Chamo-me Roberto, sou casado e vivo muito bem com minha esposa. Temos três filhos, o caçula recém casado toca numa banda e vive viajando. Temos uma situação econômica boa, por isso quando Mônica, esposa do meu caçula engravidou cuidamos para que eles morassem na casa ao lado da nossa, até mesmo para que pudéssemos fazer companhia pra Mônica quando ele estivesse em viagem. Bom, pra encurtar ela perdeu a criança, mas eles continuaram juntos. A perda da criança abalou a todos nós, mas especialmente a Mônica, que vivia trancada em casa. Minha esposa e eu sempre íamos vê-la para tentar animá-la. Depois do almoço do domingo sempre saio pra tomar uma cervejinha com meus amigos numa padaria perto de casa; um destes domingos, minha esposa disse: Amor antes de ir tomar sua cerveja, dá uma passadinha na Mônica e vê como ela esta, tudo bem? Eu disse que sim, peguei a chave da casa e fui. Entrei e vi que tudo estava em silêncio, chamei baixinho para não acordá-la se ela tivesse dormindo, subi as escadas e fui até o quarto deles e tive a visão mais linda do mundo. Ela estava deitada na cama de espartilho e sandálias de salto muito fino e alto, sua lingerie preta era uma venenosa combinação de tentação. Cheguei mais perto e vi que ela gemia, a curiosidade foi enorme, me aproximei mais, ao lado da cama tinha uma garrafa de vinho vazia, ou seja, ela estava bêbada. Coloquei a mão em seu ombro e chamei perto do ouvido dela, foi quando ela abriu os olhos sonolentos, agarrou meu pescoço e falou: Pai trepa comigo. Ela dizia que éramos os pais dela. Eu disse: Filha você esta precisando de um banho, quer que eu te ajude? Ela disse: Só se o senhor tomar comigo. A esta altura meu pau doía de tão duro, mas afinal de contas ela era minha nora. A levei ao banheiro e liguei o chuveiro, quando ia colocá-la debaixo do chuveiro ela se agarrou ao meu pescoço e gritou: Você disse que ia tomar banho comigo. Como eu já estava louco de tesão pensei, vou tirar minha roupa pra não molhar e entro com ela. Pedi que esperasse um pouco. Sai, deixei minha roupa em cima da cama e voltei pro chuveiro, ela já estava lá. Cantando e acariciando a buceta de uma forma tão provocante, eu fiquei ali curtindo a visão por um tempo, mas não agüentei. Falei: Você ainda precisa de mim? Ela sorriu maliciosamente e falou: Agora mais do que nunca. Vem pai, cuida de mim. Eu quase explodi de tesão. A Mônica é uma ninfeta que ganhou lindas formas depois da gestação. Até eu já tinha me espantado como ela tinha modificado de menina para mulher. Mas voltando ao nosso banho, entrei debaixo do chuveiro meio deslocado, ela veio e colocou os seios em minha boca e disse: Agora filhinha vai dar mama pro papai. Coloquei aquela obra de arte na boca e mamei feito um louco, ela levantou umas das pernas e grudou na minha cintura. Aproveitei pra enfiar uns dedos na xana molhada dela. Ela gritava de tesão e se agarrava mais ainda em mim. Eu a coloquei de joelhos e disse: Agora filhinha chupa o pau do Papai. Ela não pensou duas vezes ficou de joelhos e começou a chupar, me espantei com o profissionalismo dela, eu não me lembrava qual foi a última vez que tive uma mulher me chupando com tanta fome como a Mônica. Eu já estava quase gozando quando ela falou: Vamos pra cama pro senhor me foder. Eu disse: Anjo não me chame de senhor, me chame de você. Ela disse: Você a partir de hoje é senhor do meu corpo, você que manda em mim. Eu disse: Ah é biscatinha? Você casou com meu filho querendo que eu te comesse não é? Agora você vai ver o que você merece. Levanta dai vagabunda, que eu quero dar o que você esta louca. Eu praticamente arrastei pra cama e ordenei: Fica de quatro cadela, quero você com esse traseiro empinado pra mim. Ela era um misto de medo e de tesão. Eu também não me reconhecia porque nunca tratei minha esposa assim. Ela obedeceu. Que visão linda aquela bunda morena redondinha e durinha chamando meu pau. Eu disse pra ela: Vou comer sua buceta e depois vou comer seu rabo, putinha. Ela pediu, por favor, pai vai doer. Eu disse: Foda-se, quem manda ficar me atiçando? Ela sem eu mandar deitou de frente, abriu as pernas e pediu com cara de puta: Antes vem chupar minha buceta limpinha, vem. Eu chupo pau e você minha xana. Envolvemos-nos em um 69 delicioso. Ela dava pequenas mordidas no meu pau e eu me perdia na suculenta xana de minha nora. Levantei e disse: Hora de levar ferro puta. Então ela se abriu e eu deixei o tesão tomar conta. Cada estocada que recebia era um gemido. Estoquei com tanta força que vi que ela ia gozar, então tirei: Você vai gozar com pau no cú vadia. A puxei para a beirada da cama e disse: Fica de quatro cadelinha do papai. Ela empinou o rabo, nem lubrifiquei, estoquei na primeira. Senti um pouco de dó porque como bom descendente de negros, meu pau é grosso e grande. Vi que ela arriou e disse: Levanta cadela que não acabou não. Ela empinou a bunda de novo e então fui com mais calma. Ali eu estava no paraíso. Aquele buraquinho apertadinho era só meu. Ela disse: Pai você descabaçou meu rabo. Eu falei: Puta você precisa ser descabaçada por um homem e não por um muleque. Ela riu maliciosa. Eu já não estava mais agüentando segurar. Tirei o pau do rabo dela e gozei muito gostoso na cara dela. Depois ela veio lamber o resto no meu mastro. Ela adormeceu e eu fui tomar minha cervejinha antes que algum dos meus amigos ligasse pra minha mulher, me procurando. Hoje meu filho esta bem com a banda dele e eu bem com sua mulher e a bunda dela.
Meu nome é Drica, hoje na casa dos 34 anos, ruiva verdadeira, 1,68 de altura, seios pequenos para médios, e uma bunda que chama muito a atenção dos homens. Todos os meus antigos parceiros já tentaram tirar meu cabaço anal e por eu ser muito sensível a dor nunca deixei que fossem até o final. Já fui casada, mas meu casamento acabou por que meu primeiro marido descobriu um caso que eu tinha com um antigo chefe, mas não é sobre isso que vou contar aqui. Depois tive um namorado que também terminou pelo mesmo motivo, logo após me casei novamente e me acalmei. Isto infelizmente acabou após uns 6 a 7 anos deste novo relacionamento. Eu comecei a sentir falta de algo que não sabia o que era, até tive um novo encontro com meu velho chefe e amante. Foi bom como sempre, mas ainda sentia que faltava algo e já não sabia o que era. Até que um dia descobri o que estava faltando em minha vida, por favor não me rotulem de vadia, puta ou algo parecido, só dei vazão aos meus instintos e desejos. Tudo começou a se revelar um dia que fui fazer uma caminhada, era um dia de folga do meu serviço e portanto dia de semana. Não me recordo bem, mas acho que era uma sexta-feira ou quinta, estava vestindo um conjunto de ginástica e tênis. Estas malhas que aderem bem ao corpo, mostrando a minha forma física e realçando minha bunda, mesmo com um moletom sobre ele. Ao passar por uma obra, uma reforma de uma casa que estava sendo transformada em uma loja, os homens que ali trabalhavam pararam o que estavam fazendo para me admirar. Juro que não tinha a intenção de provocar ninguém, mas quando aqueles homens brutos e suados começaram a me chamar de gostosa e assobiar, senti meu rosto vermelho e os bicos dos seios intumesceram, minha buceta ficou encharcada. Me senti a mulher mais desejada do mundo e não sei o que fiz pois estava vestida de forma normal, mas isto me deu uma idéia do que eu estava sentindo falta. Era de puro desejo por um homem ou muitos. Continuei minha caminhada e a voz daqueles homens me chamando de gostosa não me saia da cabeça, para voltar para casa fiz o mesmo caminho só para dar uma olha mais naqueles operários da construção. Só que desta vez tirei o moletom que cobria minha bunda e como costumo usar calcinhas pequenas que entram no vão das minhas nádegas e com aquela malha colada ao corpo, só queria ver a reação deles, quer dizer ouvir pois não teria coragem de olhar diretamente para eles. Fui chegando próximo e meu coração não parava de tanta ansiedade, só tinha um deles lá na frente. Quando me viu, deu um assovio para os outros que vieram como um enxame de abelhas, e ficaram novamente me chamando de gostosa só que quando viram minha bunda ficaram como loucos e até ouvi um deles dizer que se acabaria na minha bunda. Fiquei louca de desejo, fui o mais rápido que pude para casa me tranquei no banheiro e gozei como fazia tempos que não conseguia. Só de pensar naqueles homens rudes e o que eles fariam comigo se tivessem a oportunidade. Deste dia em diante, não pude deixar mais de dar uma passadinha pela obra, só que um dia o pior aconteceu. Como era inverno, a noite vem mais cedo e eu sem me dar conta disto, passo pela obra quando já estava meio escuro. Estava usando o uniforme a minha empresa que é tipo um conjunto de calça e terninho. Quando olhei, a rua estava mais deserta do que de costume, acho que com o frio todas as pessoas estavam se recolhendo mais cedo. Ao me avistarem dois deles vieram falar comigo coisas que não me lembro. Só sei, que quando dei por mim estava dentro se uma sala já reformada e um monte de homens sedentos por mim. Me senti uma ovelha em meio a uma matilha de lobos. Mais do que depressa um deles avançou sobre mim e me beijou sem que eu tivesse tempo de reação. Quando vi estava semi-nua, só de calcinha e sutiã branquinhos como minha pele e aqueles homens já nus a minha volta, quando todos eles avançaram me tirando o resto de roupa, fiquei completamente nua e indefensa. Me ajoelharam á força e colocaram uma pica em minha boca e outras duas em minhas mãos. Como já estava ajoelhada, veio um por baixo e começou a me chupar a buceta e a tentar enfiar um dedo no meu cu, mas como já falei tenho medo da dor e não deixo ninguém tocar nele. Só que desta vez não pude fazer nada, pois toda vez que largava o caralho que estava batendo uma punheta, vinha na mão o dono e me obrigava a voltar a punheta-ló. Tive que deixar, foi meu erro. Ele pensou que eu tinha consentido naquela caricia, mas como estava muito bom aquela chupação continuei sempre com um caralho na boca. Foi quando decidiram quem seria o primeiro a me possuir. Fiquei de quatro e o que parecia ser o encarregado da obra veio por atrás me enfiando seu caralho na minha buceta, soltei um gemido e gozei sem parar. Ele também não demorou e gozou sobre a minha bunda. Quando ele saiu veio outro. Estava levando pica na buceta e ainda chupando o que me davam, eu já tinha gozado umas três vezes de quatro quando um deles decidiu que queria ser cavalgado e lá fui eu cavalgar obrigada por um daqueles peões, ele fez com que eu me curvasse para poder chupar meus seios, foi quando minha bunda ficou a mercê dos meus amantes. Um deles começou a chupar e lamber meu cu e a tentar enfiar seus dedos naquele orifício que logo não seria mais virgem. Foi quando veio novamente aquele que parecia o capataz e tomou para si a tarefa de tirar meu cabaço. Ele veio com tudo, quando fui avisar que era virgem, ele já tinha enfiado quase a metade do seu caralho no meu cu. Eu tentei me livrar daquele caralho que não era pequeno, mas foi inútil. O cara que estava embaixo de mim me prendeu as pernas, o capataz me segurava pela cintura, foi enfiando e eu gritando de dor, quando me socaram um caralho na boca para que parasse de gritar pois a obra era em um bairro residencial. Os vizinhos poderiam ouvir e até chamar a policia pensando se tratar de um estupro. Voltando agora, estava com um caralho na buceta um no cu e outros na boca, estava me sentindo nas nuvens, a dor tinha sumido e aquela sensação de ter dois homens dentro de mim estava sendo demais. Eu gritava mais, mais. Me fodam. Sou a puta de vocês, façam o que quiserem, só quero gozar mais, quero mais. O que estava embaixo saiu e outro tomou o seu lugar. Ele me deu seu pau pra chupar e gozou na minha boca me obrigando a engolir seu gozo e logo também o capataz também gozou o meu cu que até então era virgem. Assim que ele saiu, veio outro que aproveitou o gozo dele que facilitou muito sua penetração, ou era o meu cu que já estava arrombado e veio metendo também, agora que já estava mais relaxada foi melhor e gozei novamente. Todos naquela sala já tinham me comido a buceta e o cu pelo menos uma vez e eu estava exausta te tanta pica, quando me lembrei do meu marido e do meu filho, olhei no relógio e já tinham se passado 3 horas de muito sexo. Me limpei como pude e fui correndo pra casa, lá chegando meu filho disse que o padrasto ainda não havia chegado e ele veio me dar um beijo. Eu não deixei, dizendo que uma criança havia vomitado em mim, porque estava cheirando a sexo e porra. Fui correndo pro banheiro antes que meu novo marido chegasse e levei a roupa pra lavanderia, minha buceta e o cu estavam vermelhos e inchados de tanto levar piça, disse para meu filho que estava com dor de cabeça e que não era pro seu padrasto me acordar. Fui deitar e acordei no outro dia muito feliz, mas não podia contar pra mais ninguém esta minha aventura que durou pouco, pois logo a obra terminou e como se tratava de gente muito simples não quis dar meu telefone ou endereço para eles. Até mudei meu itinerário para ir trabalhar para que não descobrissem onde moro, mas sempre que vejo uma obra olho para ver se meus amantes não estão por ali, para fazerem mais um servicinho em mim. Fiquei um tempo sem sentir estas sensações novamente pois não queria me arriscar a perder meu marido e nem que meu filho soubesse a mãe que tem.
O que passo á contar aqui é real. Todos me chamam de bombom, porque eu sou uma pessoa boa. Tenho 42 anos, sou bem conservado, gosto muito de sexo. Tenho uma irmã que tem uma filha de 18 aninhos. Um estouro de menina. Morena clara, peitinhos pequenos, parecendo dois tomates, cintura larga e uma bunda super empinada, rosto de criança. Bom, sai de férias do trabalho e fui passar uma semana com minha adorada irmã, que é separada do marido e me pediu para murar o quintal da sua nova casa no subúrbio. Lá chegando acertamos como tudo seria feito e comecei logo no outro dia a trabalhar. Sua filha que estuda pela manhã, só chega ao meio dia em casa. É muito apegada a mim e sempre nos divertimos muito com brincadeiras alheias. Minha irmã trabalha o dia todo e nos dá toda confiança. Até mesmo porque não tinha de que desconfiar, já que pra mim se trata de uma criança. Mas a coisa começou a mudar no dia em que cheguei. À noite na hora de dormir, quando ela apareceu saindo do seu quarto só de camisola, sem sutiã e veio me dar um abraço de boa noite colando seu corpo ao meu. Eu estava sem camisa, e minha irmã na cozinha. Quando ela me abraçou eu a segurei e retribui o abraço forte, sentindo seus peitinhos macios roçarem juntos ao meu. A segurei por um instante beijei-a no rosto. Quando a soltei pude ver que os bicos tinham crescido com aquele abraço. Ela vendo que eu estava olhando para eles deu risada e saiu. Aquilo ficou na minha mente até que fui dormir. No outro dia acordei com o relógio despertando, era hora de minha irmã ir trabalhar. Levantou fez sua higiene matinal e me pediu para eu acordar naninha para ir para a escola. Quando deu 07h00min eu fui acordar naninha. Quase tive um colapso ao ver minha sobrinha dormindo sem cobertor, com a camisola na cintura deixando amostra uma bundinha de dar tesão em qualquer velhote. Com uma tanguinha dento do cu dava pra ver o monte por baixo das perna de sua buceta carnuda. Primeiro a cobri, então a chamei. Ela levantou se cuidou e foi pra escola. Fiquei atribulado a manhã toda. Não teve jeito a não ser bater uma bela punheta pensando naquele cuzinho. Quando ela chegou estava na hora do almoço. Pedi a ela que colocasse o meu enquanto iria tomar um banho. Entrei no banheiro e estava lá feliz com tudo isso, quando senti que estava sendo observado por alguém. Só podia ser ela, pois na divisória só tinha uma cortina e deixei a porta aberta por não ter fechadura. Ai comecei a sacanear. Primeiro comecei a bater uma pro meu cacete endurecer e quando estava bem duro lhe preguei uma peça. Do nada abri a cortina e sai nu. Ela fez uma cara de assustada e disse que ia pegar a sua escova de dente, mas não tirava os olhos do meu cacete duro. Aproveitei que não tinha toalha e pedi que pegasse uma pra mim. Entrei novamente pro banho. Quando ela voltou ela mesmo abriu a cortina pra me entregar a toalha. Foi a gota d’água. Eu disse que estava calor e perguntei se ela não queria tomar banho também. No que ela disse que sim. Pedi para ela tirar a roupa. Ela tirou a saia e a blusa ficando só de calcinha e sutiã. Entrou como uma menina inocente que não sabia o risco que estava correndo. Molhou-se toda. Eu nu, ela de calcinha começou a brincar me jogando água. Uma loucura. Em dado momento eu agarrei ela por trás e me encochei em sua bunda. Abracei e segurei em seu peitinho. Ela parou e disse: Tio eu sou virgem. Eu disse pra não se preocupar que o titio sabia como fazer. Virei ela e lhe dei um beijo gostoso na boca. Enfiei a mão por dentro de sua calcinha por trás e apalpei sua bunda. Chamei de encontro a mim e meu cacete se encaixou no meio de suas pernas duro como uma pedra. Abri meus olhos e vi uma prateleira com uns frascos de xampu. Comecei a tirar sua tanguinha, fui descendo e ela ficou nua na minha frente. Abracei-a de novo e agora sentia minha pica na entrada da sua xoxota. Encostei-a na parede e comecei a roçar na sua bucetinha virgem. Ela só fazia gemer: Ai tio, ta gostoso. Assim ta bom. Eu a senti gozar em meu cacete. Ai eu disse pra ela que ia fazer outra coisa boa com ela. Peguei o frasco de xampu, pedi que ela abrisse a mão. Ela abriu, coloquei o xampu na mão dela e pedi que passasse em meu picão. Ela começou a lambuzar minha pica. Tomei da mão dela e pedi a ela que ficasse de quatro segurando no vaso sanitário com as duas mãos e ela fez sem saber o que a esperava. Coloquei xampu em minhas mãos e direcionei na entrada do seu cuzinho. Ela perguntou: Tio o que vai fazer? Eu disse que queria roçar meu cacete na sua bunda e ela deixou, me pedindo pra não machuca-la. Passei bem no seu rabinho, na cabeça do meu cacete e direcionei bem na entradinha. Passei meus baços por baixo dela até seu rosto e me encaixei. Fiquei brincando na entrada do seu cuzinho um bom tempo, até que ela se acostumou e começou a rebolar. Ai foi a minha vez. Dei uma empurrada e a cabeça entrou. Ela berrou: Ai meu cu. Ta ardendo tio. Tira. Eu segurei-a, tapei sua boca e meti a metade. Ela começou a chorar, eu parei e disse: Olha, eu vi você me olhando tomar banho. Fique quieta que a dor vai passar. Ela ficou quietinha de quatro. Eu tirava e enfiava, ela gemia agora sentindo um pouco de prazer. A dor ta passando tio, dizia ela. Vá devagar que eu deixo. Fui devagarinho. Tirando e botando. Quando senti que era hora da segunda etapa, enfiei de vez o resto e segurei-a pela cintura. Ela gritou: Chega, eu não agüento mais. Ta me lascando. Você me lascou. Tira titio, tira. Atochei tudo dentro do seu cu e comecei o vai e vem. Parei e disse a ela quer que acabe logo? Mexa um pouquinho pra acabar. Ela começou a mexer. Foi uma gozada como nunca gozei. Ela tomou banho e foi dormir, sem dar uma palavra. Veja como tirei seu cabaço no próximo conto.
Meu nome é D.G. e moro em Manaus – AM. Sou aspirante do exercito e tenho uma ótima forma física. Tenho muitos contatos na internet, e um deles é uma garotinha de 18 anos, muito sexy e com carinha de bebê, só que muito tarada. Ela sempre me contava as suas fantasias e desejos sexuais, por msn. Até que um dia eu resolvi convidá-la pra vir aqui na minha casa. Quando eu estava arrumando a minha cama ao sair do banheiro escutei a campainha tocar, e era ela. Quando abri a porta eu estava só de toalha e ela já ficou apreciando o meu corpo e me perguntou o que eu andava fazendo pra ter aquela saúde. Também reparei no corpo dela e ela estava 100% top, muito saradinha e toda empinada, não resisti e comecei a beijá-la, pulei logo no pescoço dela e ela foi ficando toda arrepiada, morrendo de tesão. Quando eu levantei aquela minissaia que ela estava usando já senti a sua bucetinha toda melada e pedindo pra ser fodida. Ela não resistiu e me empurrou no sofá. Começou a arrancar a minha toalha. Foi logo descendo a boca e começou um boquete maravilhoso, chupou meu pau todo parecia que já tinha me chupado milhares de vezes, eu não agüentei mais. Arranquei com muita força a camisa que ela estava usando e abri seu sutiã pela frente comecei a chupar aqueles peitinhos e dar umas mordidinhas de leve e ela já estava suando frio. Abaixei minha cabeça, encostei no sofá e mandei ela sentar na minha cara, ela não perdeu tempo. Começou a rebolar na minha língua e gritar de tesão. O meu pau já tava parecendo uma rocha de tão duro. Quando ela tava pra gozar pediu pra eu enfiar na boceta dela. Nem pensei duas vezes, coloquei só a cabecinha e ela já foi gemendo bem gostoso. Percebi que ela ainda era bem apertada, mas mesmo assim entrou muito delicioso, e em menos de 15 minutos eu já estava querendo gozar louco de tesão. Ela pediu pra eu gozar nos seios dela, e quando gozei ela começou a chupar minha rola e lamber meus ovos como ninguém jamais tinha feito. Tomamos um banho e fui deixá-la em casa cedo, pois tinha trabalho no dia seguinte. Nunca mais marcamos nada, por falta de tempo, mas sempre que converso com ela lembro daquela noite louca de sexo ardente. Combinamos que assim que entrarmos de férias, vamos programar alguma coisa parecida.
Sou universitário, tenho 25 anos e isso aconteceu nos meus 24 anos. Teve a festa dos calouros de Geografia. Marcamos eu e meus amigos para irmos a festa. Éramos 3 amigos e começamos a dançar. Fui ao banheiro, mijei e voltei para junto de meus amigos. Foi passando as horas e fui de novo ao banheiro. Chegando lá, me deparei com um homem mijando. Fiquei do lado dele e vi o seu pau. Ele viu e me esperou na porta do banheiro. Perguntou se eu curtia. Respondi: O quê? Depois disso, fomos para um hotel. Chegando ao hotel, fomos direto pra cama. Ele estava só de cueca e mandou-me chupar. Nunca tinha chupado um pau, chupei e ele se torcia todo. Depois pegou a camisinha e meteu em mim. Não entrava o pau dele. Fui ao banheiro e passei água no meu cu. Ele meteu a cabeça. Foi uma dor muito grande, mas eu queria tudo dentro de mim. Me comeu de lado, de quatro e depois eu sentei no pau dele. Fiquei cavalgando nele, ficamos transando a madrugada toda. Foram três vezes, que ele me comeu. Foi uma delicia. Desde então, nunca mais dei o cu.
***Conto enviado pelo leitor Kennedy de Manaus***
Sou casado há 2 anos com Paula, uma morena de 28 aninhos, seios fartos, coxas grossas e uma bundinha muito gostosa. Bunda essa, que é muito gulosa, pois ela adora um sexo anal e com muita força. Somos um casal normal com várias fantasias e vontades. Desde o início do namoro, joguei aberto com ela falando que uma das minhas grandes fantasias era fazer sexo com duas mulheres. E fui mais além: as duas mulheres teriam que ter contato entre si. Paula entendia a minha vontade, porém repudiava isso. Tinha nojo de imaginar duas mulheres se tocando. Aos poucos, como um bom namorado e posteriormente como um bom marido, acabei convencendo a Paula de praticar essa aventura, que a cada dia parecia mais excitante. Depois de alguns meses, Paula já tinha mais vontade do que eu e estava louca para praticar o bi feminino.
Procuramos várias vezes por mulheres que se interessassem por uma relação assim, mas as poucas que encontravamos na hora “H” acabavam correndo. Como em toda a história, em um belo dia, uma amiga nos ligou, avisando que viria para nossa cidade e iria nos fazer uma visita. Essa nossa amiga é a Lu, uma mulher de 28 anos, seios grandes e bumbum empinadinho. Lu era o grande ponto fraco da minha mulher. Paula sempre teve um tesão de “pegar” essa amiga, que sempre estava envolvida nas nossas brincadeirinhas na cama. Eu e minha muher conversamos algumas vezes, planejando como conseguir convencer a Lu a fazer sexo com a gente. Mas todas as nossas idéias eram arriscadas e tinhamos medo de colocar em prática.
Bom, no dia em que a Lu chegou, eu estava trabalhando e quem a recebeu foi a Paula. Devem ter colocado as fofocas em dia durante todo o dia. As 19 horas, no meu horário habitual de chegar em casa, ouvi uns gemidos vindo do nosso quarto. Assustado fui a passos largos ver o que estava acontecendo, e quando abro a porta, me deparo com uma cena totalmente excitante: A Lu deitada com as pernas abertas, sendo chupada. Paula se deliciava naquela buceta, mostrava até uma certa experiência na chupada. Quanto mais a Lu gemia, mais a Paula enfiava a língua naquela buceta gostosa e molhada. Elas não se assustaram com minha presença, muito pelo contrário, continuaram ali se exibindo. Eu nessa hora já estava de pau duro, ora vendo minha mulher chupando uma outra mulher, ora vendo o rabo dela me chamando pra meter.
Tirei logo minha roupa, dei um forte tapa na bunda da Paula, e rocei a cabecinha do meu pau na sua entradinha. Ela ficou mais putinha e lambia ainda mais a buceta da Lu. Sem dó alguma, meti todo o cacete no cu dela. Ela deu um grito e ao mesmo tempo deu uma chupada tão cruel que a Lu ficou totalmente fora de si. Paula não largava aquela buceta por nada, e eu não tirava o meu pau do cu dela. Ela beijava, acariciava e metia toda a lingua naquela bucetinha e me dava um tesão enorme ver aquilo. Aos poucos, ela foi tirando a boca da buceta, subindo no corpo e deu um lindo beijo na boca da Lu. Foi um beijo delicioso. As duas trocavam beijos calorosos enquanto eu penetrava no cuzinho da Paula. Lu, sedenta, começou a apalpar os seios da Paula, que ficava ainda mais puta empinando o cuzinho pra mim. Logo após, Lu já estava de boca naqueles peitos enormes da minha mulher, mamando de forma gostosa. Paula começou a empurrar a cabeça de Lu mais pra baixo, chegando assim na bucetinha. Toda ofegante, Paula gritava para Lu chupar a sua buceta. Não deu outra. A Lu meteu aquela língua na buceta da Paula que gemia como uma vadiazinha, gritava de prazer tendo uma mulher e um homem só pra ela. Eu já entrava naquele cu com uma força desproporcional, deixando o cu todo arregaçado.
Enquanto isso, a Lu não perdia tempo, ia metendo cada vez mais a lingua naquela buceta gostosa, sentindo assim o gostinho da minha esposa. Paula então, pediu pra Lu ficar de quatro pra mim. Ela obedeceu, obviamente. Ficou de quatro e pude perceber aquele cuzinho delicioso me chamando também. Paula se aproximou do cuzinho da Lu, passou a linguinha com carinho para experimentar, olhou pra mim e disse: Agora pode meter. Entrei rasgando naquele cu apertado, louco de tesão tanto por comer aquele cuzinho, como por estar sendo assistido por minha mulher. Paula se masturbava e pedia pra eu meter bem forte no cuzinho da Lu. E eu, muito obediente, metia mais forte, rasgava o cu dela, fazendo ela gritar. Nesse momento, para calar a boca da Lu, Paula colocou a buceta na boca dela, forçando Lu a chupar aquela buceta apertadinha enquanto eu comia o seu cuzinho. Tudo era muito excitante: ver minha mulher louca por outra, sendo chupada por outra e eu metendo naquele cuzinho me deixava cada vez mais louco.
Paula, percebendo que eu estava doidinho pra gozar tirou meu pau do cuzinho da Lu. As duas se abaixaram na minha frente. Ficaram se beijando e me punhetando, até que não aguentei e gozei no rostinho das duas. Elas continuavam se beijando, eu gozando e esfregando meu pau na cara delas. Elas se lambiam, me lambiam, me chupavam. Estavam totalmente putinhas e eu cheio de tesão com aquelas duas safadas. Depois disso, tomamos um belo banho juntos e dormimos abraçadinhos, os três.
Olá pessoal, vou relatar uma história que aconteceu ao acaso…
Como já disse, sou mulato, 1.70cm, corpo na medida. Tenho um pênis grande, porém não muito grosso, mas o suficiente para fazer volume dentro da calça.
Era uma sexta-feira e estava a fim de relaxar, peguei minha moto e fui sozinho pra uma praia aqui no Litoral do Rio de Janeiro
Convidei um casal de amigos para ir a minha casa na praia tomar uma cervejinha e acompanhar as eleições que ocorreram no dia 06… Eles chegaram por volta de 12h30min e trouxeram uma amiga, devia ter um 18 ou 19 anos, mas tinha um corpo maravilhoso, se chamava Gabriela (Gaby)… Quando bati o olho logo fiquei doido!
Ficamos conversando, rindo e falando sobre política.
Quando deu umas 4 da tarde o casal entrou no banheiro pra tomar banho, fiquei sozinho com aquela ninfeta gostosa… Falei umas coisinhas salientes pra ela e logo vi que tinha ficado excitada, me levantei da cadeira e fui ao seu encontro, dei um beijo em sua boca, daqueles de tirar o fôlego!
Estávamos do lado de fora da casa, como estava esfriando levei ela pra sala, e quando passamos pela porta do banheiro, ouvimos o casal trepando!
Percebi que ela tinha ficado agitada com aquela situação…
Aproveitei aquele momento e comecei a esfregar meu pau em sua bunda, ela quando sentiu aquele rolo de carne na bunda, logo foi se empinando e se remexendo aos poucos, em seguida me ofereceu o pescoço para que eu chupasse…
Comecei a lamber e dar mordidinhas na orelha… Ela se virou de frente me deu um abraço apertado e foi logo roçando a xota no meu pau… Estava com um tesão danado!
E mesmo depois de algum tempo, ainda ouvíamos o casal gemendo alto no banheiro…
Tirei a parte de cima do biquini dela e comecei a mordiscar! Ela jogava a cabeça pra trás e me oferecia mais e mais aqueles peitinhos pequenos, mas com bicos grandes…
Fiquei um bom tempo ali, até que desci e retirei o biquíni sem tirar a canga que ela usava, e lentamente fui entrando por baixo da canga e quando achei aquele grelo, não perdi tempo e chupei com força! Ela gritava e me xingava!
Ela mesma tirou a canga e se sentou no sofá, me ajoelhei aos seus pés e comecei a lamber sua xana como se fosse um cachorro… Ela rapidamente gozou me dando um néctar saboroso!
Ela se posicionou de quatro e me ofereceu a xana e o cú!
Mas disse que seu cuzinho era só pra eu pincelar o pau… Logo estava eu pincelando meu pau da ponta da xota até o final do rêgo dela… Ela delirava e pedia pra ser comida!
Ajeitei minha rola e enfiei a cabeça naquela xotinha… Fiquei brincando só de enfiar a cabecinha… Ela deu uma empinada pra trás e fez com que meu pau entrasse totalmente de uma vez só… Eu delirei… Ela rebolava como uma dançarina de funk.
Eu ficava parado olhando aquela bunda redondinha e aquela xaninha com poucos pêlos rebolando num vai e vem sensacional…
Avisei que ia gozar, ela se virou e disse que queria que eu gozasse em todo seu corpo… Foi o que fiz… Ela se deitou de barriga pra cima e começou a se masturbar, introduzindo dois dedos em sua vulva… Lancei um jato de porra consistente em seus seios, barriga, buceta, coxas… Ela delirava com meus jatos e logo ela gozou se masturbando, chupei cada dedinho que estava dentro da buça!
Terminamos e ficamos esperando o casal terminar de usar o banheiro para que tomássemos banho… Claro que embaixo do chuveiro nos chupamos novamente!
***Conto enviado pelo leitor Blackbarra do Rio de Janeiro***
Meu nome é Ronei e esse fato e verídico. Sou branco, forte, não musculoso. Tenho uma bunda média, 18 anos e um pau de 17 cm. Estava de folga do trabalho e resolvi entrar em salas de bate papo da minha cidade. Conversei com vários caras, mas nenhum tinha chamado minha atenção. Até entrar um cara com o nome de Agora vai. Começou a puxar assunto e acabamos combinando de nos encontrar. Marcamos em sua casa às 7 horas. Estava um pouco nervoso mais já tinha saído algumas vezes com caras pela internet. Cheguei a casa dele e já estava me esperando lá na frente. Pediu pra eu entrar e fui entrando com a perna tremula. Ele é moreno, magro, com músculo e cara de safado. Entrei, sentei no sofá e ele já tomou a primeira iniciativa. Pegou em minhas coxas e me deu um longo beijo de língua. Levantou-me forte e rápido forçando meu corpo no dele e com uma mão em minha bunda. Pegou em minha mão me empurrando para o quarto. Quando chegamos lá, me jogou em uma cama de casal e falou: Hoje vamos meter até eu não querer mais. Abaixou seu short de lycra e pegou na neca. Eu já fui logo pondo a mão e abaixando, sentindo o cheiro de macho que vinha daquela cueca. Abaixei sua cueca e saltou uma vara de 20 cm no meu rosto. Cai de boca. Mamava como uma cadela chupando seu macho e ele dizia: Isso seu viadinho, chupa a pica do seu macho. Estimulando-me a engolir cada centímetro de sua rola. Ele me ergueu e me deu um delicioso beijo de língua, depois começou a arranca a minha calça, acariciando minhas coxas brancas e lisas. Cheirou minha virilha e a lambeu, me arrepiando todo. Ele tirou minha cueca, ergueu minhas pernas deixando amostra meu cuzinho e caiu de boca socando a língua no meu rabo. Eu gemia como uma vadia. Ele deitou comigo na cama e falou: Senta na vara do seu macho. Peguei um creme que estava na estante, coloquei no meu buraquinho e na neca dele. Fui sentando bem devagar. Não sentia dor nenhuma, pois eu tava controlando a entrada. Sentindo só prazer. Fui sentando até sentir suas bolas tocarem na minha bunda. Ai não precisei fazer mais nada. Ele me segurou pela cintura e começou a bombar em um ritmo forte. Eu gemia alto pedindo mais, cada vez mais, até que ele me tirou de cima dele e me colocou de frango assado. Colocou minhas pernas em seu ombro e me penetrou de uma só vez. Começou a bombar sem dó. Gemia cada vez mais, sentindo meu pau babar com aquela vara no cu. Depois de uns três minutos naquela posição, senti seu pau engrossar no meu rabo e ele metendo cada vez mais rápido, me levando ao delírio e para minha surpresa na hora do gozo, ele tirou a pica do meu cu e gozou no meu peito, me melecando todo. Nunca tinha visto tanta porra. Tomamos um banho juntos. O chupei no chuveiro e ele gozou na minha boca. Hoje namoramos. Vamos fazer três meses juntos. Espero que vocês tenham gostado.
Meu nome é Paulo, tenho 33 anos, e essa história que eu vou contar agora é verídica e aconteceu há dois meses. Sou funcionário Público em Florianópolis-SC. Eu estava em uma praia bastante deserta na ilha de Florianópolis, andando pela areia, quando vi passar perto de mim a esposa do meu chefe (ela não me viu). Ela é uma mulher muito bonita, deve ter uns 27 anos, tem dois filhos, mas é muito bonita e gostosa, é loira, aproximadamente 1,70, seios volumosos e firmes, cinturinha fina, bundinha redondinha que eu vivia secando, quando ela passava no meu serviço. Realmente muito gostosa. Ela era uma mulher aparentemente séria e respeitava o marido (meu chefe). Quando ela passou por mim, ela não me reconheceu, observei que ela estava sozinha, e com um biquíni muito ousado, enterrado naquela bundona gostosa dela, e passou rebolando bem alegre, em direção à parte mais desertada da praia. Resolvi segui-la de longe para ver aonde ela ia, e o que ela iria fazer. Quando chegou próximo ao costão, onde não havia ninguém por perto, ela esticou a toalha e se deitou. Eu entrei pelo meio do mato e fui me aproximando sem que ela me visse, cheguei bem perto dela. Ela estava deitada de bunda pra cima, com as pernas voltadas para o mar e a cabeça bem próximo de onde eu estava, porém fiquei bem escondido de modo que ela não conseguiria me ver. Fiquei só observando por uns cinco minutos, quando vi sair de trás do costão um homem negro de aproximadamente 40 anos, bastante forte e alto. Ele foi se aproximando e passou bem devagar pertinho dela, olhando pra bunda dela. Ela quando viu o homem se aproximando, afastou um pouco as pernas e arrebitou a bunda. Ele foi passando e quando ele já havia passado por ela, a esposinha do meu chefe (que vou passar a chamar de Juliana), virou a cabeça e sorriu para ele. O homem parou e ela perguntou o nome dele, que disse se chamar Carlos, e em seguida Juliana perguntou se ele podia passar bronzeador nela, no que ele prontamente atendeu. Ela continuou deitada de bruços e ele começou passando o bronzeador nas costas e braços dela. Ele desamarrou o laço do biquíni das costas e continuou a espalhar o bronzeador, foi descendo até a bunda dela e foi passando. Segurava firme com as duas mãos, aquela bunda gostosa e afastava, olhando o biquíni todo enterrado na bunda, foi passando as mãos pelas partes internas da coxa, tocando na bucetinha dela, por cima da calcinha. Ela se abriu toda e deu um gemidinho, nisso eu já estava com meu pau na mão batendo uma punheta. Carlos então, afastou a calcinha para o lado e passou o dedo no cuzinho e em seguida na xoxotinha, enfiando um dedo ali. Ela gemia e se contorcia toda, rebolava na mão do negão. Eu não podia acreditar no que estava vendo, a esposinha do meu chefe babaca, rebolando com um dedo de um desconhecido na buceta. Ele tentou tirar a calcinha dela, mas ela disse que não, falou que podia aparecer alguém, e era perigoso, que era casada e o marido não poderia ficar sabendo. Ele então se ajoelhou no lado dela perto da cabeça, abaixou a sunga que estava usando, e tirou seu pau pra fora. Ela quase deu um grito de espanto pelo tamanho do pau do cara, era enorme. Ela não resistiu e pegou o pau com as mãos, tinha que ser com as duas mãos para conseguir abraça-lo, tentou colocar na boca, mas não cabia, passou então a passar a língua de cima embaixo. Ficou nesse esfrega, por uns cinco minutos, ele então virou-a de barriga para cima e caiu de boca naqueles peitos deliciosos, amassava eles com as mãos, e mamava muito, em seguida foi descendo a mão até a sua calcinha, botando a mão por dentro, e masturbando aquela xoxotinha. Nessa altura ela já estava entregue aos caprichos do negão. Carlos segurou a calcinha com força, e sem que ela pudesse esboçar qualquer reação arrancou a calcinha e caiu de boca na bucetinha dela. Ela por sua vez, abriu bem as pernas para facilitar a invasão daquela língua em seu buraquinho. Juliana estava completamente nua na praia, podendo passar alguém a qualquer momento, com um negão chupando sua buceta, e gozava muito, gemia alto, pedindo mais e mais. Carlos colocou-a de quatro, e aproveitando que ela estava completamente melada e a sua mercê, colocou a cabeça de seu caralho na portinha da buceta dela e começou a forçar passagem. Como o cacete dele era muito grande e ela não estava acostumada ela tentou sair, deitando-se, ele continuou em cima dela e a forçar a passagem, ela pedia para ele parar, mas como ela já estava deitada não tinha mais como fugir. Ele não ligava para seus apelos e foi forçando até que entrou a cabeça, ela deu um berro de dor tão alto que a praia toda deve ter escutado. Ela chorava e pedia para parar, mas ele ao contrário forçava e enfiava cada vez mais. Ele ficou parado por alguns instantes até que ela se acostumasse e começou um vai e vem bem devagar. Juliana começou a se acostumar e a gemer. Não mais de dor, mas de prazer. Ele ficou bombando nela bastante tempo e estavam tão envolvidos que não notaram a aproximação de dois rapazes. Eram joven,s deviam ter no máximo 20 anos. Carlos observou a aproximação deles, porém Juliana não, pois estava com o rosto grudado na toalha e um caralho monstruoso na buceta. Carlos fez sinal para os dois adolescentes se aproximarem, eles foram chegando e já baixando o calção que vestiam. Quando Juliana viu, eles já estavam ao seu lado, e com os paus na mão. Eram de tamanho normal, ela quis sair, mas foi segurada por Carlos que continuou bombando. Ela falou que não queria mais e pediu para parar, Carlos então falou: Sua vadia você provocou, agora vai ter que agüentar e fazer tudo o que eu quiser. Chupa o pau deles. Dito isso, mandou os dois sentarem e colocar o pau na boca dela. No começo ela não queria chupar, mas depois de alguns tapas fortes na bunda, que já estava ficando vermelha, ela começou a chupar, dizendo: Por favor não me deixe marcada, para meu marido não desconfiar. Enquanto tudo isso acontecia, Carlos continuava bombando na buceta dela, e eu ali só observando, não acreditando no que via. Aproveitei que eles estavam fazendo barulho e o vento mexendo com o mato, tirei algumas fotos da cena, e sai bem devagar sem fazer barulho, indo em direção ao costão, saindo do mato logo em seguida, sem que me vissem, e voltei caminhando pela praia em direção a eles. Como ela estava ocupada chupando dois cacetes, e com outro gigantesco na buceta, não notou a minha aproximação, fui chegando perto e Carlos fez sinal para mim participar também. Nesse momento Carlos aumentou o ritmo e começou a gozar, ao mesmo tempo que um dos adolescentes gozou na boca de Juliana, que foi obrigada a engolir tudo. Sem perder tempo, eu coloquei-a de quatro. Quando ela olhou para mim e me reconheceu, ela quase teve um ataque. Ficou branca, me olhando com os olhos arregalados, fiz sinal para ela ficar quieta e me preparei para penetrá-la, lambuzei meu pau na buceta dela e coloquei na portinha de seu cuzinho. Ela disse que não queria que nunca tinha dado o rabinho, nem pro marido dela. Eu falei: Fica quieta sua vadia, tu vai levar pau nesse rabo gostoso, e vai ficar quietinha, senão seu marido vai ficar sabendo disso tudo, sua vagabunda. Nesse momento ela começou a chorar, ela sabia do que eu estava falando, e os outros não perceberam que eu já a conhecia. Comecei a forçar passagem naquele cuzinho virgem, fui forçando e os gemidos de dor dela eram abafados pelo pau do adolescente em sua boca. Quando vi, meu pau que não é pequeno, já estava todo atolado no cuzinho dela. Ela ainda estava sentindo dor, estava parada, quando comecei a bombar fazendo um vai e vem frenético. Segurava no seu quadril com força e estocava com violência, quando estava quase gozando sai de trás dela e mandei-a chupar. Ela começou a chupar o meu pau, enquanto isso o negão, que já estava com o pau duro novamente, se posicionou atrás e começou a pincelar o seu pau monstruoso no cuzinho dela. Ela quis falar alguma coisa, sabendo que não iria agüentar, mas eu a segurei firme pelos cabelos e enterrei meu pau na sua boca. Quando o negão forçou a cabeça de seu pau no cuzinho dela, ela soltou um grito abafado pelo meu pau. quis sair, mas foi segura por nós dois, ele então deu outra estocada com força e aquela geba desapareceu por completo no rabo dela. Ela se contorcia tentando sair, mas não conseguia. Ela perdeu a respiração e quase desmaiou de dor, mas com o tempo foi se acostumando e relaxando. O negão começou a estocar primeiro lentamente, depois com mais força e velocidade, e eu fodendo a boquinha dela, não agüentei a situação e gozei fundo na garganta dela. Fiz ela beber tudinho, lambendo meu pau até deixa-lo limpinho. Os dois adolescentes que só estavam olhando, estavam esperando o negão sair para também comerem o cuzinho dela. Nisso ele começou a gemer e a enterrar com mais força seu pau no cu de Juliana, anunciando que iria gozar, e encheu o cuzinho dela de porra. Quando ele tirou o pau, é que se pode ver o estrago que ficou. Seu cu estava completamente esgarçado, com a porra do negão escorrendo, misturado com sangue. Os dois adolescentes nem se importaram e também meteram um de cada vez no cuzinho dela enchendo mais ainda ela de porra. Ela já nem gemia mais, em virtude de estar alargada e os paus dos jovens eram bem menores que o do negão, que a esta altura já estava se afastando, seguido logo em seguida pelos outros dois. Fiquei sozinho com ela, jogada na areia quase desfalecida, com o cuzinho sangrando, toda esfolada. Ajudei-a se levantar, levei-a até dentro da água e a ajudei a se limpar. Ela vestiu a roupa e voltamos caminhando pela praia. Foi aí que eu falei pra ela: Antes de eu chegar, estava escondido no mato e fotografei tudinho. De hoje em diante você vai ser a minha putinha e fazer tudo o que eu mandar, senão o seu casamento está perdido. Ela baixou a cabeça quase chorando e não falou nada. Fomos até o carro dela (eu estava de ônibus), e disse que eu iria dirigindo. Ela sentou-se do meu lado, e no caminho eu a fiz chupar o meu pau até gozar em sua boquinha. Mas isso não termina por aqui, no próximo conto eu vou contar uma festinha que eu fiz com a esposinha do meu chefe e alguns amigos meus, onde nós abusamos dela de todas as formas, depois de eu fuder ela na escada do prédio dela, enquanto o marido trabalhava.
Participo de um projeto de um curso que faço. Sempre trabalhamos em grupo. Os encontros são sempre na casa de alguém da turma. Minha turma é composta de seis garotas e quatro rapazes. Das garotas uma sempre me chama atenção, principalmente seu rabão maravilhoso. Seu nome Bruna. Cabelos compridos escuros, 33 anos, 1,67 de altura, seios médios e uma bunda empinada e carnuda. Como adoro bunda, não podia deixar de apreciar e comer na punheta de vez em quando. Meus amigos da turma também não param de olhar o rabo dela. Claro que as outras também eram gostosas, mas Bruna, para chamar atenção, sempre colocava uma calça apertada só para valorizar o traseiro e manter a atenção dos homens sobre ela. No feriado prolongado do dia 12/10, aproveitamos para nos reunir e adiantar nosso projeto. O local escolhido foi a casa da Bruna. Chegamos por volta das dez da manhã e começamos o trabalho. Como Bruna estava em casa ficou mais à vontade. A safada usava um shortinho branco tão curtinho que destacava o pernão maravilhoso dela, enquanto que a bunda saltava aos nossos olhos. As outras meninas ficavam incomodadas com a concorrente que era forte demais para elas. Quando Bruna saía uma ou outra dizia:
- A Bruna está ridícula com esse short né?
E outra completava:
- Parece uma puta.
E eu dizia:
- Meninas ela está à vontade por que a casa é dela.
E uma das meninas:
- Sei. É lógico que vocês a defendem não param de olhar o bundão dela.
E Bruna chegava rebolando o cuzão, parecendo saber que as meninas estavam incomodadas com ela. Como sou tarado por bunda, lógico que meu pau já estava em alerta há muito tempo. Toda hora passava a mão no meu pau, imaginando uma foda deliciosa naquele rabo. E pensava comigo: Se pintar uma oportunidade eu como esse cuzão gostoso.
Com a hora já avançando e o trabalho já bem adiantado, a galera começava a querer ir embora. Para concluir o trabalho faltava digitar, formatar e coisas assim. Como o pessoal já estava cansado e queria curtir um pouco do feriado, acabei me oferecendo para digitar. Bruna então me ofereceu seu computador. De pronto aceitei.
Os integrantes do grupo se despediram, ficando só eu e Bruna. Meu cacete até doía dentro da calça. Bruna me ajudava ditando o texto. Como já era noite, pensei numa pizza.
- Bruna, vamos pedir uma pizza?
- Eu topo.
Enquanto a pizza não vinha, paramos um pouco para beber umas cervejas que ela tinha na geladeira. Percebia que Bruna já estava mais falante e rindo à toa. Ela então pegou uma garrafa de vinho e começamos a beber. Estava louco para comer aquela bunda e não poderia deixar escapar aquela chance. Chegou a pizz, comemos uns dois pedaços e continuamos com o vinho. Claro que com a cerveja e o vinho, fiquei com vontade de ir ao banheiro. Perguntei onde ficava e fui correndo urinar. Na pressa deixei a porta do banheiro aberta. Enquanto urinava, percebi que Bruna tentava olhar meu pau pelo espelho. Para matar sua curiosidade comecei a exibir meu cacete já duro, mas fazendo de conta que não estava vendo. E Bruna disse:
- Coisa feia, mijando com a porta aberta.
- Relaxa Bruna, estamos sozinhos.
- Sei.
Continuei:
- Você nunca viu um homem mijando na sua vida não é?
- Já vi, mas não com o pau duro igual o seu.
Pensei comigo, tinha que ser agora. Virei-me para ela e balancei o cacete duro como uma rocha.
- E sabe por que ele está duro assim Bruna?
- Não.
- Por causa da tua bundona gostosa.
Ela ficou séria e sem graça. Para quebrar o gelo disse:
- Vamos terminar de digitar vai.
Saí com o cacete duro dentro da calça e ela olhando o volume. Quando me dirigia ao computador ela entrou na minha frente rebolando o cuzão e disse:
- Olha então seu tarado. Olha para minha bunda e lambe.
Não agüentei e segurei Bruna por trás.
- Delícia de rabo Bruna.
- Solta seu tarado.
- Desculpe, mas não resisto. Deixa pelo menos esfregar minha rola na sua bunda.
Esfregava meu pau no rabo dela. Já nem me importando com sua recusa. Bruna tentava se desvencilhar de mim, mas era inútil.
- Me solta.
- Ai Bruna, não agüento mais só de ver sua bunda, me deixa comer seu cu vai.
Meu cacete estava encostado no bundão dela, enquanto uma das minhas mãos apertava seus seios e a outra a xoxota. Bruna já não lutava tanto como no começo. Ela levou uma das mãos para trás procurando meu pau. Começou a alisar meu cacete por cima da calça.
- Ai Daniel, não estou agüentado. Que droga. Eu não queria que acontecesse isso.
- Relaxa Bruna ninguém vai saber. Vem, chupa meu pau, vem gata.
Ela tira minha calça e cai de boca na minha rola. Passava a língua com desejo na cabeçona e engolia sem cerimônia. Que chupeta deliciosa.
- Isso Bruna chupa essa rola bem gostosa. Deixa ela bem dura para fuder seu cuzinho daqui a pouco.
- Ai, que pica gostosa Daniel.
Não queria gozar com seu boquete, queria mesmo era aproveitar cada momento dentro dela. Então tirei meu pau de sua boca e fui tirando seu shortinho. Comecei a chupar sua bucetinha no sofá. Bruna ia a Lua e voltava.
- Ai que língua gostosa.
Não agüentando mais, Bruna implora:
- Vai caralho, me come que não agüento mais, porra.
De prontidão atendi seu pedido. Encostei a cabeçona na entradinha da buceta e fui empurrando devagar.
- Isso. Ah! Come desgraçado.
Socava com vontade naquela buceta maravilhosa. Depois de várias bombadas, gozei gostoso na bucetinha gulosa dela.
- Nossa Daniel quanta porra.
Ainda com o pau duro pedi para Bruna:
- Dá o cuzinho pra mim Bruna. Sou louco para comer sua bunda.
- É lógico que vou dar. Pega o gel na gaveta pra mim.
Corri pegar o gel antes que ela mudasse de idéia. Bruna ficou de quatro no sofá com o rabão levantado para mim e disse:
- Passa o gel no meu cuzinho e depois no seu pau gato.
Passava o gel e contemplava aquele rabo que seria invadido pela minha rola. Depois de passado no meu pau, me posicionei por trás dela e fui empurrando a cabeça no cuzinho tão sonhado.
- Ai delicia.
- Que cu apertadinho Bruna.
- Vai, fode meu rabo. Fode.
Que delicia sentir o calor daquele cu no meu pau. Comecei o vai e vem sem dó.
- Toma rola Bruna.
- Ai não para Daniel, soca esse pau no meu rabo, soca.
Ela rebolava no meu pau e eu bombando bem gostoso naquele cu, que muitas vezes imaginava estar comendo e que naquele momento estava realizando meu sonho.
O cu de Bruna engolia meu pau com vontade. Eu afundando minha rola no rabo dela e ela rebolando no meu pau. Que visão linda, ela de quatro com a bunda empinada e eu socando a vara até o saco.
- Ai Bruna que cu gostoso da porra.
- Então come tarado, come essa bunda. Você pensa que não sei que você queria comer meu rabo?
- Queria mesmo e faz tempo.
- Então soca a rola nesse cu, que ele é seu vai. Come com vontade que eu adoro rola no rabo.
- Ai, que delícia de pau Daniel.
- Rebola sua puta.
- Sim, sim rebolo. Assim que você gosta é? Assim?
- Isso, desse jeito mesmo gata. Continua. Não para de mexer esse bundão no meu cacete.
Depois de bombar gostoso naquele rabo delicioso anunciei o gozo.
- Ai vou gozar Bruna, vou gozar.
- Isso Daniel, goza dentro do meu cu. Goza safado, goza.
- Toma meu leitinho, toma safada.
Enchi o cuzinho da Bruna de porra. Tirei o pau e ela ainda ficou com o bundão levantado e o cuzinho aberto. Escorria porra em direção de sua bucetinha. Bruna pediu para eu pegar uma toalha de rosto e dei para ela. Bruna limpava olhando satisfeita para mim.
- E então? Gostou Daniel?
- Que delícia de cu Bruna.
- Não vai falar pra ninguém heim!
- Claro que não.
Fomos tomar banho juntos e no esfrega esfrega no chuveiro acabei comendo o cu dela de novo. Como já era tarde, dormi por lá mesmo. Daqui a duas semanas vamos nos reunir em outra casa. Espero conseguir comer de novo. Se rolar, prometo publicar.
Espero que tenham gostado de minha foda. Não me importo se acreditem ou não o que me interessa é que comi gostoso aquele rabão tão desejado.