Olá, meu nome é Adriane e vou contar como eu dei meu cuzinho pela primeira vez para meu colega de classe. Eu tinha 18 anos naquela época, e um grande fogo subindo no meu corpo. O meu professor disse que iria dar um trabalho para fazer em dupla, e eu já não pensei duas vezes e escolhi o Daniel, que era meu amigo de infância. Combinei que eu ia passar na casa dele no sábado para fazer o trabalho. Chegando sábado de manhã eu fui à casa dele, quando eu entrei a mãe e o pai dele estavam de saída (iam no mercado). A mãe dele disse que ele estava no quarto dormindo, pois ele só acordava ao meio dia nos finais de semana. Me comprometi em ir acordá-lo. E foi isso que eu fiz. Chegando no quarto dele eu abri a porta e para o meu delírio ele estava só de cueca. Acordei ele, ele vestiu uma bermuda e ligou o computador. Fizemos o trabalho que não demorou nem meia. Comecei a ver com ele umas fotos no pc, e acabamos chegando numa pasta com filmes pornográficos. Mesmo envergonhada, pedi pra ele abrir algum filme. Ele me mostrou uns vídeos de sexo anal, que fizeram meu cuzinho piscar. Tinha vários filmes naquele pc. Comecei a ver pelo volume na bermuda dele que o pau dele estava ficando duro. E dava de perceber que era um imenso pau. Ele percebendo que eu estava de olho, simplesmente abaixou a bermuda deixando o pau todinho à mostra. Eu fiquei boba de ver o tamanho daquela vara dura, eu já tinha visto diversas vezes na internet mais nunca tão perto. Daniel me perguntou por que eu não socava uma punheta pra ele, mas me fiz de boa moça e recusei a primeira investida. Logo o telefone tocou e ele desceu as escada para atender. Era seu pai avisando que iria demorar pois ia na casa de um amigo. Senti que esse era o momento de liberar meu cuzinho. Eu estava com tanto tesão olhando para ele que nem perguntei quem era, o pau dele tinha murchado e ele me perguntou porque que eu olhava tanto pro pau dele e brincando comigo ele disse esfregando a rola na minha cara: “Quer chupar?”. Não pensei duas vezes e meio sem coragem peguei no pau dele e masturbei de leve. O pau foi ficando cada vez mais duro e ele ficou imóvel só fazendo cara de quem estava recebendo o uma bela punheta. Depois disso eu chupei aquele pau com um gostinho salgado na cabeçinha. Ele tirou a minha boca do pau dele e se deitou. Me perguntou se podia me comer, eu respondi que sim feliz da vida. De cara ele me disse que queria comer meu cu, e eu aceitei lógico, afinal era o cu e somente o cu que eu queria dar. Ele cuspiu no dedo e enfiou no meu cu dizendo que era pra entrar mais fácil. Eu não aguentava mais de tanto prazer. Quando menos esperava, senti de leve o pau dele e meu cu guloso engoliu aquele cacete grande inteirinho. Me senti nas alturas, gemia de tanto prazer, e ele por incrível que pareça gemia mais que eu. Ele aumentou cada vez mais a velocidade e já não agüentando mais, começou a gozar em mim. Gozou bastante dentro do meu cuzinho, deixando ele todo ensopado. Foi um rapaz cruel e sem dó, que machucou muito o meu cu. Ele tirou o pau lá de dentro e mandou eu chupar. Chupei o pau dele melado com um pouco de porra ainda. Depois chupei o saco dele por um bom tempo. Foi muito bom, espero que possamos repetir um dia novamente.
Mais um relato real que aconteceu comigo e minha esposa em uma viagem que fizemos a Brasília. Hospedamos-nos em um hotel da asa sul, com piscina no terraço. Como tivemos que ficar o final de semana e estava um calor enorme, minha esposa Elisa resolveu pegar um bronze e me convidou para subirmos até a piscina. Ela vestiu um minúsculo biquíni branquinho, uma saída comportada e subimos. Não havia nenhum hóspede na piscina. Ela tirou a saída e ficou deitada em uma cadeira de praia, com a bunda para cima. Mostrando aquela delicia de bunda, redondinha, durinha e com o fio dental atolado no rego da bunda. Chamei um garçom para nos atender. O Roni é um homem de uns 30 anos, bem simpático e na hora que veio com nosso drink, ficou doido com a visão da bundinha de minha mulher, que notou logo. E quando ele saiu me disse: Você viu amor? Ele quase me comeu com os olhos e não é de se jogar fora. Você já está pensando besteira não é amor? Não se satisfez com nossa trepada a noite? Você me deixou com mais tesão ainda amor. Acho que vou querer outro homem pra me satisfazer bem gostoso. Acho que vou providenciar pra você, quero mesmo mais um chifre. O nosso clima já era de puro prazer. Ela estava divina, deitada daquela maneira. Loira, bronzeada, linda, cochas grossas e lisinhas, seios durinhos, muito sensual e provocante. Molhou-se, virou de barriga para cima, com o biquíni molhado dava pra ver o escurinho dos pêlos cortados com uma mecha na vertical. Pediu-me que chamasse o garçom, que veio de prontidão. Ela pediu outra dose, ele voltou e ao entregá-la, se demorou apreciando aquela formosura em sua frente. Fui para o balcão do barzinho e puxei conversa com ele. Minha esposa se levantou e veio onde eu e o garçom estávamos conversando, foi ao banheiro, se rebolando e o Roni não tirava os olhos dela. Quando ela retornou, passou do meu lado. Eu passei a mão na bunda dela e disse: Gostosa. Ela saiu rebolando e eu olhando pro Roni que estava olhando pra bunda da minha esposa disse: – Você não acha que ela é gostosa? – Já que é o Sr. que está falando eu vou concordar. – Mas você acha que ela é gostosa ou muito gostosa? – Se o Sr. não achar ruim, eu acho ela muito gostosa e vendo ela tomar sol com esse biquíni, eu cheguei a ficar de pinto duro. – Amigo minha mulher além de ser muito gostosa também é muito tarada, tem um fogo que eu não consigo apagar. É muita mulher para um homem só, eu não dou conta sozinho de apagar o tesão dela, tenho que repartir com os amigos. Ele deu um sorriso de alegria e disse: – E eu sou seu amigo, não? – Claro que é, e por isso eu gostaria que você fosse fazer uma visitinha no nosso apartamento.
Ele concordou e eu fui contar pra mina esposa que ficou toda contente. Fomos para o nosso quarto e minha mulher estava ansiosa para que ele viesse logo. Ele tocou a campainha, abri a porta, ficou em pé na porta, me sentei ao lado de minha mulher, que estava ainda de biquíni e eu de cueca. Começamos dar uns amassos, quando vi o Roni parado olhando, acenei com a mão o chamando pra junto de nós. Ele chegou meio sem jeito. Peguei em sua mão, conduzi na bunda da minha esposa e disse: – Sente como é durinha a bunda dela, passa a mão e sente a maciez. Ele começou a alisar a bunda da minha esposa e em poucos segundos já abraçou ela por traz. Olhou pra mim e disse: – Cara que loucura, eu nunca fiz isso, mas já estou gostando. – Então aproveita que ela é sua. Ele encoxava ela por traz e eu pela frente, quando ela olhando pra mim disse: – Amor estou sentindo uma coisa dura crescer na minha bunda. – Veja amor, ta ficando duro o pau do Roni no teu rabo. – Ta, estou ficando molhadinha em sentir o pinto dele na minha bunda amor. Tira a roupa Roni, pra nós podermos ver o tamanho do seu pinto. – Você quer que eu tire a roupa dele, pra você ver o tamanho do pau que vai te comer? (falei isso pro Roni ir se acostumando com a minha passividade). – Quero amor. Tira a roupa Roni, tira logo. O Roni estava meio assustado com a situação, mas entrou na brincadeira numa boa. Eu fui abaixando, beijando minha esposa nos seios e aproveitei pra tirar a parte de cima do biquíni dela. Beijei a barriga e fiquei de joelhos, abracei suas pernas e as pernas do Roni junto, forçando ele ao encontro dela, continuando a beijar a buceta da minha esposa por sobre o biquíni, notei que ele estava tirando as roupas e minha esposa vendo a dificuldade, tirou o corpo de lado. foi ajudar e tirou a roupa dele: – Olha o tamanho do pinto que vai dar prazer a vocês. E ajudou-me a tirar sua cueca, saltando um belo pinto de 21 cm bem na altura do meu rosto, minha esposa quando viu ajoelhou ao meu lado e começou a acariciar aquela rola dura. Deu uma lambidinha e colocou na boca. Sugou com gosto e eu ali ajoelhado bem ao lado da minha esposa, a vendo mamar aquele pauzão. Ela tirou o pau da boca, olhou pra mim e disse: – Te amo meu corninho. E me deu um gostoso beijo de língua, daqueles bem molhados e eu senti o gosto do pau do Roni na boca da minha esposa. Depois ela continuou mamando e eu fiquei beijando o rosto dela e acariciando seus seios. Fiquei por traz dela e acariciava todo o seu corpo. Enfiei minha mão por debaixo de seu biquíni e ela gemeu. Senti que a sua buceta estava encharcada, desamarrei o lacinho do biquíni e tirei a única peça que ainda cobria o corpo da minha esposa. Estávamos todos pelados. – Amor experimenta o pau que vai comer a sua mulherzinha, sente na tua boca o que eu vou sentir na minha bucetinha. Guiando a pau do Roni pro meu lado, eu coloquei ele na boca e comecei a mamar aquele pau que mal cabia na minha boca: – Além de corno, você é viado? Minha esposa respondeu: – Ele só é viadinho pros machos que vem me comer. Veja como ele chupa gostoso, que boquinha gulosa meu marido tem. Minha esposa ficou dividindo o pau do Roni comigo por uns cinco minutos, lambíamos, chupávamos, engolíamos até a garganta, chupávamos o saco, batíamos na cara, fizemos uma festa com aquele pintão. Quando sentíamos que ele iria gozar, parávamos de chupar e falávamos putaria um pro outro, assim: – Vai corno, mama no pau que vai comer a tua esposa. - Eu mamo mesmo neste pintão gostoso, quero deixar ele bem duro, pra enfiar lá no fundo do teu útero. – Viadinho boqueteiro, é disso que você gosta não é meu corninho? E assim ficamos, até o Roni anunciar o gozo. Foi um rio de porra. O primeiro jato acertou o olho da minha esposa, o segundo pegou no nariz e os demais foram pelo seu rosto, que ficou todo melado de porra. Eu também recebi porra na boca, depois ficamos nos beijando e trocando a porra do Roni de boca. Também chupamos o pau do Roni pra deixá-lo bem limpinho. Ele se vestiu e saiu do quarto super satisfeito da chupada que ganhou. Demos uma descansadinha e comemos um lanche para recompor as energias. Depois fomos nos relembrar do acontecido e demos aquela trepada. No domingo tivemos novamente a visita do Roni, mas o final da história vou deixar pro próximo conto, pra não ficar muito comprido. Me aguardem.
***Conto enviado pelo leitor Alex de Goiânia***
Sou casado com uma loira lindíssima, gostosa, bunda arrebitada, e apesar dos seus 42 anos, todos acham que ela tem uns 28 anos. Sua pele é lisa sem marcas, apenas as marcas do biquíni. Sensual, simpática e super provocante. Quando saímos não fico sossegado, pois os olhares são diretos e alguns chegam a sinalizar para ela. Finjo não ver para não constranger os paqueradores. Somos liberais, já tivemos alguns casos com outros homens, gosto de vê-la transando com outros, de fotografá-la. Bem era um sábado e fui convidado para um acontecimento social, que aconteceria em um clube. Minha mulher não quis ir e fui sozinho. O encontro era para acabar cedo, porém devido à presença de alguns políticos, percebi que iria durar mais do que o esperado. Liguei para minha mulher e expliquei o fato, dizendo que não chegaria cedo. Ela por sua vez me disse que não teria problema, perguntando em seguida quando eu chegaria. Eram mais ou menos 19 horas e disse que não chegaria antes das 12 horas. A bebida rolou a vontade e eu aproveitei para tomar algumas. Como estava com o estômago vazio, por volta das 10 horas, não me sentia bem e resolvi ir embora. Como não estava de carro, peguei carona com um amigo que me deixou na porta de minha casa. Abri a porta devagar para não acordar minha esposinha, que imaginei estar dormindo. Qual foi minha surpresa ao chegar na porta do quarto ouvi um barulho já conhecido, ou seja, gemidos e sussurros. Parei na porta e pude escutar algumas coisas como: Ai. Mete. Isso. Fode gostoso a sua putona. Vai, me fode gostoso. Meu corno esta se divertindo e bebendo enquanto você esta aqui me fudendo gostoso. Como é bom ter um macho como você para fuder de vez em quando. Fiquei surpreso, porém minha pica logo ficou dura com a situação e continuei escutando. O cara dizia: Fica de quatro agora minha puta safada, que vou comer seu cuzinho gostoso. E quando aquele corno chegar, você da para ele se ele quiser, pois eu vou deixar esse rabo bem aberto. Ele nem vai perceber e se perceber vai gostar, pois um homem que deixa uma mulher como você em casa sozinha, só pode ser corno mesmo. Elisa por sua vez dizia: Mete tudo. Isso me arromba para aquele corno quando chegar, sentir o cheiro de sexo em mim. Sei que ele gosta. Toda vez que saio com outro homem e conto pra ele, ele vem logo chupar minha buceta, que algumas vezes ainda esta toda esporrada. E ele dizia: Então porque você não fala para ele sobre nós? Se ele gosta mesmo, pois ai eu poderia te fuder com ele assistindo. O que você acha minha puta safada? Eu percebia que quando ele falava essas safadezas para ela, ela gemia mais ainda. Eu por minha vez, não estava agüentando mais aquela situação. Era tesão demais, minha cabeça estava a mil. Gozando sem parar, sem saber o que fazer. Já participei muitas vezes dela transando com outros, mas agora era diferente, estava me sentindo traído, sem saber que ela tinha este amante. Era um tesão diferente e ele era um amigo nosso, trabalhava com ela. Até que decidi. Vou entrar e participar. E assim eu fiz. Ao entrar no quarto, minha surpresa foi ainda maior, vi minha mulher de quatro com uma pica enorme, atolada toda em sua bunda e quem estava estocando aquele rabo, era o Roni que sempre a elogiava e a quem eu tinha o maior respeito e carinho. Casado, pai de um filho e freqüentador assíduo de minha casa. Ele foi o primeiro a me ver e tirando o pau que tem aproximadamente 22 cm da bunda de minha mulher, disse-me: Calma amigo, não fique nervoso. Eu não pude resistir. Vim te procurar e encontrei sua mulher sozinha, vestida só com uma blusa sua. Fiquei batendo um papo e você sabe como é. A carne é fraca e sua mulher é muito linda e gostosa. Ainda mais com as cochas de fora, mostrando uma calcinha super sensual. Não resisti e acabei aproveitando da situação. Fique tranqüilo Roni, sempre soube que você era louco pela Elisa. Noto seus olhares para as pernas dela e já desconfiava que você transava com ela e ela já te falou que gosto de ver ela transando com outros homens. Vem meu corninho, já que você chegou vamos aproveitar o momento. Faça de contas que sou uma puta de zona e você e o Roni estão aqui para me fuder. Vamos aproveitar, desde ontem que estou morrendo de tesão e você não me deu moral. Ok amor, você vai ser uma puta de fato e nós dois vamos te arrombar de todas as formas. Mandei-a ficar de quatro e como meu pau estava duro, atolei todo em seu rabo. Percebi que ela sentiu um pouco de dor, pois a situação tinha esfriado o clima de tesão que rolava entre eles. Não demorou muito para o clima voltar ao que era antes, só que desta vez melhor ainda, pois tinham minha participação. Meu amigo logo se posicionou por baixo dela, onde pude ver o tamanho da pica dele, mais de 22 cm e enfiou a rola toda em sua buceta, em estocadas frenéticas. Enquanto isso eu comia sua bunda que é deliciosa, arrebitada, lisa e apertada. Dai em diante a putaria rolou solta. Ela chupava o pau dele, enquanto eu a fudia. Ele comia sua bunda enquanto eu assistia e a chamava de puta safada e dizia: Vai puta, engole essa rola toda safada. Ela abria e fechava seus olhos de tanto tesão. Com suas mãos abria suas nádegas e mandava-o enfiar tudo, dizendo: Isso meu macho gostoso, enfia tudo. Meu corno adora ver um homem me comendo. Vai, enfia e tira. Vai. Que gostoso. Deixa meu corninho enfiar agora, façam um revezamento em minha bundinha, um por vez. Isso, me fodam. Eu sou a puta de vocês esta noite. E assim ficamos até as 24h00min na maior fudelância. O Roni teve que ir pra sua casa, pois sua esposa o esperava. A Elisa me contou que já tinha transado com ele duas vezes. Que esta era a terceira e que não tinha me contado, pois sentia uma tara diferente, como se fosse uma traição escondida. Ainda fudemos mais duas vezes esta noite, com ela me contando os detalhes das vezes que saiu com o Roni.
***Conto enviado pelo leitor Alex de Goiânia***
Olá venho contar um fato que talvez não seja interessante, mas é real.
Minha esposa é muito bonita, chama atenção quando está com saia ou shortinho. Uma pessoa reservada e que pouco fala de assuntos relacionado a sexo. Eu gosto de fantasiar no sexo que tem um Homem junto. Ela não liga para o que falo, mas goza muito. Domingo passado convidei um colega de trabalho para tomarmos uma cervejinha em casa. Foi um dia maravilhoso, pois falamos de tudo um pouco, principalmente sobre sexo. Mas ela não entrava no assunto e ficava na cozinha preparando alguma coisa. Quando eu ia buscar a gelada, passava a mão em sua buceta e pedia para ela mostrar. Foi aí que falei para ele: Quero que você buline na buceta da minha mulher. Então a chamei. Ela prontamente veio e perguntou o que queria. Eu não disse nada, ergui sua saia e passei a mão por cima de sua calcinha. Ela ficou vermelha de vergonha, mas ficou quieta. Então enfiei o dedo por dentro. Estava molhadinha e me deixou doido quando ela gemeu. Puxei a calcinha para o lado e sua libido correu pelas pernas abaixo. O amigo abaixou e começou a passar a língua em seu grelinho, arrancando gemidos como: Ai. Que gostoso! Ai amor mete o dedo no meu rabinho. Vai moço, cheira essa bucetinha. Eu vou gozar. Ai! Ai! Estou gozando. Nessa altura, meu pau estava todo melado e o rapaz colocou o pau em sua boquinha, soltando um jato de porra que sua boca não suportou. Depois a colocou no sofá de quatro e meteu sua vara de mais ou menos 25 centímetros. Fazendo com que ela gritasse de muito prazer. Foi a primeira vez que minha esposa deu para outro. Um fato verídico. Domingo 4 de outubro. inesquecível.
***Conto enviado pelo leitor Claudemir de Campinas***
No dia seguinte, segui para o trabalho. Nada falei para a minha putinha, pois era até o meio dia e fui direto para casa. Entrei sem fazer barulho e encontrei o maior barulho, pois a minha putinha estava cavalgando o irmão em nossa cama. Ela estava completamente tomada pelo desejo, pelo tesão e não notou a minha presença por mais de 10 minutos, praticamente ao seu lado. Assim que notou a minha presença, pediu para tirar a roupa e juntar-se a eles. O irmão ficou um pouco encabulado, mas ela o tranqüilizou dando-lhe um beijo e começou a chupar a minha pica.
Ela é uma quarentona que não troco por duas de vinte. Seios médios, bumbum arrebitado, uma boceta super quente e encharcada e uma boca muito gulosa. Não demorou e pedi para parar, pois não queria gozar tão cedo. Queria aproveitar ao máximo aquele momento e fui para trás tentar comer o seu cuzinho. Porém, a putinha levantou e sentou na pica do irmão de frente para mim, dizendo para colocar na boceta também, pois queria voltar aos velhos tempos com duas picas na boceta. Confesso que foi melhor do que eu sempre imaginei, muito embora a minha pica estivesse ralando em outra, mas o prazer foi inconfundível.
Ela voltou a cavalgar no irmão e eu pude finalmente botar no seu cuzinho. Após bombar bastante, o seu irmão pediu para trocarmos de posição e a putinha passou a cavalgar-me, onde o safado enfiou primeiro na sua boceta (nós dois lá dentro) e depois no seu cuzinho. Não demorou muito e a putinha começou a gozar várias vezes e para não chamar a atenção dos vizinhos, introduzi sua calcinha em sua boca. Para abafar os gritos de prazer que a putinha estava sentindo.
Pedi para o seu irmão apertar mais e a vadia gozou mais duas vezes seguida e nós acabamos gozando na boceta e no cuzinho respectivamente.
Ainda bem que estávamos de camisinha, porque senão a coisa estaria feia para os nossos lados. Mesmo com tantos anos de união, nunca havia presenciado a minha putinha gozar daquela maneira e tantas vezes. Pena que na segunda-feira o seu irmão precisou ir embora, mas com a promessa de passarmos mais um final de semana juntos e desta vez seria num motel, pois tenho certeza que os vizinhos ouviram os berros de prazer de uma puta muita louca, sendo penetrada na buceta pelo seu irmão e tendo no cuzinho a pica do corninho do marido.
A cada dia que passa mais eu amo e desejo a minha esposa putinha. Desta vez ela quer por em prática a experiência com mulheres. Se você é maior de 18, higiênica e topa transar com um casal quarentão, mas super conservado entre em contato.
***Conto enviado pelo leitor Anjjope de Recife***
Sou cinquentão, super simpático, grisalho, bem de vida felizmente, estatura média, bem conservado e uma excelente atividade sexual, com ênfase com garotas jovens, ali na faixa dos vinte anos. E, como uma espécie de agradecimento aos amigos que têm me deliciado com diversos relatos neste site, envio meu primeiro, assegurando que o meu conto é totalmente verdadeiro e aconteceu de fato faz pouquíssimo tempo. Início de maio chovia muito aqui em sampa, e eu estava sozinho em casa. Todos viajaram e eu tive que permanecer aqui, devido ao excesso de trabalho que havia se acumulado. Era final de tarde, por volta das seis horas, quando Mariana (personagem que reside próximo de minha casa), tocou a campainha de casa. Atendi primeiro pelo interfone e depois me dirigi à porta de entrada para atendê-la melhor. Ela precisava consultar um material que minha filha tinha em seu arquivo, no meu computador pessoal. Entrou, e fomos para meu escritório doméstico. Ela é uma garota, de dezenove anos, belo rosto, pele de pêssego, cabelos negros e ondulados, perto de 1,60 m, sensual e é fofinha, com peitos grandes e uma bundona. Ficou tímida talvez pelo excesso de peso e sempre notei que ela se ressentia de maior popularidade com a garotada da vizinhança, e de certa forma se auto punia por isso. Ela sentou-se à frente do computador, mas tinha certa dificuldade para manuseá-lo. Resolvi ajudá-la, ficando em pé ao seu lado. Gostei muito da posição que fiquei ao seu lado, porque pelo seu decote deparei com uns seios grandes e durinhos. Enquanto a orientava desviava meu olhar para aquele conjunto maravilhoso e me excitei na hora. Enquanto a ajudava até encostando minha mão na dela para movimentar o mouse, encostava ainda meu corpo nos seus braços, e o clima que dominou passou a ser de pleno erotismo. Evidente que ela notou como eu ficara e nada fazia para atenuar ou embaçar a situação, apenas deixava rolar. O contato físico foi aumentando. Eu já estava com uma mão repousada sobre seus ombros e a outra sobre a dela, movimentando o mouse. Puxei-a um pouco para minha direção e ela veio mansamente. Afastei-me um pouco só e quando retornei com meu corpo à posição anterior coloquei meu pau, que já estava totalmente duro, encostado em seu braço. Ela não disfarçou e deu uma estremecida com seu corpo. Aproveitei a anuência consentida e com um movimento safado do meu corpo, conduzi o cacete para ficar bem encostado no seu seio direito. Ficamos dominados pelo tesão, olhando para a tela, sem nada falar. Minha mão direita sobre a dela, e ambas sobre o mouse, e o pau fortemente repousando sobre o seio direito. O braço esquerdo a abraçava e com ele eu forcei um pouco mais seu corpo contra meu pau. Ela veio mais do que eu, puxara e meu pau ficou encostado sobre ambos os seios. Ah, não deu para segurar mais. Respondendo ao movimento, ela se levantou e nos beijamos cheios de tesão. Meu pau encostado na sua buceta, as pernas dela entreabertas, as bocas coladas, línguas se acariciando, e as mãos eu deslizava pelas coxas e pela bundona. Abri sua camisa branca e solta indo direto para os seios. Soltei o sutiã e os seios grandes saltaram para fora. Os mamilos estavam empinados. Desabotoei a calça jeans, e fui abaixando-a sem deixar de beijá-la. Ela ficou apenas de calcinha, branca. Deitei-a no tapete mesmo. Beijando seus seios, mordiscando os mamilos, forçando-os a ficar ainda mais intumescidos, fui tirando sua calcinha. Ela de olhos semi cerrados não ajudava, gemia. Tirei a calcinha e fui explorando o corpo todo com minha boca. Desci ao umbigo, mordisquei seu ventre. Ela dominada pelo tesão, estava totalmente ensopada. Abri suas pernas, as coxonas grossas se afastaram. A buceta semi raspadinha, estava com suco saindo pelas laterais. Encostei minha boca sobre a buceta. Forcei a respiração para ela sentir meu hálito morno sobre a fenda. Ela se contorcia de tesão. Abri bem a buceta com minhas mãos e beijei o grelinha. Estava tudo ensopado. A língua deslizava sobre a fenda e quando atingia a parte superior eu acariciava o grelinho, ela se contorcia loucamente quando eu chegava molhado a grelinha. Deixei a saliva se misturar com o suco que ela exalava. Ela gozou se contorcendo toda. O corpo todo enrijeceu, e de repente ela se soltou toda, amolecida, semi desmaiada, olhos cerrados e mordendo o lábio inferior. A fofa me deixara doido de tesão. Ergui meu corpo sobre o dela e encostei meu pau na entrada ensopada da buceta. Forcei apenas um pouco, porque a umidade, suco e saliva misturada, facilitavam tudo. O pau deslizava pelo canal vaginal. Ela se mexeu de novo. Sem dúvida ela estava há muito tempo sem dar. Puxou-me com força e deixei o pau entrar até o talo. Fiquei atolado bem no fundo, apenas para sentir o calor úmido. Ela iniciou movimentos dos quadris pedindo mais. Iniciei o entra e sai aumentando a velocidade aos poucos e o pau entrava e saia brilhando de tanta umidade. Ela de novo se contorceu toda. Enrijeceu o corpo, gozou gemendo, balbuciando algo. Atolei o pau bem ao fundo e explodi gozando. Soltei uma enormidade de porra, e deixei o pau totalmente atolado dentro dela. Ficamos assim, um bom tempo, amolecidos e sonolentos. Eu cabeça repousando sobre os seios, ela cabeça virada no tapete, com um sorriso leve disfarçado nos lábios fechados. Aos poucos meu pau começou a se mexer dando sinais de que queria mais. Ela sentiu as vibrações, e se mexeu um pouco, facilitando minha posição. As penas estavam totalmente abertas, o pau atolado bem no fundo. Começamos de novo, mas lentamente. O pau já ocupava todo o espaço novamente, e o entra e sai foi facilitado, agora tinha saliva, suco e porra. Tudo misturado. Deslizava fácil, e gozamos de novo. Voltamos ao estado de letargia que estávamos um pouco antes. Levantei-me e sai um pouco do escritório. Tomei um copo de água na cozinha e retornei. Ela ainda estava amolecida. Havia gozado seguidamente. Estava saciada, e virada de lado. Apreciei o corpo todo. Fofa. Bunduda. Cabelos desarrumados. Muito sensual. Forcei um pouco só seu corpo e ela mansamente, virou atendendo minha vontade. Ficou de barriga para baixo, a bundona virada para mim. Abri as nádegas e com os dedos espalhei o que escorria da buceta. Suco, saliva e porra. Deixei o cuzinho bem molhadinho, e encostei a ponta do meu cacete. Ela ajudou erguendo um pouco seu quadril, fazendo a abertura das nádegas ficar maior. Forcei um pouco. Estava muito apertado, mas entrou um pouco. Fiquei naquela posição aguardando o alargamento natural. Ela movimentou um pouco a bundona em direção ao meu pau, que deslizou um pouco mais. Eu fiquei parado com o pau semi colocado, e deixei que ela conduzisse com seu corpo a introdução até o final. E, assim aconteceu. Em alguns minutos o pau entrara até o talo. Ela se mexia fazendo o vai e vem aumentando a velocidade como desejava. Passei a mão para frente, alcancei a buceta encharcada e passei a acariciar o grelinho. Ela começou a vibrar o corpo como uma louca, e o pau entrava e saia com a maior velocidade. De repente, gozei, e ela também. Explodi soltando porra de novo, bem no fundo do cuzinho e senti-a gozar em minhas mãos. Ficamos ainda algum tempo nesta posição. Depois fui tomar uma ducha, e quando voltei, ela já estava recomposta e sorridente. Fora ao banheiro da suíte da minha filha. Estava com um sorriso cativante e lindo. Não falamos sobre o que fizéramos. Apenas voltamos a fazer isso inúmeras vezes, e até hoje quando se encontram a oportunidade e a vontade, nos saciamos sem limites. Fazendo de tudo, basta imaginar e fazer. E, passei a ser fissurado em fofas, especialmente de coxas largas e bundona. E como são tesudas. Apesar de tímidas. O que é muito bom.
Ela viajava comigo todos os dias. Um dia passou mal e disse que não iria á faculdade, voltaria para casa. No caminho de volta começou a se soltar com aqueles papos de dar inveja, que havia feito misérias enquanto sua mãe não estava em casa. Perguntei se havia passado mal em função da festa que havia dado no ap da mãe. Ela sorriu e confessou que não havia dormido por ter ficado a noite toda fudendo. Aí não perdi tempo em indagar sobre a possibilidade de sua casa estar vazia. E ela instantaneamente disse-me que se quisesse saber teria que ir pessoalmente. Chegamos em sua casa e realmente não havia ninguém. Entramos e ela num pulo de safadeza se despiu deixando ver todo aquele corpinho de gatinha universitária. Um verdadeiro pitel. Peitinhos durinhos, bundinha lisinha e eu já estava que nem um jegue louco. Botei a piroca pra fora e a coloquei pra mamar. Sua bucetinha já estava toda molhadinha, enfiava o dedo e lambia aquela babinha deliciosa, na sala mesmo. A coloquei no sofá de
perninhas abertas (frango assado) e enfiei a madeira. Socava-lhe a buceta como se fosse um cavalo, e ela só gemia. Depois de um tempo, ninguém é de ferro, gozei naquele rostinho de safada. Descansamos um pouco e voltei a me excitar. Ela então me pediu que fizesse mais e então não resisti aquele cuzinho rosinha apertadinho. Aí foi foda. A danada parecia que estava no cio. Meti até a piroca doer e ela nada de gozar. Então pra minha surpresa ela trouxe um caralho daqueles enormes de silicone, enfiou na xaninha e gemia pra cacete. Gozou rápido. Nossos encontros se tornaram freqüentes, afinal ninguém é de ferro.
***Conto enviado por Gilmar Coelho do Rio***