho do Rio de Janeiro***

Paixão de verão

Posted on 20 ago 2009 at 2:18pm

Meu nome é Angel, tenho 18 anos, sou loira olhos verdes, cabelos longos e lisos, seios médios e durinhos, cintura fina, coxas grossas, bundinha empinada, sou uma ninfetinha sexy, safadinha e adoro fortes emoções. Moro sem São Paulo e meus pais combinaram que eu iria passar minhas férias no Rio de Janeiro com uma tia que eu adoro. Quando papai e mamãe me levavam para a rodoviária, eu pensava tomara que não sente ninguém chato do meu lado no ônibus! Chegamos bem adiantados, mas me despedi dos meus pais e fui logo tomando meu lugar. Menos mal, aparentemente não iria ter ninguém do meu lado! Quando o motorista deu a partida no motor, todos os passageiros olharam boquiabertos para um rapaz que corria para o ônibus, acenando com a mão, pedindo que o esperassem. Nossa, o cara era lindo! E pasmem, ele sentou na poltrona ao meu lado. Sentou-se ofegante, exalando um delicioso perfume masculino. Ele era loiro, carinha de safado, um corpo lindo, todo malhado e bronzeado. Vestia uma calça jeans que moldava com perfeição suas coxas grossas, uma camisa preta, meio apertada, que deixava seus músculos peitorais bem visíveis. Ai sem duvida, era um dos caras mais gatos que já tinha visto! Quando ele arrumava suas sacolas no porta-bagagem, inadvertidamente o motorista arrancou, fazendo-o desequilibrar-se e cair sobre mim. Para levantar-se rapidamente – sem querer – apoiou-se em um dos meus seios, que imediatamente se endureceu. Pensei que aquele gesto aparentemente impensado fosse deixá-lo embaraçado ou sem graça, mas não. Ele dirigiu-me um malicioso olhar, estremeci com o brilho que vi em seus olhos! Numa silenciosa combinação, começamos a trocar olhares significativos, desejosos de prazer. Ele, vidrado, reparava no meu decote, eu estava de saia, parecia que ele olhava através dela, acho que imaginando o enorme prazer que poderia me oferecer. Os biquinhos dos meus seios já estavam assanhados de desejo, que pareciam querer furar a malha da minha blusa. Não foi dito absolutamente nada; nem precisava. Só esperávamos os demais passageiros, pelo menos os mais próximos – caírem no sono para podermos nos entender melhor. Já era tarde, mas muitas luzinhas continuavam acesas. Tínhamos que fazer alguma coisa para dar vazão à onda de excitação que nos dominava. Visivelmente perturbada, a pretexto de melhor me acomodar na poltrona, eu cheguei mais nele e discretamente, segurei sua coxa. A mão dele veio ao encontro a minha, para acariciar-me! Quando o desejo se impôs, não hesitei em apalpar seu pau numa euforia sem limite, massageando-o freneticamente. Ele não se fez de tímido, e começou a acariciar meus seios, o que só aumentou a vontade de segurar seu cacete livre em minhas mãos. Ele não demorou a arriar o zíper da calça e sacar seu pau, cuja glande brilhava na penumbra, de tanto tesão. Fiquei hipnotizada pelo avantajado instrumento que tinha na minha frente, pendi meu corpo para o lado e cai de boca, chupando-o carinhosamente. Ele atingiu um estonteante orgasmo. Quando eu senti o primeiro jato de esperma na minha boca, chupei-o com tanta volúpia que até temi pela integridade de seu membro. Fiz questão de engolir até a ultima gota de sua porra. Nutrida pelo seu leite, me arrumei na poltrona, com um sorriso de quem satisfez o seu homem. Estava louca pra ele começar sua festinha em mim, e ele sintonizado nas minhas intenções foi logo levantando minha blusa, chupando os meus seios durinhos, que mal cabiam em sua boca. Quando ele levantou minha saia para não corrermos mais riscos ainda apanhei o cobertor que forneciam na viajem e cobri minhas pernas. Ele começou a dedilhar minha vagina, que já estava completamente lambuzada. Eu rebolava descompassada mente e suspirava fundo, estava quase gozando. Antes que eu o fizesse, ele reclinou nosso banco e se deitou em meu colo. Entendi que ele queria me chupar, cobri sua cabeça com o cobertor e abri largamente as pernas, colocando um joelho no encosto da poltrona da frente. Sua língua chegava só até meus ralos pelos lisos, que ele cobriu de beijinhos e lambidas. Neste momento, alguém se levantou para ir ao banheiro eu o puxei pelos cabelos e cobri meus seios. Quando o sujeito voltou do banheiro, ele levou uma das mãos até minha buceta e começou a massagear o meu clitóris, enquanto a outra se ocupava num dos meus peitos. Eu lambia e mordia os lóbulos da orelha dele, deixando-o completamente arrepiado. Eu gemia baixinho, me contorcia. Alucinada de tesão, levantei-me da poltrona e sentei em seu colo, senti o seu pedaço de nervo em brasa penetrando-me. Enquanto eu me requebrava selvagemente em seu colo na busca do orgasmo, esfregava meus seios no meu rosto nervosamente. Quando alcancei o ápice do desejo, revirei os olhos, gemi alto – fazendo-o gozar juntinho comigo –  relaxei enquanto ele ainda ejaculava dentro dela. Depois daquele exaustivo orgasmo simultâneo, nos estiramos nas poltronas e só acordamos de manhã cedo, já no Rio de Janeiro. Só então fui saber em detalhes quem era ele. Chamava-se Henrique, tinha 23 anos, também estava indo passar uns dias com uns tios. Ao desembarcarmos, ele insistiu para que ficasse mais um pouco com ele, mas recusei. Minha tia já estava me esperando e não queria gerar comentários, apenas trocamos telefones, sempre que dava íamos juntos a praia. Na volta para SP acabamos perdendo contato, mas nossa aventura ficou guardada na memória…

Fui arrombada

Posted on 20 ago 2009 at 2:07pm

Oi, Meu nome é Nara. Eu tenho um rosto de menina moça e sou uma pessoa de estatura frágil. Vou contar uma coisa que me aconteceu nos meus 18 anos. Eu fazia parte do CPM do colégio onde estudava. Havia um Pai de uma aluna que auxiliava nossos trabalhos. Era um Homem de uns 50 anos mais ou menos. Ele me olhava muito e podia notar pelo reflexo do vidro da janela. Ele sempre que achava seguro, me comia a bunda com o olhar. Isso me deixava louca e muitas vezes ia para casa com a calcinha molhada de tesão. Um dia arrisquei e olhei para o volume de sua calça. Que só me deixou com mais tesão. Em casa não resisti e me masturbei pensando no que notei. Certo dia eu fui com uma saia curta, pois estava muito calor. Debrucei-me na mesa para ver uns papéis e quando me viro para a janela, vejo o reflexo dele com a mão se alisando no pau disfarçadamente e olhando para minha bunda. Aproveitei para mexer mais com ele, empinei até que aparecesse minha calcinha. Fiquei assim o maior tempo possível. Quando virei disfarçadamente olhei o volume em sua calça. Espantei-me com que eu vi. Fiquei louca de curiosidade de saber o tamanho do pau dele. Naquele dia ele me ofereceu uma carona para me levar em casa. Aceitei de imediato. No caminho ele me disse que iria passar no escritório para pegar uns papeis, se eu não me importasse. Subimos no escritório dele que estava completamente vazio. Eu me debrucei na mesa dele com a desculpa de ver uma foto de sua filha. Empinei bem a bundinha pra ver a reação dele. Não se fez de rogado e passou a mão na minha bunda, levantando minha saia. Ele tinha uma mão enorme de grande, dedos grossos e compridos. Era bem maior que eu, que tinha um corpo de menina. Aquela mão me fez tremer toda, o desejo tomou conta de mim. Eu ia virar, quando ele me voltou a posição de bruço e começou a se esfregar em minha bunda. Pude sentir que o volume não era pequeno. Ele baixou minha calcinha até a metade de minhas coxas e se ajoelhou. Senti sua boca me beijando a bunda, me beijava toda, até que senti sua língua que passava entre minhas nádegas me lambendo toda. Empinei bem minha bundinha e ele começou a lamber meu cuzinho, me deixando muito louca de tesão. Em seguida ele tirou de vez minha calcinha e abriu mais minhas pernas. Pude sentir seus grossos e longos dedos em minha xaninha que estava completamente molhada. Senti o dedo entrar e gozei, pois já não suportava mais de tesão. Recebi dele um convite para ir até um motel bem discreto que não ficava longe dali. Eu disse sim, porque tudo que eu queria era ver aquele pau que roçou na minha bundinha. Entrando no Motel, começou a me beijar e a me chupar, me deixando em brasa. Arrancou minha blusa e começou a chupar meus peitinhos com uma força deliciosa. Tirou a camisa e pude ver o quanto era peludo, um pêlo volumoso e levemente grisalho, muito lindo. Tirou toda a roupa ficando só de cueca, para meu desespero. Deitou na cama comigo e eu não me fiz de rogada, fui com as mãos abaixar sua cueca e vi o que tanto queria ver. Era um lindo pau, enorme e muito grosso. Até assustador. Não sabia se agüentaria aquilo tudo em mim, o medo tomou conta. Resolvi inicialmente por na boca, quase não coube nela de tão grosso. Fiquei mais assustada ainda. Mas ele não queria que eu só chupasse e me levou para o meio da cama abriu minhas pernas e direcionou aquela vara enorme em minha xaninha. Pedi que colocasse devagar, que era muito grande. Pude sentir a cabeça daquele enorme pau me alargando a xaninha. Doeu um pouco, mais eu estava com tesão demais para pedir para parar. Deixei que entrasse toda a cabeça e me senti arrombada por aquele verdadeiro Homem. O pau dele tinha uns 22 cm e era muito grosso, me senti toda alargada por ele. Em seguida senti que não parava mais de entrar em mim. Procurei limitar o entrar dele, por causa do tamanho. Veio o vai a vem, começou a me comer gostoso e eu relaxei mais no limite até que senti ele no meu útero. Gozei várias vezes e aquele homem não gozava nunca, seu pau cada vez parecia maior e mais pulsante. Eu estava toda melada na região. Foi quando ele me botou de quatro e começou a me comer a por trás. De repente senti seu dedo em meu cuzinho, que estava totalmente molhado. Senti que entrava um depois dois dedos, entrando e saindo. Gozava cada vez mais, era uma coisa deliciosa. Já estava fraca, sem forças para nada, completamente esgotada, a mercê daquele homem. De repente ele tirou o enorme pau de minha xaninha que estava já assadinha e posicionou no meu cuzinho. Assustada quis reagir, mas não tinha forças. Ele me agarrou pelas ancas e enterrou o mastro no meu cuzinho ainda virgem. Gritei de dor, pedi que tirasse, doía muito. Aquele pau era grade demais e me rasgou. Ele apenas pediu que eu ficasse paradinha para que o meu cuzinho moldasse o pau dele. Tentei sair mais uma vez, ele me agarrou com força e mandou que sossegasse. Pude sentir com o tempo que meu cuzinho reduzia a dor que o mastro dele me causava. Fiquei quietinha e de repente ele começou a bombar no meu cuzinho. Agarrei os lençóis com força e puxei para mim. Era um pau grande demais para meu cuzinho. Por mais que eu estivesse gostando doía bastante. Foi quando senti o pau dele aumentar mais ainda de volume dentro de meu cuzinho, já todo ardido. Ele estava me enchendo o cuzinho de seu leite quente. Deitou-se por cima de mim e assim ficamos. Seu pau foi aos poucos diminuindo de tamanho dentro de minha bundinha, até que saiu de dentro do meu cuzinho. Fui ao banheiro e passei papel na bundinha e vi que estava com bastante sangue que saiu do meu cuzinho. Ele arrebentou todas minhas pregas. No outro dia pedi para sair do CPM, porque se ficasse tinha medo de querer repetir a dose. Nunca mais vi um pau de tal grossura na vida. Mas a cada vez que lembro me masturbo pensando naquele homem.

Ajudei minha amiga a perder o cabaço

Posted on 20 ago 2009 at 1:56pm

Ontem de noite tive um sonho, na verdade um flashback do que aconteceu comigo a algum tempo atrás. Eu tinha 18 anos na época. Já amava sexo fazia muito tempo, e quando não queria ir à caça eu me masturbava muito e gozava demais para ficar satisfeita. Ocasionalmente eu ficava louca de vontade de transar durante alguma aula. Como eu sentava no fundo da sala, eu pegava um vibrador para o clitóris (aqueles pequenos), ligava, colocava dentro da minha calcinha e colocava minha mala em cima do meu colo para fazer pressão. Ficava delirando durante a aula, curtindo uma masturbação no meio de tantas outras pessoas que não tinham noção por que eu estava tão feliz durante aquelas aulas chatas. Não escondia o interesse por sexo com minhas amigas. Metade era virgem, a outra metade não. A minha melhor amiga – a Nani – nunca tinha feito sexo antes, mas ela certa vez me disse que mal podia esperar o momento de acontecer. A Nani não é uma garota feita. Pelo contrário, homens sempre estão atrás dela. Só que ela nunca liberou pra ninguém com medo de que doesse ou que o cara não fosse tomar as precauções necessárias. Com seus 1,60m de altura, magrinha, peitos maiores que os meus e uma bundinha que pode competir com a minha, ela também tinha uma barriguinha que era naturalmente linda, além de olhos cor-de-oliva e cabelos escuros cacheados. Certo dia, a Nani veio conversar comigo e falou que já não agüentava mais esperar, que queria trepar logo, mas ainda estava morrendo de medo. Pediu ajuda. Rapidamente matutei um plano: Vamos fazer assim, de vez em quando a vontade bate em mim e eu preciso dar pra alguém. Ultimamente eu venho recorrendo ao Rafael (um dos garotos do meu bairro, que certa vez me amarrou e me fodeu). Podemos fazer assim: Eu conto pro Rafael que você ta louca pra ser fodida, te levo até ele e fico lá, te ajudando e te dando dicas do que fazer. Que tal? Ela demorou um tempo pra pensar, mas como a gente era amiga fazia muito tempo, a convenci de que não precisaria ter vergonha de eu estar lá com ela na primeira vez. Consegui a fazer pensar que seria até melhor assim. Durante aquela semana liguei pro Rafa e marquei de eu ir pra casa dele no final de semana, já que os pais dele iam estar em um churrasco na chácara dele. Chegando o sábado, a Nani foi lá pra casa e de lá fomos a pé até a casa do Rafa. Quando ele atendeu a campainha, ficou surpreso de eu não estar lá sozinha (não tinha explicado a situação pra ele). Ele ficou visivelmente desanimado, pois achou que com minha amiga lá, ele não iria poder me comer. Engano dele. Entramos na casa, ele ofereceu uma coca-cola pra nós, e fomos pra sala sentar e conversar. Ficamos os três sentados no sofá, de frente pra TV. O Rafa no meio, eu do lado direito dele e a Nani do lado esquerdo. Começamos a bater um papo nada a ver, divagando. Ah Rafa, ta sabendo que estou dando aulas pra Nani? Perguntei pra ele. Ah é? Aulas do que? Quis saber o Rafa. Aulas de como se comportar perante visitas. Por exemplo, Nani: Se você estiver na casa de alguém que você não conhece direito, não é aconselhável colocar a sua mão no joelho dele, assim. Falei, colocando minha mão no joelho direito do Rafa. A Nani riu e perguntou: Mas aqui não é o joelho, então eu posso né? Falou ela, colocando a mão na coxa esquerda dele. Aí também não pode Nani, e nem aqui. Falei, colocando minha mão na coxa dele, mais perto do seu pau, porém a um palmo de distância ainda. Ah, mas e aqui? perguntou a Nani, movendo sua mão até do lado do pau do Rafa. Ele nem estava desconfiando do que estávamos planejando e achou que a brincadeira iria parar por ai mesmo. Não Nani, aí não pode. Mas já se você quiser colocar sua mão aqui… Falei, colocando minha mão suavemente sobre o pau do Rafael, que na hora ficou duro como rocha. Aonde? Aqui? Falou a Nani, colocando sua mão por debaixo da minha e pegando com a mão cheia na pica dura do meu amigo. Olhei pro Rafael que já nem acreditava mais. Perguntei pra ele se ele podia mostrar o pau dele pra Nani, porque ela nunca viu um. Ela completou com um, por favor, com uma carinha meiga, apertando um pouco mais seu pau. Ele só acenou com sua cabeça em um gesto positivo, então a Nani passou a abrir seu zíper, baixar a calça e deixar o pau de 16 cm do Rafa pular pra fora. Nani, isso é um pau. Pra bater uma punheta pra ele o melhor seria ficar de joelhos no chão e de frente pro seu pau. Nós duas descemos do sofá e ficamos ajoelhadas de frente pra ele. Você pega o pau com a mão direita no topo dela e começa a fazer movimentos leves pra cima e pra baixo, assim. Falei pra Nani, pegando no pau do Rafa e começando a masturbar ele. Comecei devagarzinho, mas logo estava aumentando a velocidade. Ele já fechava os olhos de tesão, e colocou suas mãos atrás de sua cabeça só curtindo. Depois de algumas batidas, resolvi deixar a Nani tentar. Ela pegou no pau dele e começou devagar, imitando o que eu tinha feito. De pouco em pouco, aumentava a velocidade, até chegar na velocidade que eu tinha chego. Rafa, como que ta? Ela ta aprovada na punheta? Perguntei pra ele. Ela aprende rápido, está tão boa quanto você. Respondeu ele. Lição número dois: boquete. Isso é fácil e é gostoso, tanto pra ele quanto pra nós. Assim que você sentir o gosto de pica pela primeira vez, você vai querer sentir mais vezes. Você primeiro pega o pau dele, e coloca na sua boca. Passe sua língua nele e chupe de leve, como se você tivesse bebendo através de um canudinho. Enquanto você faz isso, vá pra cima e pra baixo com sua cabeça como se estivesse punhetando ele com sua boca. Expliquei pra Nani, em seguida pegando o pau do Rafa colocando na minha boca e comecei a fazer um boquete gostoso nele. Chupava com vontade, babando no pau dele. Minha cabeça subia até a ponta da pica dele e em seguida descia, chegando até o saco. A Nani ficou impaciente e quis tentar. Mas como ela tinha medo de machucar, pediu para eu emprestar meu dedo pra ela. Mostrei o dedo indicador pra ela, e sensualmente ela começou a chupar meu dedo. O Rafael olhava, com mais tesão do que já tinha antes. Ela lambia meu dedo sem tirar os olhos dos meus olhos. É assim mesmo Nani. Faça isso nele. Assim que ela parou de lamber meu dedo (ela ficava me olhando com uma cara safada), eu mesmo chupei meu dedinho olhando nos olhos dela só pra sentir o gosto da língua dela na minha. A Nani começou a encarar o pau do Rafa, alisando-o com sua mão. Ela deu um beijinho na cabeça do pinto dele, e depois deu uma lambida. Notou que o gosto não era ruim, então enfiou o pau todo na boca de uma só vez. Lambia ele inteiro, desde a cabecinha do pau até o saco dele, chupava que nem uma doida, e já estava punhetando com a boca mais rápido do que com as mãos. O Rafael gemia. Ao mesmo tempo em que chupava, ela usava suas mãos também. Ficava com a cabecinha dentro da boca, lambendo-a e batendo uma punheta pra ele. O Rafael delirava e gemia com o prazer daquilo. Exame oral: nota mil. Falou ele, em meio aos seus gemidos. Ok está na hora de partirmos pro ponto principal de tudo isto: A foda. Rafa quer mostrar como é feito? Perguntei a ele. A Nani, que tinha parado de chupar ele, afastou-se enquanto o Rafa se levantava e eu deitava no sofá, com uma perna no chão e outra por cima do sofá com minha bucetinha bem exposta pra ele. O Rafa começou a pincelar seu pau duríssimo na minha bucetinha, fingindo que ia entrar, mas só deixando a cabecinha entrar bem pouco. Vagarosamente, ele enfiou o pau dele inteiro me deixando morta de tesão. Ele começou a me bombar devagarzinho, e de pouco em pouco ia aumentando a velocidade até eu não conseguir me segurar mais e ficar indo pra frente e pra trás no sofá. Nós dois éramos quase um borrão no sofá de tão rápido que ele mexia e me fazia mexer. A Nani só olhava, com água na boca e na bucetinha. Ela alisava seu grelinho, olhando o pau do Rafa entrando e saindo. De vez em quando ela olhava pros meus seios e mordia seu lábio num gesto muito sacana. Sentia o pau do Rafa entrando e saindo de mim com força, me deixando nas nuvens. Rafa vou gozar! Anunciei. Goza vai, goza gostoso pra mim sua cadelinha. Goza gostoso que já vou fazer sua amiguinha gozar na sua boca. Aquilo me deixou tão excitada que eu acabei pulando pros braços do Rafa enquanto eu gozava. Segurava o corpo dele colado ao meu, quase gritando de prazer. De repente amoleci, satisfeita. Ele me deitou no sofá e não perdeu tempo. Foi em direção a Nani que estava sentada de joelhos no chão, alisando o clitóris dela. Ele chegou segurando seu pau na direção da boca dela, deixando bem claro suas intenções. Ela abriu a boca e engoliu seu pau inteiro e começou a chupar ele sem tirar seu dedinho do seu grelinho. O Rafa segurava a cabeça da Nani e fazia o movimento de vai-e-vem, fodendo a boca dela como se fosse uma buceta. Após uns 5 minutos sendo chupado, ele tirou seu pau da boca dela e empurrou ela pra trás, fazendo ela cair com os joelhos ainda dobrados. Aproveitando a posição, ele ficou de joelhos, afastou as pernas dela e colocou seu pau na entrada da bucetinha dela. Começou enfiando devagarzinho seu pau nela até ele encontrar a resistência do hímen dela. Ele começou a forçar devagarzinho e ela começou a sentir dor, mas não falou nada. Quando ele continuou forçando, ela desistiu: Pára Rafa, ta doendo demais. Vamos deixar pra lá. Não senhora, eu vou te comer agora. Respondeu ele. Sério Rafa, ta doendo. Não quero mais. Falou ela, colocando a mão no peito dele e tentando puxar ele pra trás. Ele pegou as mãos dela e forçou-as ao chão, imobilizando ela. Ela olhou pra mim com uma cara de triste, com uma cara de medo. Mas eu tava com tesão demais vendo ele comer minha melhor amiga que nem fiz nada. A Nani começou a gritar e espernear, mas isso só fez o Rafa aproximar mais seu corpo ao dela e com isso, enfiando mais na bucetinha. Até que de repente, rompeu. Ele deixou seu pau dentro dela durante alguns segundos pra ela se acostumar e devagarzinho, ele ia tirando. Quando ele tirou por inteiro, saiu um pouquinho de sangue da Nani e ela já ficou aliviada achando que tinha acabado. Mas então ele começou a enfiar de novo nela, bem devagarzinho. Ele ia até o fim, e forçava um pouquinho mais e ia tirando o seu pau quase que por inteiro apenas para enfiar de novo. Os gemidos de dor da Nani rapidamente passaram a gemidos de tesão e com isso, o Rafa ia acelerando mais e mais. Ele estava gostando de manter a Nani prensada no chão embora ela nem lutasse mais e aquilo estava me deixando com muito, mas muito tesão. Eu comecei a me masturbar só observando a cena, vendo a cara de tesão da minha melhor amiga sendo fodida pelo meu amigo. Ela então olhou pra mim e mostrou a língua num gesto de lambida e fez um sinal de venha com a cabeça. Cheguei perto dela, o Rafa olhou pra mim e perguntou: Quer se juntar é safadinha? Fiz que sim com a cabeça. O Rafa soltou da Nani e ela por sua vez olhou pra cima com a língua de fora. Eu me ajoelhei no chão, de costas pro Rafa e com minha bucetinha bem na cara da Nani. Cheguei bem perto dela e ela então começou a roçar a língua na minha xaninha enquanto o Rafa comia ela sem parar. Meu Deus, como ela lambe bem! Até parece que ela já fez isso antes. Eu acabei ficando quase de quatro em cima dela, gemendo de dor e sentindo os gemidos abafados dela com a língua no meu grelinho. Ela começou a gemer mais e mais, o que me dava mais tesão ainda e me fazia gemer quase o dobro do que ela. Em voz abafada pela minha bucetinha ela anunciou: Vou gozar. Me fode mais Rafa, me fode com vontade. Na hora que ela gozou, ela segurou minha bunda me empurrando mais ainda na sua língua, a fazendo entrar na minha bucetinha enquanto ela quase urrava de tesão e soltava um jato de gozo pela bucetinha. Sentindo o gozo dela sair, o Rafa tratou logo de dar um descanso pra ela. Ele tirou seu pau dela e procurou outro buraco aonde enfiar. Nesse caso, o meu. E o buraco em questão era meu cuzinho. Enquanto a Nani me chupava, o Rafa lambia meu cuzinho, lubrificando ele para a penetração. Eu geralmente não gosto muito de sexo anal, mas eu estava tão louca que não ia impedir ele. Colocou seu pau na entrada do meu cuzinho e começou a forçar devagarzinho. Eu gritava de tesão por ter uma mulher me chupando e um cara fodendo meu buraquinho. Não demorou muito para que ele se empolgasse e começasse a me foder com força, indo até o talo. Ele comia meu rabinho com vontade enquanto a Nani já inventava e enquanto me chupava começou a enfiar dois dedinhos na minha bucetinha. O bom sobre uma mulher foder a outra é que sabemos exatamente o que a outra vai gostar. Ela enfiava seus dedos em mim, alisando meu ponto G, me levando às alturas enquanto chupava meu clitóris. A Nani estava tendo dificuldades em me chupar enquanto o Rafa me fodia o cu, pois ele me fazia vir pra frente e pra trás, ocasionalmente tirando minha bucetinha da boca da Nani. Mas os dois me fodiam como nunca tinham fodido ninguém (no caso da Nani, isso era verdade). Nós três gemíamos de prazer. Ficamos assim durante uns 20 minutos, durante os quais o Rafa já pegou meu cabelo e puxava minha cabeça pra trás e a Nani passou a enfiar três dedos em mim, tentando expandi-los dentro da minha bucetinha. Senti que ia gozar de novo, e dessa vez ia ser na boca da minha melhor amiga. Amiga, vou gozar. Falei quase sussurrando e gemendo ao mesmo tempo. Goza na minha boca Sá, vai. Falou a Nani. Ela falou de um jeito tão gostoso que meu orgasmo chegou nem dois segundos depois. O Rafa, quando notou que eu ia gozar, aumentou sua velocidade e também estava prestes a gozar. Enquanto eu molhava a boca da minha amiga com o resultado do meu orgasmo, o Rafa estava em êxtase. Ele tirou o pau do meu cuzinho e na mesma hora, apontou ele pra baixo: na direção da boquinha da Nani. Seu jato de porra acertou dentro da boca, nos lábios e no queixo da minha amiga que ainda estava embaixo de mim. Fui um pouco pra trás a fim de ficar cara a cara com a Nani e falei: Prova o gostinho vai. Você vai adorar, lambendo o queixo dela em seguida. Ela passou o dedo nos lábios e colocou todo o resto na boca. Engole amiga, falei pra ela. Ela só sorriu de boca fechada e cuspiu um pouco pra fora, deixando nos seus lábios. Como porra que é bom não se desperdiça, juntei meus lábios aos dela e lambi o pouquinho de gozo que tinha sobrado. O Rafa, que só observava, estava com um sorriso de orelha a orelha. Quem diria que minha melhor amiga teria gostado tanto de sua primeira foda? Por isso aconselho: garotas, não deixem suas amigas na mão e ajudem elas (literalmente) a perder a virgindade. Espero que tenham gostado.

Presente de Natal

Posted on 20 ago 2009 at 1:24pm

Ola, eu sou a Paulinha, tenho 18 anos, morena de cabelos longos e lisos, estilo índia, tenho 1,68 de altura e peso… Bom isso não se revela, mas diria que tenho um corpão. O que relato a seguir aconteceu no dia 25 de dezembro de 2008. Como de costume, no dia seguinte a noite de natal, vamos para a casa de um amigo do meu pai de infância. A casa dele fica no Riacho Grande. Quase todo o ano é assim, almoçamos no dia 25 lá e no final do dia aproveitamos e vamos para o litoral, para o ano novo. A casa tem um quintal que desemboca na represa, e nos dias quentes o pessoal costuma andar de jet sky. Chegado o dia, fomos para lá, tava um baita calorão, cheguei lá e a primeira coisa que perguntei foi do jet sky, meu irmão até deu bronca, falou que eu parecia uma interesseira. Mas como já sou de casa o pessoal não falou nada. Este amigo do meu pai, o Ruy é casado com a Flávia e tem dois filhos, um casal, o Renan e a Juliana. Eles têm a idade próxima a minha. Fomos almoçar, comi muito, mas tudo bem é natal então pode. Assim que acabou o almoço, lá pras duas da tarde comecei a pentelhar o pessoal pra andar de jet, ninguém quis. Perguntei pro Ruy se eu poderia ir sozinha, ele disse que sim e só disse para eu tomar cuidado. O jet já estava no lugar certo, fui até o banheiro e coloquei um maio preto, porque biquíni poderia cair com uma queda. Fui até o jet, ligar foi fácil, dei umas aceleradas, mas ele não andava direito, fiquei assim, o motor parecia que ia explodir, mas achei que fosse normal. Andei poucos metros e já estava de frente pra uma outra casa. Lá estava um cara nadando e quando me viu acenou, perguntou se eu era amiga do Renan, afinal estava com o jet dele. Expliquei a situação, ele sorriu e me explicou que eu estava afogando o motor da maneira que eu estava dirigindo. Para não ser mal educada me apresentei e ele também, Álvaro. Ele então se ofereceu pra explicar, por fim perguntou se queria dar uma volta comigo na garupa. Eu disse que sim e fomos. Logo que sentei, ele já acelerou com tudo. Eu para não cair agarrei em seu tronco, passei meus braços em volta dele e colei meu rosto na suas costas. Senti que ele se arrepiou e até desacelerou, olhou pra trás e disse: “Assim eu me descontrolo”. Eu entendi bem o que ele dizia, não posso negar que me empolguei com o abraço, afinal, ele é meu tipo preferido. Seu corpo não era muito forte, mas o cheiro que sua pele exalava já era o suficiente. Falei para ele ir mais devagar, ele foi cada vez indo mais longe, eu então comecei a passar a mão pelo seu corpo, apertava suas coxas e passava a mão entre as pernas rapidamente, aquela sunga azul clara dele era uma delícia. Em pouco tempo senti que seu pau estava duro, fui até seu ouvido e pedi para que ele seguisse em frente direto, que eu gostaria de fazer umas carícias. Ele sorriu e me obedeceu. Antes de começar enfiei minha língua em sua orelha, enfiando fundo, e ele só ficava mais louco. Fiquei massageando seu pau sobre a sunga, esse era dos grande e grosso. Apertava com força, e aquilo estava mais parecendo um pedaço de pedra. Ele perguntou se queria que eu parasse, mas disse que não, que apenas continuasse andando. Ele pedia para eu enfiar a mão por dentro da sunga, mas eu disse que não. Perguntei se ele gostava de pés, ele disse que sim. Apoiei-me com os braços pra trás e o envolvi com minhas pernas, juntando meus dois pezinhos em seu membro, sobre a sunga, o jet sky parecia sem rumo agora. O tempo começou a virar, e as nuvens escureceram o céu, Álvaro perguntou se eu queria voltar, disse que ainda não, que agora eu que iria pilotar. Trocamos de lugar, ele se sentou atrás e me ajudou a passar para frente. Quando sentei fiz questão de raspar minha bunda em seu pauzão. Pedi algumas explicações e em pouco tempo eu estava guiando. Ele parecia estar sem graça, então virei e pedi: “Por favor, lindo, me encoxa e bate uma pra mim”. Na mesma hora ele veio pra cima de mim, encaixando seu mastro por entre minhas nádegas e enfiando o dedo dentro do meu maiô, eu estava ensopada. Como eram ágeis os dedos de Álvaro, ele deve ter ficado uns 5 minutos direto sem parar. Senti que ia gozar e o avisei. Ele afundou seus dedos e eu tremia feito uma cabrita gozando, fiquei louca. Parei o jet, coloquei minha mão pra trás e enfiei em sua sunga segurando o seu pau, dei umas massageadas e coloquei pra fora aquilo. Esmaguei contra o banco, me levantei e sentei sobre seu pau e passei a rebolar. Não agüentei muito tempo e disse: “Eu quero você dentro de mim”. Debrucei-me pra frente, empinei a bunda e falei: “Fique a vontade, só me faça gozar de novo”. Ele afastou o maio, cuspiu no pau e começou a enfiar no meu cuzinho, colocou a cabeça, mas pedi para ele parar. “Primeiro na frente, mais tarde no cu”. E então começou a enfiar. Eu sentia cada centímetro. A chuva começou, eu gemia alto, afinal ninguém nos escutaria e ele se empolgava, metia com mais força, ele fazia como eu gostava, abria bem minha bunda, me dava tapas e às vezes enfiava um dedo no cuzinho. Eu rebolava feito uma cadela no cio, não resisti e avisei que gozaria de novo, assim que disse isso ele puxou meus cabelos, eu quase morri de tanto gozo. Gozei por muito tempo e ele fodia sem dó, do jeito que gosto. Devemos ter ficado ali uns 40 minutos. Estranhei que ele não gozava, perguntei se ele não queria gozar, mas ele disse que estava muito bom, e se gozasse teria que parar porque era perigoso engravidar. Disse para ele relaxar e avisasse quando fosse gozar que eu tiraria e não teria perigo algum. Disse isso e então ele falou: “Então é agora, sai, sai”. Joguei meu corpo sobre ele e sentei em seu pau com tudo, e só fui sentindo as contrações daquele cacete jorrando porra dentro de mim. Ele gozava muito, eu galopava com força e disse: “Agüenta mais um pouco que vou gozar de novo”, como gozei. Eu devo ter desidratado o Álvaro, fui fazendo mais devagar, senti seu pau amolecer, pedi para ele fechar os olhos e deixar comigo. Tirei minha bucetinha de seu pau, mas deixei sobre ele. Fiz força com os músculos vaginais para expulsar aquela porra. Fui encharcando o seu pau mole com sua própria porra. Quase cai do jet, mas não cai não. Equilibrei-me e passei a chupá-lo. Juntei toda a porra que vazou com a língua e “suguei”, engoli tudinho e fiquei chupando o pau dele. A chuva ficou muito forte, parecia tempestade, mas estava tão bom seu pau voltando a endurecer, e ele disse: “Você é demais, a vontade que tenho é de contar pros meus amigos, mas jamais acreditariam”. Eu sorri e disse: “E se tivesse mais um deles com você, eles acreditariam?”. Ele não entendeu e eu expliquei, que se tivesse algum lugar que desse para ficarmos com privacidade que ele poderia chamar alguém e fazermos um segundo round. Ele sorriu e disse, eu topo. Voltamos para a casa, o deixei na direção da casa dele e fui até a casa do Ruy. Parei o jet de qualquer jeito e corri para casa. Logo que entrei meu pai me deu uma bronca, disse que estava muito preocupado. Já era 16h00min, e eu tinha que me apressar. Fui tomar um banho para não pegar um resfriado. Sai do banho e me vesti, afinal não poderia continuar de maiô. Coloquei um vestidinho de praia e um tamanquinho de madeira. Fiquei um tempo com o pessoal na sala, meu irmão tinha saído com os filhos do Ruy e estava eu lá com um monte de velhos. Encheu-me e falei pro meu pai que iria dar uma volta, comprar um sorvete. Fui pra rua e caminhei em direção a casa de Álvaro. Sei lá pra ver se ele me via, ou fazia algum sinal. Dito e feito, estava olhando uma árvore quando ele chegou, falou baixo, acho que era pra não me assustar, “Vem comigo, nós vamos pro meu quarto, tem visita lá em casa e podemos ficar a vontade”. Mas ele explicou que para ser mais tranqüilo eu teria que entrar sem ninguém me ver. Ele entrou pela porta da sala e disse para eu ir pra lateral da casa que eu entraria pela porta da cozinha. E assim fizemos. Entrei e podia ouvir as vozes das pessoas na sala, mas continuei sem me preocupar. Chegamos na porta do quarto dele e Álvaro me disse: “vai entrando que vou lá embaixo só fazer uma social, me espere no ponto,e outra coisa, cumpri o combinado, tem alguém ai dentro te esperando, mas não acenda a luz ta, quando eu entrar eu ligo o abajour”. Eu achei aquilo estranho e excitante. Abri a porta e fui entrando lentamente, não sabia onde era a cama, onde tinha alguém, fui apalpando, ai senti o pé da cama, apoiei o joelho, quando coloquei as mãos senti que tinha alguém deitado, que fez “shhhhh” para eu ficar quieta. Fui apalpando com minhas mãos, encostei na canela, fui subindo, era bem peludo, fui passando a mão nas coxas, fui com as mãos até o meio de suas pernas, o safado já estava nu. Passei a masturba-lo, era incrível a sensação de não saber quem era, o pau já estava bem duro, e ouvi dele bem baixinho “me chupa logo vai, vai”. Abri minha boca bem e abocanhei aquele pau que nem sabia de quem era, passava a mão em suas bolas e sentia muitos pêlos, mas como era gostoso, ele se contorcia, colocou a mão na minha nuca e passou a coordenar meus movimentos, pra cima e pra baixo, às vezes ele acelerava, ai diminuía, senti que ele iria gozar logo. Enquanto eu chupava seu pau fui virando meu corpo, passei uma das pernas sobre ele e deixei minha xoxota na cara dele, de repente senti suas mãos afastando minha calcinha e enfiando uma língua quente, me chupando com força, e eu ali controlando pra não gemer. Ficamos assim uns 3 minutos e senti que ia gozar, acho que ele também estava no ponto porque ele dava diversos espasmos com o corpo, o avisei: “Lindo vou gozar, mas quero gozar com você dentro de mim”. Nem bem terminei a frase e já levantei, sentando em seu pau com tudo, assim que começou a entrar comecei a gozar, joguei meu corpo pra trás, e ele começou a apertar meus seios. Foi apertando com mais força e começou a resmungar: “To gozando, to gozando”. Eu sentia aquele pau gozando dento de mim, eu estava com muito tesão, fui virando de frente pra ele, sem tirar seu pau de dentro, comecei a cavalgar com fúria, mexia bem gostoso para o pau dele não amolecer. Tolinha eu, o pau continuava duro pra caramba. Eu apesar de estar por cima era dominada, ele abria minha bunda e batia, começou a enfiar o dedo no meu cuzinho, dizendo que estava preparando pro Álvaro. Não demorou para a porta se abrir, Álvaro entrou com uma lanterna, e disse: “Pelo jeito já se conheceram, Paulinha este é o Jéferson, Jéferson esta é a Paulinha”. Finalmente pude ver a cara dele, devia não ter visto, o cara era feinho. Devia ter uns 30anos, sei lá, mas preferi ficar pensando só no pau dele, afinal, era bem gostoso. Falei: “Cala boca e vem logo, não tenho muito tempo”. Álvaro já tirou seu pau pra fora, que pra variar tava duro e começou a colocar na portinha do meu cu. Pedi pra ir com cuidado, pois DP dói um pouco. Levantei um pouco do pau do Jéferson, enfiei os dedos em minha xoxota e lambuzei com a porra, passei então no meu cu e disse: “Agora vamos, os dois com força”. Sentei de novo no Jeff, empinei a bunda e o próprio Jeff abriu minhas nádegas para “facilitar” a vida de Álvaro. Foi enfiando sem dó, quando eu ia dizer para ir devagar ele foi com tudo. Dei um grito e um dos dois tapou minha boca com a mão. Dupla penetração é uma das coisas mais incríveis de se sentir, não da pra entender bem daonde vem o que, mas é muito bom. Eu fiquei louquinha, e os três loucos para gemer, mas só se ouviam os murmúrios. Eu não agüentei e comecei a gozar de novo, Álvaro percebeu e falou: “A putinha nem avisou que ia gozar” e começou a meter com mais força, em alguns momentos doía, mas eu não conseguia pensar nisso. Passado um tempo Jeff pediu para trocarem, paramos um pouco, Álvaro enfiou seu pau em minha boca e me ordenou que chupasse, sentia o gosto do meu próprio cuzinho. No escuro tudo fica uma loucura, eu era uma escrava manipulada ali. A lanterna estava apagada, era um breu total. Só senti Álvaro me puxando para ele, sentei, e de repente senti Jeff me penetrar, mas agora doeu muito. Estranhei, pois o pau de Jeff era menor, fui apalpando e senti um saco, mas sem pêlos, nem deu tempo deu falar nada e já senti enfiando. Parecia que eu ia rachar no meio. Tinha certeza que aquele não era o Jeff, será que era outro cara? Bom isso só me deixou mais excitada, Álvaro me puxou e enfiou sua língua na minha boca dizendo que ia gozar. Que delicia sentir ele de novo gozando, sentia os jatos dentro de mim, ele parou de bombar e só quem estava atrás metia com gosto, aproveitei e fui até o ouvido de Álvaro e perguntei: “Quem esta atrás, não é o Jeff né? Quantas pessoas têm aqui nesse quarto?”. Ele disse “Sabia que perceberia, quer mesmo saber quantos ou prefere curtir e no final te conto?”. Fiquei com a segunda opção. Álvaro pediu para eu chupa-lo e ficar de quatro aos pés da cama. Obedeci, seu pau estava bem pequeno, mole e muito melado, fiz todo esse movimento sem tirar o outro do meu rabinho. O filho da mãe de trás não parava, perguntei seu nome ele disse: “Oi neném, sou o Gustavão e vou gozar dentro desse cuzinho”. Eu disse faça-me tua escrava, ele então cravou. O cacete de Álvaro já voltava a endurecer na minha boca, foi quando senti uma mão pegando a minha mão e encaixando num pau, acho que era no Jeff, e passei a punhetar. Ai pegaram uma outra mão e colocaram em outro pau, eu desequilibrei, atolei minha boca no pau de Álvaro. Nisso Gustavo começou a fungar alto e sentia que estava gozando, mas mesmo assim não parava. Passou mais um tempo e ele disse “próximo”. Um dos que eu punhetava saiu e já senti que cravou no meu rabinho, nisso Gustavo já sentou e puxou minha cabeça até o pau dele. “Chupa-me linda, chupa com gosto que já melo sua cara”. Nunca tinha visto aquilo, dei umas chupadas e senti ele tirando o pau da minha boca e esguichando na minha cara. O que estava no meu cuzinho, não sei era o Jeff ,acho que não porque parecia ser gordo, perguntou: “Onde gosta de sentir o esguicho, na frente ou atrás?”. Respondi que o melhor era na xoxota, dava mais prazer, na mesma hora ele tirou o pau do meu cuzinho, pegou no meu quadril, encaixou na minha xoxota e enfiou, gemendo gozando. Eu estava muito confusa, com a cara melada, com a xoxota melada, com o cu melado, o gordinho continuou metendo e disse que queria mais uma gozada dentro de mim, mas algum deles disse que queria também, ai o gordinho tirou o pau, me virou e disse: “Senta num cacete com o cuzinho que vou comer você pela frente”. Eu nem sabia onde estava um cacete para sentar, e quem disse que precisava? Alguém me puxou e foi encaixando. Gente sentei gostoso, fundo, eu esfregava minha bunda contra a barriga de sei lá quem, nisso o gordinho metia na frente, desesperado, muito rápido, não agüentei e comecei a gozar. O gordinho deve ter se empolgado que eu estava gozando e começou a tremer, dando estocados com força e lentas, cada enfiada um jato. Eu estava com a cabeça pra cima, com a boca aberta “gemendo em silêncio” e senti uma mão me pegando e enfiando um pau na minha boca. Logo que enfiou senti os esguichos, mas ele travou minha cabeça e metia como se fosse uma buceta, eu engoli, ele continuou metendo e nisso outra mão me puxa e faz a mesma coisa. Goza na minha cara, esfrega o pau na porra e enfia na minha boca. Minhas pernas estavam bambas, eu estava exausta, perguntei que horas eram, e o gordinho falou: “Não interessa, você só vai quando estivermos secos”. Eu pensei, ferrou, vou me atrasar, 20hs tenho que estar em casa. Álvaro gemeu: “Relaxa, são seis horas. Gustavo deu uma idéia, um ficaria no alto da cama, segurando meus pés pra trás, de barriga pra cima, ou seja, deitaria e jogaria meus pés pra trás, eu disse que não precisaria ninguém segurar que eu conseguiria. Fiquei assim, de pezinhos pra cima e vinha um bombava por uns cinco minutos e trocavam. Meu cuzinho não fechava mais, juro que nem mais sentia. Senti cada um deles, naquele escuro, o quarto estava com um cheiro muito forte. Nisso o telefone do Álvaro tocou, era sua namorada. “Sujou galera, ela ta vindo pra cá, vamos sair fora”. O gordo perguntou: “Quanto tempo ainda temos?”, ”uns 20minutos”. “Então vamos acabar com ela, dp nela galera. “Vamos secar de tanto gozar”. Levantaram-me, me jogaram na cama, um deles enfiou na minha xoxota e outro no meu cuzinho. Um enfiou na minha boca e outro esfregava o pau no meu pé. O gordo ordenou, quem for gozar avisa e goza dentro desse cu maravilhoso. E foi assim, o gordo logo gozou no meu cu, saiu e já veio outro enfiou e gozou também. O que estava embaixo disse queria gozar também, o outro tirou o pau e ele enfiou e gozou. Não sei dizer quantas gozadas levei. Até que tudo parou. Ai vi uma luz no meu rosto, não via quem estava com a lanterna, mas me entregou um copo e disse: “Abre o cuzinho sobre ele”, e fiz. Saiu muita porra e caiu no copo, meio copo de requeijão praticamente. Fiz cara de inocente e ouvi: “Agora toma”. Sorri e virei aquele copo, quase vomitei no inicio, mas foi bom. Álvaro estendeu uma toalha e minhas roupas e disse: “Se vista, tenho que tira-la daqui”. Obedeci, e ouvi em coro “Paula te amamos”. puta que pariu, quantas vozes. Na hora de sair até tentei ver alguma cara, mas não deu. Álvaro me levou até um banheiro, fiz um bochecho, lavei o rosto e fui. Pernas bambas. Fui pra rua, fui até a padaria, comprei um sorvete. Vi que eram 19h20min, comecei a voltar pra casa do Ruy. Na entrada da casa dele tem uma rede, deitei ali com o sorvete, tomei todo. Nisso chegou minha mãe: “O filha você ta ai? Fiquei preocupada, sua dorminhoca”. Nisso passou cinco caras correndo. Será que era? Ainda não sei, mas peguei o contato do Álvaro e vou descobrir.

Perdi a virgindade com meu ex safado

Posted on 20 ago 2009 at 11:28am

Meu nome é Karol, moro em uma cidade do interior catarinense. Namorei muito tempo com quem até hoje é o grande amor da minha vida. Atualmente ele é casado, então, pra preservar ele e até a mim, vou chamá-lo de “R”.

Conheci “R” quando estudávamos juntos. Seu jeito encantador e divertido me enfeitiçou. Na época, fazíamos curso técnico, foi quando começamos a nos envolver amorosamente. “R” era meio galinha, mas muito respeitoso com todo mundo, uma pessoa bastante carismática.

Bom, carismático, porém safado. Com uma semana de namoro já ficou insistindo pra eu liberar meu corpo pra ele, mas eu fazia questão de negar. Um pouco pela timidez, outro pra que ele não só me usasse. Passado um mês de namoro, eu já estava totalmente envolvida nas insistências dele, e planejei uma surpresa.

Como era de praxe, depois da aula ele passava na minha casa pra namorar. Mas, sempre com minha família em casa.

Nessa quarta feira que jamais vou esquecer, minha família tinha ido pra Porto Alegre, e eu sabia que eles iriam retornar só no final da noite.

Ao chegarmos em casa, revelei que estávamos sozinhos e que aquela seria a minha primeira vez. E “R” me disse que teria calma e muito carinho comigo, e me ensinaria tudinho.

Fomos para meu quarto, começamos a nos beijar calorosamente. “R” me beijava com uma vontade incrível, seus beijos me deixavam doida. Logo senti uma coisa dura que se escondia por baixo da calça dele, e que roçava minha coxa.

Fiquei totalmente molhada nessa hora, já dominada pelo tesão. Ele foi erguendo minha blusinha. Começou a passar a língua nos meus peitos, esticou o braço e foi abrindo meu sutiã.

Quando tirou completamente o sutiã, meus seios de menina de 18 anos ficaram em evidência com seus biquinhos duros. Ele ficou doido quando viu aquilo, começou a lamber mais e mais, e eu cada vez mais molhada.

Ele esfregava suas mãos em minha costa, aquilo me excitava. Chupava-me os peitos e fazia movimentos com as mãos na minha costa, que me arrepiava todinha. Até que ele desceu mais um pouco e chegou ao meu bumbum.

Pegou minha bunda com força, segurou todinha em suas mãos e me deu um delicioso tapa. Depois que chegou em minha bundinha, ele não quis mais saber da costa. Aos poucos, ele foi me envolvendo em seu desejo, e num piscar de olhos, ele tirou a sua roupa, ficando completamente nu.

Não me contive: logo coloquei a mão naquele mastro, que depois iria descobrir que tinha 25 cm. Fiquei horrorizada, chocada. Deu-me um pânico tremendo imaginar que aquilo estava prestes a violar a minha bucetinha que era acostumada apenas com um dedinho.

Fiquei masturbando ele, enquanto “R” ia me despindo. Logo estava totalmente pelada também, revelando uma Karol que eu não conhecia ainda: A Karol puta.

Pulei nos braços dele, e perguntei o que deveria fazer. Ele não falou nada, simplesmente foi empurrando minha cabeça pra baixo, em direção ao pau dele. Entendi o recado de cara, e como não sou burra, caí de boca naquele pau duro e delicioso. Sentia a cabeça pulsar na minha garganta e as veias do pau se moverem na minha língua.

Era totalmente gostoso chupar aquilo, e “R” estocava muito em minha garganta. Às vezes perdia o fôlego, me sentia sufocada, mas queria mais e mais. Chupei muito, com muita vontade, e olhando sempre em seus olhos, demonstrando todo o desejo que tinha por ele.

“R” aos poucos foi tirando minha boca daquele pau, mas já me senta viciada, queria mais, porém cumpri as ordens do meu dono. Ele me deitou na cama, abriu minhas pernas, e foi me acalmando, fazendo carinho em meu rosto, me olhando fundo. Sem eu esperar, ele deu uma penetrada funda, sem ao menos avisar. Dei um grito. Senti o pau dele me rasgando e violando meu “lacre”. Era o fim da minha virgindade.

O cachorro me deixou calminha e meteu totalmente desprevenida. E veio a segunda estocada e o segundo grito. Ele metia cada vez mais forte e eu gemia cada vez mais alto. Minhas pernas tremiam, mas minha buceta tava adorando engolir o pau dele. Senti tanta coisa nesse momento, coisas inesquecíveis que jamais sairão da minha cabeça.

Minha buceta escorria um liquido que eu nunca tinha visto, meu corpo exalava sexo, estava sendo fudida por quem eu tanto queria. Sentia-me realizada, e cada vez mais ele metia fundo e com força. Minha buceta sempre foi acostumada com apenas um dedinho, e agora, estava com um rombo que caberia uns quatro dedos. Um fogo foi subindo dentro de mim, uma sensação deliciosa foi fazendo eu me sentir diferente.

Comecei a gemer mais alto, gritando pra ele não parar. Comecei a ter um orgasmo, meu primeiro orgasmo, e não conseguia me conter. Apenas sentindo o roçar da perna dele na minha já me fazia gemer e gritar como uma louca. Minha buceta começou a ficar mais molhada, e eu a ficar mais louca. Demorei certo tempinho pra me recuperar do orgasmo que realmente tirou minhas energias. Mas, ele ainda não tinha gozado.

Safado como sempre, “R” me disse que toda foda que se preze teria que ter sexo anal, e me disse que todas as mulheres fazem isso. Como era novata, acreditei na história e arrisquei. Fui corajosa ao apontar meu cuzinho apertadinho para aquele mega pau. Aos poucos ele foi roçando a cabecinha do pau dele no meu cuzinho, era uma sensação boa. Mas, aquilo nunca iria entrar no meu cu, era gigante e eu, apertada.

Mas, um homem tarado como ele, não iria desperdiçar aquele cuzinho, que a essa altura já estava piscando. Ele colocou um dedinho dentro dele, pra ir acostumando, depois colocou a cabecinha, foi mexendo, empurrando, e novamente, uma forte estocada sem avisar. Rasgou-me completamente o cu, mas foi uma delicia sentir aquilo tudo lá dentro. Sentia-me tão safada quanto ele, estava dando tudo que ele queria.

“R” começou a encoxar com força, meter rápido enquanto puxava meus longos cabelos. Eu gritava, era uma dor deliciosa, era um super pau me abrindo o cuzinho. Ele metia cada vez mais forte, e eu sentia cada vez mais dor, mas não desistia. Aquilo era muito bom.

Alguns instantes depois, comecei a perceber que ele empurrava com total crueldade, seu pau começou a inchar, eu não sabia o que estava acontecendo mais gostava. De repente, um liquido quentinho começou inundar o meu cuzinho. Era o seu leitinho, fazendo parte do meu corpo, me possuindo.

Ele gozou sem dó, no meu cuzinho, marcando ele como primeiro e único dono.

Depois, tivemos várias outras transas deliciosas, fantasias. Liberei ele para outras mulheres, mas isso eu conto em outros contos.

Quem gostou, fique a vontade em comentar.

 

 

***Conto enviado pela leitora Karol***

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