13h47min esta em frente ao portão de desembarque no aeroporto. Olha para o relógio e parece que os minutos transformam-se em horas. E horas intermináveis. Peito dói, coração acelerado, boca seca, pernas bambas, mãos suadas. Esta um poço de nervosismo, mas excitada e desejosa desse encontro. Meses se passaram desde que se conheceram em um site de relacionamentos, não imaginava jamais que estariam agora frente a frente. Vestida em sua saia justa, seu corpo parecia incomodado com suas vestes. Mas precisava estar linda para esse momento. Escolhera com muito apreço, carinho e dedicação às peças que estaria vestida, obedecendo às ordens daquele que já fazia parte da sua vida: Quero-te de saia cadela. Justa! Blusa fina, sem sustentar as tetas e sem calcinha. No máximo um fino fio dental. Cadela não veste peças íntimas. Salto alto. Lembrava-se dessas palavras, o tom firme de um Dono experiente, também tão desejoso de estar dominando presa inexperiente, mas dedicada e honrosa de suas ordens. Um frio percorreu sua espinha, e levantando o olhar logo o abaixa, pois seu Dono já está a sua frente. Como se portar de agora em diante? Seu coração bate tão forte, teme que ele escute. Teme que sinta sua insegurança. Parada fica em frente a ele e sente mesmo sem ver seu sorriso de satisfação. O gelo é quebrado com apenas um OI. O Dono dá a volta em torno de sua presa e em suas costas, chega perto de seu pescoço e levantando seus cachos com delicadeza sussurra em seu ouvido fazendo-a arrepiar-se por completa. Sua intimidade se derrama e sente escorrer em suas pernas o mel de seu desejo. Estás linda cadela. Cheirosa. Só não gostei do sustenta teta, disse que não queria nada que sustentasse, pagará caro quando chegarmos ao hotel. Cadela estava sem sutiã, mas como a blusa que escolhera era fina, achou que não seria problema usar uma camisetinha por baixo. Sentiu a força de seus dedos apertando seu braço e temeu o que estaria por vir. Sendo guiada foi levada para o estacionamento, pegaram o táxi para irem ao hotel onde ele se instalaria. Dentro do carro não ousou olhá-lo, nem sequer dirigir uma palavra. Sentiu seu corpo vibrar ao toque da mão do Dono explorando sua perna, subindo levemente sua saia. Apertando suas coxas, estava chegando à sua virilha, não se incomodava com o olhar indiscreto do taxista, apenas suspirou e se não chegassem logo ao hotel teria ali mesmo um orgasmo. Ele retira a mão e sorri. Sente o desejo da cadela, está satisfeito. Ao chegarem no hotel ele a toma pelo braço e se dirigem à recepção. Toma um susto quando o escuta dizer que gostaria de uma bela suíte de casal, Senhor e Sra. Murtinho. Seu coração ia sair pela boca, mas se controlou, tentou se acalmar. Meio passo atrás dele, espera que termine o registro. Ele passa por ela e lhe dá a mão, ela estende a mão, mas não ousa de forma alguma olhar em seus olhos. Entram no elevador e ele aperta o botão do andar. Parada ao seu lado ele a puxa e subindo a mão por baixo da saia seus dedos encontram uma boceta molhada de desejo. O inevitável aconteceria. Pôde então olhar em seus olhos, observando seus traços tão lindos e desejados. Como queria estar daquela forma com seu Senhor. Afrouxou o nó da gravata, tirou o terno e desabotoou a camisa branca. Abriu o cinto e a calça veio ao chão, pegou então as peças e as dobrou colocando em um sofá. Voltando, ajoelha-se perante o seu Senhor aguardando ordens. Ele estende a mão e ela entende que deve tirar a cueca. Então salta seu mastro duro como ferro, sente o cheiro e ele esfrega o caralho na cara dela. Cadela fecha os olhos sentindo o cheiro forte, abre a boca e recebe então seu amado Dono. Ouve um gemido, sabe que está agradando e continua a chupá-lo, não sabe ao certo se bem ou mal, mas gosta de ouvi-lo gemer e intensifica a chupada. Dono segura sua cabeça e enfia de uma vez seu mastro até sua garganta. Sente ânsia, mas se controla. É muito excitante. Ele solta sua cabeça, ela se desequilibra e cai. Rindo Ele se afasta dela e senta numa poltrona. Venha minha pequena! Cadela se Põe de quatro e rasteja até seu Dono. Senta sobre os calcanhares e continua a chupá-lo com mais carinho, olha para ele e pede apenas com olhar, ele entende e consente com a cabeça que ela possa segurar seu mastro enquanto o chupa. Ele segura novamente sua cabeça, sustenta seus cabelos, e vai sentindo o vai e vem que ela vai fazendo. Aumenta o frenesi, chupa com gosto ele segura mais uma vez o caralho em sua garganta. Faz movimentos com a cabeça, num vai e vem gostoso. Fecha os olhos, sente o momento. Cadela tira o caralho da boca e vai lambendo toda a extensão, lambe as bolas dele, sente o cheiro gostoso de macho, isso a deixa alucinada, engole mais uma vez e vai fazendo movimentos mais fortes. Olha ligeiramente para ele, percebe que está gostando, seus olhos fechados o denunciam, enterra mais uma vez o caralho na boca, sobe e fica lambendo a cabeça vermelha, vai punhetando com delicadeza e engole mais uma vez até a garganta e sobe até a cabeça novamente. Como ele é gostoso. Ele segura sua cabeça, ela o sente pulsar, geme e jorra seu leite em abundancia na boca dela. Lágrimas escorrem e ela não acredita que ele gozou em sua boca. Dono segura o rosto e a faz abrir a boca certificando que engoliu tudo. A deixa no chão e segue até uma maleta. Abre e retira alguns brinquedinhos. Vai ao banheiro e molha uma toalha, volta e ordena que ela fique de quatro, ela nua e exposta, o sente abrindo bem suas pernas, deixando sua boceta e cu bem arreganhado. Amarra ao pé da cama suas mãos e entre as suas pernas um bastão que também amarra aos seus calcanhares, dessa forma ela não poderia de forma alguma fechar as pernas. Sentiu que seria usada. Mas como? Um medo e prazer enorme tomaram conta de seu corpo, ela tremia, mas desejava muito viver tudo aquilo. Não brincava. Estava ali para se entregar a seu Dono e assim faria. Sem temer nada, mesmo que doesse, mesmo que sangrasse, era isso que ela queria. Dar prazer ao seu Senhor. Uma venda é colocada em seus olhos. Já sentia sua vagina vazar, escorrer entre suas pernas todo desejo e excitação que sentia. Sente uma dor na bunda, ele bate nela com a toalha molhada. Sente escorrer a água em suas pernas. Dói, mas adora. Gosta da dor. Ele bate mais, mais, e muito mais. Não pode vê-lo, mas sente que está satisfeito. Não consegue sequer gritar, dizer que dói. Seu prazer é muito maior. Segundos se passam, e sente novamente a toalha molhada lhe chicoteando a bunda. Dono para um instante. Aproxima-se de sua presa e passa seus dedos na vagina dela. Está doendo cadela? Acha que merece seu castigo? Te dá prazer apanhar de seu senhor não é? Sim meu Senhor, te dar prazer é meu dever, sou tua meu Amado, tua. Sei que mereço ser castigada. Aceito meu castigo por amor ao meu Senhor. Dono passa a mão pela bunda dela. Alisa as marcas deixadas pela toalha. Linda cor vermelha em pele tão branca. Dá um sonoro tapa sobre as marcas, cinco de cada lado. Pega um consolo de porte médio e enfia no cu dela. E enquanto bate mais em sua bunda, gosta de ver ela se contorcer com o consolo enfiado. Vai a sua frente e põe seu caralho na boca dela. Segura seus cabelos e enfia em sua boca. Faz fortes movimentos de vai e vem ela geme. Que delicia ter um caralho no cu e outro na boca, o gosto é delicioso, sente que está prestes a gozar. Dono percebe. Não te é dado permissão para gozar cadela. Eu terei esse prazer. Não goze entendeu? Com o caralho na boca apenas confirma balançando a cabeça. Ele então intensifica as estocadas. São fortes, precisas, sai, e retirando o consolo do cu dela, a penetra sem aviso algum. Mete com força. Seu caralho é muito mais grosso que o consolo. Ela sente suas entranhas rasgando. Ele ri. Solta gargalhadas de satisfação. Ela sangra. Seu cu está sangrando e para ele esse é seu melhor prêmio. Ela chora, grita. Ele apenas estoca com mais força. Bate em sua bunda. E com um carinho, ele esfrega seus dedos na vagina dela. Mete dois dedos. Ela agora está sentindo prazer. Ele parece querer maltratar, mas ela sente carinho em sua ação. As estocadas antes fortes e violentas agora são calmas, mas intensas. Gosta do desejo que ele está sentindo e seu desejo aumenta. Seu grelo duro e melado recebe os dedos de seu Amado Dono, está prestes a gozar. Sente seu corpo tremer. Goza minha cadela. Agora te deixo gozar. E intensifica os dedos na vagina e as estocadas no seu cu. Cadela treme o corpo, é quase uma convulsão, e se derrama em líquidos, jorrando nas mãos de seu Senhor seu gozo. Ele continua e geme forte, está gozando também. Ela sente seus jatos de porra inundando seu interior e apesar da dor, o prazer é muito maior. Ele se joga sobre a bunda dela e parece querer descansar. Ele passa a mão pelas costas, ainda com o caralho dentro dela. É de meu agrado cadela. E retirando a venda ele sai de dentro dela. Desamarra suas mãos e pernas. Ela desaba no chão. Mas se rasteja e chegando aos pés de seu Dono, beija-lhe os pés e agradece ao Dono pelo prazer recebido. Cadela sente-se feliz meu Senhor, obrigada por me deixar proporcionar seu prazer meu Amado. Dono estava satisfeito com o agradecimento de sua cadela. Estende a mão e ajuda que se levante. Dá um abraço forte nela, sente que sua entrega é completa, que não haverá resistência mesmo em uma seção mais forte. Cadela pousa sua cabeça no peito de seu Senhor e suspira feliz. Ele sente seu amor, afaga seus cabelos e a leva para a banheira. Juntos tomam banho, conversam e se conhecem melhor. Cadela satisfeita ao estar ao lado de seu Senhor mostra sua dedicação, passa esponja em suas costas, peito. Riem como crianças com as espumas. Ele a olha nos olhos, ela sente seu poder e mais uma vez se aninha nos braços do Dono. Sente-se protegida. E jura que o honrará em todos os momentos de sua vida.
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