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	<title>Sexo &#38; Sedução &#187; gay</title>
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	<description>Contos eróticos com muita safadeza, sexo e sedução.</description>
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		<title>Minha primeira experiência</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:25:10 +0000</pubDate>
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 Sou universitário, tenho 25 anos e isso aconteceu nos meus 24 anos. Teve a festa dos calouros de Geografia. Marcamos eu e meus amigos para irmos a festa. Éramos 3 amigos e começamos a dançar. Fui ao banheiro, mijei e voltei para junto de meus amigos. Foi passando as horas e fui de novo [...]


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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><!--[endif]--> <span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><a href="http://sexoeseducao.com.br/wp-content/uploads/2009/10/images.jpeg"><img class="alignleft size-full wp-image-2862" title="images" src="http://sexoeseducao.com.br/wp-content/uploads/2009/10/images.jpeg" alt="images" width="103" height="118" /></a>Sou universitário, tenho 25 anos e isso aconteceu nos meus 24 anos. Teve a festa dos calouros de Geografia. Marcamos eu e meus amigos para irmos a festa. Éramos 3 amigos e começamos a dançar. Fui ao banheiro, mijei e voltei para junto de meus amigos. Foi passando as horas e fui de novo ao banheiro. Chegando lá, me deparei com um homem mijando. Fiquei do lado dele e vi o seu pau. Ele viu e me esperou na porta do banheiro. Perguntou se eu curtia. Respondi: O quê? Depois disso, fomos para um hotel. Chegando ao hotel, fomos direto pra cama. Ele estava só de cueca e mandou-me chupar. Nunca tinha chupado um pau, chupei e ele se torcia todo. Depois pegou a camisinha e meteu em mim. Não entrava o pau dele. Fui ao banheiro e passei água no meu cu. Ele meteu a cabeça. Foi uma dor muito grande, mas eu queria tudo dentro de mim. Me comeu de lado, de quatro e depois eu sentei no pau dele. Fiquei cavalgando nele, ficamos transando a madrugada toda. Foram três vezes, que ele me comeu. Foi uma delicia. Desde então, nunca mais dei o cu.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><span style="color: #ff0000;"><strong>***Conto enviado pelo leitor Kennedy de Manaus***</strong></span></span></p>


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		<title>Melhor foda</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 12:45:36 +0000</pubDate>
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Meu nome é Ronei e esse fato e verídico. Sou branco, forte, não musculoso. Tenho uma bunda média, 18 anos e um pau de 17 cm. Estava de folga do trabalho e resolvi entrar em salas de bate papo da minha cidade. Conversei com vários caras, mas nenhum tinha chamado minha atenção. Até entrar um [...]


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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><!--[endif]--><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><a href="http://sexoeseducao.com.br/wp-content/uploads/2009/09/images.jpeg"><img class="alignleft size-full wp-image-2864" title="images" src="http://sexoeseducao.com.br/wp-content/uploads/2009/09/images.jpeg" alt="images" width="103" height="118" /></a>Meu nome é Ronei e esse fato e verídico. Sou branco, forte, não musculoso. Tenho uma bunda média, 18 anos e um pau de 17 cm. Estava de folga do trabalho e resolvi entrar em salas de bate papo da minha cidade. Conversei com vários caras, mas nenhum tinha chamado minha atenção. Até entrar um cara com o nome de Agora vai. Começou a puxar assunto e acabamos combinando de nos encontrar. Marcamos em sua casa às 7 horas. Estava um pouco nervoso mais já tinha saído algumas vezes com caras pela internet. Cheguei a casa dele e já estava me esperando lá na frente. Pediu pra eu entrar e fui entrando com a perna tremula. Ele é moreno, magro, com músculo e cara de safado. Entrei, sentei no sofá e ele já tomou a primeira iniciativa. Pegou em minhas coxas e me deu um longo beijo de língua. Levantou-me forte e rápido forçando meu corpo no dele e com uma mão em minha bunda. Pegou em minha mão me empurrando para o quarto. Quando chegamos lá, me jogou em uma cama de casal e falou: Hoje vamos meter até eu não querer mais. Abaixou seu short de lycra e pegou na neca. Eu já fui logo pondo a mão e abaixando, sentindo o cheiro de macho que vinha daquela cueca. Abaixei sua cueca e saltou uma vara de 20 cm no meu rosto. Cai de boca. Mamava como uma cadela chupando seu macho e ele dizia: Isso seu viadinho, chupa a pica do seu macho. Estimulando-me a engolir cada centímetro de sua rola. Ele me ergueu e me deu um delicioso beijo de língua, depois começou a arranca a minha calça, acariciando minhas coxas brancas e lisas. Cheirou minha virilha e a lambeu, me arrepiando todo. Ele tirou minha cueca, ergueu minhas pernas deixando amostra meu cuzinho e caiu de boca socando a língua no meu rabo. Eu gemia como uma vadia. Ele deitou comigo na cama e falou: Senta na vara do seu macho. Peguei um creme que estava na estante, coloquei no meu buraquinho e na neca dele. Fui sentando bem devagar. Não sentia dor nenhuma, pois eu tava controlando a entrada. Sentindo só prazer. Fui sentando até sentir suas bolas tocarem na minha bunda. Ai não precisei fazer mais nada. Ele me segurou pela cintura e começou a bombar em um ritmo forte. Eu gemia alto pedindo mais, cada vez mais, até que ele me tirou de cima dele e me colocou de frango assado. Colocou minhas pernas em seu ombro e me penetrou de uma só vez. Começou a bombar sem dó. Gemia cada vez mais, sentindo meu pau babar com aquela vara no cu. Depois de uns três minutos naquela posição, senti seu pau engrossar no meu rabo e ele metendo cada vez mais rápido, me levando ao delírio e para minha surpresa na hora do gozo, ele tirou a pica do meu cu e gozou no meu peito, me melecando todo. Nunca tinha visto tanta porra. Tomamos um banho juntos. O chupei no chuveiro e ele gozou na minha boca. Hoje namoramos. Vamos fazer três meses juntos. Espero que vocês tenham gostado. </span></p>


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		<title>O filho gostoso da colega de trabalho</title>
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			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Trabalhávamos em um escritório. Minha amiga Silvia sabia dos meus casos e segredos, assim como eu também sabia das suas experiências desastrosas com os homens. Sílvia era um amor, mas infelizmente, não tinha sorte com o sexo oposto. Sabia que ela tinha dois filhos: Magda e Olavo. Só os conheci quando ela se mudou e me convidou para ir a sua casa almoçar no domingo. Magda era a mais velha, tinha 23 anos e era um encanto, Olavo tinha 18 anos, mas não estava em casa, tinha ido com os amigos e seu time jogar futebol em uma cidade próxima e só retornaria mais tarde. Passamos uma tarde ótima e por volta das 16 horas ouvimos o portão da frente se abrir. Era Olavo chegando. Quase caí duro quando aquele homem enorme, moreno, forte de coxas grossas, braços poderosos, tórax apolíneo e uma barriguinha saradésima adentrou a cozinha, beijou Sílvia e tomou a benção. Isso sem mencionar o sorrisinho sacana com que me cumprimentou e o volumão que ostentava dentro do short de nylon vermelho que usava. Assim como chegou saiu e anunciou que ia tomar banho. Uns 30 minutos mais tarde ele reapareceu de banho tomado, perfumado, usando um bermudão jeans, sem camisa e juntou-se a nós para bebericar um pouco, pois estávamos tomando vinho enquanto conversávamos. Quando escureceu resolvi me despedir de todos e ir embora. Ele prontamente se ofereceu pra me levar em casa. Disse que não precisava, pois era perto, mas ele insistiu. Aceitei, mas achei que havia algo de estranho naquela insistência. Subi na moto e quando ele arrancou disse pra segurar na cintura dele. Obedeci e juro que nunca havia sentido um tesão tão grande. Sentir aquela barriga sarada em minhas mãos estava me causando calafrio. Foi quando ele se virou e disse que estava ficando de pau duro por causa das minhas mãos na barriga dele. Disse que não acreditava, e ele me mandou por a mão na pica dele. Quando segurei a pica ele gemeu gostoso e eu fiquei aturdido com o tamanho e a grossura do bicho. Devido ao meu espanto ele perguntou se eu queria ver ao vivo. Claro que eu disse sim. Entramos em casa e ele já foi logo ficando peladinho e sentando no sofá de pernas abertas, me dando uma visão maravilhosa do seu saco e de seu corpaço sarado. O cacete dele era um fenômeno, digno de uma celebridade pornô, podendo ser comparado a Jeff Stryker,Chad Hunt ou Ken Ryker. Ele começou a bater punheta e quando o cacete pulsava de tão duro ele pediu que eu o chupasse. Não me fiz de rogado e caí de boca naquela maravilha ou pelo menos tentei engolir a cabeçona do pau. Só sei que ele estava adorando, pois gemia e se contorcia a cada linguada que eu dava na pica. Depois de algum tempo ele tirou minha roupa e meteu a língua no meu cú. Fui ao céu e desci aos infernos, para só depois retornar a terra, de tão bom que estava. Ele foi metendo o dedo no meu cu, um, dois, três, até que me pediu pra me comer. O tesão era tanto que nem pensei que aquele pirocão podia me arrebentar todo. Eu só queria metê-lo todo no meu cu. Arrebitei a bundinha e me preparei para ser arrombado por aquele moleque. Passei bastante ky no cu enquanto ele vestia a camisinha e esperei a primeira estocada. Sinto aquela cabeçona rombuda alojar-se bem na entrada e ser forçada calmamente por Olavo pra dentro de mim, e para meu espanto, não sentia dor, só tesão. Quando dei por mim sentia os pentelhos dele na minha bunda e ele começou um vai e vem alucinante me deixando tonto e de pernas bambas. Meu cacete ficou tão duro que doía e babava sem parar. Sentia seu saco batendo entre as minhas pernas e aquilo me levava a loucura. Ele me comeu em todas as posições possíveis e imagináveis. Botou-me de frango assado e disse que ia gozar naquela posição. As estocadas foram ficando cada vez mais rápidas e Olavo gemia como um leão. Bati punheta e gozei um rio de porra na minha barriga, sendo seguido por Olavo que tremia todo ao gozar em jatos fortes e abundantes sobre mim. A porra parecia sair do pau dele como mijo, tamanha a quantidade. Exaustos descansamos um pouco e fomos tomar um banho&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Me escrevam</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><span style="color: #ff0000;"><strong>***Conto enviado pelo leitor Andreyson***</strong></span></span></p>


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		<title>Me viu de calcinha e me comeu</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 12:23:05 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Olha é complicado falar. Sou casado, tenho uma filha de três anos, mas certo dia estava em casa sozinho, sem fazer nada de repente fui ao meu quarto e comecei a olhar as minhas roupas. Arrumei tudo, separei guardei, minha mulher estava no hospital, pois sofreu um acidente de moto, minha filha estava na minha sogra.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Comecei a arrumar a roupa dela e achei uma calcinha rosa de renda e um short de vinil preto. Pensei como eu ficaria usando aquilo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Fui ao espelho e vesti, me afinei de tanto rir. Comecei a falar sozinho e tal. Tirei aquele short e fiquei só de calcinha. Fui escolher outro quando alguém bateu na minha porta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Coloquei minha calça mais do que depressa e a camiseta, esqueci que embaixo eu estava de calcinha. Meu amigo Diego chega e começa a conversar, eu tinha costume de tirar sarro dele, pois ele era virgem tinha 18 anos. Coitado, pesava uns 140 kg. Ele era doido topava tudo, então começamos a conversar e combinamos de sair.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Vamos ao Clube Jogar Sinuca falei e ele topou. Então falei: Vou trocar a roupa e já vamos (putz esqueci do detalhe da calcinha). Tirei a camiseta e fui ao quarto</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Ele falou assim: Tranca a casa, pois ta sozinho. Hei falei, claro hoje vou dormir sozinho. Quando de repente ele entra no quarto se afinando de tanto rir e viu a calcinha. Que é isso amigo? Nem me liguei, coloquei outra camisa, sai do quarto e ele atrás. Percebi que ele estava me olhando diferente e vi que estava de pau duro. Ta com tesão? Perguntei. Ele começou a falar em comer cu, e papo assim. Entrei na onda. Falei que ele não tinha a noção como era bom comer um cu. Ele disse comer e bom né? Falei é. E dar? Dói? Fiquei com vontade de saber se ia doer. Não sei cara um dia eu descubro. Quer ver se dói? Ele perguntou. Fiquei sem jeito, fiquei quieto. Ele disse: Você não tem coragem. Deu-me uma vontade que vocês não imaginam. Falei: Tenho sim. Não tem, ele disse. Se eu abaixar aqui e você não comer você me da? Fechado. Disse ele. Porra, esqueci que tava de calcinha. Abaixei a calça e tirei sarro dele. Ele disse: Caralho que rabão. Olhei me vi de calcinha gelei. Ele veio, colocou a camisinha e me segurou por trás. Passou cuspe no meu cuzinho. Fiquei paralisado e começou a meter. Caralho que dor. Depois começou a ficar bom&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Ele mexia pra frente e pra trás durante 15 minutos bombando meu cu. Que delicia&#8230; Me comeu ali e eu paralisado e gostando. Gozou na camisinha e falou: Perdi a virgindade com meu melhor amigo. Sempre quis perder a virgindade, não pensei que seria com você. E foi embora&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Já faz três anos e me come até hoje. Às vezes ligo pra ele e às vezes ele liga pra mim, mas sempre acabamos transando. Ele é o gordo mais gostoso que eu já vi&#8230;</span></p>


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		<title>Meu amigo bem dotado</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 21:07:16 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Marcelo era meu amigo desde a infância. Daqueles que soltava pipa junto, puxava carrinho e andava de bicicleta. Quando entramos na adolescência, nas nossas idas até os laguinhos próximo da casa, foi inevitável perceber como ele estava ficando com um pau grande. Maior que de todos os meninos que também nadavam conosco, pois éramos vários amigos que nadavam pelados, quando estávamos sós. Quando fizemos uns 16 anos, Marcelo já apresentava um pau descomunal, que ficava maior ainda quando íamos bater punheta atrás dos matinhos perto do lago. Adolescente adora bater punheta com os amigos no meio do mato. E era difícil para eu disfarçar, para olhar aquele cacete grosso e enorme. Que vontade eu tinha de pegar nele. Mas sempre virava o rosto e fingia que estava concentrado em outra coisa. O tempo foi passando e Marcelo arrumou uma namorada. Não perdemos o contato, mas nos víamos menos. Quando eu estava com uns 23 anos e trabalhando o dia todo, nos encontrávamos quanto muito nos finais de semana. Eu não esqueci aquele cacete lindo e grande, mas ele nunca desconfiou de nada. Era o que eu achava. Um dia encontrei Marcelo na rua. Marcelo, quanto tempo. Cláudio você ta sumido. Pois é. Temos que marcar uma ida ao boteco pra botar a conversa em dia. Eu disse: Tenho uma idéia, que tal você ir hoje lá em casa? Meus pais viajaram e só voltam semana que vem. Tenho umas cervas geladinha lá pra gente. Ai a gente conversa à vontade. Você vai fazer algo hoje à noite? É claro que eu tinha algo pra fazer. Mas desmarquei na minha cabeça na hora e respondi: Não. Não vou fazer nada. Então, passa lá em casa. Eu também não vou fazer nada. A Pati vai ficar em casa estudando e nem sair com ela eu vou poder. Você lembra da Pati, né? Como esquecer. Era a sortuda que estava chupando aquela vara enorme. Se bem que ela era muito chata, metida a religiosa, nem sei se eles transavam, pra dizer a verdade. Acho que ela era do tipo que só dava depois do casamento. Pior pra ela, não sabia o que estava perdendo. Marcamos então e fui pra casa esperar a hora pra ir na casa do Marcelo. Às 18 horas mais ou menos, fui até lá. Marcelo foi abrir o portão para eu entrar. A cena que vi me deixou com tesão. Ele estava de short de academia, daquele meio aberto na coxa, do lado. Não sabia que, além da rola invejável ele também estava com um belo par de pernas grossas. Ficamos bebendo e lembrando das histórias até tarde da noite. Rimos muito lembrando do que aprontamos na nossa infância e adolescência. Quando já ia dar umas 11 da noite, fiz que ia embora pra ver se ele insistia pra que eu ficasse. Dito e feito. Ele até me convidou pra dormir lá, já que estaria sozinho. Eu aceitei sem nem pestanejar. E continuamos a nossa bebedeira. A 1 da manhã, já cansados e bêbados feito gambás, foi que a coisa esquentou. Introduzi a história das nossas idas ao lago pra nadar pelados. Marcelo riu muito lembrando disso. E eu falei que ele devia se sentir o rei do pedaço, já que era visível que tinha o maior pau entre os meninos. Eu realmente ficava vendo que os meninos me olhavam com inveja, mas o único que olhava com desejo era você. Eu não sabia onde me enfiar. Ele sabia de tudo! Devia ter me visto encarando seu pau e fingia que não via. Fiquei mudo. Marcelo pra quebrar o gelo falou: Mas não se preocupe. Eu gostava de ver que você gostava de olhar. Dava-me até tesão. Aliás, já bati muito imaginando você olhando pra minha rola. Estou com uma idéia. Marcelo continuou. Topa bater uma punheta? Você olhando pro meu pau me dá mais tesão. Marcelo era mais sacana do que eu imaginava. Ele queria que eu ficasse olhando pro pau dele? Eu não sabia se ia conseguir só olhar… Fomos pro quarto dele e ele já foi arrancando o short e ficando nu em pêlo. Eu não demorei pra tirar minha bermuda. Ele sentou na cama dele e me mandou ficar numa cadeira ao lado. Quando vi o tamanho daquele pau duro, apontando pra cima, me lembrei que tinha esquecido como era enorme! A rola era tão grossa que a mão dele não fechava toda. Nessa altura eu também já estava de pau duro de tanto tesão, mas meu pau não chegava aos pés daquele monstro. Fiquei olhando sem temer mais nada enquanto Marcelo acariciava aquela pica grossa e tesuda. E eu não tocava o meu pau, só fiquei com ele duro e me deliciando com a cena. Quando Marcelo olhou para mim, viu que eu só o encarava, e isso lhe dava mais prazer. Após uns 5 minutos, ele olhou nos meus olhos e disse: Você não vai bater também? Vai ficar só olhando mesmo? A cobra te deixou hipnotizado? E deu uma gargalhada mas não parava de acariciar a jeba. Já que não quer bater pra você que tal bater pra mim? Tem vontade de pegar nela também? Meu coração foi a mil. Não precisei pedir nada e ele estava oferecendo pra eu tocar no seu cacete. Pulei feito um gato. Por mais que eu já tivesse batido punheta e imaginado como a rola dele se encaixaria na minha mão, só tocando realmente pra ter noção da grossura. Que delícia! Que delícia! Eu punhetava para ele e ele gemia. Eu estava já babando de tesão. Meu pau parecia que ia explodir de tão duro. A cada descida de minha mão ele urrava de prazer, e pedia pra que batesse mais rápido. Sua rola já exalava o perfume do gozo, e minha mão já estava toda melada. No ápice do prazer, Marcelo só conseguiu pronunciar: Chupa. Nem esperei ele pedir de novo para chupar aquele cacete, cai de boca. O urro que Marcelo deu até me assustou, tamanho o tesão. Depois disso imaginei que ele devia ter esperado esse momento tanto quanto eu. A cabeça de sua rola era tão grande e vermelha que mal cabia na minha boca. Mas tamanho era o tesão que quase entrou goela a dentro. E chupei! Chupei, chupei e chupei. Fiquei chupando por uns bons 10 minutos até ele explodir em gozo na minha boca. Sonhei muito imaginando seu leite quente invadindo minha boca. Sentir sua porra em minha boca quase me fez desmaiar de tesão. E meu tesão era tanto que engoli toda sua porra. Era como mel para mim naquele momento. Fiquei chupando ainda até seu pau amolecer na minha boca. Quando, infelizmente, larguei sua rola, ele só deixou o corpo cair para o lado e ficou deitado de pau mole para cima. Aproveitei e matei meu prazer batendo agora para mim enquanto via aquele macho, vencido pelo prazer largado na cama. Quando nos recuperamos daquilo tudo, conversamos e Marcelo me confessou que desconfiava que eu tivesse tesão por ele, e aquilo foi para realmente me testar. Como ele tinha confirmado tudo, me tranqüilizou que o segredo seria só nosso, mas com uma condição: Agora quero comer seu cuzinho. Mas essa história fica para o próximo conto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"> </span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><span style="color: #ff0000;"><strong>***Conto enviado pelo leitor Cláudio***</strong></span></span></p>


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		<title>Putinha submissa</title>
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			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Oi, meu nome é Paulo e sou bissexual. Com homem sou só passivo. Através de um chat de uma operadora de celular, conheci um carinha de uma cidade próxima a minha, conversamos bastante através do celular e ficamos de nos conhecer pessoalmente, marcamos em uma praça no centro de minha cidade. Peguei ele com meu carro e fomos ao motel. Tinhamos combinado que ele faria o que quisesse comigo. Então quando chegamos ao motel, ele me fez vestir calcinha, sutiã e me passou baton bem vermelho. Disse que era pra eu ficar bem puta pra ele. Confesso que fiquei muito gostosa e bem puta, meu corpo é muito bonito, parece de mulher, tenho as pernas torneadas, cintura fina e bundinha redondinha e empinada, sou todo depilado. Bom, aí ele amarrou minhas mãos pra trás, e me fez ficar ajoelhado em cima da cama. De repente me deu um tapa bem forte na cara que me derrubou, me chingando de cadela, me levantou puxando pelos cabelos, e foi me dando vários tapas na cara. Me deixou deitado de bundinha pra cima e veio com um cinto de couro. Começou a me bater na bundinha , eu gemia e chorava aquilo queimava minha bundinha, e ele não ligava para meu sofrimento. Ja com a bunda bastante castigada e doendo muito, ele parou de me bater. Enfiou o pau na minha boca me engasgando, me chingava de puta e foi fodendo minha boca. De repente senti um jato de porra inundando minha boca. Cheguei a engasgar, pois ele segurava minha cabeça forçando o pau pra dentro. Me fez engolir toda a porra e tive que continuar chupando até o pau dele endurecer de novo. Agora ele iria comer meu cuzinho, me colocou de quatro com a cabeça apoiada na cama e meteu o pau todo de uma vez. Me fez berrar de dor, ele falava cala a boca cadela, sua vagabunda, você agora é minha escrava. E meteu muito, meu cuzinho ardia, de repente começou a gozar. Senti meu cuzinho ficar melado e cheio de porra, aí ele me puxou pelos cabelos e me levou até o banheiro, dizendo que iria me dar um banho quente. Pensei que fosse me dar banho, chegando no banheiro me colocou de joelhos e me fez ficar com a boca aberta. Começou a mijar na minha cara e boca, tive que beber um pouco do mijo dele, quando acabou me deu um tapa bem forte que me derrubou. Me levantou puxando pelos cabelos, agora sim ligou o chuveiro me desamarrou. Me disse pra me lavar, pois eu estava imunda. Nossa, não sabia que dava tanto tesão ser escravizado por alguém. Espero que tenham gostado deste conto, em breve enviarei outros.</span></p>


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		<title>O corretor</title>
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			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Sou advogado, tenho 28 anos e moro em São Paulo. Optei por morar no centro da cidade, num apartamento de construção antiga, mas com uma reforma que o transformou num belo apartamento, com móveis modernos e com todo o conforto de que preciso. Fiz essa opção por estar mais perto do meu escritório e não precisar de condução, sobrando mais tempo para o meu lazer. Por indicação de um amigo, João fez contato comigo por telefone no escritório para oferecer um novo tipo de investimento que reunia um grupo de investidores. Por estar super ocupado com meus processos, marquei um encontro no meu apartamento, após as 20h00min horas para analisar melhor o negócio e, se fosse o caso, fazer uma poupança com mais rentabilidade. João foi pontual e chegou no horário marcado. Tinha mais de 1,80 de altura, uns 75 quilos, trinta e poucos anos e estava trajando um terno impecável, gravata sobre uma camisa social branca e colarinho bem ajustado. Completava o conjunto uma cabeleira bem cortada, com costeletas grisalhas e barba bem aparada. Seu perfume caro, bem suave e másculo, invadiu o ambiente. Em suma, o corretor era um belo homem, daqueles que chamam a atenção quando cruzam com a gente. Trazia na mão uma pasta de couro onde concluí que transportava um notebook. Pedi que entrasse e se acomodasse. Com muita simpatia ele solicitou que ficássemos na sala de jantar, onde poderia montar seu equipamento e apresentar os relatórios. Pedi que ficasse à vontade. Lamentavelmente observei que ele ostentava uma aliança de casamento grossa e reluzente. Ele ocupou a cabeceira da mesa, tirou o paletó e enquanto montava seu equipamento fomos conversando trivialidades. Fez um elogio sobre a localização do meu apartamento e o bom gosto na decoração. Solicitou que eu puxasse a minha cadeira para mais perto de onde estava para poder acompanhar melhor sua apresentação. Foi impossível nossas pernas não se tocarem e, algumas vezes, nosso braços se encostarem. João era um profissional competente e um vendedor nato. Foi expondo as opções de investimentos, a rentabilidade, carências para resgate e os diversos incentivos que poderiam ser usados por mim na declaração de rendimentos. Enquanto falava com facilidade sobre o negócio, senti seu cheiro de macho, marcado pelo perfume que invadia minhas narinas e me provocavam momentos de excitação. Sua simpatia ultrapassava seu profissionalismo e seu sorriso era cativante. Eu estava numa situação difícil. Estava com um tremendo tesão pelo corretor de fala fácil e porte másculo. Enquanto ele expunha os investimentos, meus pensamentos giravam em torno da sua sexualidade. Como seria o corretor sem roupas? Teria pêlos? Seu cacete era volumoso? Abandonei esses pensamentos e voltei minha atenção para a sua explanação. Estava convencido sobre a rentabilidade da proposta que estava sendo feita pelo corretor. Enquanto ele preenchia as opções de investimento e demais documentos fui até a cozinha para trazer água e café. Pensamentos sórdidos martelavam minha cabeça. Enquanto preparava as coisas na cozinha percebi que estava extremamente excitado e com uma ereção. Meu tesão estava aflorando pela pele. Voltei para a sala com uma bandeja para servir o meu corretor. Assinei os documentos, fiz o cheque correspondente ao investimento inicial e fechei o negócio. Enquanto nos servíamos da água e tomávamos o café nossa conversa voltou a girar sobre o meu apartamento. João estava mais à vontade, falava com desenvoltura e, em determinados momentos, tocava meu braço com sua mão fina e bem tratada. O contato de sua mão na minha pele me provocava calafrios e faziam meus pêlos se eriçarem. Acabei por convidá-lo a conhecer meu apartamento. Fui conduzindo meu visitante pelo corredor, mostrei o escritório, o quarto de hóspedes que servia de sala de som e vídeo, e, finalmente, a minha suíte. Ele elogiou a cama larga, a decoração e ficou encantado com o banheiro grande, bem decorado e com uma hidromassagem que era o meu orgulho e minha fonte de prazer. Ficamos de pé, no quarto, comentando a reforma que eu tinha conseguido fazer num imóvel antigo. Por diversas vezes ele tocava meu braço ou colocava a mão no meu ombro. Estava cada vez mais íntimo e solto. Acabei perguntando se ele era casado. Num movimento mecânico ele levantou a mão e mostrou a aliança, informando que era casado, mas não era a sua melhor referência na vida. Completou que tinha outras opções que considerava mais importantes num relacionamento a dois. Minhas pernas tremeram e senti uma gota de suor descer pelas minhas costas. Não sabia se essas falas eram uma cantada ou minha imaginação estava me traindo. Acabei por falar que eu tinha saído de uma relação matrimonial, mas que hoje conhecia melhor minhas preferências. João mais uma vez tocou meu ombro, deu um sorriso largo e me puxou para perto dele. Num movimento instintivo, coloquei meus braços em torno do seu corpo e encostei meu rosto naquele peito quente e perfumado. Mais uma vez seu perfume invadiu minhas narinas, mas, dessa vez, associado ao seu cheiro doce e marcante de macho e de homem. Começamos a nos esfregar e seus lábios quentes tocaram meu pescoço, me provocaram arrepios e uma sensação de pura excitação. Nossos corpos se tocavam e percebi que seu membro estava rígido por baixo da sua calça. Nossas pernas se cruzavam e seus carinhos eram cada vez mais intensos. Fui soltando sua gravata, desabotoando sua camisa, soltando os botões dos seus punhos e puxei sua camisa. Um peito firme, com músculos bem torneados e ausência total de pêlos me deixou louco. Coloquei meu rosto no seu peito e comecei a beijá-lo, a tocar seus mamilos duros, a mordiscá-los, um a um alternadamente. Fui descendo pela sua barriga, circundei seu umbigo com a língua, enquanto soltava o cinto das suas calças. Baixei sua cueca e me deparei com um cacete totalmente sem pêlos, como se fosse de um bebê. Fiquei mais louco. Seu cacete era moreno escuro, bem dotado, tinha veias laterais que pulsavam a cada toque, era grosso e ostentava uma glande rosada e volumosa. Comecei a chupar aquele caralho como se fosse o último que teria na minha vida. Lambia carinhosamente a cabeça, tocava sua base, brincava com suas bolas envoltas num saco grande e lisinho, ao ponto de grudar no meu rosto. A cada toque da minha língua no seu saco, sentia aquele membro se levantar e tocar minha testa. Seu cheiro era adocicado, quente, envolvente. Era um deus do prazer. João foi se desfazendo do resto da sua roupa que estava arriada tirou os sapatos as meias e me levantou. Com beijos ardentes na minha nuca, foi tirando minha camiseta, minhas calças e estávamos os dois, totalmente nus, nos ralando e sentindo o contato de nossa pele quente e excitada. Fui levando-o para o banheiro. Debrucei-me na banheira para ligar a água. Num toque sensual, enquanto eu estava debruçado, senti o membro de João tocando meu rego, me explorando, me tocando o meio das pernas, no meu saco e levantado, seu saco batia nas minhas nádegas enquanto seu caralho corria para cima no meu rego. Levantei e fui encochado. Suas mãos apertavam minhas tetas, seus dedos apertavam com força meus mamilos, enquanto eu empinava minha bundinha para que o contato com seu membro fosse sentido mais intensamente. A banheira encheu rápido. Coloquei os sais de banho. Mandei que ele entrasse e ficasse sentado. Entrei na banheira e sentei na sua frente. Senti seu membro duro e quente bater nas minhas costas. A água envolvia nossos corpos e sua língua era passada na minha nuca, por trás das minhas orelhas e seus lábios me tocaram carinhosamente. Estava totalmente dominado por aquele homem viril e sensual. João ajoelhou-se e mandou que eu ficasse de pé na frente dele. A água quente com os sais de banho fazia com que borbulhas estourassem pelo meu corpo me provocando calafrios. Seus lábios tocaram meu cacete. Num golpe rápido, meu membro foi totalmente engolido pelo corretor. Senti seu nariz tocar os meus pentelhos e sua mão brincar com meu saco, lubrificado pela água. Em instantes estava gemendo e pedindo mais, subjugado pelo meu corretor. Suas mãos apertavam minhas nádegas e seus dedos tocavam meu cuzinho, explorando sua resistência. Relaxei e esperei por mais. Um dedo ágil chegou mais atrevido, rodeou meu ânus e foi entrando, me tocando nas partes mais íntimas, me excitando e me fazendo gemer de prazer. A chupada no meu cacete estava deliciosa e era impossível me controlar mais. O dedo no meu cuzinho fazia com que eu ansiasse por uma vara. Queria ser possuído, arrombado, submetido a um macho. Ajoelhei na sua frente, mais uma vez nossos membros se tocaram. Estiquei o braço e alcancei um óleo vegetal perfumado para massagens. Abri o frasco e comecei a aplicá-lo nas costas de João, estiquei o óleo pelo seu dorso, pelo seu peito, pelos braços, desci pela barriga e cheguei ao seu membro. Pedi que João se levantasse. Apliquei uma camada de óleo nas suas pernas e me concentrei naquele membro enorme e grosso que pulsava na minha frente. O óleo fazia com que suas bolas dançassem de um lado para o outro dentro do saco liso e agora avermelhado pela água quente. Seu caralho parecia estar maior. Com movimentos ágeis apliquei um pouco de óleo e enquanto fazia uma massagem, chupava aquela glande que me presenteava com pequenas gotas de lubrificação. Minhas mãos corriam pelas suas nádegas lisas e meu dedo tocou seu cuzinho quente. Senti uma gota maior de lubrificação invadir minha boca. Fiz com que o corretor se virasse de costas abrindo bem as pernas. No meio de suas nádegas branquinhas vi um cuzinho rosado, piscando a cada movimento meu, totalmente sem pêlos, me pedindo carinho e atenção. Toquei meus lábios naquele anel. João estremeceu e se empinou mais. Fui chupando gostosamente aquele rabinho, estalando beijos e tocando-o carinhosamente com minha língua. João virou de frente e me disse que tinha que me possuir. Estiquei o braço e peguei num pote uma camisinha. Abri a embalagem e fui aplicando-a naquele mastro. Vi o látex se esticar e fui desenrolando até o final e percebi que a camisinha passou um pouco da metade do caralho de João. Ele era realmente um pé de mesa. O corretor pegou o frasco de óleo e começou a aplicá-lo no meu corpo. Foi esfregando o seu próprio corpo para me lambuzar. O contato macio e lubrificado dos nossos corpos era excitante. Virou-me de costas e seu membro tocou direto minhas nádegas. Mandou que eu me abaixasse e me apoiasse no outro lado da banheira. Senti seus dedos correm mais uma vez pelo meu anelzinho. Inicialmente um dedo fazia todo o trabalho para, logo em seguida, dois dedos serem introduzidos no meu cu. Com movimentos de vai e vem e, às vezes, girando de um lado para o outro, meu rabo era invadido e preparado para receber algo maior e mais profundamente. Senti a cabeçorra do seu membro tocar meu cuzinho, relaxei e me preparei para uma penetração dolorida, relembrando o tamanho do cacete de João. Meu macho adivinhou meus pensamentos. Ficou brincando com meu anelzinho, pondo e tirando a cabeça daquele cacete. Estava ficando cada vez mais excitado e comecei a pedir para ele enterrar tudo. João foi me possuindo lentamente. Em instantes estava sendo comido e nem tinha percebido que o cacete de João estava totalmente dentro de mim. Gemi, gemi de prazer. A cada estocada sentia minhas entranhas se acomodando, meu ânus sendo alargado e recebia aquela vara dura e quente dentro de mim com muito prazer. Fui me masturbando e gozei feito uma putinha, gemendo, pedindo mais, querendo que aquele momento perdurasse por mais tempo. João foi aumentando seus movimentos e gozou quieto, apenas arfando e alterando sua respiração. Senti seu membro ir amolecendo aos poucos dentro de mim e saindo lentamente. Levantei-me e tirei a camisinha do cacete do meu macho jogando-a na lixeira. Abri a ducha e deixei que a água quente caísse sobre nossos corpos. Fiz questão de ensaboar o corretor que também não deixou por menos. Senti seus dedos tocarem mais uma vez de forma carinhosa minhas partes íntimas. Nossos olhares se cruzavam e nossos sentimentos eram de pura realização. Secamos-nos, fomos para o quarto, me enrolei num roupão e fiquei vendo João se vestir. Aquele homem era maravilhoso, seu corpo parecia mais lindo, mais sedutor. Despedimos-nos e João me prometeu que voltaria em breve para prestar contas sobre os meus investimentos. Mal João estava sabendo que meus lucros já estavam se realizando. </span></p>


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		<title>Transa no ônibus</title>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou do Guarujá, e fui trabalhar no Rio por algum tempo. Sempre viajava de 15 em 15 dias pra ca. Em uma dessas vezes, quando voltava pra casa, percebi que na poltrona do meio mais ou menos tinha um cara que estava de olho em mim. Eu Tinha 18 anos, sou alto e magro do tipo atraente. Vi que ele estava meio inquieto la na frente olhando pros lados e resolvi provocar, porque adoro. Comecei a olhar pros lados, só que ele acabou dormindo. Eu nada besta já sabia que ele tava afim. Passou-se uns 20min, ele levanta e vai em direção ao banheiro, eu como nao sou besta coloquei umas revistas no banco do meu lado, e quando ele chegou perto da poltrona, eu tirei essas revistas e coloquei no meu colo. Ele olhou pra mim e eu disse &#8221; senta ai&#8221;. Não sei da onde tirei essa coragem, não sou afeminado e outra ninguém sabe de mim, mas vamos lá. Quando ele sentou eu não aguentei. Já estava louco de tesão. Puxei ele, comecei a beijá-lo e com a mão no pau dele é claro. Então ele pega no meu também, abre minha calça, estava de jeans. Ele desceu ela até meu joelho e começou a me chupar, nossa! Como eu viajei, ele chupava bem devagar, descia pras bolas, subia, batia na lingua. Nossa, a verdadeira chupada. Depois disso fui lá e retribuí é claro né? Chupei como nunca tinha chupado antes, chupando e com o dedo passando na entradinha dele. Adoro isso! Até que começamos a bater um pro outro e como ele estava com uma camisa por cima, tirou e pediu que gozasse na sua barriga, assim fiz. Gozei muito! Ele se limpou e foi no banheiro se lavar. Quando ele voltou, a gente conversou um pouco. Soube que ele tinha 33 anos, detalhe eu nunca imaginei ficar com alguém com mais de 25, ele realmente não aparentava!<br />
Começamos a nos beijar novamente e o tesão veio vindo novamente. Ele me chupou de novo e começou a passar o dedo na minha entradinha, eu não aguento isso. Olhei pra ele e falei que queria dar pra ele alí, naquela poltrona! Ele estava louco pra fazer isso também e aceitou. Eu virei de lado, abaixei mais minhas calças. Como estava na janela foi mais fácil. Ele começou a passar aquele pau na minha bunda. Não lembro quanto media mas devia ter uns 18cm. Ele antes enfiou um dedo e ficou massageando, e eu delirando com a cabeça encostada no vidro, olhando a estrada. Ele começa a colocar aquela delicia dentro de mim, forçou e doeu. Pedi que fosse devagar, ele segurou minha cintura e puxou com força. Doeu muito, abri a boca como se tivesse soltando um grito, mas isso tudo no silêncio é claro, ai ele começou a me fuder. Nossa, muito bom. Ele fodia bem forte, enfiava tudo e com a mão batendo pra mim. E eu la, gemendo bem baixinho com o rosto no vidro do ônibus. Louco de tesão, até que eu não aguento mais e digo que vou gozar. Peguei um papell e gozei com o pau dele dentro de mim. Depois ele gozou na minha barriga, isso durou quase umas duas horas! Nos lavamos de novo e ficamos deitados conversando até chegarmos na baixada.</p>


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		<title>Iniciado pelo cara do chat</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 11:53:44 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá. Me chamo Junior, tenho 18 anos e moro em BH. Não sou afeminado; sou um garoto normal pra minha idade e chamo a atenção das garotas, tendo até saído com algumas apesar do meu grande desejo ser o sexo masculino. Porém até então nunca tinha tido nenhum contato com homens; apesar da grande vontade, me continha por medo e vergonha. Em casa ficava sempre lembrando do corpo dos caras e batia muitas punhetas cutucando o cuzinho com meus dedos fininhos e macios. Sonhava um dia ser enrabado fortemente por vários caras de uma vez, ser feito de fêmea.<br />
Bem, tenho 1,75m, peso 70kg, tenho cabelos e olhos pretos e sou moreno claro. Como faço natação mantenho meu corpo liso, o que me deixa bem a vontade, pois com uma bundinha empinada que tenho, garanto que os homens iam gostar de me traçar tal qual uma menininha.<br />
Quando completei dezoito anos decidi que tinha que realizar meu sonho. Como moro numa cidade grande não seria difícil esconder. E assim, numa tarde depois de ficar um bom tempo criando coragem, entrei num chat gay. Nunca imaginava que as três da tarde encontraria alguém, mas encontrei na primeira sala que visitei. Meu nick era “iniciante afim”. Logo um cara veio teclar comigo, seu nick “tio pinto”. Achei muito engraçado e começamos a conversar ali na sala mesmo. Ele disse que tinha 45 anos, era moreno claro e solteiro. Passei a ele minha descrição e ele disse que se interessava, pediu uma foto. Provoquei dizendo que se quisesse ver teria que ser pessoalmente. Ele topou na hora e me perguntou quando podia ser, que até local ele tinha. Na hora meu coração disparou, era minha chance de ver como era ser de um homem. Disse a ele que devia ser no outro dia, uma sexta-feira, por volta das seis da tarde. Ele topou e combinamos de nos encontrar num shopping do outro lado da cidade e de lá seguiríamos pro local.<br />
Conversamos mais algumas coisinhas tolas e ficou tudo acertado. Da hora que saí do chat até no outro dia, juro que não parei de pensar naquilo, quase não dormi, e tive muita vontade de cancelar, mas a cada vez que pensava nisso, meu cuzinho dava uma piscadinha e me encorajava.<br />
No outro dia, pelas duas da tarde, tomei um bom banho e retoquei minha depilação. Saí de casa as três e tomei um ônibus sentido ao tal shopping. Lá cheguei as quatro e quarenta e achei uma sex shop bem discreta. Comprei um gel anestésico e uma tanguinha fio dental rosa (pra minha namorada). Fui ao banheiro, vesti a tanguinha e fui tomar um suco na lanchonete que tínhamos combinado nos encontrar. As seis em ponto ele entrou e na hora tive certeza que era ele, mas também tomei um choque. O cara não era moreno, propriamente, era mais para negro, 1,85m mais ou menos, bem forte, vestia uma calça jeans e uma camiseta baby look preta bem colada, delineando seu físico robusto. Chegou a mesa que eu estava e sentou como se nos conhecemos a tempos. Me deu um aperto de mão e pude sentir que era uma mão de macho mesmo. Eu tremia por dentro de excitação. Conversamos um pouco e quando terminei meu suco ele me disse para segui-lo até um banheiro próximo. Tão logo ele saiu eu fui atrás e, quando cheguei ele me esperava com a porta de um box aberta. Fiquei imaginando se seria ali que ele queria me comer e já fiquei meio ‘assim’. O bom era que o banheiro estava deserto; entramos juntos no box e ele começou a passar a mão pela minha bunda e coxas sem dizer muita coisa. Ele me encostou na parede e começou a me apertar e se esfregar em mim, eu pouco fazia, confesso que estava um pouco assustado. Logo senti uma coisa dura me roçar, parecia ser grande e isso me deixou muito taradinho. Ele me virou e tirou o pau pra fora. Que pau! Media 20cm mais ou menos e era um pouco grosso, mas acima de tudo era um cacete lindo. Preto, com veias grossas, uma cabeça vermelha e duríssimo. Ele me mandou bater uma punheta. Pegar naquele pau me deu um misto de desejo, medo e vergonha, mas aos poucos eu fui me soltando. Pegava seu pau e acariciava devagar, depois agilizava a punheta, passava a mão pela cabeça, segurava o saco com a outra. Ele me olhava de cima e ia me encorajando, falando baixinho. Conforme eu me soltava, fazia movimentos mais rápidos e a vontade de chupar crescia. Fui levar a boca, mas ele me segurou e disse que ali era só a punhetinha, que queria me deixar com vontade.<br />
Nossa, isso me deixou com muito mais vontade, agilizei a punheta e fiz ele gozar no vaso. Ele recolheu o cacete e me disse para irmos pra sua casa pra eu terminar o serviço.<br />
Saímos de fininho do banheiro e, no seu carro fomos a sua casa que era ali perto. Logo que entramos ele me pegou pelo braço e me levou ao seu quarto. Sentou-me na cama e tirando o pau pra fora me mandou chupar. Ele me tratava como sua fêmea mesmo, falava duro comigo, do jeitinho que eu queria ser tratada. Comecei a chupar, no inicio sem jeito, mas aos poucos fui me soltando. Logo mamava como uma bezerra faminta. Ele me xingava de vários nomes, e começou a foder minha boca; socava o pau na minha garganta e quase eu vomitava. Tirava da boca para respirar e ele me batia na cara com a rola, me chamava de putinha, vadia. Dizia que ia me fuder forte, que eu ia gostar, que eu era sua cadela. Nossa! Que delicia; a essa altura eu já estava totalmente entregue aquele macho.<br />
Chupei ele por uns dez minutos. Depois ele tirou da minha boca e ficou pelado. Era um cara enorme e forte. Me pegou pela mão e me pôs de pé, começou a me alisar e me mandou ficar pelado. Tirei devagar a camiseta e quando fui tirar a calça, fui abaixando bem devagar de costas pra ele, rebolando minha bundinha. Quando ele viu minha tanguinha deu uma risada e, tão logo acabei de tirar a calça, senti ele me agarrar. Suas mãos estavam em todos os lugares, alisavam e apertavam meu peito, descia pra minha bunda, apertava, depois esbofeteava com tapas fortes e colocados. Tirou minha calcinha com os dentes e me mandou ficar de quatro. Fiquei e falei pra ele do gel, ele pegou na minha calça e lubrificou bem meu cu, pois eu só queria tesão naquela hora. Logo senti a cabeçona na portinha e numa forçada ele passou, trazendo vinte cm de carne dura. Sentia seu pau cravado em mim e delirava de tesão, gritava e gemia a cada estocada. Pedi para ele montar em mim, e logo senti seu corpanzil sobre o meu corpinho, quase caí, mas ele me escorou com as mãos no meu peito. Ele babava no meu pescoço e na minha orelha, socava os dedos na minha boca, me xingava, batia na minha bunda, enfim, fazia tudo que eu sempre desejei que um homem fizesse comigo.<br />
Depois ele desceu de cima de mim e começou a socar forte e bater mais na minha bunda, tirava tudo, deixando só a cabeça, depois socava tudo de novo. Tirava o pau pra fora e batia com ele na minha bunda.<br />
Ficamos, mais ou menos uma meia hora fudendo, até que ele disse que ia gozar e tirando do meu cu, me ofereceu o pau na boquinha. Dei três punhetadas e um jato forte de porra atingiu meu olho esquerdo, ele socou na minha boca e senti todo o restante do seu leite no fundo da minha garganta. Bebi tudinho e limpei seu pau.<br />
Depois me limpei e nos despedimos como dois homens, a não ser pelo tapinha na bunda que ele me deu na porta.<br />
Prometemos nos corresponder, mas até agora nada e ele continua sendo o único homem da minha vida, mas como eu gostei tanto da coisa, acredito que em breve poderei relatar-lhes mais aventuras.<br />
Espero que tenham gostado<br />
Até mais.</p>


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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 15:07:08 +0000</pubDate>
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Era sábado de madrugada, uma da manhã. Eu tinha acabado de sair de uma festa e estava esperando o ônibus na parada, quando apareceu um homem. Moreno, alto, de jaqueta preta velha e calça jeans, parecia ter seus [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que tive esta experiência, eu tomei a decisão de só dar para gente estranha. É mais excitante.<br />
Era sábado de madrugada, uma da manhã. Eu tinha acabado de sair de uma festa e estava esperando o ônibus na parada, quando apareceu um homem. Moreno, alto, de jaqueta preta velha e calça jeans, parecia ter seus 40 anos, vinha cantando. Ele parou atrás de mim e começou a falar sozinho.<br />
- Oh secura! To precisando comer alguém.<br />
Fiquei atento nas indagações solitárias, quando de repente ele me chama:<br />
- Ei, rapaz!<br />
Eu respondi:<br />
- Que foi!<br />
- Nada! Relaxa! Só queria perguntar se você não quer me dar a bunda! E ficou rindo.<br />
Eu virei para frente de novo e comecei a pensar comigo mesmo. &#8220;Bem, faz tempo que você tem curiosidade para experimentar como é dar o cú. O cara é um estranho, provavelmente deve até estar bêbado. Amanhã com certeza ele nem vai lembrar de sua cara. Vai lá!&#8221;<br />
- Ta bom &#8211; Eu respondi. Ele ficou boquiaberto.<br />
- Que é? Não quer mais?<br />
- Claro, claro que quero. &#8211; Ele respondeu se levantando.<br />
- Pode ser atrás da parada? &#8211; Perguntei.<br />
- Pode sim.<br />
O homem com certeza estava na secura, ele estava todo eufórico. A gente foi para trás da parada e eu estava abrindo o cinto quando ele propôs:<br />
- Rola um boquetinho antes?<br />
Olhei para ele, e ele botou o pau para fora, então quando eu vi aquela coisa grande, negra, suculenta, que tanto eu tinha vontade de experimentar, falei:<br />
- Melhor ainda.<br />
- Então ajoelha aí meu filho.<br />
Me ajoelhei, levantei o pau dele, fechei os olhos e pus para dentro. Foi realmente algo novo e delicioso para mim.<br />
Ali estava eu atrás de uma parada de ônibus, no meio da noite, de joelhos num lugar sujo, fedendo a urina, chupando o pau de um cara que eu nem conheço.<br />
Tentei fazer como via nos filmes pornos, e vi que não era tão simples. O pau dele crescia dentro de minha boca e quase me sufocava. Mas eu estava adorando chupar, apesar dele não estar muito limpo, tinha um cheirinho peculiar de que presisava de um banho, mas eu nem liguei, estava curtindo o pau do negão.<br />
Daí no meio da empolgação ele puxou o pinto de minha boca.<br />
- Calma senão eu gozo e não vai dar pra te enrabar. Sua boca é muito gostosa. Vai, fica de quatro.<br />
Abaixei as calças e fiquei de quatro no chão. Vi que minhas mãos ficaram em cima de algo meio grudento, mas como ja eu falei, estava muito empolgado pra ligar para isso. Então ele veio. Apertou o pau dele contra meu cú, e foi apertando.<br />
- Você é virgem? &#8211; Me perguntou<br />
- Sou sim.<br />
- Nossa, hoje é meu dia de sorte &#8211; Ele falou todo empolgado<br />
E foi apertando, e entrando no meu rabinho, senti ele dilatando todo, e foi por inteiro. Enfiou tudo! Eu estava lá, num misto de dor e excitação, não consegui me conter e comecei a gemer alto, como se fosse uma mulher.<br />
- Vai putinha, geme no meu pau &#8211; ele falava<br />
- Isso me chama de puta, seu porra &#8211; Eu aclamava<br />
Ele foi cada vez mais rápido e violento, até que gozou dentro de minha bunda. Pude sentir quando ele gozou. Foi demais.<br />
Ele foi tirando o pau devagarinho e me pediu.<br />
- Vem putinha limpa meu pau com a boca.<br />
Dei um chupão naquele pau com cheiro e gosto de meu reto. Passei a mão no cu, peguei o goza que escorria e notei que estava amarelado, mas nem liguei, lambi tudo.<br />
O cara se levantou, e eu também.<br />
Ele me agradeceu e foi embora.<br />
- Depois dessa eu vou andando para relaxar. Cara seu rabo é uma delicia.<br />
Eu fiquei lá na parada sorrindo, mal conseguindo me sentar. Logo o ônibus chegou e fui para casa tomar um banho. Toquei uma punhetona pensando no que havia acontecido, e tive certeza absoluta que dar a bunda e chupar pau são as melhores coisas que existem, principalmente se for para estranhos.<br />
Bem gente foi isso aí. História veridica, nunca mais vi o cara e nem sei o nome dele, se brincar não lembro nem da cara dele, só do seu pau. Mas esse foi o primeiro de muitos. Então aguarde que tenho muito mais para contar.</p>


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