O meu relacionamento com Dora teve início quando ela veio trabalhar em minha casa. Na época eu era casado. Ela tinha 21 anos, tinha um filho que ficava com sua mãe em uma cidade do interior do Estado. Morena clara, pequena, baixinha, bumbum empinado e uma bucetinha bem inchadinha que se mostrava bem visível quando ela usava uns shortinhos colados.
Dora veio trabalhar em nossa casa por indicação de sua cunhada que era amiga de minha esposa. Quando ela veio deixar a empregada em nossa casa, não se esqueceu de fazer uma recomendação em tom de brincadeira: Cuidado para não dar em cima dela. Eu apenas sorri e Dora estava com uma cara um pouco assustada, não conhecia nenhum de nós, etc. Mas ela tinha uma carinha de safada, de putinha e eu fiquei pensando que poderíamos nos dar muito bem.
Passados alguns dias como eu ficava a maior parte do dia em casa (estudava durante o dia e trabalhava a noite) e minha esposa trabalhava o dia todo, ela já estava se sentindo bem à vontade comigo, pois eu sempre puxava conversa com ela, já estávamos ficando íntimos. Ela sempre usava uns shortinhos colados ou saias curtas, o que me deixava com muito tesão, mas eu ainda não havia tentado nada.
Até que um dia ela estava sentada no sofá vendo TV e com o braço no encosto do sofá, eu cheguei e fiquei conversando com ela, só que me encostei a seu braço e ela não afastou, meu cacete foi ficando duro e ela não afastou o braço, isso para mim foi à deixa. Eu fiquei pensando, agora é só investir.
Em uma tarde que eu estava em casa, ela após fazer os afazeres domésticos, foi tomar um banho e deitou-se no sofá para ver TV. Eu cheguei e me sentei no espaço que ficou livre no sofá, próximo aos seus pés. Ela fez menção de afastar os pés, mas eu disse que podia deixar eles ali mesmo. Comecei alisando seus pés, ela não disse nada, depois levantei a sua perna e coloquei seus pés em cima de meu colo, meu cacete já estava duro de tanta excitação, continuei alisando seus pés, suas pernas, fui subindo pelos joelhos, coxas, ela foi ficando toda arrepiada, mas não falava nada. Eu alisei sua buceta por cima do short, estava quentinha. Passei as mãos na sua barriga, afastando a camiseta que vestia, passei os dedos em seu umbigo, fui subindo a mão e toquei seus seios (médios) por cima, ela estava com os olhos fechados, eu alisei seus lábios e em seguida fui para cima dela e nos beijamos. Foi um beijo gostoso, correspondido, cheio de tesão. Enquanto eu a beijava, continuava alisando sua buceta por cima do short. Fiquei de joelhos no chão e abri o seu short, puxando-o e deixando-a só de calcinha. Afastei a calcinha e me deparei com uma bucetinha pequena, mas bem inchadinha, com poucos pelos, tirei a sua calcinha e cai de boca, lambendo, chupando-a, afastava os lábios e chupava gostoso o seu grelinho rosado. Ela gemia baixinho, e eu enfiando e tirando a língua de sua bucetinha. Chupei-a até que a mesma não agüentando mais gozou em minha boca, me lambuzando com o seu néctar. Peguei um preservativo, coloquei em meu cacete e fiquei por cima dela, abri as suas pernas e fui colocando o meu cacete na entradinha de sua bucetinha apertada. Ela já havia sido casada, mas o ex-esposo havia sido o seu único homem (ela tinha uma bucetinha bem apertadinha) eu fui penetrando e sentindo aquela buceta apertada e quentinha engolindo o meu cacete, que delícia de sensação. Quando o meu cacete entrou todo fiquei me movimentando entrando e saindo, metendo com força em sua buceta apertada e ela me apertava, agarrava minhas costas, nos beijávamos, até que gozamos loucamente. Ficamos deitados abraçados até nos recompormos… E assim aconteceu a minha primeira transa com a minha empregada Dora.
Ela passou a manter a bucetinha lisinha (após eu comentar com ela que tinha o maior tesão por mulheres com bucetas lisinhas, raspadinhas) e também passou a dormir às vezes sem calcinha, o que me deixava com mais tesão ainda. Ela estava se saindo mais putinha do que eu imaginava. Mas eu ainda não havia conseguido fuder o cuzinho e isso estava me deixando com muita vontade, com muito tesão, ainda mais por ela ter me dito que nunca havia dado o cuzinho.
Quando fudia ela eu passava os dedos no seu cuzinho, enfiava um dedinho. Até que tive a feliz idéia de comprar um gel lubrificante KY, com a desculpa de que era para facilitar a penetração anal em minha esposa (eu sempre fui tarado num cuzinho e fazia anal com ela, mas de uns tempos para cá ela estava reclamando que doía, ai aproveitei a oportunidade para unir o útil ao agradável).
E numa tarde em que estava em casa e teria mais uma tarde de prazer com a minha Dora, resolvi por em prática o que havia pensado. Sempre que fudia ela aproveitava para passar os dedos, a língua e notava que estava cedendo, se contorcia toda, se arrepiava toda vez que eu tocava o seu cuzinho. Eu dizia que queria meter gostoso em sua bundinha.
Nessa tarde após ela terminar os seus afazeres domésticos foi tomar um banho gostoso e chegou à sala bem cheirosinha, usando uma blusinha e uma sainha curta. Eu já havia colocado um colchão na sala para o nossa tarde de prazer. Nos beijamos e eu aproveitei para lhe tocar os seios, tirei a sua blusa, alisava as suas coxas e a sua buceta por cima da saia, tirei também a sua saia e tocava a sua buceta cheinha, que tanto tesão estava me dando. Eu massageava a sua buceta por cima da calcinha, tocava o grelinho, enfiava a calcinha na buceta, que estava quentinha e molhada de tanto tesão. Ela gemia, eu dizia que hoje queria provar de seu delicioso cuzinho, ela dizia não. Que iria doer e eu prometendo que não, que iria lhe dar muito prazer e que havia comprado um lubrificante para facilitar a penetração. Mostrei a ela o KY, disse que ela é que iria dizer se estivesse doendo para eu parar, queria mesmo que ela ficasse bem à vontade.
Arranquei a seu sutiã, calcinha e passei a lhe chupar os seios, mordendo os mamilos com os lábios, deixando-os durinhos, todos arrepiados, fazendo-a gemer de tanto tesão. Desci com a língua pela sua barriga, enfiando no umbigo, descendo pelas suas coxas, pernas, lambendo-as bem gostoso, ela estava ofegante, pedindo para eu meter nela, mas eu queria era o seu cuzinho. Subi com a língua, a cai de boca em sua buceta pequena e carnuda, que estava molhadinha. Percorri toda a sua extensão, massageando o gelinho, mordendo com os lábios, enfiando e tirando a língua de sua buceta, enfiando também os dedos, tocando o seu grelinho, aproveitando para passar os dedos e a língua em seu cuzinho, a fazendo gemer e pedir para eu meter. Coloquei-a de ladinho e mostrando o gel disse que ia colocar na entrada e seu cuzinho e ela é que ia encostar o seu cuzinho em meu cacete e controlar a entrada dele e que se doesse era só ela se afastar. Ela disse que sim. Derramei gel nas mãos e na entrada de seu cuzinho e também derramei no meu cacete. Fui enfiando um dedo e ela se contorcendo de prazer, mas também com medo de sentir dor e eu não mais agüentando a situação, coloquei o cacete por trás e penetrei em sua buceta. Para deixar ela com mais tesão, enfiei um dedo em seu cuzinho. Ela gemia e dizia que não ia agüentar. Pedia para eu fuder a sua buceta gostoso. Tirei o cacete de sua buceta e coloquei na entradinha de seu cuzinho apertado e passei a masturbar ela, massageando o grelinho duro e enfiando também os dedos em sua buceta; enfiei o dedo em seu cuzinho, tirei e coloquei o cacete na entrada e disse para ela ir empurrando a bunda para trás, para o mesmo penetrá-la. Confesso que foi uma das sensações mais gostosas que já senti. Aquele cuzinho apertado se encaixando em meu cacete, aquela putinha ali com medo de sentir dor, mas sentindo um prazer imenso; ela foi se afastando e meu cacete foi entrando, ou melhor, sendo engolido pelo seu cuzinho apertado. Ela dizia que estava doendo, mas que estava gostando e quando a cabecinha começou a entrar ela gritou que estava doendo. Mas o tesão falou mais alto e eu meti com força o meu cacete, enterrando todo dentro de seu cuzinho. Ela gemia, rebolava gostoso, dizia que queria parar, mas ao mesmo tempo pedia para eu fuder o seu cu. Eu tirava o cacete um pouco e depois metia novamente. Ela dizia que estava adorando perder o cabaçinho do cuzinho, e assim metendo com força em seu cuzinho apertado e com ela rebolando em meu cacete, gozamos gostoso. Esse foi o primeiro anal de minha putinha Dora.
Depois ela ficou com um sentimento de culpa, dizendo que não era para ter dado o cuzinho a mim, que estava toda ardida, doendo, mas que tinha sido muito gostoso. Essas coisas que não dá para entender nas mulheres.
Espero que vocês tenham gostado, que façam comentários e mantenham contatos. Fico aguardando.
Sou casado há 2 anos com Paula, uma morena de 28 aninhos, seios fartos, coxas grossas e uma bundinha muito gostosa. Bunda essa, que é muito gulosa, pois ela adora um sexo anal e com muita força. Somos um casal normal com várias fantasias e vontades. Desde o início do namoro, joguei aberto com ela falando que uma das minhas grandes fantasias era fazer sexo com duas mulheres. E fui mais além: as duas mulheres teriam que ter contato entre si. Paula entendia a minha vontade, porém repudiava isso. Tinha nojo de imaginar duas mulheres se tocando. Aos poucos, como um bom namorado e posteriormente como um bom marido, acabei convencendo a Paula de praticar essa aventura, que a cada dia parecia mais excitante. Depois de alguns meses, Paula já tinha mais vontade do que eu e estava louca para praticar o bi feminino.
Procuramos várias vezes por mulheres que se interessassem por uma relação assim, mas as poucas que encontravamos na hora “H” acabavam correndo. Como em toda a história, em um belo dia, uma amiga nos ligou, avisando que viria para nossa cidade e iria nos fazer uma visita. Essa nossa amiga é a Lu, uma mulher de 28 anos, seios grandes e bumbum empinadinho. Lu era o grande ponto fraco da minha mulher. Paula sempre teve um tesão de “pegar” essa amiga, que sempre estava envolvida nas nossas brincadeirinhas na cama. Eu e minha muher conversamos algumas vezes, planejando como conseguir convencer a Lu a fazer sexo com a gente. Mas todas as nossas idéias eram arriscadas e tinhamos medo de colocar em prática.
Bom, no dia em que a Lu chegou, eu estava trabalhando e quem a recebeu foi a Paula. Devem ter colocado as fofocas em dia durante todo o dia. As 19 horas, no meu horário habitual de chegar em casa, ouvi uns gemidos vindo do nosso quarto. Assustado fui a passos largos ver o que estava acontecendo, e quando abro a porta, me deparo com uma cena totalmente excitante: A Lu deitada com as pernas abertas, sendo chupada. Paula se deliciava naquela buceta, mostrava até uma certa experiência na chupada. Quanto mais a Lu gemia, mais a Paula enfiava a língua naquela buceta gostosa e molhada. Elas não se assustaram com minha presença, muito pelo contrário, continuaram ali se exibindo. Eu nessa hora já estava de pau duro, ora vendo minha mulher chupando uma outra mulher, ora vendo o rabo dela me chamando pra meter.
Tirei logo minha roupa, dei um forte tapa na bunda da Paula, e rocei a cabecinha do meu pau na sua entradinha. Ela ficou mais putinha e lambia ainda mais a buceta da Lu. Sem dó alguma, meti todo o cacete no cu dela. Ela deu um grito e ao mesmo tempo deu uma chupada tão cruel que a Lu ficou totalmente fora de si. Paula não largava aquela buceta por nada, e eu não tirava o meu pau do cu dela. Ela beijava, acariciava e metia toda a lingua naquela bucetinha e me dava um tesão enorme ver aquilo. Aos poucos, ela foi tirando a boca da buceta, subindo no corpo e deu um lindo beijo na boca da Lu. Foi um beijo delicioso. As duas trocavam beijos calorosos enquanto eu penetrava no cuzinho da Paula. Lu, sedenta, começou a apalpar os seios da Paula, que ficava ainda mais puta empinando o cuzinho pra mim. Logo após, Lu já estava de boca naqueles peitos enormes da minha mulher, mamando de forma gostosa. Paula começou a empurrar a cabeça de Lu mais pra baixo, chegando assim na bucetinha. Toda ofegante, Paula gritava para Lu chupar a sua buceta. Não deu outra. A Lu meteu aquela língua na buceta da Paula que gemia como uma vadiazinha, gritava de prazer tendo uma mulher e um homem só pra ela. Eu já entrava naquele cu com uma força desproporcional, deixando o cu todo arregaçado.
Enquanto isso, a Lu não perdia tempo, ia metendo cada vez mais a lingua naquela buceta gostosa, sentindo assim o gostinho da minha esposa. Paula então, pediu pra Lu ficar de quatro pra mim. Ela obedeceu, obviamente. Ficou de quatro e pude perceber aquele cuzinho delicioso me chamando também. Paula se aproximou do cuzinho da Lu, passou a linguinha com carinho para experimentar, olhou pra mim e disse: Agora pode meter. Entrei rasgando naquele cu apertado, louco de tesão tanto por comer aquele cuzinho, como por estar sendo assistido por minha mulher. Paula se masturbava e pedia pra eu meter bem forte no cuzinho da Lu. E eu, muito obediente, metia mais forte, rasgava o cu dela, fazendo ela gritar. Nesse momento, para calar a boca da Lu, Paula colocou a buceta na boca dela, forçando Lu a chupar aquela buceta apertadinha enquanto eu comia o seu cuzinho. Tudo era muito excitante: ver minha mulher louca por outra, sendo chupada por outra e eu metendo naquele cuzinho me deixava cada vez mais louco.
Paula, percebendo que eu estava doidinho pra gozar tirou meu pau do cuzinho da Lu. As duas se abaixaram na minha frente. Ficaram se beijando e me punhetando, até que não aguentei e gozei no rostinho das duas. Elas continuavam se beijando, eu gozando e esfregando meu pau na cara delas. Elas se lambiam, me lambiam, me chupavam. Estavam totalmente putinhas e eu cheio de tesão com aquelas duas safadas. Depois disso, tomamos um belo banho juntos e dormimos abraçadinhos, os três.
Amor conteceu-me algo que não sei nem como explicar, como deixei. Acho que não posso contar para meu maridinho querido. Não vai compreender. Só posso contar para você. Foi assim…
Lembra que te falei que tinha consulta com o médico? Foi marcada para ontem, cheguei na hora conforme marcado. A secretária me fez aguardar um tempinho. O habitual, e depois entrei na sala de reconhecimento. Tudo dentro do esperado.
Porém, já dentro, algo mudou, a enfermeira me disse para tirar a roupa toda e não me deu uma daquelas batinhas horrorosas. Achei estranho e perguntei pela batinha. Ela respondeu que o médico pedia para ficar assim, nua. Bem, era diferente, mas se o médico pediu. Eu sentei e fiquei um pouco nervosa.
Uns minutos depois o médico entrou, me viu e me disse para ficar de pé, de costas para ele. Começou um vagaroso exame, passando pelos ombros, os braços, que pediu para levantar. Obedeci e colocou as mãos nos meus costados, sentindo minhas costelas. E da cintura foi subindo e avançando até ficar embaixo dos seios.
Depois de uma volta pela base, os tomou em cheio e alisava suavemente, sensualmente, tomando os mamilos com os dedos. Eu já estava em fogo, e não sabia o que fazer. Estava gostando, mas não imaginava. Não resisti mais. Deixei-me levar pelo calor do momento.
Sentindo que não me opunha, sem falar, me virou de frente para ele, e me segurando pela bunda, me beijou. Sentia suas mãos vagando pelos peitos e a bunda, rondando a boceta, em círculos cada vez mais próximos, até que delicadamente, meteu um dedo e começou a mexer na bolinha. Eu já estava mais do que disposta, subindo pelas paredes. E a xana parecia um rio de molhada. Correspondia as caricias alisando uma boa vara já de fora, grossa e dura como rocha. Abaixei-me de cócoras, e mamei seu caralho gulosamente, metendo-o quase até o fundo. Roucamente consegui falar: “Me come”.
Levantou-me, disse para deitar na cama e colocar as pernas nos suportes para exame ginecológico. Obedeci e então, bem firme, e toda exposta, segurou-me pelas ancas e meteu-me a pica pela xana. Eu me contorcia, mexia segurando meus mamilos, duros e falando qualquer coisa, como: “Assim puto sem vergonha, mete mais. Quero sentir como me come” Ele falava alguma coisa que eu já não conseguia entender, estava muito perdida.
Terminou soltando um grande jato dentro de mim. E eu fiquei toda bamba, toda zonza, recuperando-me.
Disse suavemente: “A senhora pode se vestir, o exame esta completo”. E saiu da sala.
Vesti-me e sai, quase sem ver a recepcionista, e sem pagar (afinal de contas, eu que devia ter sido paga).
Já era quase de noite quando cheguei em casa. Preparei a janta e meu maridinho me olhava estranho. Sabia que algo tinha, mas não conseguia entender o que era.
Não resisti, apenas deitamos e cai de boca na sua pica. O mamei, e mamei ansiosamente. Sem entender, ele me fudeu muito. E foi muito bom.
Sou cinquentão, super simpático, grisalho, bem de vida felizmente, estatura média, bem conservado e uma excelente atividade sexual, com ênfase com garotas jovens, ali na faixa dos vinte anos. E, como uma espécie de agradecimento aos amigos que têm me deliciado com diversos relatos neste site, envio meu primeiro, assegurando que o meu conto é totalmente verdadeiro e aconteceu de fato faz pouquíssimo tempo. Início de maio chovia muito aqui em sampa, e eu estava sozinho em casa. Todos viajaram e eu tive que permanecer aqui, devido ao excesso de trabalho que havia se acumulado. Era final de tarde, por volta das seis horas, quando Mariana (personagem que reside próximo de minha casa), tocou a campainha de casa. Atendi primeiro pelo interfone e depois me dirigi à porta de entrada para atendê-la melhor. Ela precisava consultar um material que minha filha tinha em seu arquivo, no meu computador pessoal. Entrou, e fomos para meu escritório doméstico. Ela é uma garota, de dezenove anos, belo rosto, pele de pêssego, cabelos negros e ondulados, perto de 1,60 m, sensual e é fofinha, com peitos grandes e uma bundona. Ficou tímida talvez pelo excesso de peso e sempre notei que ela se ressentia de maior popularidade com a garotada da vizinhança, e de certa forma se auto punia por isso. Ela sentou-se à frente do computador, mas tinha certa dificuldade para manuseá-lo. Resolvi ajudá-la, ficando em pé ao seu lado. Gostei muito da posição que fiquei ao seu lado, porque pelo seu decote deparei com uns seios grandes e durinhos. Enquanto a orientava desviava meu olhar para aquele conjunto maravilhoso e me excitei na hora. Enquanto a ajudava até encostando minha mão na dela para movimentar o mouse, encostava ainda meu corpo nos seus braços, e o clima que dominou passou a ser de pleno erotismo. Evidente que ela notou como eu ficara e nada fazia para atenuar ou embaçar a situação, apenas deixava rolar. O contato físico foi aumentando. Eu já estava com uma mão repousada sobre seus ombros e a outra sobre a dela, movimentando o mouse. Puxei-a um pouco para minha direção e ela veio mansamente. Afastei-me um pouco só e quando retornei com meu corpo à posição anterior coloquei meu pau, que já estava totalmente duro, encostado em seu braço. Ela não disfarçou e deu uma estremecida com seu corpo. Aproveitei a anuência consentida e com um movimento safado do meu corpo, conduzi o cacete para ficar bem encostado no seu seio direito. Ficamos dominados pelo tesão, olhando para a tela, sem nada falar. Minha mão direita sobre a dela, e ambas sobre o mouse, e o pau fortemente repousando sobre o seio direito. O braço esquerdo a abraçava e com ele eu forcei um pouco mais seu corpo contra meu pau. Ela veio mais do que eu, puxara e meu pau ficou encostado sobre ambos os seios. Ah, não deu para segurar mais. Respondendo ao movimento, ela se levantou e nos beijamos cheios de tesão. Meu pau encostado na sua buceta, as pernas dela entreabertas, as bocas coladas, línguas se acariciando, e as mãos eu deslizava pelas coxas e pela bundona. Abri sua camisa branca e solta indo direto para os seios. Soltei o sutiã e os seios grandes saltaram para fora. Os mamilos estavam empinados. Desabotoei a calça jeans, e fui abaixando-a sem deixar de beijá-la. Ela ficou apenas de calcinha, branca. Deitei-a no tapete mesmo. Beijando seus seios, mordiscando os mamilos, forçando-os a ficar ainda mais intumescidos, fui tirando sua calcinha. Ela de olhos semi cerrados não ajudava, gemia. Tirei a calcinha e fui explorando o corpo todo com minha boca. Desci ao umbigo, mordisquei seu ventre. Ela dominada pelo tesão, estava totalmente ensopada. Abri suas pernas, as coxonas grossas se afastaram. A buceta semi raspadinha, estava com suco saindo pelas laterais. Encostei minha boca sobre a buceta. Forcei a respiração para ela sentir meu hálito morno sobre a fenda. Ela se contorcia de tesão. Abri bem a buceta com minhas mãos e beijei o grelinha. Estava tudo ensopado. A língua deslizava sobre a fenda e quando atingia a parte superior eu acariciava o grelinho, ela se contorcia loucamente quando eu chegava molhado a grelinha. Deixei a saliva se misturar com o suco que ela exalava. Ela gozou se contorcendo toda. O corpo todo enrijeceu, e de repente ela se soltou toda, amolecida, semi desmaiada, olhos cerrados e mordendo o lábio inferior. A fofa me deixara doido de tesão. Ergui meu corpo sobre o dela e encostei meu pau na entrada ensopada da buceta. Forcei apenas um pouco, porque a umidade, suco e saliva misturada, facilitavam tudo. O pau deslizava pelo canal vaginal. Ela se mexeu de novo. Sem dúvida ela estava há muito tempo sem dar. Puxou-me com força e deixei o pau entrar até o talo. Fiquei atolado bem no fundo, apenas para sentir o calor úmido. Ela iniciou movimentos dos quadris pedindo mais. Iniciei o entra e sai aumentando a velocidade aos poucos e o pau entrava e saia brilhando de tanta umidade. Ela de novo se contorceu toda. Enrijeceu o corpo, gozou gemendo, balbuciando algo. Atolei o pau bem ao fundo e explodi gozando. Soltei uma enormidade de porra, e deixei o pau totalmente atolado dentro dela. Ficamos assim, um bom tempo, amolecidos e sonolentos. Eu cabeça repousando sobre os seios, ela cabeça virada no tapete, com um sorriso leve disfarçado nos lábios fechados. Aos poucos meu pau começou a se mexer dando sinais de que queria mais. Ela sentiu as vibrações, e se mexeu um pouco, facilitando minha posição. As penas estavam totalmente abertas, o pau atolado bem no fundo. Começamos de novo, mas lentamente. O pau já ocupava todo o espaço novamente, e o entra e sai foi facilitado, agora tinha saliva, suco e porra. Tudo misturado. Deslizava fácil, e gozamos de novo. Voltamos ao estado de letargia que estávamos um pouco antes. Levantei-me e sai um pouco do escritório. Tomei um copo de água na cozinha e retornei. Ela ainda estava amolecida. Havia gozado seguidamente. Estava saciada, e virada de lado. Apreciei o corpo todo. Fofa. Bunduda. Cabelos desarrumados. Muito sensual. Forcei um pouco só seu corpo e ela mansamente, virou atendendo minha vontade. Ficou de barriga para baixo, a bundona virada para mim. Abri as nádegas e com os dedos espalhei o que escorria da buceta. Suco, saliva e porra. Deixei o cuzinho bem molhadinho, e encostei a ponta do meu cacete. Ela ajudou erguendo um pouco seu quadril, fazendo a abertura das nádegas ficar maior. Forcei um pouco. Estava muito apertado, mas entrou um pouco. Fiquei naquela posição aguardando o alargamento natural. Ela movimentou um pouco a bundona em direção ao meu pau, que deslizou um pouco mais. Eu fiquei parado com o pau semi colocado, e deixei que ela conduzisse com seu corpo a introdução até o final. E, assim aconteceu. Em alguns minutos o pau entrara até o talo. Ela se mexia fazendo o vai e vem aumentando a velocidade como desejava. Passei a mão para frente, alcancei a buceta encharcada e passei a acariciar o grelinho. Ela começou a vibrar o corpo como uma louca, e o pau entrava e saia com a maior velocidade. De repente, gozei, e ela também. Explodi soltando porra de novo, bem no fundo do cuzinho e senti-a gozar em minhas mãos. Ficamos ainda algum tempo nesta posição. Depois fui tomar uma ducha, e quando voltei, ela já estava recomposta e sorridente. Fora ao banheiro da suíte da minha filha. Estava com um sorriso cativante e lindo. Não falamos sobre o que fizéramos. Apenas voltamos a fazer isso inúmeras vezes, e até hoje quando se encontram a oportunidade e a vontade, nos saciamos sem limites. Fazendo de tudo, basta imaginar e fazer. E, passei a ser fissurado em fofas, especialmente de coxas largas e bundona. E como são tesudas. Apesar de tímidas. O que é muito bom.
Eu me chamo Jean, tenho 1,72 de altura, meio fortinho nada de espetacular. Tudo começou, quando eu me divorciei. Continuei morando na mesma casa sozinho, o tempo foi passando e eu comecei a fazer amizade com umas meninas no bairro, no começo começou com um oi aqui oi ali, logo a gente começou a conversar. Sentávamos na frente de casa e a conversa rolava solta, risada pra cá risada pra lá, eu sempre fui bem amigável e alegre. Certa vez começamos a conversa e entro na conversa de sexo, começamos a conversa eu e mais duas amigas “safadinhas”. Elas diziam que eram fera no sexo, que os caras que elas saiam ficavam loucos no que elas faziam. Aquela conversa me deixou excitado, meu pau fico uma pedra dentro da bermuda, elas notaram. Olharam uma para outra e deram uma risadinha. Uma falou pra outra: “Nossa o Jean já fico todinho duro só pela conversa”. Dei uma risada e fiquei com vergonha, a conversa acabou ai. Como eu moro sozinho gosto de ver bastante filme e vou toda semana locar filme. Certo dia fui à locadora e aluguei um de comédia, ação e é claro um pornô. Quando estou chegando em casa as 2 amiguinhas estavam na rua. Viram-me, vieram no meu encontro e me perguntaram: ”Que filme você alugou?” Respondi: Uma comédia e um de ação. “E o outro?” Me perguntaram. Respondendo falei que era um especial, uma olhou para outra e deram uma risadinha. Perguntei pra elas: ”Estão a fim de assistir comigo?”. Claro que sim , me responderam. ”Então vamos“. Disse eu. ”Então vamos tomar banho Raquel”. Disse a Carol.
Entrei em casa todo empolgado, esperei uns 40 minutos, e lá veio elas batendo no portão, meus olhos ficaram enormes, Raquel uma moreninha 18 aninhos,165 com uns peitinhos que cabia na mão, pernas grossas, e uma bundinha empinadinha, com um vestidinho preto meio curtinho, que delicia. Carol morena também, 19 aninhos, 1,70 cm, com um par de peitos enormes que dava até pra fazer uma espanhola, uma bundinha delicada. Estava com uma mini blusa e uma saia branca, espetacular.
Entramos, elas se assustaram quando viram que tinha um colchão de casal no chão da sala. Disse que era pra gente ficar mais a vontade que daria ate pra deitar.
Enfim assistimos o de ação e de comedia, demos muita risada. “Jean coloca agora aquele especial”. “Mais é pornô”. Disse eu. As duas deram uma risada e falaram que já sabiam e que era pra eu colocar mesmo assim. Coloquei o filme, começamos assistir e pra surpresa delas, eu aluguei um filme com um cara e 2 minas. Logo meu pau ficou duro, então as vi uma olhando pra outra e apontando pra meu pau duro que estava quase saltando da bermuda. Na cena que as 2 minas estavam chupando ao mesmo tempo o pau do cara, eu disse: ”Deve ser uma delicia ter 2 mina chupando o meu pau”. Elas deram uma risada e a Raquel mais safada passou a mão no meu peito e disse: ”Se você quiser a gente faz isso pra você ver se é gostoso”. Fui à loucura. As 2 começaram a passar a mão no meu peito e foram descendo, chegaram no meu pau e disseram: ”Nossa como esta duro”. Logo começaram a abrir a bermuda e foram descendo beijando eu todinho, tiraram meu pau pra fora e começaram uma chupeta espetacular, uma chupava a cabecinha a outra chupava as bolas, as duas começaram a chupar meu pau, tipo batendo uma punheta com a boca uma de cada lado. Nossa comecei a gemer gostoso, tirei toda minha roupa, estava deitado, falei para elas virarem a bunda pro meu lado tipo um 69. Pra minha surpresa as 2 estavam sem calcinha, que bucetinha maravilhosa as 2 bucetas peladinhas. Comecei a masturbá-las, enfiava o dedo e chupava, as 2 começaram a gemer alto e falavam pra enfiar mais. Enquanto isso elas chupavam meu pau com mais vontade, falei pra elas tirarem a roupa, logo tiraram ai pude ver aqueles lindos corpos ali todinhos pra mim, coloquei as 2 de 4 no sofá, uma em cima da outra. Que maravilha aquela visão 2 bucetas e 2 cuzinhos. Comecei a chupar elas todinha, chupava a buceta das 2, comecei chupar o cu delas. Elas gemiam mais alto ainda, tremiam de tesão. Gozaram na minha boca, que gozo gostoso. Comecei a enfiar meu dedo no cuzinho delas, ai que soube por que os caras ficavam doidinhos, elas adoravam dar o cuzinho. Fiquei em pé, peguei na minha pica e comecei a enfiar na bucetinha da Carol que estava embaixo, enquanto isso colocava o dedinho no cu da Raquel, as 2 gemiam que nem loucas. Comecei a trocar de buceta. Enfiava em uma, tirava e enfiava na outra. As 2 tremiam de tanto gemer e gozaram varias vezes na minha pica. A Raquel me falou: ”Enfia no meu cuzinho, ele esta querendo esse pauzão”. Peguei minha pica, coloquei na portinha dela e fui forçando. Nem precisei forçar muito, entrou facinho. Comecei um vai e vem ela gritava: “ Ai, que delicia. Fode essa cachorra. Mete essa pica no fundo”. A Carol ficou doida quando viu a Raquel gozando com meu pau dentro do cuzinho. Logo me pediu: ”Vai comer só o cuzinho dela? Quero no meu também”. Coloquei meu pau no cu da Carol e enfiei tudo de uma vez. Ela deu um grito de dor e de prazer. “Não era isso que tu queria sua putinha?” Enquanto comia o cuzinho da Carol, a Raquel deu uma levantada na bunda e falou: ”Chupa meu cu enquanto tu mete nessa putinha”. Atendendo seu pedido comecei a chupar seu cu, logo as 2 gozaram de novo. Fiquei com tanto tesão que falei que ia gozar. Elas saíram, ficaram de joelhos e me pediram: “Goza em nossas boquinhas”. Quando ouvi isso, gozei como um cavalo na boca daquelas safadinhas. Elas brigavam pra ter a minha porra todinha. Então as 2 caíram de boca e começaram a chupar meu pau pra limpa todinho. Que delicia. Tomaram toda minha porra. Deitamos e ficamos ali descansando da foda, depois de um tempo começamos tudo de novo…..
Sou alto, forte, simpático cabelo grisalho e muito sigiloso, o que vou contar aconteceu há alguns anos atrás. Estava eu na cidade de Ribeirão Preto, quando fui abordado por um amigo que não o via há mais de 10 anos o nome dele, Paulo. Apos os comprimentos me falou que estava morando em Ribeirão, (antes nós dois morávamos em S.Paulo) e que tinha casado com uma mulher maravilhosa etc e tal. Perguntou se eu gostaria de conhecê-la, pois apesar de morar a muito tempo no interior tinha poucos amigos. Marcamos e lá vai eu a casa do Paulo, quando cheguei… Minha nossa que mulher linda, gostosa mesmo. Disfarcei e ele me apresentou. Fiquei feliz pelo meu amigo, pois realmente tinha uma linda esposa e aparentava estar feliz. Passado alguns dias, Paulo me telefonou e disse que precisava muito falar comigo a respeito de sua esposa e queria que lhe desse alguns conselhos, pois sou mais velho e poderia orientá-lo, fui ao seu encontro dias depois e ele foi direto e franco disse que tinha o maior desejo de ver sua esposa sendo fudida por outro homem. Que já falou com ela, mas a mesma não concordava, se eu sabia como contornar essa situação. Disse-lhe que deveríamos inventar algo e disse também que sabia como, mas teria que ser perfeito senão ela desconfiaria. Disse a ele que iríamos forjar um roubo e depois de combinado, demos continuidade ao plano. Determinado o dia, lá fui eu pelas 21h30min a sua casa. Ele já tinha deixado a porta da cozinha aberta como combinamos… Adentrei a sua casa e peguei os dois já na cama. Eu com uma faca de cozinha (aquelas de açougueiro) ameacei a vida deles e fiz ela amarrar o Paulo. Depois a amarrei e a joguei na cama, meu amigo assistia a tudo calado então peguei algumas coisas dela e dele e passei a ameaçá-los dizendo que queria mais e como nada tinham falei que não sairia de mãos abanando, então passei a rasgar as suas roupas. Ela começou a chorar e eu avisei se não parasse eu iria matar o marido dela, joguei-a na cama e comecei a chupá-la. Nossa muito gostosa. Chupei seus seios, barriga, xotinha, pés e cu. Foi quando percebi que a mesma estava gostando, ela estava toda molhada. Saquei o meu pinto e enfiei com tudo arrancando dela suspiros. Bombei forte por muito tempo, pois consigo segurar o gozo por horas. Depois passei a lamber seu cu, enfiei no cuzinho virgem, pois meu amigo era muito bobinho nesses assuntos. Percebi em dado momento que meu amigo se esforçava para ver o que acontecia em cima da cama então com certa estupidez joguei-o em cima da cama e falei: Olha corno, como sua mulher gosta e geme. Vem fazer parte da festa. Mandei-o chupar minha pica, ele no começo resistiu, mas fazer o que? Teve que chupar até as bolas e sua mulher o ajudava. Depois o coloquei de quatro e a sua esposa junto e enfiava nele e depois enfiava nela e foi assim até eu gozar. Então tranquei os dois no banheiro e fui embora, já que o mesmo tinha deixado um pé de cabra no banheiro para depois fugir. Após alguns dias o Paulo me procurou, tentei fugir, pois o combinado era eu faturar somente a esposa, mas com aquele rabicho lisinho e volumoso eu não tinha resistido e fiquei mal na parada. Foi quando Paulo me pegou na saída do meu serviço e não teve jeito, veio meio bravo disse algumas verdades para mim, escutei tudo e lhe pedi desculpas, mas ele me falou que não me perdoava etc. No final disse que tinha dito toda a verdade para sua esposa e agora eles queriam outra vez, mas nada de amarrar. Agora seria solto e de novo comi aquele cuzinho semi-virgem de sua esposa e claro o dele também, mas isso é para outra estória que contarei.
Meu nome é Luiz Carlos, sou casado com uma mulher maravilhosa chamada Luíza. Ela tem 40 anos, 1.60 de altura, 64 kg, cabelos cacheados e compridos, seios médios, bunda grande, coxas grossas e uma buceta carnuda e deliciosa. A estória que contarei é verdadeira e este tipo de relacionamento faz parte da vida minha e de minha esposa. Somos casados há 18 anos e de uns 10 anos para cá nossas fantasias sexuais envolviam sempre um outro parceiro, ou seja, fantasiávamos ela transando com outro homem. Isso sempre me deixava muito excitado. Ela também logicamente adorava a situação. Depois de muito pensarmos a respeito resolvemos tentar um encontro com outro homem. Decidimos que teria que ser com um desconhecido para evitar problemas em nosso meio. Ela desejava transar com rapaz na faixa de 22 a 30 anos, negro e bem dotado. Para realizarmos a fantasia optamos primeiramente em buscar via chat. Depois de algum tempo teclando com vários rapazes, por fim encontramos um chamado Fábio. Ele dizia ter e depois comprovamos que ele tinha realmente 25 anos, um cacete de 23 cm e cerca de 1.80 de altura. Dizia ter alguma experiência com casais. Marcamos e nos encontramos em um shopping aqui em SP. Depois de algum papo fomos os três para o motel na marginal tiête. Estávamos nervosos, pois era nossa primeira vez e não sabíamos como seria nossa reação. Na verdade temíamos mais o dia seguinte. Ao chegarmos ao motel eu disse ao Fábio que ele poderia ficar a vontade e fazer tudo que desejasse sem se importar com minha presença. Eu e Luíza já tínhamos falado a respeito e eu disse que ela poderia fazer tudo que desejasse que eu aprovaria. Foi o que realmente eles fizeram. Sentei numa cadeira ao lado da cama e ele e Luíza começaram a dar uns amassos. Ele levantou-se e tirou sua roupa ficando apenas de cueca. Ela também tirou sua roupa ficando apenas de calcinha. Em pé os dois se beijaram e Luíza se ajoelhou para fazer aquilo que ela mais gosta que é chupar um cacete. Tirou o pau dele para fora da cueca e ao ver aquele cacete enorme endoidou de vez. Começou a chupar, lamber o saco, chupar as bolas, lamber a cabeça e tudo que tinha direito. Ele pediu para ela parar, pois daquele jeito ele iria gozar. Ela deitou-se na cama e foi a vez dele dar seu show de chupadas. Chupou os peitos dela e em seguida caiu de boca no enorme bucetão de Luíza. Chupou muito deixando ela muito doida de tesão. Ele virou ela de costas e continuou chupando a sua buceta e também começou a chupar e lamber o cuzinho dela, até que ela não agüentando mais implorou para que ele metesse a rola em sua buceta. Ela ficou de quatro, ele veio por trás e mandou ver aquele cacete enorme para dentro dela. Ela gemia muito, rebolava, gritava e pedia para ele foder forte. Ela olhava para mim e dizia que estava adorando e que me amava muito porque eu a deixava trepar em outro cacete. Eu olhava e me masturbava vendo aquela cena maravilhosa. O Fábio socava cada vez mais forte e fez a Luíza gozar. Em seguida ele deitou-se na cama e ela foi por cima. Sentou, cavalgou, gemeu, gritou e ele gozou naquela buceta deliciosa. Pouco depois ela levantou da cama e veio em minha direção. Ajoelhou-se e caiu de boca no meu pau. Chupou gostoso demais. Nesse momento o Fábio que continuava com o pau duro levantou-se e pegou a Luíza por trás e enfiou se cacete nela. Foi espetacular ver a carinha dela. Gemendo, gritando e implorando por rola. Eu falei ao Fábio para meter no cuzinho dela. Ela arrebitou ainda mais sua bunda, arreganhou suas nádegas e ele socou o cacete naquele cu gostoso. Eu olhava a carinha dela e era algo realmente fantástico de ver. Aquela mistura de tesão e dor me deixava doido. Gozei deliciosamente só de a ver dando o cu para outro cara. Levantei-me e fui olhar de perto ele comendo minha Luíza. Ele fodia muito bem e socou seu pau nela durante uns 10 minutos até gozar. Ambos levantaram-se e deitaram-se na cama. Eu também deitei e ficamos os três conversando. Passaram-se uns 30 minutos o Fábio foi ao banheiro e entrou na hidro. Eu perguntei se ela estava gostando e ela disse que estava adorando. Pedi para que ela fosse para a hidro com ele que eu ficaria um pouco mais na cama. Eu queria deixar ela sozinha com aquele rapaz. Ela foi e não demorou muito comecei a ouvir os gemidos do Fábio que dizia para ela chupar bem gostoso. Os gemidos continuaram por mais uns minutos. Em seguida começaram os gemidos dela que pedia para ela meter tudo. Ela dizia: Me come, me fode, arromba esta xoxota, fode minha buceta, me arregaça seu gostoso, fode esa putona. Eu fiquei morrendo de tesão e me masturbava, enquanto minha mulher trepava com outro cara logo ali a meu lado sem que eu visse absolutamente nada. Eles ficaram fodendo por um bom tempo até que eu fui para o banheiro também. Cheguei lá, ela estava em pé com as duas mãos abrindo a bunda e ele metia o cacete no cuzinho de Luíza. Era uma cena espetacular. Ele dava tapas na bunda dela até que ele disse que ia gozar. Ela pediu para que ele tirasse e esporrasse na boca dela. Foi o que ele fez. Arrancou o pau daquele rabo maravilhoso e espirrou jatos de porra na boquinha de minha mulher. Gozou muito. Ela lambeu o cacete dele e engoliu toda a porra. Em seguida eu a peguei naquela posição e disse que queria comê-la igual o Fábio tinha feito. Enfiei meu pau naquele cu gostoso e ela dizia para eu foder como o Fábio tinha fodido. Não agüentei e gozei. Entramos na banheira e ficamos ali tomando banho. Ela continuava se esfregando no Fábio, pegando no pau dele e masturbando-o. Ele como é bem novo logo ficou novamente excitado. Ela o chamou para a cama e disse que queria gozar no pau dele. Eu perguntei se ela queria ficar sozinha com ele. Ela disse que se eu não ficasse bravo que ela queria sim. Eu deixei, pois ouvi-la gemendo com outro homem me deixava com muito tesão. Ela foi para a cama e eu ouvi quando ela disse que queria foder de quatro. Em seguida a ouvi dizendo: Vem gostoso, fode gostoso, me faz gozar, me arromba, mete, mete, mete, enche minha buceta, come sua putona. Logo em seguida ouvi seus gritos de gozo. Ela gozou como uma louca. Passaram-se uns 5 minutos ela me chamou e fui ao quarto. Conversamos por mais uns 20 minutos e por fim fomos embora. Deixamos o Fábio de volta no shopping para ele pegar seu carro e voltamos para casa. Chegando em casa o nosso tesão era grande ainda, principalmente o meu. Trepamos mais uma vez e fomos dormir. Acordamos no dia seguinte e lembrar a situação do dia anterior nos deixava super excitados. A partir daquele dia começamos a sair com certa freqüência. Somos um casal feliz, vivemos muito bem e o sexo com outro parceiro passou a ser algo que apimentou ainda mais nosso casamento.
Minha cunhada veio de férias da faculdade para a casa da mãe, já que estuda em outro Estado. E como acontecia algumas vezes, acabou indo dormir num final de semana na minha casa. Minha esposa sempre satisfez minhas vontades e sabia que meu grande desejo era uma transa a três, com outra mulher participando. Sem nunca ter mencionado que meu desejo fosse minha cunhada, sempre as conversas quando ela estava presente acabavam indo para o lado sexual, mas, apesar da vontade que parecia existir entre todos, só ficávamos nas conversas mesmo. Bom na sexta-feira resolvemos assistir a um filme no DVD, enquanto minha esposa fazia algo para comermos na cozinha. Ela sentou-se no chão da sala e eu no sofá. Como ela estava bem a minha frente. Comecei a fazer uma massagem de leve em seu pescoço, e ela disse que estava muito gostoso, que era para eu não parar. Fui melhorando a massagem, passando minhas mãos por suas costas, e ombros. Falei então para ela sentar no sofá, para facilitar a massagem. Ela sentou entre minhas pernas. Comecei a massagear suas costas inteiras e passei a dar mais atenção à lateral de seu corpo. Fui então massageando seguindo a lateral de seu sutiã, indo cada vez mais para frente, chegando quase a sentir seus seios. E ela nada reclamava, nem reagia. Estava sentindo a maciez da pele próxima a seu seio pelo sutiã, e percebi que ela estava de olho fechado. Aí arrisquei tudo. Levei minhas mãos diretamente aos seus seios, e ela só deu uma gemida leve, uma respirada mais profunda, mas não fez nada para afastar minhas mãos. Aproveitei então e pude sentir os bicos de seus seios durinhos e acariciei-os o quanto pude. Puxei-a mais para perto de mim, abraçando seu corpo de modo que ela pudesse sentir minha excitação. Coloquei minha mão por dentro de sua camiseta, e fui aos seus seios novamente, afastando o sutiã e sentindo eles diretamente. Nossa, eu estava nas nuvens, e pelas reações dela, ela também estava. Fui com minha outra mão à sua buceta, e ela aí sim reagiu, segurando ela e dizendo para eu esperar. Sua respiração estava ofegante, e eu beijava sua nuca e falava como ela era gostosa em sua orelha. Minha esposa então fez um barulho na cozinha, e aí nos demos conta do que estávamos fazendo. Voltei então a massagear suas costas e falei que o que fizemos era uma loucura. Deliciosa, mas uma loucura. Ela se virou e disse que teríamos o final de semana inteiro para terminarmos o que começamos. Não demorou muito e minha esposa apareceu nos chamando para jantar. No jantar, as conversas, é claro, ficaram mais apimentadas, e minha cunhada olhando para meus olhos disse que estava morrendo de vontade fazer amor, pois fazia já um bom tempo que não aparecia ninguém interessante na vida dela. Minha esposa, para nossa surpresa, disse: Quem sabe neste final de semana, você não mata essa vontade. Terminamos o jantar e as coisas pareciam ter esfriado. Mas, começou a ficar tarde e falamos de deitar para dormir. Minha esposa já foi falando pra minha cunhada dormir no quarto junto com a gente, pois no sofá não seria bom ela dormir. Ela aceitou de pronto. Vestiu uma camisola, sem sutiã, o que me fazia notar seus seios duríssimos pelo pano. Eu estava com um bermuda larga, mas como normalmente dormia só de cueca, minha esposa comentou, e falou para eu tirar, que não era para ter vergonha de sua irmã. Tirei e já fui deitando na cama, porque meu pau, é lógico, estava em ponto de bala. As duas notaram, mas não falaram nada. Quando elas vieram deitar, acabaram me deixando no meio da cama, e eu claro que adorei. Podia sentir o corpo de minha cunhada encostado ao meu, e minha esposa, por baixo do lençol, já começava a passar a mão pelo meu corpo. Não demorou muito e ela segurou meu pau, por cima da cueca, eu não tinha dúvidas do que iria acontecer, e coloquei minha mão na barriga de minha cunhada. Ela então puxou minha mão para seus seios. Minha esposa puxou o lençol e disse: Eu bem que disse que o final de semana prometia. Vi vocês na sala antes do jantar e procurei não atrapalhar, mas vocês pararam e tivemos que esperar até agora. Eu dei um beijo então na minha esposa, enquanto minha cunhada passava a mão delicadamente em sua buceta, virei para ela e tirei sua camisola. Caí de boca em seus peitos. Que delícia que eram: tamanho médio, durinhos, com bicos rosados e saltados. Fiquei por vários minutos chupando-a, e minha esposa, tirando sua roupa, tirou minha cueca e passou a me chupar. Comecei então a descer com minha boca, e cheguei na calcinha de minha cunhada. Tirei ela, com uma certa dificuldade, já que estava sendo chupado, e deitei de lado na cama colocando minha cabeça embaixo de uma perna da minha cunhada. Assim pude começar a chupa-la, sem deixar de ser chupado por minha esposa. Comecei a lamber primeiro ao redor daquela buceta que tanto desejava, e só depois dessa provocação, cheguei ao seu clitóris. Ela estava encharcada, e seus líquidos eram deliciosos. Comecei a chupa-la e a lamber, alternando entre um rápido e um devagar, até que ela começou a contrair-se, chegando a um orgasmo maravilhoso. Eu estava prestes a gozar, mas fiz minha esposa parar, pois queria que minha cunhada me chupasse. Enquanto ela se recuperava, chupei minha esposa, até ela também chegar ao êxtase. Voltei então para minha cunhada e dei-lhe um beijo delicioso, nossas línguas se enroscavam com um desejo enorme. Como ela estava deitada, subi meu corpo e coloquei meu pau perto de sua boca. Ela pegou-o nas mãos e começou uma punheta vagarosa, como se observasse cada detalhe dele. Passou ele pelo seu rosto e disse que estava sentindo como ele era macio. Passou então a língua por toda sua extensão, e se deteve na cabeça. Ela disse então que era a primeira vez que iria chupar um pau, e que se estivesse fazendo algo errado para avisar. Colocou-o na boca, e começou um vai e vem, ora sugando, ora só lambendo, parecendo que tinha muita experiência. Não resistindo disse pra ela que iria gozar, mas ela continuou chupando, agora mais forte e rápido, e eu explodi num gozo dentro de sua boca. Ela tirou meu pau para fora, e me fez terminar de gozar em seu rosto. Estávamos todos extasiados e precisando de um banho… que fica para um próximo conto.
Olá, meu nome é Amanda, tenho 22 anos, minha altura é 1,62m, cabelos loiros pela cintura, bunda grande e redondinha, seios médios pele clara e lisa e o meu relato é o seguinte: Eu trabalho em um escritório como assistente administrativa e todos os dias tomo ônibus as 07h00min, sempre lotado. Como era uma moça que não tinha nenhuma fantasia erótica, achava muito ruim tomar ônibus lotado todos os dias. Até que um dia aconteceu uma coisa que marcou a minha vida. Eu tinha acabado de entrar no ônibus e fui logo procurando um local onde pudesse ficar. Eu estava com uma roupa social que chamava muita atenção principalmente pra minha bunda, pelo fato de ser colada. Se bem que qualquer roupa que eu vista chama atenção pra minha bunda. Eu estava segurando no ferro do banco do ônibus quando senti uma pressão contra minha mão. Não dei importância, era macio e não estava me machucando. Então senti a pressão mais uma vez. Agora um pouco mais rígido. Olhei para o lado esquerdo onde havia um cara um pouco mais alto do que eu colocando o pau dele na minha mão. Fiquei um pouco desconfortável no início, mas não reclamei. Em pouco tempo ele estava com o pau completamente duro colado na minha mão. Mil coisas passaram pela minha cabeça, senti um frio na barriga, fiquei muito nervosa, minhas pernas bambeavam. De certa forma, eu estava gostando daquilo. Tomei coragem e acariciei lentamente o pau dele. Ele correspondia pressionando mais ainda, fazendo movimentos de cima para baixo. Eu não me agüentava mais de nervosismo, ao mesmo tempo sentia um tesão muito grande. Minha xaninha já estava ficando melada quando ele resolveu baixar o braço, encostar-se em mim por trás e colocar a mão na minha bunda. Empinei um pouco, virei um pouquinho de lado pra facilitar. Foi o momento em que ele colocou o dedo no meu cuzinho bem de leve. Arredei-me pra frente dele, pra sentir o seu pau na minha bunda. Meu cuzinho estava piscando dentro da minha calcinha, louco pra devorar aquele pau gostoso. Logo depois, ele aproveitou a lotação e colocou o pinto pra fora da calça. Percebi e coloquei a mão esquerda pra trás. Segurei o pau dele e comecei a masturbá-lo ali mesmo. Não muito rápido pra não chamar atenção. Ele gozou na minha bunda. Pude sentir aquele jato quente e a porra dele escorria entre meus dedos. Depois de mais ou menos 20 minutos de sacanagem eu tive que descer do ônibus sozinha. Ele me deu uma olhada pela janela e me mandou um beijo. Desde então nunca mais o vi e agora vou trabalhar de saia esperando o dia que ele suba no ônibus e me coma ali mesmo. Fiquei louca por sexo e me masturbo todos os dias pensando nele.
Sempre ando em coletivos de saia, (não muito curta) mas bem sugestiva. O cara não parava de me olhar, desde a estação do metrô, eu ia no vagão de mulheres, mas para dar a deixa, passei para o ponto do vagão comum, justamente onde ele estava. Aos poucos ele foi chegando, discretamente se posicionou atrás de mim. O metrô já chegou lotado, achei que nem daria para entrar, mas ele segurou em minha cintura e me empurrou para dentro. Nisso eu já sentia seu pau latejante em minha bunda. A viagem seria longa, estávamos na praça onze em direção à Siqueira Campos, então, ele cinicamente perguntou: Vai descer antes de mim? E respondi: Vou para o final. Então ele começou. Estava tão apertado, que quase não dava para se mexer. Estávamos bem no fundo do trem, então foi mais fácil. Senti que ele estava já com a calça aberta, e bem devagar foi subindo minha saia com as mãos. Cheguei a estremecer de tanto tesão. Então conforme as batidas do metrô ele me sarrava bem gostoso, colocou minha calcinha para o lado e estava praticamente comendo minha bundinha ali mesmo em meio a um monte de gente. Estávamos bem no canto da parede, então com a mão que estava no canto ele subiu pelas minhas coxas colocando-a entre minhas pernas sem, contudo tocar minha vagina já toda molhada. Isso me enlouquecia, pois estava desesperada que ele fizesse uma siririca em mim. Então ele aos poucos se posicionou na parede, como se me sentasse em seu colo, o metrô lotado, as pessoas olhavam, então pensei: Será melhor pensarem que estamos juntos, e assim olhei para ele e fiz uma pergunta qualquer para fingir intimidade. Isso foi a deixa para ele me pegar de jeito. Fiquei encaixada em meio à suas pernas e ele enfiou aquele pau gostoso na entrada do meu cuzinho enquanto eu rebolava. Ao mesmo tempo ele iniciou uma siririca deliciosa em mim, e já estava difícil de disfarçar. Quatro caras perceberam, começaram a cochichar e aos poucos iam se chegando. Isso me deixou com mais tesão e até mais vontade. Então eu rebolava gostoso naquela pica molhada e no empurra empurra do trem um dos caras foi chegando, ficou bem na minha frente e começou a alisar minha coxa. O que tava atrás me comendo colocou a outra mão no meu peito, e começou a alisar. Nossa eu tava desesperada de tesão. Então senti que ele gozou na minha bunda, e me desesperei porque senti a porra escorrendo. Mas ele rapidinho tirou uma camisa da mochila e limpou o que deu, depois colocou a camisa na minha mão, se recompôs e disse: Ta chegando. Fiquei sem saber o que fazer, me sentindo exposta, pois o outro cara não tirava a mão da minha coxa. Mas gentilmente o cara que estava atrás trocou de lugar comigo, me deu um beijo e disse: Vamos descer na próxima, como se fosse um conselho. O outro a esta altura já estava sendo zoado pelos amigos. Desci dois pontos antes da minha estação, e corri para um banheiro publico para me limpar direito. Não resisti em tocar uma siririca sozinha no banheiro lembrando daquela encoxada gostosa, eu estava precisando. Nunca mais eu vi o carinha que me encoxou, mas foi delicioso, quase uma trepada em publico.
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