Meu nome é Lena e a história que passo a contar, aconteceu comigo recentemente. Primeiro devo dizer que sou casada, 49 anos, morena baixinha (1,50) coxas grossas e seios médios para grandes, apesar da idade ainda bem bonitos.
Sou bissexual por opção. Eu e meu marido temos uma cumplicidade muito grande e sempre que podemos vamos a clubes de swing e a bares gls, onde adoro paquerar lésbicas. Vamos aos fatos. Tenho uma amiga da minha idade que nos conhecemos ha muito tempo, trabalhamos juntas atualmente. Sempre fomos muito amigas mas nunca chegamos a trocar confidências. De uns tempos pra cá vinha sentindo que ela me tratava de forma diferente. Pegava-me constantemente, se encostava em mim e coisas afins. Um belo dia ela não foi trabalhar na parte da tarde e me liga dizendo que precisava muito conversar comigo. Prontamente atendi e fui a casa dela que fica próximo do nosso local de trabalho. Cheguei lá por volta das 14 horas e fui recebida por ela vestindo um robe de seda, pois tinha acabado de tomar um banho. Estava extremamente cheirosa com um perfume delicioso. Entrei, fui recebida com um beijo no rosto muito perto de minha boca. Aquilo já mexeu comigo e sentia que alguma coisa estava no ar. Ela prontamente, pois o calor estava muito grande, me perguntou se não queria tomar um banho pra refrescar, o que aceitei de imediato. Ela colocou no banheiro toalha e um robe também de seda, mas só que mais curto do que o dela. Fui tomar meu banho e quando voltei à sala, ela estava sentada no sofá com duas cervejas. Me ofereceu e começamos a conversar coisas amenas e de trabalho. Até que ela foi a cozinha buscar outra cerveja e quando retornou ficou abaixada próximo de minhas pernas que estavam de fora. Colocando a mão nelas disse que tinha algo muito importante e sério pra me dizer. Meu coração disparou pois ela jamais poderia imaginar que eu era bi e adorava mulheres. Meu marido até me incentivou a ter uma amante. Ela então começou dizendo. “Sabe Lena, vou confessar a você algo que me incomoda ha muito tempo. Você sabe da nossa amizade e não quero perdê-la de jeito nenhum. Mas tenho que te dizer que sou muito, mas muito apaixonada por você.” Aquela confissão me deixou surpresa, pois jamais imaginei que minha amiga fosse igualmente bi como eu e se declarava estar apaixonada por mim. Inclusive em algumas ocasiões quando transava com meu marido, ele sempre falava do tesão que sentia só de imaginar eu e minha amiga juntas. Peguei na sua mão e disse a ela que também gostava muito dela e que estava surpresa com a declaração que ela acabava de me fazer. Foi inevitável o nosso primeiro beijo, que começou bem suave e depois foi ficando cada vez mais violento. Eu a beijava, passava a língua em toda a extensão de sua boca, pescoço, orelhas e fui descendo até abrir o seu robe e ver os seus lindos seios, que segurei com muito carinho e fui chupando cada um. Ela se contorcia toda e gemia. Ela se levantou me pegou nas mãos e fomos para o seu quarto. Que maravilha tudo o que aconteceu. Nos abraçamos e nos beijamos como loucas deixando os robes caírem no chão onde ficamos nuas. Ela me deitou na cama e começou a me beijar na boca bem molhado onde pude sentir todo o sabor de sua saliva. Que delicia. Desceu mais um pouco e alcançou meus seios que estavam pra lá de duros com os biquinhos empinados de tanto tesão. Ela me chamava de meu amor e que queria que o tempo parasse para podermos ficar juntas. Ela foi descendo com sua língua felina até alcançar minha buceta que estava mais do que molhada. Começou a passar a língua em toda a minha buceta me deixando louca. Chupou até não mais agüentar e gozar na sua boca. Ela feito uma cobra, veio subindo pelo meu corpo com a boca toda melada do meu gozo e nos beijamos mais molhado ainda. Ai foi a minha vez que dar aquela mulher todo o prazer que ela havia me proporcionado. Fui beijando sua orelha, pescoço, e um beijo alucinante que demorou muito tempo. Ela me dizia que me amava e queria gozar como eu. Passei a chupar seis seios com muita vontade e fui descendo até chegar a sua buceta maravilhosa que lambi, mordi até que ela chegou a um gozo nunca visto por mim. Derramou uma grande quantidade de líquido. Esfreguei meus seios na buceta dela levando a minha amante a loucura. Depois levei meus seios até a sua boca pra que ela provasse do seu próprio gozo.
Ficamos abraçadas e repetimos a dose mais uma vez, até que a tarde caiu e fui embora. A partir deste dia nos tornamos amantes, e pelo menos uma vez por semana nos encontramos para nossas tardes de amor. No trabalho as coisas continuam iguais sem que ninguém tenha percebido nada.
Entrei no meu trabalho atual, bem tímida quase não falava com ninguém, até que fui conhecendo a galera.
A minha Chefe era uma mulher linda, séria, meio brava, e que não falava muito comigo, me via como uma simples estagiária. e eu também não gostava dela, mas com o tempo ela começou a sorrir mais p/ mim, e falar mais comigo, não só coisas de trabalho.
Um dia eu estava na copa tomando um café ela veio trocou idéia comigo e parecia que estava se insinuando, mas eu achei que estava louca, e fiquei na minha, 2 dias depois ela chegou em mim e me perguntou se eu queria ir tomar alguma coisa, sem entender muito bem, eu aceitei.
Quando vi chegamos na casa dela e ela pegou uma cerveja e ficamos bebendo na cozinha. depois de algumas cervejas fomos p/ sala e depois de mais algumas fomos pro quarto \”ouvir música\” ela colocou um cd da adriana calcanhoto e me olhou com muito tesão, eu estava sentada na cama, e ela veio com tudo e começou a me beijar loucamente.
Fui arrancando a roupa dela, as vezes nos olhavamos e davamos um sorrizinho…. deixei ela nua, e ela fez o mesmo, arrancou toda a minha roupa, tirou minha calcinha com os dentes, e começou a lamber minhas coxas, depois foi subindo e começou a me chupar, ela me chupou como uma profissional, eu olhava aquela mulher que no inicio nem me olhava, estava agora rendida entre minhas pernas, me chupando como louca, me dando muito prazer. aquela mulher que todos respeitavam, e tinham medo estava com a lingua dentro da minha buceta e sugando todo o meu gozo…. estava como uma puta rendida no meu poder. Isso me dava mais tesão…depois de gozar algumas vezes peguei ela pelos braços e joguei na cama, e comecei a mandar nela, falei p/ ela que ia sentar na boca dela p/ ela continuar me chupando em outra posição ela disse: vem logo com esta buceta molhada p/ eu chupar.
Eu fui, sentei na boca dela e ela me chupou mais.
Depois eu fui por cima dela, nos esfregamos mto….
Ela gozou, e eu desci com a boca na buceta dela que estava encharcada…. chupei ela muito, ela gemia, gritava, me xingava, falva assim: chupa sua chefinha vagabunda, me da prazer…. e eu obedecia, enfiei um dedo nela e ela uivava de tesão.
Depois sentei nela e disse que eu era a chefe agora, e ela disse: Pode mandar que eu obedeço, faço tudo.
Ela veio em cima de mim e enfiou o dedo na minha buceta p/ eu gozar denovo.
Depois ela me chupou e eu dava uns tapas nela e dizia: Você agora que me obedece eu que mando em você, sua puta, vagabunda, e ela ria, ficava com mais tesão e me chupava muito.Depois de gozar eu fui embora.
No dia seguinte no trabalho o clima no inicio foi meio constrangedor, mas depois ficou normal, e hoje meus colegas percebem que ela tem uma certa proteção comigo, e sempre pedem p/ eu ir falar com ela certos assuntos, e eu vou, e depois já marco um encontro, e nós trepamos a noite toda.
Ainda ficamos, mas agora ela arrumou um namorado e está mais complicado.
só sei que minha chefinha é muito gostosa e chupa mto bem!!!!!!
Depois de um mês de ferias, estava voltando para meu trabalho de secretária. Usava uma mini preta, com uma blusinha bem cavada de cor branca….sem calcinha e sem sutiã… afinal, era assim que meu patrão gostava de me ver quando ficavamos a sós…Ia entrando no elevador e vi Roberto, o seguranca da firma, falei oi e entrei….ele parou o elevador e me pediu pra esperar porque a filha do chefe iria subir no elevador da presidência junto comigo. Lembrava dela, menina meiga, ingenua, quase não falava…quando ela entrou, levei um susto….Loira, cabelos longos muito lisos, boca carnuda, pernas grossas, cintura fininha e uma bunda de tirar o folego….com seus 18 anos era um monumento. Olhei e a cumprimentei, e ela sorriu de volta. Entrou no elevador e apertei o botão do 13 andar. Começamos a subir…de repente, parou!9 andar, as luzes de emergência acenderam e eu fiquei esperando, mas nada. Olhei pra Dani e ela estava palida, tremendo, então falou que tinha claustrofobia, tremia tanto que eu a chamei pra perto de mim, e ela me abraçou, bem apertado. Liguei pra Roberto e perguntei o que estava acontecendo e ele disse que era manutenção e eu expliquei o problema da Dani, ele disse que iria demorar mais ou menos uma hora até a gente poder sair. O elevador era só espelho,e todo lugar que eu olhava via o rosto dela apavorado.Sentei com ela no chão,e ela deitou a cabeça no meu peito…Tremia muito e eu comecei a afagar os cabelos dela,de repente notei que minha blusa estava torta e meu mamilo rosado aparecendo…ela também notou,se aconchegou mais em mim,e sem querer,tocou no meio das minhas pernas…notou que eu estava sem calcinha…se afastou um pouco,mas logo deitou no meu peito novamente,e começou a tocar no meu mamilo…era uma sensação maravilhosa…assim mesmo,tentei afasta-la,mas ela disse que ficaria mais calma,tocando em mim.Deixei,e me entreguei ao prazer…ela mamava meu peito com uma ânsia,com uma vontade,que estava quase tendo um orgasmo,então ela me pediu pra levantar e colocou uma de minhas pernas no encosto do elevador…abriu meu frelinho e me chupou ,chupou…e chupou…eu estava em transe,como aquela garota timida poderia ser tão gostosa? Eu gozei na boca dela,e ela lambia os labios com o meu mel…eu a segurei pela cintura,tirei a saia dela,e comecei a tocar-lhe a bucetinha…grelinho duro,molhadinha…enfiei o dedo no cuzinho dela e ela gemeu gostoso,enquanto que com a lingua eu chupava sua xana ,seu grelinho…passei a lingua pelo cuzinho dela e ela quase caiu…entao peguei meu vibrador,e enfiei na sua xota…e maravilhada vi ela gozar…lambi sua bucetinha…era doce,rosada e com poucos cabelinhos…que delicia,ficamos namorando ali por muito tempo…quando Roberto viu que tinhamos acabado, porque o sacana viu tudo pela camera do computador…ele me ligou e disse…agora vai funcionar e muito obrigada pelo melhor orgasmo da minha vida…vocês pareciam duas cadelinhas no cio… Saimos do elevador e vimos o pai dela nos esperando…deve ter notado, mas nada falou. Depois de tudo ainda nos encontramos…sempre em lugares escondidos,em bares,em cinemas…mas ai e outra história.
Aninha era morena, 1.65 55kg cab lisos e olhos castanhos. Seios médios, firmes e bundinha empinada. Muito gostosinha com seus 18 anos. Eu ja tinha 27, ohos verdes branco e 1.83 e bonito. Ficamos a 1 vez no carnaval, levei ela pra uma rua mais afastada e rolou vários amassos. Depois liguei pra ela e marcamos pra sair. Covenci ela a ir assistir um video no meu ap. Ja estavamos num clima de muito tesão, e sabia que podia comer ela nesse dia. Ela tava de sainha curtinha e blusa branca colada desenhando os peitos. Escolhi um filme que tinha bastante cenas de sexo, pra deixar ela bem excitada. Depois de alguns beijos senti ela suspirando com minhas mordidas na nuca e beijos na orelha. Pegava nos peitinhos por cima da blusa e sentei ela no meu colo, ela sentiu minha rola dura e ficou envergonhada mas não saiu de cima. Tirei a blusa e comecei a mamar nos peitos lindos dela, ela gemia com uma voz de deixar a rola ainda mais dura. Enfiei a mão dentro da saia dela e pegava na xoxotinha que ja estava bem molhada, fazendo caricias no grelinho e na entrada da buceta. Ninguém se importava mais com filme nenhum, e fomos para minha cama. Tirei minha roupa e ela ficou vidrada no meu pau, falei pra ela pegar ela não se fez de rogada. Pegou e foi logo punhetando, sabia fazer aquilo bem. Mandei ela chupar, ai ela ficou meio sem querer, mas botei bem na frente da cara dela e fui puxando a cabeça até ela receber a rola e lamber. Aquela boquinha quente estava me deixando louco. Apesar de meio sem jeito ela foi me levando ao delirio. Eu tentava enfiar a rola mais dentro possivel, mas ja não dava pra entrar mais nada. Sao 18cm. Ai quis comer a xota e ela disse que era virgem. Parecia que tudo ia acabar por ali, mas eu ja estava louco de tesão. Falei que a gente ia fazer outra coisa então e la ficou calada. Virei ela de costas, afastei a calcinha e fui brincando no cuzinho dela com um dedo. Ela não reclamou e eu fui indo, até que consegui enfiar o dedo todinho no cuzinho. Meu polegar porque é mais grosso, ja pensando no depois fui alargando o cu dela. Ela fazia uns sons abafados mas não pediu para parar. Depois de um tempo enfiando e tirando o dedo aproveitei e fui colocando a rola no lugar, consegui enfiar a acabeça com alguma dificuldade, ela deu um gritinho, ai meti de vez. Ela gritou bem alto e eu parei com a rola dentro. Sentia aquele cuzinho apertando minha rola, era uma maravilha aquela gatinha ali me dando o rabo sem reclamar. Comecei a bombar no cu dela com cuidado, sentindo ela relaxar mais, até que comecei a meter forte e ela gemendo feito uma cadelinha ali deitadinha de costas. Aninha se masturbava enquanto recebia minha pica grossa, mordia o travesseiro e senti ela gozar tremendo o corpo todo. Ai meti forte até sentir que não aguentava mais e gozei dentro do cu dela chamando ela de putinha safada e varias sacanagens. Depois vi um pouco de sangue misturado com porra descendo. Disse a ela que aquela buceta ia ser minha da próxima vez e ela deu uma risadinha safada dizendo que não sabia, mas essa depois eu conto….
Este episódio ocorreu há muitos anos atrás, eu era adolescente e fazia faculdade numa cidade do interior paulista. Estava se não me engano no primeiro ou segundo ano e tudo era alegria, pois era uma cidade de estudantes, tinha muita gente jovem e sempre tínhamos varias festas para escolher. Eu me lembro que foi numa festa de uma republica de garotas que eu a conheci. Começamos a sair juntos para ir ao cinema, ou simplesmente passear, ir a outras festas e começamos a namorar… Ela se chamava Rosana, tinha a pele bem clara, cabelos castanhos lisos e longos, não era a beleza do seu rosto que chamava a atenção, mas tinha um corpo muito bonito, as mãos delicadas e um sorriso que me encantou. Ela era de uma cidadezinha também do interior, porém distante e morava num apartamento que dividia com seu irmão mais velho, que também estudava lá. Eu morava em uma republica com mais uma porção de amigos, naquela época os namoros, ainda mais no interior, eram mais inocentes e transar mesmo só quando se conhecia muito bem ou quando já era noivo e olhe lá. Também não existiam essas coisas de motel e drive in que vim a conhecer depois de casado (pasmem). Namorávamos no escurinho do cinema e dávamos aqueles famosos amassos, ela era muito carinhosa e passados alguns meses, o irmão que era mais velho e já estava quase se formando, começou a viajar mais no fim de semana para ir ajudando seu pai a tocar os negócios. Começamos então a ter mais privacidade. Primeiramente com beijos mais ousados, depois caricias nos seios para só depois de algumas vezes nos tocarmos o sexo, ainda por cima da roupa. Com o passar das vezes, as caricias e o desejo foram ficando mais intensos e comecei a acaricia-la na sua bucetinha por cima da calcinha. Ela por sua vez chegava a tirar o meu pau para fora e me masturbava. Chegava até a dar alguns beijinhos nele, ainda que timidamente. Eu percebia que ela ficava excitada, chegando a molhar a calcinha, mas quando eu tentava colocar a mão por dentro, ela se retraía e o clima se desfazia. Inicialmente ela dizia que era virgem, mas ela tinha contado que já tinha sido noiva por um ano e também pelas caricias que ela me fazia, eu percebia que ela não era tão inexperiente assim.
Num determinado fim de semana, o irmão ia viajar e finalmente o teríamos todo pra nós. Resolvi realmente ataca-la de todas as formas. Saímos na sexta à noite bebemos até ela ficar de pilequinho (sei que é um golpe baixo, mas era questão de vida ou morte). Quando chegamos de volta ao seu apartamento, começamos a nos beijar e a nos acariciar, fui despindo-a lentamente, beijando seus lábios, orelhas (era o seu ponto fraco), desci sem pressa as alcinhas do seu sutiã, beijei muito seu peitinhos que tinham os biquinhos cor de rosa, quase do tom da pele, senti que eles estavam arrepiados, durinhos e enrugados como se fossem ameixas secas; ela estava molinha e de olhos fechados não demonstrava que iria resistir. A tática era beijá-la muito, especialmente a sua bucetinha e no auge da excitação, com ela gozando na minha boca eu iria penetrá-la finalmente. Tudo correu bem, depois dos seios fui para a sua barriga, umbigo, terminei de tirar o seu vestido e ela estava só de calcinha, já com uma manchinha úmida de tesão, acariciei-a por sobre a calcinha, senti o seu grelinho durinho como um feijãozinho, ela respirava com rapidez e gemia quando a tocava. Quando fui abaixar a sua calcinha, ela resistiu, eu insisti e consegui finalmente retira-la. Deliciei-me… Beijei, lambi, chupei, bebi do suquinho adocicado da sua bucetinha, que tinha os lábios delicados, o grelinho durinho e escorria de tanto tesão… Percebi que o tão esperado momento estava próximo, senti que ela contraía a musculatura das coxas me apertando de encontro a sua bucetinha, senti que o liquido se tornava mais abundante, foi quando subi e me encaixei no meio dos seus quadris, a beijei, meu pau parecia que ia estourar de tanto tesão e já estava encaixadinho na portinha da sua bucetinha, foi quando eu disse que eu queria muito senti-la por dentro. Ela, entre gemidos implorou para que não colocasse, ela tentou fechar as pernas, mas não dava, pois o encaixe era perfeito, ela estava toda aberta para mim, com uma pequena pressão eu estaria dentro dela em um instante, ela quase desfalecida me pedia para não penetra-la e eu também implorava que eu queria muito fazer amor com ela, que gostaria de experimentar a sensação de estar dentro dela. Foi quando ela me disse que poderíamos fazer de outra maneira, no inicio eu não entendi, achei que ela me masturbaria, ou me chuparia até gozar. Eu argumentava que queria penetrá-la, então ela disse que me daria o cuzinho. Fiquei perplexo no começo, nunca tinha feito daquela maneira, mas o tesão era tão grande que resolvi aceitar. Ela levantou-se foi até a cozinha e pegou uma lata de azeite, deitou-se de bruços com a barriga sobre duas almofadas, empinando bem a bundinha e pediu para que eu lubrificasse bem o seu cuzinho. Assim eu fiz. Primeiro em torno e depois fui pressionando com o dedo e ela rebolando até que entrou a pontinha, ela continuou o movimento cada vez mais rápido e logo ele estava todo dentro e eu percebi que ela estava adorando e ela me disse então com a voz cheia de tesão: Vem comer a minha bundinha… Coloquei-me então por trás dela, lubrifiquei bem o meu pau e o guiei para aquele buraquinho e afoitamente forcei para dentro a cabecinha que estava latejando de tanto tesão, ela se contraiu bruscamente e disse que desse jeito ia doer muito. Ela me afastou um pouquinho dobrou mais os quadris ficando de joelhos. Apenas com o peito apoiado nas almofadas, com uma das mãos pegou o meu pau e com a outra afastou uma das nádegas, pincelou bem a cabecinha inchada no seu cuzinho e disse: Vem agora bem devagar… Fui lentamente forçando e maravilhado vi quando a cabecinha do meu pau desapareceu dentro de seu cuzinho muito apertado… Ela retesou o corpo e ficou imóvel pedindo para eu parar um instante. Senti que ele foi se acomodando aos poucos e então ela me pediu para não me mexer e ela começou a movimentar seus quadris, inicialmente rebolando com movimentos circulares e a cada volta eu sentia que ele entrava alguns milímetros a mais e assim foi com essa sensação maravilhosa sentindo a pressão do seu anelzinho percorrer toda a extensão do meu pau, engolindo-o centímetro por centímetro, até finalmente estar todo dentro dela. Então ela começou um movimento de vai e vem dos quadris, onde eu sentia que ele entrava todo para depois quase sair totalmente e pela primeira vez realmente eu senti que ela gozava, pois ela me apertava o pau em espasmos do seu cu. Não consegui também resistir e gozei de uma forma tão intensa como eu nunca tinha experimentado antes. Sentia o meu corpo inteiro tremer, as pernas bambas, o rosto latejar… Naquele fim de semana parecíamos dois coelhos no cio. Repetimos diversas vezes, sempre que podíamos… Mas a primeira vez a gente nunca esquece… E me marcou para sempre.
Terminamos o namoro no fim do ano, pois ela teve que mudar-se com o irmão… O pai, muito severo, não permitia que ela morasse sozinha… Então entendi que se ela perdesse a virgindade ou engravidasse antes de se casar o pai não aceitaria e a expulsaria de casa…
Gostaria muito de receber comentários sobre meu relato.
Sou a Paula e quero dividir com vocês minhas aventuras. Essa diz respeito ao inicio das minhas experiências com outras mulheres. Na época da faculdade haviam poucos rapazes na minha sala e na maioria das vezes em que fazíamos trabalhos em grupo só haviam mulheres em nosso grupo. Estávamos em final de semestre e tínhamos um trabalho muito longo pra fazer. Éramos em cinco mulheres e resolvemos dividir as tarefas para conseguirmos entregar o trabalho dentro do prazo dado pela professora. Numa tarde de sábado resolvemos nos encontrar para finalizarmos tudo, pois a apresentação seria na semana seguinte. Era quase fim de ano e fazia muito calor naqueles dias. Eu estava com uma minissaia, uma calcinha minúscula e um top que deixava minha barriguinha a mostra. Nos encontramos no apartamento de uma das meninas do grupo que morava sozinha, a Renata, uma loira escultural, muito bonita, cortejada por todos os rapazes da faculdade. Fui a primeira a chegar e vi que Renata também estava bem à vontade com um shortinho e uma camiseta regata. Logo em seguida chegaram as outras meninas: A Lu que estava com um vestido florido, a Carlinha, que chegou muito cheirosa e por fim a Andréia que estava com uma saia e uma camisete. Todas estavam vestidas de acordo com a estação, porém eu e a Renata estávamos mais à vontade. Iniciamos nossas atividades e conversavamos sobre muitas coisas, sobre a formatura que se aproximava, sobre as matérias que ainda teríamos prova e coisas do tipo. A hora passou bastante rápido e logo as meninas tinham terminado suas partes e só faltava eu concluir a minha. Notei Renata conversando com as meninas enquanto eu estava no computador finalizando minha parte. Renata voltou para a sala e logo as outras também voltaram. Andréia disse que teria que ir embora e com um sorriso maroto se despediu de nós. A Carlinha e a Lu olharam para Renata, piscaram para ela e trataram de inventar uma desculpa qualquer e saíram sem mais justificativas. Achei normal, afinal elas já tinham terminado suas partes no trabalho, só não estava entendendo aqueles olhares maliciosos. Enfim ficamos eu e Renata. Ela disse que iria tomar um banho e que era para eu ficar à vontade pois logo voltaria. De onde eu estava era possível ver o banheiro. Renata fez questão de deixar a porta aberta e continuava conversando comigo enquanto tirava a roupa. Sem que eu percebesse comecei a acompanhar seus movimentos enquanto ela se despia. Nunca tinha estado com uma mulher e até então meu negócio era homem. Aliás eu gozava muito com meu ex-namorado. Mas aquela situação estava realmente mexendo comigo e comecei a fantasiar coisas. Quando ela terminou seu banho, se enrolou em uma toalha e se aproximou de mim. Tentei disfarçar mas ela percebeu minha inquietação. Eu já havia terminado meu trabalho e ela perguntou se eu não gostaria de tomar um banho também. Eu estava muito cansada e achei que seria uma boa idéia tomar um banho para relaxar um pouco. Enquanto eu tomava meu banho, Renata providenciou uma roupa limpa para mim. Só que percebi que ela trouxe apenas uma calcinha e mais nada. Vesti a calcinha e fui procura-la para que ela me desse algo mais para vestir, mas ela disse que estava muito calor e se eu não gostaria de permanecer daquele jeito. E eu sem perceber acabei aceitando sua sugestão. Então Renata foi até a cozinha e voltou com uma garrafa de champagne e duas taças nas mãos. Ela abriu a garrafa e encheu as duas taças. Nos sentamos no sofá e começamos a conversar. Eu estava confusa em meus pensamentos sem saber se era fantasia da minha cabeça ou se realmente estava rolando algo entre nós. Eu perguntei a Renata como ela se sentia sendo desejada por todos os rapazes da faculdade e ela me revelou que não gostava da situação pois na verdade ela preferia estar com uma mulher. Diante daquela resposta tive certeza de que não era fantasia da minha parte. Tomamos quase toda a champagne e estávamos muito alegres, rindo de tudo. Ela se aproximou de mim e disse que eu era muito bonita. Fiquei um pouco sem graça e retribui o elogio dizendo que ela também era linda. Ela passou a mão pelos meus cabelos, me acariciou no rosto e foi se aproximando falando coisas no meu ouvido. Eu estava toda arrepiada e um tesão incontrolável percorria meu corpo. Ela tocou meus lábios suavemente e depois me beijou com muita paixão. Eu correspondi a seus beijos enquanto dizia que aquilo tudo era loucura. Renata me tranqüilizou e disse para nos entregarmos as nossas sensações e foi o que fizemos. Renata levantou-se e desenrolou a toalha de seu corpo. Pela primeira vez na vida tinha uma mulher nua tão próxima de mim. Ela me deitou no sofá, tirou minha calcinha e ficou me beijando e dizendo que meu corpo era lindo. Beijou meus seios e foi descendo por minha barriga, até chegar na minha bucetinha. Ela afastou um pouco minhas pernas e começou a me chupar. Sua língua era deliciosa e aquela sensação de ter uma mulher me chupando era indescritível. Ela chupava com muito tesão, enfiava toda sua língua em minha xaninha e eu me derretia de prazer. Quando ela introduziu seu dedo em mim e continuou chupando meu grelinho não agüentei e gemi muito gostoso. Percebendo que eu gozaria logo, Renata intensificou os movimentos e logo eu estava gozando na boca de outra mulher. Foi o orgasmo mais gostoso da minha vida até então. Diante de tudo aquilo fiquei interessada em saber como seria chupar uma buceta e Renata me deu a chance de saber. Eu queria muito retribuir a ela todo aquele prazer que eu acabara de ter. Fomos para o tapete e comecei a beijar Renata. Ainda podia sentir o gosto do meu gozo em sua boca. Fui beijando seus seios que eram lindos, uma perfeição. Desci por sua barriguinha, beijei seu umbigo e fui seguindo aqueles pelinhos loiros que me conduziram até aquela buceta maravilhosa. Ela era muito cheirosa. Seu perfume se misturava com o cheiro inconfundível de uma buceta sedenta por sexo. Comecei lambendo seu grelinho e seus lábios. Que sabor delicioso tinha aquela xaninha e eu sem conhecer aquilo tudo. Suguei seu clitóris com força e ela começou a gemer me pedindo para continuar. Percebi que ali era o ponto onde eu deveria me concentrar e tratei de fazer com muita vontade. Abri sua bucetinha com as duas mãos e enfiei minha língua bem fundo nela. Renata gemia como louca. Eu não via a hora daquela mulher gozar na minha boca. Ela me pediu para enfiar o dedo em seu cuzinho pois ela queria gozar. Assim que enfiei meu dedo em seu cu ela começou a rebolar e gritar. Ela segurava em meus cabelos dizendo para não parar. Eu podia sentir que ela estava prestes a gozar então pedi que ela gozasse em minha boca pois queria que ela fosse a primeira mulher de quem eu sentiria o gozo. Ela me brindou com seu néctar maravilhoso. Minha cabeça estava a mil e a sensação de ter uma outra mulher gozando na minha boca me fez gozar novamente. Estávamos exaustas no chão. Nos abraçamos e tiramos um breve sono. Ao acordar beijei novamente aquela boca deliciosa e agradeci por tudo. Ela disse que não precisava agradecer e com um sorriso no rosto disse que em breve teríamos mais noites como aquela, afinal nossas amigas também iriam me provar. Finalmente entendi porque elas tinham saído tão apressadamente. Estava tudo combinado entre elas. Renata me revelou que ela e nossas amigas se amavam regularmente e que apostaram para ver quem me pegaria primeiro. Depois dessa noite tivemos outras na companhia das demais, mas isso eu conto depois. Espero que tenham gostado. Beijos meninas.
Sou clara, com os cabelos castanhos, seios médios, e um quadril que sempre me deixou encabulada quando passo nas ruas perto de grupos de homens, pois o meu traseiro arrebitado e enorme é de chamar a atenção. Nunca fui dada a fantasias, estou com 27 anos, prático academia e estou com tudo no lugar. Meu marido e eu resolvemos não ter filhos até que ele se estabilize no emprego e eu depois de me formar não consegui emprego e fico fazendo as tarefas do lar. Recentemente resolvemos fazer uma reforma em nossa casa, que estamos acabando de pagar e colocar alguns detalhes nossos: Uma sauna, uma churrasqueira, armários embutidos, enfim essas coisas que a gente só faz na casa própria. Meu marido contratou um construtor que trabalha há bastante tempo no bairro. Tem fama de ser muito caprichoso, competente e já tem uma certa idade. Na segunda-feira passada ele iniciou o serviço e trouxe consigo um ajudante para as tarefas mais pesadas. Trata-se de um rapaz moreno, cabelos curtos e muito forte, certamente pelos exercícios que faz no seu trabalho. No primeiro dia, meu marido explicou os serviços e eles foram se trocar num quartinho dos fundos que será ampliado para ser a sauna e a churrasqueira. Trabalharam o dia inteiro, quando o empreiteiro disse que sairia mais cedo para encomendar alguns materiais e que seu ajudante continuaria fazendo a limpeza e depois iria embora. Eu, fazendo minhas tarefas de casa fui arrumando aqui e ali, quando cheguei para fechar a janela do quarto de TV, no segundo andar, que da para os fundos, que susto. O ajudante tinha acabado de se lavar e estava nu se enxugando, deixando aparecer dentro do quartinho aquele imenso cacete, que molhado e mole, devia medir uns 20cm, além de grosso. Me assustei e sai do quarto, mas senti que algo estava acontecendo comigo. Fui ao banheiro e vi minha calcinha inundada. Me repreendi pela reação, pois nunca havia traído meu marido, nem em pensamento. Aquela noite foi um tormento, não consegui dormir direito, pois sempre vinha à mente aquela cena. No outro dia, querendo afugentar o pensamento, olhei pela janela e vi quando os dois estavam medindo a altura do telhado para fazer a churrasqueira. O empreiteiro embaixo e o rapaz em cima. Trajando um short largo, sem cueca, a qualquer movimento dele dava para ver aquela imensidão. Coloquei-me atrás da cortina e fiquei olhando. Quando dei por mim estava com a mão dentro da calcinha tocando frenéticamente uma siririca. No final do dia, pedi ao empreiteiro que passasse na loja de materiais e encomendasse alguma coisa que inventei na hora, só para poder ficar olhando meu Apolo se enxugar. Dito e feito, me coloquei estratégicamente no quarto e através da cortina pude vê-lo novamente pelado se enxugar e lentamente enxugando aquele bastão grosso e mole. Não deu outra, quando vi, estava sem calcinha e tocando a maior siririca. Mais uma noite de agonia, eu revirava na cama prometendo que aquela situação iria acabar. No outro dia, precisei mexer num armário alto (duplex) e quando fui subir, me veio a tentação. Tomei um banho, me perfumei e coloquei uma calcinha fio-dental, que de tão pequena só aparecia um triângulo na frente e as cordinhas do lado, um vestidinho de malha e fui até a porta do quintal e pedi para o Sr. João, esse era o nome do empreiteiro, se ele podia me ceder o Ari, o nome do Deus Grego, pra me ajudar a guardar umas coisas no armário. Sr. João prontamente mandou o Ari me servir e aproveitaria para ir na loja trocar um material que veio errado. Eu tremia de tanta emoção. Pedi ao Ari para segurar a escada enquanto subia para abrir a porta do armário. Senti pela sua respiração que ele ficou doido, pois o vestido era curto e ao subir, ficou aparecendo minhas coxas, minha bunda e minha calcinha. Fingi que estava com medo e pedi a ele para segurar em minhas pernas. Quase gozei de tesão quando ele botou aquelas mãos grandes e firmes em minhas coxas. Novamente simulei que o que eu procurava estava no fundo e, fiquei na ponta dos pés, arrebitando bem minha bundinha para que ele pudesse ter a visão. Nisto, senti que meu rego abriu e a tanguinha escorregou para o lado, deixando meu anelzinho do cu e minha xoxota totalmente expostas para aquele peão. Ele aumentando a respiração nada falava, mas apertava as mãos em minhas coxas parecendo que iria fura-las. Quando fui descer da escada, ele malandramente deixou a mão escorregar, tocando de leve meu cuzinho e minha buceta, que a esta altura já estava ensopada. Agradeci e fui para o banheiro bater outra siririca. No final do dia o Sr. João me avisou que iria chegar mais tarde no outro dia pois o Ari iria cavar uns buracos e ele chegaria para colocar a ferragem. Aquelas palavras de cavar buraco e colocar ferragem me fizeram voar. No outro dia, levantei cedo, tomei um banho, depilei minha bucetinha todinha, deixando-a lisinha e carequinha e sabendo que o Ari já estava trabalhando, dei um grito e pedi por sua ajuda. Ele subiu rapidamente ao banheiro da suíte e aí eu disse a ele que tinha tomado um choque e que estava com medo de desligar. Ele meio atordoado em me ver peladinha, colocou a mão no registro e fechou para mim. Eu fingindo pavor falei que não tinha acabado e se ele me ajudaria, ficando ali e, abrindo e fechando a torneira quando eu terminasse. Ele nem respondeu de tão hipnotizado que estava em meus peitos, minha xoxota lisinha e minha enorme bunda. Então pedi a ale para abrir e ficar ali esperando. Fiz um show de exibicionismo, me ensaboando, lavando meu rabão, minha xoxota, meus seios. Nisso vejo que o short dele estava igual a um circo e molhado, certamente já tinha gozado. Aí então pedi a ele para fechar e, como o Box é apertado ele relou a mão em meus peitos, o que me fez arrepiar. Disse a ele que estava tremendo do susto, se ele poderia me ajudar a me secar. Ele prontamente pegou a toalha e com gestos firmes começou a enxugar meus cabelos, meu pescoço, minhas costas, meus seios, que nesta hora já estavam tão durinhos que pareciam que iam furar a toalha. Em seguida levantou minhas pernas e lentamente enxugou meu pé, não tirando o olho de minha buceta. No outro pé, ele já mais desinibido, deu uma ligeira abertura, fazendo meu grelinho ficar exposto para ele. Num só golpe ele me rodopiou e me virou, demorando alguns instantes admirando minha bunda. Com os dedos, afastou minhas nádegas e com a tolha no dedo indicador passou a enxugar o meu cuzinho. Que delícia. Já estava pingando de tanto tesão. Nisto ele me vira de frente, abre minhas pernas e do mesmo jeito começa a enxugar minha xoxota e quase gaguejando disse: Não da para secar não, ta saindo muita água lá de dentro.Tomada de tesão e de uma força que veio não sei de onde disse para ele: Enxuga com a língua. Ele pálido disse: Pode? Eu com a cabeça consenti e ao mesmo tempo abri as pernas. Aquela cabeça selvagem me invadiu as pernas e uma língua fervente lambia do meu grelo até a entrada, separando os lábios. Não consegui segurar e gozei na boca dele como nunca tinha gozado. Em seguida, puxando-o pela mão me dirigi a minha cama e me prostrei de quatro, arreganhando meu cu para aquele monstro. Ele meio assustado olhando fez que eu gritasse com ele: O que você ta olhando? Não quer me enrabar? Pode comer que é todo seu. Não deu outra, ele tirou a bermuda e com aquele, agora duro, poste de nervos, deu uma socada em minha xana que de tão molhada foi até o saco, me dilacerando as entranhas num misto de dor e prazer. Tão excitada eu estava que virei e dei-lhe um tapa no rosto. Você não sabe que enrabar é enfiar no cu? Quem mandou comer minha buceta? Ele assustado e ofendido, tirou aquela vara de mim, fazendo um vácuo imenso e apontou aquela tora no meu anelzinho que piscava tanto que parecia um vagalume. Forçou e com violência enfiou aquele caralhão, arrebentando minhas pregas e me fazendo dar um grito de dor. Bombou algumas vezes, quando senti aquela tora retrair, senti que ia gozar. Num só golpe tirei aquilo do meu rabo e abocanhei até a metade de tão grande que era, no justo instante que uma saraivada de jatos batiam em minha garganta. Gozamos juntos e chupei tudo até ficar limpinho, devendo ter tomado um copo daquela porra quente. Em seguida mandei ele tomar banho e fiquei admirando, quando ele acabou eu enxuguei-o com a toalha, exceto o caralho que fiz com a boca, fazendo-o crescer de novo. Depois disso ele voltou ao trabalho e até hoje, todos os dias fazemos nossas horas extras.
Olá.
Meu nome é Thamires, tenho 18 anos, sou loira, olhos verdes, 1,68m e 45 kg. E o que vou contar a vocês aconteceu em janeiro nas minhas férias.
Moramos no litoral, onde o ano inteiro meu pai tem negócios e minha mãe trabalha em um órgão federal.
Um dos negócios de meu pai é uma fazenda no interior do Rio Grande do Sul onde tem algumas cabeças de gado de corte.
Tenho um namorado de 19 anos, lindo, gosta de mim, namoramos há dois anos e até acho que pode dar certo, mas o que aconteceu me balançou muito.
Quando meus pais decidiram entrar em férias e passar uns dias na fazenda, eu torci o nariz na hora. Queria ficar em casa e curtir a praia. Mas meus pais não deixaram eu ficar sozinha em casa por 10 dias. Meu namorado trabalha e iria aos fins de semana pra lá.
Acabei indo contra a vontade.
Meu pai recém tinha contratado um capataz de estância e um peão ajudante (ambos com suas famílias e filhos também trabalhariam na fazenda.
O capataz, Chico tinha um filho de 19 anos e o peão Valmir tinha um filho de 18 anos. Mas isso tudo só fiquei sabendo e conhecendo esses pessoas lá mesmo.
Na chegada, fomos recebidos com festa pelo pessoal. Minha mãe, minha irmã e eu não íamos na fazenda tinha quase um ano.
Depois de alguns minutos, chegam os dois garotos a cavalo.
Fiquei paralisada quando vi aqueles garotos de jeans sujo e rasgado, sem camisa e de chapéu. Seus corpos bem bronzeados e depiladinhos. Nossa!!! A barriga deles era um verdadeiro tanque. Bem melhor que a gurizada de academia.
Não falei nada. Apenas cumprimentos.
À noite teve um churrasco na campeira e todos participaram e a essas alturas eu já pensava neles…nos dois…vê se pode.
Vesti uma bermuda legging branca bem curtinha e coloquei uma blusinha regata. Minha mãe nem me falou nada porque o ambiente era familiar mesmo. Mas minha idéia era provocar eles.
Não deu outra. Passou um tempo no churrasco e eles se sumiram. Mais uns minutos e o churrasco ficou pronto. Junto com a irmã de um deles, fomos chamá-los para jantar.
Quando chegamos perto de onde eles estavam eu ouvi claramente um comentar com o outro de como eu era gostosa. Mas me fiz de boba.
O churrasco estava animado com músicas e tal. Fomos dançando uns com os outros e conversando. Foi então que os meninos me convidaram para no outro dia andar a cavalo e ir até a cachoeira. No outro dia meu pai foi a cidade com os peões, minha mãe ficou fofocando com as mulheres deles e eu e a irmã de um deles fomos passear pelo campo.
Mesma roupa, só que com biquíni por baixo. Chegamos ao rio e fui logo apresentando o corpinho com tudo em cima que tenho.
Os olhares deles vinham direto em minha bunda e peitos. Mas eu estava pra provocar mesmo. Excitada com aquilo tudo, mas transar seria demais.
Deu 5 horas e a Lucia, irmã do Rodrigo foi pra casa ajudar a mãe com algumas tarefas. Os dois disseram que lá pelas seis iriam e eu fiquei na cachoeira.
Eu não queria nada com eles, mesmo porque nem tinha como escolher um deles. Foi quando começamos com brincadeiras na água de empurrar o outro. Rodrigo me pegou no colo e me jogou na água e Mateus veio e me agarrou por trás pra me levantar. Neste exato momento senti bem certinho no meio da minha bunda o seu pau duro. Só que eles ficavam mais dentro da água e não dava pra perceber direito. Gostei da brincadeira e fui pegar eles também. Mateus (18 anos) se afastou um pouco e Rodrigo me disse que o Mateus estava afim de mim. Eu dei uma risada e disse que estava era afim dele e não do Mateus. Daí Rodrigo me disse que também estava afim de mim, mas não queria por causa do Mateus que tinha dito antes. Eu sei que foi bem rápido e nem sei o que se passou na minha cabeça, o fato é que chamei o Mateus e o beijei, depois beijei o Rodrigo. Sei lá, pensei que ia ficar só nisso. Mas não. As brincadeiras não eram mais de se empurrar, eram de se agarrar. Os dois me agarravam; eu beijava um, depois o outro. Um me agarrava por trás e me beijava as costas, a orelha e o pescoço e o outro me agarrava pela frente me beijando e passando as mãos em mim. Estava maravilhoso tudo aquilo. Era demais.
Mateus por trás começou a passar a mão na minha bunda por dentro do biquíni e Rodrigo na minha xaninha. Fui deixando e gostando até que nos abaixamos para dar a água pelo peito. Sem perder tempo, apenas senti o pau do Mateus entre as minhas pernas. Já com o biquíni arredado, ele meteu. Entrou a seco e rasgando aquele pau. E segui beijando o Rodrigo. Estava ajoelhada dentro da água e levando pau por trás. E pela frente um homem me tratando com todo o carinho.
Chupou-me os peitos bem gostoso. Daí o Mateus tirou o pau, Rodrigo sentou e eu fui de frente no seu colo. Não tinha visto ainda o tamanho do mastro dele. Minha xana já estava pronta porque o Mateus já havia metido, mas quando sentei no pau do Rodrigo, aquela cabeçona emperrou custando a entrar. Eu gemia e ela ia entrando. Mateus tapava minha boca por trás até que ele levantou e me deu seu pau pra chupar. Foi demais. Mexendo numa pica enorme e chupando outra. Mexi, mexi e gozei muito naquele pau.
Bem louca e cheia de tesão, deixei Mateus bater uma punheta e gozar na minha cara. Gozei novamente. Rodrigo começou a gemer e gostando da idéia do Mateus, me tirou do colo, levantou, deu umas 3 punhetadas na minha cara e jorrou aquele leite quente em meu rosto, pegando na minha boca. Mas não senti nojo. Nos refizemos e fomos pra casa conversando. Os dois me disseram que faziam isso sempre com a irmã de Rodrigo. Numa boa me disseram isso. Os dois comem ela quase todos os dias e ela fazia de tudo, até dupla penetração. Eu dava o cuzinho pro meu namorado, mas era raro e bem devagar.
Marcamos outro passeio no dia seguinte.
Chegamos em casa, fui pro banho e à noite fui falar com a Lucia. Nem precisou eu dizer que sabia, ela mesma já sabia e também me contou deles. Rodrigo disse pra ela ir junto no dia seguinte pra gente brincar.
O dia chegou e lá estávamos nós, na maior loucura. Depois de ter chupado dois paus, dar para os dois e ver a Lucia dar o cuzinho pro Mateus e o irmão dela, chegou a tão esperada dupla penetração. E Rodrigo não perdoou o cuzinho de sua irmã. Fizeram-na gemer de dor e tesão.
Depois foi a minha vez de ser currada. O pau do Rodrigo tinha uns 21 cm e era bem grosso. O do Mateus, uns 17 cm, mas grosso também.
Escolhi o Rodrigo para comer meu cuzinho primeiro, pois já estava me apaixonando.
Colocou-me de quatro e lambeu meu cu. Meteu um dedo, depois 2 e 3….se ajeitou e me enrabou sem dó.
Mateus não se agüentou e enrabou a Lucia do meu lado também de quatro.
Me sentia em um filme pornô. Nunca imaginei aquilo tudo e estava fazendo.
Levei pau no cuzinho gritando de dor e urrando, mas agüentei até as bolas batendo na minha xana.
Mateus saiu da Lucia e entrou em baixo de mim. Deu uma ajeitada e seu pau entrou em minha xana apertada do pau do Rodrigo no meu cuzinho.
Gozei duas vezes e eles estavam urrando. Mateus saiu de baixo e meteu sua porra na minha boca. Lambi e engoli tudo.
Rodrigo meteu tudo até as bolas e deu um urro. Gozou dentro do meu cu e eu senti 2 jatos fortes de leite quente lá dentro.
Tirou o pau sujo de lá e me ofereceu ele pra chupar. Com nojo eu não quis e ele deu pra irmã dele chupar todo.
Ela chupava. Os dois já eram amantes naquela fazenda.
A orgia entre nós quatro durou todos aqueles dias. Foram seis encontros. Meu namorado veio no sábado e foi num domingo e eu nem dei pra ele.
Thamy
Olá! Este relato é o mais difícil, porque não se trata de apenas uma noite, um caso ou somente sexo. É fácil relatar momentos, mais quando tem amor ai tudo muda. Em janeiro, foi quando comecei a teclar com a Linda. Uma menina mulher de 18 anos, não imaginava que aos 20 anos poderia me apaixonar loucamente por uma pessoa que nunca havia visto, mais aconteceu. Por varias vezes nos declaramos e também fizemos amor pelo MSN. Não suportava mais continuar da forma que estava. Queria sentir o gosto dos seus beijos, seu cheiro, sua pele, seu toque e seu sexo. Moramos muito distante, mais não era o grande problema. Decidi e prometia a Linda que ia passar uns dias em sua cidade, marquei uma data e não deu. Linda chegou a dizer que estava enrolando e que já tinha perdido a vontade de me conhecer pessoalmente. Marquei uma nova data e essa não falhou, tinha que ir ver e mostrar a ela que estava sendo verdadeira. Fui e logo na chegada, vi que nem tudo estava acontecendo da forma que havíamos combinado. Cheguei à rodoviária e ela não estava me esperando e mesmo assim não desisti de tê-la. Fui pro hotel e mais tarde sai pra conhecer a cidade. Apenas na parte da noite que nos falamos. Linda me ligou umas três vezes, dizendo que só no outro dia poderíamos nos ver. Nossa na hora o meu peito gelou, em outra ligação disse a ela que estava frio e ela disse que se estivesse lá ia me esquentar. Uma doce provocação… Não dormi durante a noite, não parava de imaginar nós duas cara a cara. A hora demorou á passar e quando foi umas cinco horas da tarde, Linda me ligou dizendo que estava a caminho. Fui ao encontro dela e de sua tia. Cheguei primeiro no local, de repente escuto um assobio e quem era? Linda e sua Tia. Levantei-me e fui em sua direção, estava nervosa e muito feliz em vê-la. Fomos as três a um barzinho. Sua tia tomou uma cerveja e nós duas refrigerante. Tomei refrigerante a pedido da própria Linda. Batemos papo e depois de um tempo a Tia disse que tinha que ir, mais que Linda poderia ficar e até mesmo passar a noite comigo. Linda disse que ia embora só que mais tarde. Fomos para o hotel e no caminho conversamos, estava nervosa, não sabia o que dizer e nem o que fazer. Chegando ao hotel brinquei passando a mão sobre a cama, ela estava um pouco tensa. Afobada fui logo beijá-la e nada, fiquei sem graça. Deitei na cama e começamos a conversar. Ela ficou em pé, depois sentou na cama e depois de um tempo, disse que tinha que ir embora. Havia dito que a levaria então me levantei e foi quando Linda disse que ia passar a noite comigo. Fiquei tão feliz que imediatamente corri e a abracei, mesmo assim saímos para andar um pouco. Voltamos para o hotel e depois de um tempo fui tomar um banho, por varias vezes tentei beijá-la e nada. Depois de um tempo ganhei um selinho, que por sinal delicioso. Linda tem uma boca, que nunca vi de tão linda e gostosa. Ela é sincera, engraçada, tem opinião própria, é carinhosa, meiga e é Linda. Linda estava dividida entre três pessoas e falamos sobre isso. Disse a ela tudo que sentia e o quanto a amava. Estávamos uma fazendo carinho na outra, não resisti e tentei beijá-la e desta vez fui correspondida. Cheguei a pensar que não ganharia um beijo e ela disse que estava esperando parar de ficar pedindo. Não acreditava e a cada beijo e carinho recebido, mais e mais ficava excitada. Parti para o ataque, mas percebi que ela estava travada e não insisti. Novamente nos beijamos, peguei a sua mão e coloquei no meu peito fazendo com que Linda os acariciasse e me levasse ao delírio. Depois de um tempo, peguei a sua mão e a coloquei no meu intimo. Como imaginei, ela me tocou como ninguém havia me tocado. Amor, paixão e muito tesão me fazia com que tivesse iniciativa de sentir tudo que sentia. Gemi e rebolei muito, uma coisa que nunca havia acontecido e que não foi legal, é que falei uns palavrões, mais tudo bem, já ta feito. Passamos a noite em claro. Outro momento que me marcou, foi Linda fazendo carinho e me beijando. Não quero e nem vou relatar muitas intimidades, porque pessoas e momentos como estes não tem como relatar. Linda ficara marcada em mim, pro resto da minha vida. Vim embora marcada por ela em todos os sentidos. Não posso deixar de falar dos arranhões. Gostaria de ir novamente ao seu encontro e viver tudo novamente, com menos afobação, nervosismo e medo. Infelizmente parece que tudo isso teve um fim. Meu amor continua e a cada dia aumenta mais. Decidi ser apenas amiga dela, pelo fato da mesma estar dividida. Não quero ser uma duvida mais sim a certeza dela. Sinto também que ela ama uma outra pessoa, de uma forma que queria que me amasse. Sei e não tenho duvidas do carinho dela por mim, é isso que me deixa um pouco feliz. Infelizmente não mandamos em nossos corações, mais mandamos e mudamos as nossas atitudes. Linda é a mulher mais sincera que conheci e que tem muitas qualidades, quero muito que ela seja minha por completo. Defeitos ela tem, mas as suas qualidades os superam. Amo você amor. Isso não é um relato sexual e sim de alguém que te ama e te venera a cada dia. Pode ser que nunca mais nos encontremos, mas pode ter certeza que te encontro todas as noites em meus sonhos. Estarei aqui sempre e desejo que você ame alguém e que esse alguém te ame da mesma forma. Jamais vou dizer que uma pessoa vai te amar da forma que a amo, porque sei que ninguém vai te amar como eu.
Oi pessoal, este é meu primeiro conto neste site. Me chamo Gabriela ou simplesmente Gabi, sou morena, bronzeada, peitos médios, durinhos e bicudinhos, cabelo curto, 1,65m e 52kg, e 18 anos.
Desde que perdi minha virgindade tenho dando muito, mas sempre para um apenas. No último sábado, estava eu de rolé na praça de minha cidade e encontro um amigo, Lucas, que tem 18 anos, já fiquei algumas vezes com ele, mas pra ele nunca havia dado. Ele estava com mais dois amigos, e me apresentou. Um chamava Julio, era muito bonito, e o outro que era mais ou menos, se chamava Robson. Conversamos bastante sobre diversos assuntos, até que Lucas me disse que queria beijar na minha boca, dei uma risadinha e respondi que era pra ele me atacar então. Nos beijamos por muito tempo ali na praça, com os amigos deles ao lado. Certa hora, Lucas se atreveu e disse para mim: Gabi, você é muito gostosa, ah como queria te comer. Fiquei envergonhada, mas respondi bem baixinho pra ele, também quero dar pra você mas onde? Robson ao ouvir aquilo disse na hora, na casa da minha avó. Ela não está lá mesmo, mas eu também quero! Topei, seria minha primeira vez com dois homem ao mesmo tempo, Júlio só observava! Chegamos e ja foram logo me agarrando. Robson passava a lingua em minhas buchechas, em meu pescoço, enquanto Lucas já me lambia as costas e dava beijos em meu bumbum. Deitei na cama e Lucas tirou o cacete dele pra fora, pra falar a verdade até me decepcionei, deveria ter uns 15 cm, e não era muito grosso, mas chupei, lambia a cabeça, chupava as bolas dele, dava um trato naquele cacete pequeno, mas bem gostosinho, momentâneamente Robson deliciava-se com minha buceta, e meu cuzinho, sentia aquela lingua quentinha me foder vagarozamente, Julio só assistia sentado no sofá do quarto. Mudamos, Lucas colocou o cacete dele pra cima, e eu sentei naquela vara, estava bom, subia e descia, bem rapidamente e as vezes maneirava o ritmo, rebolava naquela rola e chupava o pau de Robson, que era bem maior do que o do Lucas, deveria ter uns 20cm e era grosso. Aquele estava bão de chupar, chegava engasgar. Os dois gozaram quase junto, um melecou minha buceta, e o outro a minha cara. Enquanto os dois recuperavam as energias, corri e sentei no colo de Julio. Ele sorriu e me abaixou, arrancou a pica dele pra fora e me fodeu, sem dó, de quatro. Aí lá veio o Lucas socando a pica dele em minha boca, e Robson se pôs a dividir a minha boca com ele.
Então Lucas disse, deite-se Julio, sentei naquela vara, era mediana e ele veio com seu pau no meu cu, forçou e entrou com uma certa facilidade, pois sempre dou meu cu, quando faço sexo. Era uma DP maravilhosa. Enquanto isso chupava Robson. Julio gozou na minha buceta, mas continuei com aquela pica nela, mesmo mole, Robson gozou de novo, agora engoliria tudinho sua porra, e então finalmente Lucas jorrou porra no meu cu.
Nunca tinha feito sexo a não ser com um, mas adorei e sempre dou pra mais de dois, já dei até pra cinco, mas isso é outra história.