Dizem que toda mulher tem fixação no Pai, como todo homem na Mãe, isso é o que diz a psiquiatria. Sentada no colo do Sr. Zíder, podia sentir a pressão, bem maior agora, em minhas nádegas. Ele arriou as alças do meu vestido, com um movimento só, libertou meus seios e começou a lamber os bicos vermelhinhos. Numa pausa para tomar fôlego, ele me olhou com os olhos dilatados de desejo. Deslizei para o chão, me ajoelhei diante dele e com movimentos resolutos, abri a parte da frente da sua calça. Tive um pouco de dificuldade para libertar o pau inquieto que ansiava por carinho. Por alguns instantes contemplei o pau pujante, que palpitava entre os meus dedos. Nunca vira um tão grosso como aquele. Minhas mãos subiram para as primeiras carícias, a pele era cheia de veias saltadas, a ponta lustrosa brilhava, coberta por uma gosma. Ele pousou as mãos em meus cabelos e fez pressão em minha cabeça. Por favor, Ayeska, seja boazinha comigo… Atendendo à pressão dos dedos em minha cabeça, avancei o rosto, um beijo rápido, e comecei a roçar a língua na pele lustrosa. A grossura me excitava e assustava ao mesmo tempo. Não querida só isso, não. Foi preciso escancarar minha boca, senti dores na articulação dos meus maxilares, o Sr. Zíder, o diretor moveu os quadris para frente e só parou quando seu membro atingiu a minha garganta. Tossi engasgada, mas ele não recuou. Lambe querida, bote essa língua rosada e gostosa para funcionar. Aos poucos eu percebi que o Diretor perdia a camada de civilização. Assustei-me com suas estocadas indo e vindo dentro da minha boca. Mas fiz o que podia, girei a língua em volta daquele colosso de carne e mamei como se fosse uma mamadeira. Esperei receosa que ele gozasse dentro da minha garganta, mas, ele não o fez. Quando estava próximo ao clímax retirou seu pau da minha boca. Venha cá, minha querida. Arrastou-me até o sofá mais próximo que tinha na sua sala, colocou-me de joelhos no chão e os cotovelos sobre a almofada. A posição era sugestiva e ao entender sua intenção, gelei por dentro. O seu pau era grosso demais e minha buceta apertada. Não, assim não. Ele me segurou pelos quadris e não permitiu que me levantasse. Ajoelhou-se por trás de mim, fazendo-me sentir a cabeça do seu pau roçar em minhas coxas. Por favor… Vamos tentar, se doer muito, eu juro que paro. Senti seus dedos deslizarem entre as minhas pernas, da minha xoxota melada de excitação, trouxeram uma boa quantidade de secreção e seus dedos espalharam no orifício apertado do meu cu. O senhor vai me machucar. Vai me arrebentar toda. Deixe de ser medrosa querida. E deixe pra lá esse negócio de senhor. Para que tanta formalidade depois do que está havendo entre nós? Quando senti a chapeleta do seu membro se alojar nas curvas internas das minhas nádegas, tive um sobressalto e tentei me levantar. Calma… Prometo que vai gostar e serei gentil…Implacável ele começou a penetrar meu cuzinho, meu anelzinho se dilatou devagar, como um grosso elástico sendo arreganhado. Comecei a gemer, enquanto sua glande se alojava dentro de mim, dilacerando minha carne. Costumava dar o cuzinho, mas nunca para um pau tão grosso como aquele. O Sr, Zíder, deu um tapinha na minha bunda e começou seus movimentos de vai vem. A minha sorte, foi que ele já estava duro e com vontade de gozar e sua resistência ao fim, fazendo-o gozar, inundando meu cuzinho com seus jatos quentes. Devagar senti seu membro diminuir de espessura e só então ele saiu de dentro de mim. Meu cuzinho piscava e o seu gozo escorria de dentro dele. Movi-me com dificuldade e fui apanhar meu vestido. Ele me fitava embevecido. Sem suspensão querida. Apenas os minutos que passou aqui serão levados em conta. Ah Sr. Zíder, valeu… Valeu mesmo. Então ele disse: Só tem um, porém, quero me encontrar mais vezes com você. Logo se acostumará e fuderei seu cuzinho sem problemas e sua bucetinha também. Minha alegria em saber que não seria suspensa foi tão grande e afinal havia sentido prazer e até gozado em companhia do Diretor e pai do meu namorado. Antes de sair de sua sala, passei os braços em torno do seu pescoço, enchendo-lhe a boca de beijos. Esfreguei-me sensualmente em seu corpo, prometendo uma próxima vez.
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