Mais um relato real que aconteceu comigo e minha esposa em uma viagem que fizemos a Brasília. Hospedamos-nos em um hotel da asa sul, com piscina no terraço. Como tivemos que ficar o final de semana e estava um calor enorme, minha esposa Elisa resolveu pegar um bronze e me convidou para subirmos até a piscina. Ela vestiu um minúsculo biquíni branquinho, uma saída comportada e subimos. Não havia nenhum hóspede na piscina. Ela tirou a saída e ficou deitada em uma cadeira de praia, com a bunda para cima. Mostrando aquela delicia de bunda, redondinha, durinha e com o fio dental atolado no rego da bunda. Chamei um garçom para nos atender. O Roni é um homem de uns 30 anos, bem simpático e na hora que veio com nosso drink, ficou doido com a visão da bundinha de minha mulher, que notou logo. E quando ele saiu me disse: Você viu amor? Ele quase me comeu com os olhos e não é de se jogar fora. Você já está pensando besteira não é amor? Não se satisfez com nossa trepada a noite? Você me deixou com mais tesão ainda amor. Acho que vou querer outro homem pra me satisfazer bem gostoso. Acho que vou providenciar pra você, quero mesmo mais um chifre. O nosso clima já era de puro prazer. Ela estava divina, deitada daquela maneira. Loira, bronzeada, linda, cochas grossas e lisinhas, seios durinhos, muito sensual e provocante. Molhou-se, virou de barriga para cima, com o biquíni molhado dava pra ver o escurinho dos pêlos cortados com uma mecha na vertical. Pediu-me que chamasse o garçom, que veio de prontidão. Ela pediu outra dose, ele voltou e ao entregá-la, se demorou apreciando aquela formosura em sua frente. Fui para o balcão do barzinho e puxei conversa com ele. Minha esposa se levantou e veio onde eu e o garçom estávamos conversando, foi ao banheiro, se rebolando e o Roni não tirava os olhos dela. Quando ela retornou, passou do meu lado. Eu passei a mão na bunda dela e disse: Gostosa. Ela saiu rebolando e eu olhando pro Roni que estava olhando pra bunda da minha esposa disse: – Você não acha que ela é gostosa? – Já que é o Sr. que está falando eu vou concordar. – Mas você acha que ela é gostosa ou muito gostosa? – Se o Sr. não achar ruim, eu acho ela muito gostosa e vendo ela tomar sol com esse biquíni, eu cheguei a ficar de pinto duro. – Amigo minha mulher além de ser muito gostosa também é muito tarada, tem um fogo que eu não consigo apagar. É muita mulher para um homem só, eu não dou conta sozinho de apagar o tesão dela, tenho que repartir com os amigos. Ele deu um sorriso de alegria e disse: – E eu sou seu amigo, não? – Claro que é, e por isso eu gostaria que você fosse fazer uma visitinha no nosso apartamento.
Ele concordou e eu fui contar pra mina esposa que ficou toda contente. Fomos para o nosso quarto e minha mulher estava ansiosa para que ele viesse logo. Ele tocou a campainha, abri a porta, ficou em pé na porta, me sentei ao lado de minha mulher, que estava ainda de biquíni e eu de cueca. Começamos dar uns amassos, quando vi o Roni parado olhando, acenei com a mão o chamando pra junto de nós. Ele chegou meio sem jeito. Peguei em sua mão, conduzi na bunda da minha esposa e disse: – Sente como é durinha a bunda dela, passa a mão e sente a maciez. Ele começou a alisar a bunda da minha esposa e em poucos segundos já abraçou ela por traz. Olhou pra mim e disse: – Cara que loucura, eu nunca fiz isso, mas já estou gostando. – Então aproveita que ela é sua. Ele encoxava ela por traz e eu pela frente, quando ela olhando pra mim disse: – Amor estou sentindo uma coisa dura crescer na minha bunda. – Veja amor, ta ficando duro o pau do Roni no teu rabo. – Ta, estou ficando molhadinha em sentir o pinto dele na minha bunda amor. Tira a roupa Roni, pra nós podermos ver o tamanho do seu pinto. – Você quer que eu tire a roupa dele, pra você ver o tamanho do pau que vai te comer? (falei isso pro Roni ir se acostumando com a minha passividade). – Quero amor. Tira a roupa Roni, tira logo. O Roni estava meio assustado com a situação, mas entrou na brincadeira numa boa. Eu fui abaixando, beijando minha esposa nos seios e aproveitei pra tirar a parte de cima do biquíni dela. Beijei a barriga e fiquei de joelhos, abracei suas pernas e as pernas do Roni junto, forçando ele ao encontro dela, continuando a beijar a buceta da minha esposa por sobre o biquíni, notei que ele estava tirando as roupas e minha esposa vendo a dificuldade, tirou o corpo de lado. foi ajudar e tirou a roupa dele: – Olha o tamanho do pinto que vai dar prazer a vocês. E ajudou-me a tirar sua cueca, saltando um belo pinto de 21 cm bem na altura do meu rosto, minha esposa quando viu ajoelhou ao meu lado e começou a acariciar aquela rola dura. Deu uma lambidinha e colocou na boca. Sugou com gosto e eu ali ajoelhado bem ao lado da minha esposa, a vendo mamar aquele pauzão. Ela tirou o pau da boca, olhou pra mim e disse: – Te amo meu corninho. E me deu um gostoso beijo de língua, daqueles bem molhados e eu senti o gosto do pau do Roni na boca da minha esposa. Depois ela continuou mamando e eu fiquei beijando o rosto dela e acariciando seus seios. Fiquei por traz dela e acariciava todo o seu corpo. Enfiei minha mão por debaixo de seu biquíni e ela gemeu. Senti que a sua buceta estava encharcada, desamarrei o lacinho do biquíni e tirei a única peça que ainda cobria o corpo da minha esposa. Estávamos todos pelados. – Amor experimenta o pau que vai comer a sua mulherzinha, sente na tua boca o que eu vou sentir na minha bucetinha. Guiando a pau do Roni pro meu lado, eu coloquei ele na boca e comecei a mamar aquele pau que mal cabia na minha boca: – Além de corno, você é viado? Minha esposa respondeu: – Ele só é viadinho pros machos que vem me comer. Veja como ele chupa gostoso, que boquinha gulosa meu marido tem. Minha esposa ficou dividindo o pau do Roni comigo por uns cinco minutos, lambíamos, chupávamos, engolíamos até a garganta, chupávamos o saco, batíamos na cara, fizemos uma festa com aquele pintão. Quando sentíamos que ele iria gozar, parávamos de chupar e falávamos putaria um pro outro, assim: – Vai corno, mama no pau que vai comer a tua esposa. - Eu mamo mesmo neste pintão gostoso, quero deixar ele bem duro, pra enfiar lá no fundo do teu útero. – Viadinho boqueteiro, é disso que você gosta não é meu corninho? E assim ficamos, até o Roni anunciar o gozo. Foi um rio de porra. O primeiro jato acertou o olho da minha esposa, o segundo pegou no nariz e os demais foram pelo seu rosto, que ficou todo melado de porra. Eu também recebi porra na boca, depois ficamos nos beijando e trocando a porra do Roni de boca. Também chupamos o pau do Roni pra deixá-lo bem limpinho. Ele se vestiu e saiu do quarto super satisfeito da chupada que ganhou. Demos uma descansadinha e comemos um lanche para recompor as energias. Depois fomos nos relembrar do acontecido e demos aquela trepada. No domingo tivemos novamente a visita do Roni, mas o final da história vou deixar pro próximo conto, pra não ficar muito comprido. Me aguardem.
***Conto enviado pelo leitor Alex de Goiânia***
Sou casado com uma loira lindíssima, gostosa, bunda arrebitada, e apesar dos seus 42 anos, todos acham que ela tem uns 28 anos. Sua pele é lisa sem marcas, apenas as marcas do biquíni. Sensual, simpática e super provocante. Quando saímos não fico sossegado, pois os olhares são diretos e alguns chegam a sinalizar para ela. Finjo não ver para não constranger os paqueradores. Somos liberais, já tivemos alguns casos com outros homens, gosto de vê-la transando com outros, de fotografá-la. Bem era um sábado e fui convidado para um acontecimento social, que aconteceria em um clube. Minha mulher não quis ir e fui sozinho. O encontro era para acabar cedo, porém devido à presença de alguns políticos, percebi que iria durar mais do que o esperado. Liguei para minha mulher e expliquei o fato, dizendo que não chegaria cedo. Ela por sua vez me disse que não teria problema, perguntando em seguida quando eu chegaria. Eram mais ou menos 19 horas e disse que não chegaria antes das 12 horas. A bebida rolou a vontade e eu aproveitei para tomar algumas. Como estava com o estômago vazio, por volta das 10 horas, não me sentia bem e resolvi ir embora. Como não estava de carro, peguei carona com um amigo que me deixou na porta de minha casa. Abri a porta devagar para não acordar minha esposinha, que imaginei estar dormindo. Qual foi minha surpresa ao chegar na porta do quarto ouvi um barulho já conhecido, ou seja, gemidos e sussurros. Parei na porta e pude escutar algumas coisas como: Ai. Mete. Isso. Fode gostoso a sua putona. Vai, me fode gostoso. Meu corno esta se divertindo e bebendo enquanto você esta aqui me fudendo gostoso. Como é bom ter um macho como você para fuder de vez em quando. Fiquei surpreso, porém minha pica logo ficou dura com a situação e continuei escutando. O cara dizia: Fica de quatro agora minha puta safada, que vou comer seu cuzinho gostoso. E quando aquele corno chegar, você da para ele se ele quiser, pois eu vou deixar esse rabo bem aberto. Ele nem vai perceber e se perceber vai gostar, pois um homem que deixa uma mulher como você em casa sozinha, só pode ser corno mesmo. Elisa por sua vez dizia: Mete tudo. Isso me arromba para aquele corno quando chegar, sentir o cheiro de sexo em mim. Sei que ele gosta. Toda vez que saio com outro homem e conto pra ele, ele vem logo chupar minha buceta, que algumas vezes ainda esta toda esporrada. E ele dizia: Então porque você não fala para ele sobre nós? Se ele gosta mesmo, pois ai eu poderia te fuder com ele assistindo. O que você acha minha puta safada? Eu percebia que quando ele falava essas safadezas para ela, ela gemia mais ainda. Eu por minha vez, não estava agüentando mais aquela situação. Era tesão demais, minha cabeça estava a mil. Gozando sem parar, sem saber o que fazer. Já participei muitas vezes dela transando com outros, mas agora era diferente, estava me sentindo traído, sem saber que ela tinha este amante. Era um tesão diferente e ele era um amigo nosso, trabalhava com ela. Até que decidi. Vou entrar e participar. E assim eu fiz. Ao entrar no quarto, minha surpresa foi ainda maior, vi minha mulher de quatro com uma pica enorme, atolada toda em sua bunda e quem estava estocando aquele rabo, era o Roni que sempre a elogiava e a quem eu tinha o maior respeito e carinho. Casado, pai de um filho e freqüentador assíduo de minha casa. Ele foi o primeiro a me ver e tirando o pau que tem aproximadamente 22 cm da bunda de minha mulher, disse-me: Calma amigo, não fique nervoso. Eu não pude resistir. Vim te procurar e encontrei sua mulher sozinha, vestida só com uma blusa sua. Fiquei batendo um papo e você sabe como é. A carne é fraca e sua mulher é muito linda e gostosa. Ainda mais com as cochas de fora, mostrando uma calcinha super sensual. Não resisti e acabei aproveitando da situação. Fique tranqüilo Roni, sempre soube que você era louco pela Elisa. Noto seus olhares para as pernas dela e já desconfiava que você transava com ela e ela já te falou que gosto de ver ela transando com outros homens. Vem meu corninho, já que você chegou vamos aproveitar o momento. Faça de contas que sou uma puta de zona e você e o Roni estão aqui para me fuder. Vamos aproveitar, desde ontem que estou morrendo de tesão e você não me deu moral. Ok amor, você vai ser uma puta de fato e nós dois vamos te arrombar de todas as formas. Mandei-a ficar de quatro e como meu pau estava duro, atolei todo em seu rabo. Percebi que ela sentiu um pouco de dor, pois a situação tinha esfriado o clima de tesão que rolava entre eles. Não demorou muito para o clima voltar ao que era antes, só que desta vez melhor ainda, pois tinham minha participação. Meu amigo logo se posicionou por baixo dela, onde pude ver o tamanho da pica dele, mais de 22 cm e enfiou a rola toda em sua buceta, em estocadas frenéticas. Enquanto isso eu comia sua bunda que é deliciosa, arrebitada, lisa e apertada. Dai em diante a putaria rolou solta. Ela chupava o pau dele, enquanto eu a fudia. Ele comia sua bunda enquanto eu assistia e a chamava de puta safada e dizia: Vai puta, engole essa rola toda safada. Ela abria e fechava seus olhos de tanto tesão. Com suas mãos abria suas nádegas e mandava-o enfiar tudo, dizendo: Isso meu macho gostoso, enfia tudo. Meu corno adora ver um homem me comendo. Vai, enfia e tira. Vai. Que gostoso. Deixa meu corninho enfiar agora, façam um revezamento em minha bundinha, um por vez. Isso, me fodam. Eu sou a puta de vocês esta noite. E assim ficamos até as 24h00min na maior fudelância. O Roni teve que ir pra sua casa, pois sua esposa o esperava. A Elisa me contou que já tinha transado com ele duas vezes. Que esta era a terceira e que não tinha me contado, pois sentia uma tara diferente, como se fosse uma traição escondida. Ainda fudemos mais duas vezes esta noite, com ela me contando os detalhes das vezes que saiu com o Roni.
***Conto enviado pelo leitor Alex de Goiânia***
Olá venho contar um fato que talvez não seja interessante, mas é real.
Minha esposa é muito bonita, chama atenção quando está com saia ou shortinho. Uma pessoa reservada e que pouco fala de assuntos relacionado a sexo. Eu gosto de fantasiar no sexo que tem um Homem junto. Ela não liga para o que falo, mas goza muito. Domingo passado convidei um colega de trabalho para tomarmos uma cervejinha em casa. Foi um dia maravilhoso, pois falamos de tudo um pouco, principalmente sobre sexo. Mas ela não entrava no assunto e ficava na cozinha preparando alguma coisa. Quando eu ia buscar a gelada, passava a mão em sua buceta e pedia para ela mostrar. Foi aí que falei para ele: Quero que você buline na buceta da minha mulher. Então a chamei. Ela prontamente veio e perguntou o que queria. Eu não disse nada, ergui sua saia e passei a mão por cima de sua calcinha. Ela ficou vermelha de vergonha, mas ficou quieta. Então enfiei o dedo por dentro. Estava molhadinha e me deixou doido quando ela gemeu. Puxei a calcinha para o lado e sua libido correu pelas pernas abaixo. O amigo abaixou e começou a passar a língua em seu grelinho, arrancando gemidos como: Ai. Que gostoso! Ai amor mete o dedo no meu rabinho. Vai moço, cheira essa bucetinha. Eu vou gozar. Ai! Ai! Estou gozando. Nessa altura, meu pau estava todo melado e o rapaz colocou o pau em sua boquinha, soltando um jato de porra que sua boca não suportou. Depois a colocou no sofá de quatro e meteu sua vara de mais ou menos 25 centímetros. Fazendo com que ela gritasse de muito prazer. Foi a primeira vez que minha esposa deu para outro. Um fato verídico. Domingo 4 de outubro. inesquecível.
***Conto enviado pelo leitor Claudemir de Campinas***
No dia seguinte, segui para o trabalho. Nada falei para a minha putinha, pois era até o meio dia e fui direto para casa. Entrei sem fazer barulho e encontrei o maior barulho, pois a minha putinha estava cavalgando o irmão em nossa cama. Ela estava completamente tomada pelo desejo, pelo tesão e não notou a minha presença por mais de 10 minutos, praticamente ao seu lado. Assim que notou a minha presença, pediu para tirar a roupa e juntar-se a eles. O irmão ficou um pouco encabulado, mas ela o tranqüilizou dando-lhe um beijo e começou a chupar a minha pica.
Ela é uma quarentona que não troco por duas de vinte. Seios médios, bumbum arrebitado, uma boceta super quente e encharcada e uma boca muito gulosa. Não demorou e pedi para parar, pois não queria gozar tão cedo. Queria aproveitar ao máximo aquele momento e fui para trás tentar comer o seu cuzinho. Porém, a putinha levantou e sentou na pica do irmão de frente para mim, dizendo para colocar na boceta também, pois queria voltar aos velhos tempos com duas picas na boceta. Confesso que foi melhor do que eu sempre imaginei, muito embora a minha pica estivesse ralando em outra, mas o prazer foi inconfundível.
Ela voltou a cavalgar no irmão e eu pude finalmente botar no seu cuzinho. Após bombar bastante, o seu irmão pediu para trocarmos de posição e a putinha passou a cavalgar-me, onde o safado enfiou primeiro na sua boceta (nós dois lá dentro) e depois no seu cuzinho. Não demorou muito e a putinha começou a gozar várias vezes e para não chamar a atenção dos vizinhos, introduzi sua calcinha em sua boca. Para abafar os gritos de prazer que a putinha estava sentindo.
Pedi para o seu irmão apertar mais e a vadia gozou mais duas vezes seguida e nós acabamos gozando na boceta e no cuzinho respectivamente.
Ainda bem que estávamos de camisinha, porque senão a coisa estaria feia para os nossos lados. Mesmo com tantos anos de união, nunca havia presenciado a minha putinha gozar daquela maneira e tantas vezes. Pena que na segunda-feira o seu irmão precisou ir embora, mas com a promessa de passarmos mais um final de semana juntos e desta vez seria num motel, pois tenho certeza que os vizinhos ouviram os berros de prazer de uma puta muita louca, sendo penetrada na buceta pelo seu irmão e tendo no cuzinho a pica do corninho do marido.
A cada dia que passa mais eu amo e desejo a minha esposa putinha. Desta vez ela quer por em prática a experiência com mulheres. Se você é maior de 18, higiênica e topa transar com um casal quarentão, mas super conservado entre em contato.
***Conto enviado pelo leitor Anjjope de Recife***
Tenho 25 anos e minha esposa 22, loira, baixinha, bem gostosa. Ela era um pouco tímida, mas como sou bastante safado, sempre que transávamos eu dizia que gostaria de vê-la dando para outro. Ela sempre dizia que não. Um dia um amigo veio em nossa casa, ficamos conversando, tomando umas cervejas e notei que minha esposa estava bem à vontade.
Começamos a falar de vários assuntos, entre eles de sexo. Os olhos dela brilhavam, foi quando fui mostrar uns vídeos para meu amigo. Era de garotas de biquínis, com os peitos de fora. Não demorou e um volume enorme surgiu em sua calça, minha mulher ficou hipnotizada, pois eu era o único homem que ela tinha trepado e eu não tinha um pau daquele tamanho. Fui até o computador que fica no corredor, liguei a cam e foquei os dois na sala. De onde eu estava eu não os via, eles sim me viam. Como eu estava com os olhos fixos na tela, minha esposa começou a olhar mais para o pau do meu amigo, e ele olhando para ela. Não demorou nada, minha esposa disse que ia tomar banho. Então voltei para sala. Perguntei a ele o que achou dela e ele meio sem jeito disse que era linda. Tomei coragem e disse que ela era louca pra transar com um cara de pau bem grande. Você deixaria me perguntou. Disse a ele que sim. Quando ela voltar do banho vou deixá-los a sós, pode agarrar ela que ela vai adorar. Ele ficou meio sem jeito, mas disse que tudo bem. Tão logo saiu do banho, eu fui tomar o meu. Deixei a porta entre aberta para que pudesse através da cam ver tudo. Não demorou nada e ele começou a alisar suas pernas, ela ficou quietinha. Então ele levantou e começou a beijá-la, como ela estava um pouco tímida ele dirigiu a mão dela até seu cacete, que ela pegou com vontade. Rapidamente ela se ajoelhou e começou a chupar, mal cabia em sua boca, então ela se pos de quatro, levantou a saia e ele encostou aquele enorme cacete em sua xana. Começou a empurrar, ela se contorcia. Ele com um pau enorme e ela com uma buceta bem pequena. Parece de adolescente. Quanto mais ele metia, mais ela rebolava. Como ela estava com pressa, pois não sabia que eu havia permitido, acelerou as reboladas e gozou. Em seguida foi a vez do meu amigo, que tirou seus 23 cm de pica e gozou muito em sua bunda. Então se vestiram e quando sai estavam como se nada tivesse acontecido. No outro dia, minha esposa me disse que achava que estava com infecção de urina, pois estava com a xana ardendo. Fiquei na minha e até lhe dei um remedinho, pois sabia que fora o pau do meu amigo o motivo daquela dor. Depois disso houve muitas outras vezes, mas isso eu conto outro dia.
***Conto enviado pelo leitor Junior do Rio***
Meu nome é Monique, tenho 24 anos, sou morena do tipo gostosinha, com a bunda bem arrebitada que deixa meu marido louco de tesão e uns peitinhos médios do tamanho ideal pra caberem na boca. Teve uma semana que meu marido viajou a trabalho e me deixou em casa literalmente na seca. Ele voltou numa sexta-feira, muito cansado e não teve ânimo pra transarmos, apesar de eu estar louca pra tomar vara. No sábado após o almoço quando pensei que finalmente ele ia me saciar, nada. Ele saiu pra jogar bola e me prometeu que após voltar, iríamos transar gostoso durante horas. Fiquei animadinha, tomei um banho gostoso, aparei os pelinhos da minha bocetinha, coloquei uma roupinha leve, um topzinho e um short confortável que valoriza muito meu bumbum. Quando escutei o barulho do carro no portão minha bocetinha molhou, sabia que estava chegando a hora de saciar o tesão guardado da semana inteira. Quando meu marido entrou em casa eu não gostei nem um pouco, pois ele estava com dois amigos que tinham jogado bola com ele. Ele me disse que vieram assistir a um jogo na tv e tomar umas cervejas. Sentaram no sofá, começaram a beber e conversar sobre futebol e mulher. Aquilo estava me deixando muito irritada, meu marido não podia fazer isso comigo, ao invés de foder a esposa ele preferia ficar bebendo e falando sobre bunda de mulher? Sentei no sofá e fiquei escutando a conversa deles. Tinha um moreno bem forte e muito safado, falava cada coisa, dizia que gostava de colocar a mulher de joelhos e bater na cara dela com o pau, dizia que mulher é tudo safada e tem que ser tratada com muita pica, pois é disso que gostam. Percebi que já estavam meio bêbados, pois nem se importavam com a minha presença e continuavam com essas conversas de homem. O morenão dizia que adorava gozar no rabo das mulheres e que soltava muita porra. Eu com tanto tempo sem sexo, comecei a ficar excitada com aquele papo safado e comecei a olhar mais pro cara. Ele estava com uma bermuda e denunciava um volume enorme, devia ter um pau muito grande. Minha bocetinha já estava latejando e muito molhada, comecei a provocar aquele cara, mas com muita sutileza. Sentei-me um pouco mais de lado de um modo que minha bundinha ficasse exposta pra ele. Notei que ele começou a olhar bastante, eu passava a mão nos meus peitos que estavam de bicos durinhos marcando o top, olhava pra ele com um carinha de safada, fazia mil bocas. Mas fiz isso com certa naturalidade, de modo que ele pensasse que eu era sempre assim e não pensasse que gostaria de foder com ele, afinal não podia trair meu marido. O tempo foi passando, começou a chover. Até já tinha escurecido e nada deles irem embora, eu queria era sexo. Com a chuva começaram uns relâmpagos e de repente a luz apaga. Ficamos ali no escuro eu ao lado do meu marido e os outros dois no sofá ao lado. Passou uma meia hora e eles já nem falavam tanto, escutei meu marido começar a roncar de bêbado, nada da luz voltar. Falei que iria até a cozinha procurar uma lanterna que tinha guardada. O moreno percebeu que a situação lhe era favorável e disse que ia me ajudar. Chegando lá comecei a procurar e vi que o safado fazia questão de se esfregar em mim sempre que podia. Teve uma hora que eu estava procurando uma coisa num armário alto e o tarado me encoxou na cara dura com a desculpa de me auxiliar. Não encontrei a lanterna e ficamos ali conversando amenidades até que um trovão muito alto me assusta e eu instintivamente abraço ele com medo. Ele como não é bobo nem nada me enlaçou pela cintura com aqueles braços fortes e disse que não era pra me preocupar. Ele me virou de costas pra ele posicionou aquele cacete bem no meio da minha bundinha e começou a me morder o pescoço me elogiando, falando que meu marido era um idiota em preferir ficar bebendo com os amigos ao invés de ficar fazendo amor comigo. Começou com essas conversinhas moles, mas ele queria era me foder. Eu comecei a ficar louca com aquela situação. Um moreno forte com um belo pau me abraçando por trás, me mordendo o pescoço, e com o tesão que eu estava não consegui resistir. Virei-me de frente pra ele e dei um super beijo de língua que me balançou as pernas. Ele apertava minha bunda, passava a mão nos meus peitos, me chamava de gostosa, eu estava adorando. Levei a mão até seu instrumento e percebi que realmente era muito grande e grosso, do jeito que eu estava precisando. Ele me abaixou e me mandou chupar. Fiquei de joelhos e mamei naquela vara deliciosa. Chupei como nunca tinha chupado meu marido. Lambi suas bolas e punhetava com a mão enquanto me acabava em lamber. Ele me ergueu me colocou encostada na mesa e foi por trás. Abaixou meu short, afastou a calcinha para o lado e enfiou aquele mastro enorme que entrou com certa facilidade devido à lubrificação em que minha xaninha estava. Bombou muito forte, como um animal eu escutava as bolas batendo na minha bunda e não conseguia segurar os gemidos. Gozei umas três vezes, até que ele anunciou que estava prestes a gozar também. Eu falei: Vai meu macho, lava minha bunda com sua porra. Ele respondeu: Não, cachorra como você eu gozo dentro mesmo. E gozou, inundou minha bocetinha com porra. Começou a escorrer pelas pernas, na hora eu nem me preocupei com nada, só queria curtir o momento. Ele me virou e me deu um beijo ardente, do jeito que ele mete eu podia me apaixonar facilmente. Recompus-me e voltamos pra sala. Ele chamou seu amigo e falou que já estava tarde e que tinham que ir embora. Meu marido continuava roncando. Dormia agora como um corno, enquanto sua esposa entrou na vara do seu amigo. Hoje toda vez que passo na frente de um bar que eles freqüentam, escuto todos os homens me chamando de gostosa, rabuda, safada. O morenão deve ter espalhado a história, não posso falar nada, pois afinal é tudo verdade.
Tudo começou depois que um senhor nos observou transando nas areias da praia de santos. Em vez de raiva, fiquei com tesão e pedi para minha noiva continuar a transa. Como ela não ligou, passei a fantasiar ela com outro e mostrei algumas revistas do gênero a ela e pedia para que ela mostrasse os paus que a atraia. Comecei a sugerir que ela transa-se com algum amigo dela e me contasse. O tempo passou e a idéia de realizar o sonho estava cada vez mais perto. Minha noiva, então com 23 aninhos só havia transado comigo. Um dia falei que tinha proposto a um amigo de trabalho a transa, e ela ficou louca, pois ele parecia o Fagundes e ela nutria certo tesão por ele. Tudo muito bem se eu tivesse feito isso, mas tinha falado a ele que queria que ele comesse minha cunhada junto comigo com vergonha de dizer que era minha noiva. Dei varias desculpas a ela e já havia marcado o dia com ele e ela. Emagreci em uma semana 7 kg, pois nem me alimentar conseguia. No dia marcado ela comprou lingerie nova e ficou preparada. Naquele final de manhã, chamei Fagundes para tomar uma coca e disse a ele na lata: O negócio é o seguinte, vou eu, você e a Dri para o motel, pois é uma fantasia nossa. O cara quase pirou, me chamou de louco, pois ela era uma delicia e muito linda, mas no final aceitou em comer a Dri. Final do dia ficamos em um restaurante esperando ele, que era casado e arrumou uma desculpa para se divertir. Tensão total até o motel. Entrei no porta malas e logo escutei o que parecia um estalo de beijo entre eles. Entramos no quarto e me lembrei de buscar as camisinhas no carro. Disse então a eles para irem se aquecendo. Ao chegar no quarto me deparei com ele chupando os peitos dela e a despindo. Fui tomar banho já de pau duro e falei que não precisavam esperar. Durante o banho meu amigo entrou no banheiro e me perguntou com a cara toda borrada de batom se era aquilo mesmo, e eu disse que sim. Sai do banho e vejo minha noiva sendo chupada de um jeito que nunca a havia chupado. De pau na mão pedi para participar e ela fez sinal que não. Então sentei em uma cadeira e fiquei punhetando o pau. Apos a seção de lambidas, ele ficou nervoso e não conseguiu penetra-la. Eu tomei a frente e a comi bem gostoso. Depois disso ele a comeu em várias posições e enquanto eu a comia de ladinho ele fez aquilo que ela nunca havia deixado. Gozou muito na cara dela. Foi lindo ver ela com porra até no olho. No instinto, com o dedo peguei um pouco de porra dele e coloquei na boca dela. Nesse dia a comemos e a fizemos gozar varias vezes. Fomos embora e após meia hora falamos no assunto. Ela falou que adorou e que quando eu quisesse repetir era só falar. Ela ficou até com os lábios descascados de tanto que chupou. Vida de corno é assim, muito boa.
Tinha que ir à Brasília a serviço e convidei minha esposa para curtirmos um pouco a noite brasiliense. Ela aceitou de imediato, me deu um beijo bem gostoso, cheio de excitação e me disse que ia me dar outro presente, o que eu já desconfiei do que seria. Já no vôo para Brasília ela me deixou louco de excitação, pois foi com uma minissaia preta, calcinha branca brilhosa, sapatos altos, uma blusinha tomara que caia, que quando ela se abaixava um pouco mostrava os seios e como fomos uns dos primeiros a entrar, os que passavam pelo corredor tinham uma linda visão de minha esposa. Chegamos, pegamos um táxi e aí começou o show de exibicionismo de minha gata. Na posição que ela sentou o motorista deu aquela olhada para a calcinha dela e na chegada ao hotel foi a mesma coisa. Acomodamos-nos e a convidei para irmos ao barzinho do hotel para tomarmos um aperitivo. Ela me perguntou se poderia ir com aquela roupa, ou se colocaria uma mais provocante. Eu disse: Você esta querendo enlouquecer os homens como fez com o taxista? Quero sim amor, hoje vou te dar de presente mais um lindo chifre. Sei que você ficou cheio de tesão desde o avião. Ela colocou um vestidinho vermelho curtinho, colado no corpo, com uma micro calcinha, sem sutiã. Estava maravilhosa, provocante e sensual, nos seus 1,72 de altura, 34 anos, corpo bem delgado, uma maquiagem linda de morrer e cheia de excitação. No barzinho tomando umas doses, ela me chamou a atenção para disfarçadamente ver um cara que não tirava os olhos das pernas dela. Pediu-me pra ir ao banheiro e na volta ver o que ele estava vendo de tão interessante. Obedeci, na volta pude ver um lance delicioso da calcinha dela e ao sentar falei: Amor, você vai deixar o cara louco de tesão com sua calcinha a mostra. E ela me falou que na minha ida, ele ficou mostrando a língua e jogou uns beijinhos pra ela e ela retribuiu com um sorriso. Continuamos conversando, eu estava de costas para o paquerador e sabia que eles estavam se curtindo. Ela me pediu pra ir novamente ao banheiro, o que fiz de imediato e já estava de pau duro. Na volta ela me contou que ele passou e deixou um bilhete com fone e número do apto. fica mais um pouco e subimos. Ela me perguntou: Posso ligar amor? Gostei da maneira dele. Ligue amor. Interfonou para o apto dele, se apresentaram, falaram assuntos diversos, disse que era casada, com um marido liberal, que tinha gostado dele. Ele disse que queria conhecê-la pessoalmente e a convidou para ir ao seu apto, dois andares acima do nosso. Ela disse que as 20h00min eu teria que ir a uma reunião e ela poderia subir. Nessa altura eu estava chupando a bucetinha dela, bem depilada e toda meladinha. As 20h00min ela saiu e fiquei no quarto, pensando mil e uma coisas, batendo uma punheta. O tempo não passava. Outra punheta. As 22h00min ela bate na porta, abro, dou um beijo de chupão, com o pau a mil por hora. Amor, como foi? Te dei seu presente. O Roni é um ótimo homem na cama. Estou realizada. Fale-me amorzinho, como foi? Cheguei ao quarto dele, bati na porta, ele atendeu, se apresentou, sentei no sofá, ele se sentou do meu lado, só olhando para as minhas pernas, que estava quase na altura da calcinha. Pegou-me pelo braço, me deu um beijo no rosto, no ouvido, na boca, começou a alisar minhas pernas, subiu a mão até minha calcinha que já estava toda molhadinha, me beijando. Aí comecei a alisar suas coxas, subi a mão e quase não acreditei no que senti. Uma pica super dura, grossa e grande. Ele me pegou pela mão, me puxou até a cama, levantou meu vestido e o tirou por cima, me deixando só de calcinha na frente dele. Tirei sua camisa, desabotoei sua calça, me abaixei e fiquei beijando aquele pauzão por cima da cueca. Amor, quando tirei o pau dele para fora, levei o maior susto, devia ter uns 23 cm e bem grosso. Não resisti, abocanhei e quase não coube em minha boca. Que coisa maravilhosa, era o que sempre sonhei. Eu já tinha te pedido pra você arrumar um pau daquele e você nunca arrumou. Ele tirou minha calcinha… Deu uma chupada maravilhosa… Gozei na língua dele enquanto chupava seu pau. Ele me colocou deitada… Pincelando aquela cabeçorra em mim. Implorei: Põe Roni, enfia esta coisa linda em mim. Ele respondeu: Calma minha putinha, vou te comer a noite toda. Acho que aquele cornão do seu marido não sabe fazer direito. E começou a me enfiar. Nunca tinha sentido tanto prazer em minha vida. e eu gozei outra vez. Você não vai parar de bater punheta meu corninho? Quero ainda gozar com você. Amor, como me realizou, ele fez do jeito que eu estava precisando. Sei que gozei quatro vezes com ele. A ultima foi na minha boca, que você deve ter sentido o gosto quando me beijou. Transamos mais umas três vezes esta noite. Na manhã seguinte, as 9:00h estávamos no salão do café e o Roni chegou. Passou por nós e se sentou, como se não a conhecesse. Sem imaginar que o prazer que ele sentiu a noite, foi patrocinado por mim. Minha esposa ainda se encontrou mais duas vezes com ele, sempre com o meu consentimento.
Olá amigos leitores do Sexo & Sedução. Meu marido é meu cúmplice, meu incentivador. E o que passo a relatar aconteceu recentemente. Na ultima quarta feira do mês de Agosto, meu marido foi trabalhar em Jundiaí e para não me deixar só, me levou junto. Afinal, ficaria na quarta, retornando na quinta à noite. Enquanto ele trabalhava, eu ficava no hotel, ou então passeando pela cidade. Na quarta-feira a noite, saímos para jantar e na volta vi uma avenida onde algumas prostitutas trabalhavam. Passamos bem devagar e pude olhar todas aquelas meninas se insinuando para os veículos. Aquela visão mexeu com minha libido, e curiosa pedi para ele parar. Tão logo parou, uma garota apareceu na minha janela dizendo: Oi, tudo bem? A fim de um programinha? Perguntei o preço, ela respondeu eu agradeci e fomos embora. A curiosidade feminina é algo inacreditável, aliado ao meu exibicionismo. Pedi para meu marido passar de novo na avenida e parar o carro numa distância que pudéssemos observar melhor as atitudes, e para onde iam as garotas depois que entravam nos veículos. Seguimos um carro que se dirigiu para um lugar afastado, parando ao longe de outros carros que ali já estavam estacionados. Tivemos a mesma atitude, e notamos que aquele local era um verdadeiro motel ao ar livre; casais nus dentro dos veículos transavam tranqüila e loucamente. No caminho de volta ao hotel falei para meu marido que gostaria de experimentar aquela situação, e nessa noite transamos fantasiando como seria meu desempenho como uma prostituta. Na quinta-feira enquanto meu marido foi trabalhar, fui ao shopping local, e comprei uma minissaia, ou melhor, dizendo, uma micro-saia e uma frente única bem decotada. Voltei para o hotel, e próximo da hora que meu marido retornava do trabalho, me produzi feito “puta”. Meu cúmplice ao abrir a porta ficou de queixo caído, me dizendo: Benzinho, você esta uma perfeita vagabunda. Abraçou-me, beijou, me jogou na cama e quando tentou me comer, disse a ele para esperar, pois tinha preparado uma surpresa para depois do jantar. Saímos para jantar, eu com uma roupa bem comportada, nem parecia aquela “vagabunda” que ele vira horas atrás. Após o jantar pedi para ele ir na “avenida das meninas”. Lá chegando tirei da minha bolsa a micro-saia, a frente única e me troquei dentro do carro. Dei um beijo no seu rosto e falei: Vou ser vagabunda por uma noite. Dizendo que ali começava a surpresa que eu tinha preparado. Eu ficaria na avenida como as meninas, e depois de um tempo ele viria, me pegaria e iríamos lá no local onde os carros ficavam estacionados com o pessoal transando dentro. Meu marido entrou na brincadeira, e com sua aprovação sai do carro. Na avenida, fiquei sob um poste de iluminação, a luz garantia uma suposta segurança e a poucos metros dali estava o meu marido dentro do carro, eu me sentia segura. Na calçada puxei bem a saia para cima de forma que a polpa do meu bumbum ficasse aparecendo, o decote da frente única dava plena visão dos meus fartos seios, e a saia contribuía para a visão das minhas grossas coxas. Não demorou muito parou o primeiro carro, dentro um homem aparentando mais de 45 anos. Para provocar meu marido, abaixei no vidro do carro, virei o bumbum para o lado do meu marido, de forma que minha minúscula tanguinha vermelha ficasse aparecendo, enquanto eu conversava com o “cliente”. Eu mexia minhas pernas num lento rebolado, os carros que passavam buzinavam e aquelas buzinadas me davam a nítida certeza que eu estava “feito puta” enquanto eu acertava o preço com aquele senhor. Quando falei o preço, ele desistiu. Carros paravam, conversavam, alguns queriam só passar a mão em mim, outros tentavam regatear o preço, mas eu me mantinha no jogo, o tesão aflorava no meu corpo, a cada carro que parava minha xaninha molhava, estava vendo a hora que eu não ia resistir, e foi o que aconteceu. Um jovem aparentando uns 29 anos dentro de um Golf estaciona; ao olhar o jovem fiquei extasiada com sua beleza e com sua educação. Decidi entrar, estava louca para sentir a realidade na carne. Antes de entrar olhei para trás e vi meu marido vindo em minha direção, dei um sinal de ok para ele, entrei no carro e o rapaz rumou para o local onde o pessoal transava dentro do carro. No caminho meu coração disparava, um misto de tesão e perigo invadia meu corpo; meu “cliente” ia acariciando minhas pernas, meus seios, e tecendo mil elogios. Eu podia notar que realmente ele era bem educado, e para retribuir tantos elogios e carinhos coloquei minha mão no meio de suas pernas e pude sentir o volume que ali se formava. Estacionados, ele deitou os bancos do carro, enfiou a mão pelo decote de minha blusa, tirou para fora meus seios, sugou, beijou, me levando a loucura. Para ajudá-lo, tirei a blusa e ele foi beijando todo meu corpo, tirou minha saia, eu abri suas calças e cai de boca naquele pau duro feito rocha, e chupei deliciosamente. Não demorou estávamos pelados, ele parecia não ter pressa alguma, e eu estava adorando aquela situação. Ouvimos barulho de um carro que passava, demos um tempo. Ao olhar o veiculo, vi que era meu marido, que passou e sumiu. Fiquei tranqüila, teoricamente continuava em segurança. Voltei a chupá-lo, ele acariciava minha bunda, enfiava os dedos na minha xaninha e dedilhava meu grelo. Eu estava ficando louca, pedi para ele parar senão eu ia gozar. Percebi que ele também já estava quase gozando. Subitamente abri a porta do carro, sai e chamei-o. Ele olhando me disse: Gosta de se exibir né danadinha? Agora estávamos os dois pelados na rua do lado da calçada; ao olhar para o lado, vi o carro do meu marido estacionado. O rapaz encostou-se ao carro, eu abaixei e voltei a chupar aquele pinto maravilhoso. Eu nua em pêlo chupando o pau de um estranho, me levava ao delírio. Prevendo que ele ia gozar na minha boca falei: Não goze na minha boca, por favor. Nesse momento meu cliente me pega pelos braços e me faz ficar em pé. Pega uma camisinha no porta luvas, e veste o bruto. A hora da verdade tinha chegado. Virei-me de costas, abri as pernas, arrebitei minha bunda, e senti uma língua no meu anelzinho. Fui a loucura, rebolei no rosto dele enquanto olhava meu marido dentro do carro ao longe. Sua língua percorria minha bunda, meu anelzinho, lambia minha buceta e logo ele posicionou a cabeça do pau no caminho do meu anelzinho, com o rosto sobre o carro. Separei minhas pernas, fiquei na ponta dos pés, arrebitei bem oferecida e com as mãos abri minha bunda para receber aquele mastro deslumbrante. O jovem foi enfiando, quando a cabeça entrou, eu gemi: Calma tesão, devagar. Devagar que quero sentir tudo. Ele metia, enterrava calmamente e eu vibrava a cada enterrada. Logo senti as bolas do saco bater na minha bunda. Nesse momento fui à loucura, tive a certeza que ele tinha enterrado tudo, soltei minha bunda, apoiei as mãos no carro e comecei um lento e cadenciado rebolado, e ele metia gemendo no meu ouvido: Isso gostosa rebola. Rebola vai gostosa. Suas palavras no meu ouvido me certificavam do prazer que eu estava proporcionando a ele. Eu começava a entrar em êxtase, parei de rebolar e comecei apertar com minha bunda aquele pau que tava todo enterrado dentro de mim. Eu tinha me transformado numa verdadeira puta. Quando percebi que ele estava prestes a gozar, pedi para ele tirar. Tirei a camisinha do pau dele, peguei outra na minha bolsa, e enquanto encapava novamente aquele pinto gostoso, ele sugava meus seios. Devidamente encapado, eu de frente para ele, abri as pernas e comecei a pincelar meu grelo com o pau dele, prestes a gozar. Segurei o jovem pela cintura e puxei para mim. Esse movimento fez o pau dele enterrar na minha buceta, abracei o jovem, ele num rápido movimento, trocou de posição comigo. Agora era ele que estava encostado no carro, com uma mão na minha cintura e a outra nos meus seios. Ele fazia o movimento de vai e vem. Meu grelo duro roçava aquele pau e eu comecei a gozar gemendo: Mete. Enterra esse pinto na minha boceta. Vai, mete. Não para que eu vou gozar. Isso, assim vai. Obediente, meu cliente cadenciava mais e mais seus movimentos. Aquele pau entrando e saindo e roçando no meu grelo me levava a loucura. Olhei para o lado e vi meu marido no carro impassível diante do dragão, ao ouvido do meu cliente eu urrava: Não goze. Não goze que eu quero mais. E dessa forma eu gozei pela segunda vez. Nossos movimentos ficaram frenéticos, e quando meu cliente estava prestes a gozar, tirou o pau de dentro de mim, me virou rapidamente de costa. Eu entendendo o que ele queria, abri as pernas, arrebitei a bunda, e ele socou no meu anelzinho que a essa altura já estava bem acostumado com a grossura do cacete. Seu pinto escorregou para dentro de mim, arrancando gemidos e urros de minha boca. De repente senti uns tapinhas na minha bunda com ele gemendo: Rebola vagabunda, rebola. E mais tapinhas carinhosos e mais gemidos: Isso, assim. Rebola assim que eu gosto. Suas mãos pegaram meus seios, e ele me puxava para trás estocando cada vez mais, não demorou eu tava chorando de tesão no pau dele. Lágrimas de prazer, lágrimas de felicidade. Ele não se conteve e falou: Chora vagabunda, chora. Eu chorava, ria, olhava para trás, vendo aquele macho gostoso com o pau todo enterrado, fodendo minha bunda gulosa. Entrei em transe, chorava no pau dele, ria, urrava, gemia, e aqueles movimentos de vai e vem, com fortes e profundas estocadas na minha bunda me levavam ao delírio. Realmente eu era a perfeita puta. A brisa da noite, eu nua metendo ao ar livre, a sensação de perigo que tinha no ar, aqueles carros estacionados um longe do outro e eu com a certeza que tava dando um espetáculo magnífico para meu marido e para os outros casais, fez com que eu gozasse novamente. Em seguida ouvi: Vou gozar, vou gozar. Mexe vai, agora. E pelos meus seios novamente fui puxada para trás, num tranco forte e violento, e ele gozou. Quando ele tirou pau da minha bunda, sorrindo virei meu rosto para trás, dei uma arrebitada na bunda, passei a mão no meu rego e senti o quanto aquele pau tinha alargado meu anelzinho. Meu sorriso maroto de plena satisfação, foi inevitável, tinha metido gostoso. Abracei meu cliente, dei-lhe um beijo em seu rosto, falando ao seu ouvido: Você é um tesão. Amei seu pau. Ele num gesto de extremo carinho, retribuiu o abraço, enquanto uma mão acariciava meus cabelos, descendo pelas minhas costas, minha bunda, a outra acariciava meus seios, meus biquinhos, descendo até meu grelo ensopado. Entramos no carro, vestimos nossas roupas, e ele me deixou de volta na avenida. Tão logo ele se foi, entrei no carro do meu marido e fomos para o hotel. Metemos a noite inteira relembrando a cena que eu tinha vivenciado. Se você gostou, vote. Será um estimulo para eu continuar contando minhas aventuras. Beijos a todos.
Oi pessoal, meu nome é Flavio e o que vou contar aqui foi um fato verídico que ocorreu em minha vida ao lado da mulher que mais amo nesse mundo. Somos um casal de namorados, estamos juntos há seis anos e moramos na mesma casa há mais de dois anos. Nunca casamos por escolha, mas talvez isso aconteça quando viermos a ter filhos. Só pra falar mais um pouco de nós, eu tenho 25 anos, 1,76 m de altura e 67 kg. Sou moreno, cabelos curtos e olhos castanhos. O nome dela é Patrícia, ela tem 24 anos, 1,69 m e 58 Kg, com pernas grossas e gostosas, cabelo preto liso e cumprido. Fui eu quem transou com ela pela primeira vez e até este acontecimento ela só tinha transado comigo. Essa história aconteceu há um pouco mais de seis meses e mudou um pouco nossas vidas. Eu estava com um mal estar danado e acabei pedindo pra sair mais cedo do trabalho, fui pra casa tranqüilo e cheguei por volta de 16:00 horas no apartamento. Entrei pela porta que fica na cozinha e logo vi que alguma coisa estava errada, pois a mesa da cozinha tinha dois pratos sujos de comida, como se tivessem feito alguma refeição recente. Logo minhas suspeitas foram confirmadas, pois comecei a escutar os gemidos da Patrícia, gemidos que eu conhecia muito bem e que ela só fazia quando estava chegando ao orgasmo. Os gemidos aumentaram e ela estava quase gritando, dizendo: Goza, goza pra mim, enche minha boceta de porra. Foi uma mistura de sensações, fiquei puto da vida, mas ao mesmo tempo estava cheio de tesão. Sem ação, não conseguia fazer nada até que escutei a voz do cara que na hora não reconheci, ele estava gozando e dizia em meio a gemidos: To gozando. Você quer minha porra? Vou deixar sua boceta toda gozada. Depois disso ficou um pouco de silêncio e eu finalmente consegui tomar uma reação. A raiva tomou conta de mim e gritei de onde estava: Que porra é essa na minha casa? Fui em direção ao quarto e rapidamente o cara saiu do quarto, com uma cara de apavorado com o sapato mal colocado e sem camisa. Era o Fabiano, um cara que trabalha na clínica veterinária com a Patrícia. Ele olhou pra mim e não disse nada, passou correndo em direção a porta e foi embora. Não fiz nada e fui direto para o quarto. Patrícia estava deitada com um sorriso de satisfação. Ela tinha colocado um short meu, mas estava sem camisa. Com raiva eu perguntei o que estava acontecendo. Com a maior cara de pau ela disse que nada, que o Fabiano estava ali ajudando ela com um livro em inglês. Eu disse que havia escutado tudo e completei: Vem cá, deixa eu ver essa boceta. Fui até ela pra tirar seu short, ela continuou sorrindo e arqueou o corpo pra facilitar que eu tirasse o short. Acho que esse foi o momento mais confuso de toda a minha vida. A bocetinha dela estava vermelhinha, abertinha e toda gozada. Cheia da porra do Fabiano junto com o gozo dela. Aquilo era lindo, me dava um tesão danado ver minha mulher com a boceta literalmente fodida, mas ao mesmo tempo fiquei triste e com raiva. Ela parou de sorrir quando eu saí do quarto sem dizer palavra alguma. Fui pro banheiro tentar esclarecer as idéias. Ela veio logo atrás, eu perguntei por que ela tinha feito isso, se ela gostava do cara e se estava cansada de ficar comigo. Com isso ela voltou a sorrir e disse que não tinha nada a ver, que me amava e que queria viver comigo, só que ela tinha tesão e queria experimentar outras picas, queria transar com outros caras e só isso, não tinha nenhum sentimento envolvido. Ela viu que isso me acalmou e então se aproximou. Percebeu meu pau estava duro como pedra. Segurou nele, e disse pertinho do meu ouvido: Você ficou com tesão né? Vai deixar sua mulher foder com outros caras? E me deu um beijo gostoso. Meu tesão estava a mil e beijei-a com vontade, passei a mão em sua bunda, levantei seu corpo e carreguei-a até o quarto. Eu estava alucinado, a joguei na cama completamente transtornado, abri suas pernas e enfiei minha pica na boceta dela. Ela estava completamente melada, podia sentir meu pau nadando na porra do cara. Comecei a meter forte e ela gemia alto, levantei suas pernas e soquei a pica com vontade, até o fundo. Ela gemeu alto e comecei a dizer: Vou te arrombar todinha. Você já esta toda arregaçada e toda gozada, mas já vi que é isso que você gosta, então vou te fazer feliz e te deixar toda gozada, com essa boceta arregaçada. Ela estava com os olhos fechados e gemia muito alto. Eu aumentei o ritmo e não agüentei mais o tesão, gozei gostoso na bucetinha dela que estava completamente encharcada. Tirei a pica e vi que a porra estava escorrendo, saindo da bocetinha dela. Deitei ao lado dela ainda ofegante. Ficamos em silêncio por algum tempo e depois dei um beijo nela e disse que a amava muito e que se ela queria transar com outros caras eu deixaria, mas com uma condição. Eu teria que participar, pois morria de tesão em ver ela fodendo. Ela deu um sorriso como que me agradecendo um novo beijo e depois ficamos na cama agarradinhos. Depois disso muita coisa aconteceu e estou disposto a contar aqui algumas histórias que tivemos nesses últimos meses. Ela voltou a chamar o próprio Fabiano para foder novamente, só que dessa vez eu participei. Conhecemos um cara em uma boate e depois outro amigo dela transou conosco, contarei aqui todos esses casos. Não chamo meus amigos para participar de nossas fantasias porque tenho um pouco de vergonha da minha situação de corno. Ainda não convenci minha mulher a me deixar transar com outra mulher, ou então transarmos com um casal, mas creio que isso é questão de tempo.
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