Tenho 25 anos e minha esposa 22, loira, baixinha, bem gostosa. Ela era um pouco tímida, mas como sou bastante safado, sempre que transávamos eu dizia que gostaria de vê-la dando para outro. Ela sempre dizia que não. Um dia um amigo veio em nossa casa, ficamos conversando, tomando umas cervejas e notei que minha esposa estava bem à vontade.
Começamos a falar de vários assuntos, entre eles de sexo. Os olhos dela brilhavam, foi quando fui mostrar uns vídeos para meu amigo. Era de garotas de biquínis, com os peitos de fora. Não demorou e um volume enorme surgiu em sua calça, minha mulher ficou hipnotizada, pois eu era o único homem que ela tinha trepado e eu não tinha um pau daquele tamanho. Fui até o computador que fica no corredor, liguei a cam e foquei os dois na sala. De onde eu estava eu não os via, eles sim me viam. Como eu estava com os olhos fixos na tela, minha esposa começou a olhar mais para o pau do meu amigo, e ele olhando para ela. Não demorou nada, minha esposa disse que ia tomar banho. Então voltei para sala. Perguntei a ele o que achou dela e ele meio sem jeito disse que era linda. Tomei coragem e disse que ela era louca pra transar com um cara de pau bem grande. Você deixaria me perguntou. Disse a ele que sim. Quando ela voltar do banho vou deixá-los a sós, pode agarrar ela que ela vai adorar. Ele ficou meio sem jeito, mas disse que tudo bem. Tão logo saiu do banho, eu fui tomar o meu. Deixei a porta entre aberta para que pudesse através da cam ver tudo. Não demorou nada e ele começou a alisar suas pernas, ela ficou quietinha. Então ele levantou e começou a beijá-la, como ela estava um pouco tímida ele dirigiu a mão dela até seu cacete, que ela pegou com vontade. Rapidamente ela se ajoelhou e começou a chupar, mal cabia em sua boca, então ela se pos de quatro, levantou a saia e ele encostou aquele enorme cacete em sua xana. Começou a empurrar, ela se contorcia. Ele com um pau enorme e ela com uma buceta bem pequena. Parece de adolescente. Quanto mais ele metia, mais ela rebolava. Como ela estava com pressa, pois não sabia que eu havia permitido, acelerou as reboladas e gozou. Em seguida foi a vez do meu amigo, que tirou seus 23 cm de pica e gozou muito em sua bunda. Então se vestiram e quando sai estavam como se nada tivesse acontecido. No outro dia, minha esposa me disse que achava que estava com infecção de urina, pois estava com a xana ardendo. Fiquei na minha e até lhe dei um remedinho, pois sabia que fora o pau do meu amigo o motivo daquela dor. Depois disso houve muitas outras vezes, mas isso eu conto outro dia.
***Conto enviado pelo leitor Junior do Rio***
Olá, meu nome é Julia e tenho 27anos. Moro no rio de janeiro e esse conto é real. Aconteceu quando eu tinha 18 aninhos.
Sou morena, tenho 1,70 de altura, bunda grande, seios não muito pequenos e uma buceta linda.
Um dia eu estava em casa com minha tia e meu primo Mario, quando meu tio ligou dizendo que iria buscar minha tia para levar para o mercado e meu primo iria ficar comigo. Fiquei feliz. Quando minha tia saiu, convidei-o para irmos para meu quarto. Chegando lá eu deitei na cama e ele se sentou. Conversa vai conversa vem, até que eu não aquentei e comecei a beijá-lo. Logo tirei a roupa e mandei-o chupar meus peitos. Que delicia.
Então ele tirou sua roupa. Quando vi aquele pau, cai de boca. Como é bom chupar um pau. Ele gozou na minha boca e engoli toda aquela porra deliciosa.
Fiquei de quatro e mandei-o enfiar o pau dentro de mim. Ele começou um movimento de vai e vem bem gostoso. Pedi para ele comer meu cu, então ele enfiou aquele caranho todo dentro do meu cuzinho. Ardeu no começo, mas depois a dor passou. Ele meteu forte e gostoso até gozar. Tomamos um banho e logo seus pais chegaram e o levaram pra casa.
Passado uns dias, ele voltou com um amigo dele lá em casa. Era aniversário do meu pai. Cantamos parabéns e fomos jogar vídeo game. Eu estava com um tope e um short branco, sem calcinha. Eles não tiravam os olhos dos meus seios, então eu perguntei para eles o que estava acontecendo e ficaram vermelhos.
Logo meu primo começou a me beijar e o tesão falou mais forte. Tirei seu pau para fora e comecei a chupar os dois cacetes. Tirei minha roupa e eles chuparam minha buceta. Mandei eles enfiarem um cacete dentro do meus cu e outro na minha bucetinha. Meu primo deitou e logo eu me deitei em cima dele. Seu amigo foi enfiando o pau no meu cu. Me senti nas nuvens. Após alguns minutos eles gozaram, então paramos e voltamos para a festa. Mas essa experiência só me deixou com gostinho de quero mais, por isso estou planejando dar para quatro de uma vez.
Oi, esse é o primeiro conto que escrevo e é real. Sou casada, tenho 30 anos, morena, lábios carnudos, seios grandes, do tipo gostosona. Meu casamento andava meio frio, então resolvi entrar nessas salas de bate papo. Lá encontrei o Adrian. Ele é de Curitiba e eu moro no interior do estado. Começamos a teclar. Ele me contou que era argentino e que morava há anos no Brasil. Adrian era grisalho e tinha uma boca sensacional, conversávamos sempre com a webcam ligada. Ele também era casado. Com o passar dos dias as conversas foram esquentando, começamos a falar se sexo e ele que parecia tímido no inicio. Foi se mostrando um grande safado. Resolvemos nos encontrar. Eu fui até Curitiba e quando encontrei aquele homem tremi. Ele era um gato, forte e com uma boca que me deixava maluca só de imaginar ela chupando minha bucetinha. Fomos direto para um motel, onde passaríamos a noite juntos. No dia seguinte eu retornaria. No carro só conversas, não tinha rolado nada. E eu nervosa imaginando que aquele Deus Grego não tinha gostado de mim. Quando entramos no quarto ele me agarrou por trás me encostou na parede. Começou a beijar meu pescoço e a me chamar de gostosa. “Minha cadelinha gostosa, hoje vai conhecer um homem de verdade, vou ser seu dono”. Ele foi logo metendo os dedos na minha bucetinha, eu já estava louca de tanto tesão. Senti sua língua quente entrando em mim e logo gozei. Ele lambeu todo meu melzinho e me deu um beijo delicioso pra eu sentir meu gosto de cadela no cio. Ele me castigava e não deixava que eu sentisse o cacete dele. Eu implorava, queria aquela vara em mim, mas ele disse que ainda não estava na hora. Queria que eu imaginasse o corno do meu marido olhando. Em nossas conversas, contei que nunca tinha dado meu rabinho e ele me disse que iria comer meu cuzinho apertado. Começou a passar a língua e meter os dedos. Então finalmente consegui tocar no maravilhoso cacete dele. Cai de boca, dei uma bela chupada. Ele pediu pra eu deixar bem babado, pra entrar mais fácil no meu rabinho quente. Foi o que eu fiz. Ele quando percebeu minha excitação, meteu o cacete devagarzinho. Eu enlouqueci, não sabia que era tão bom, eu pedia: Me fode safado, mete no meu cu que é só teu. Até que gozei e ele também. Encheu meu cu de porra quentinha. Tomamos banho e continuamos a transa. Ele tinha me preparado muitas surpresas naquela noite. Eu logo conto o resto.
Bom gente, esse é meu primeiro conto, vou tentar me esforçar para transmitir a todos a realidade dos fatos que ocorreram há uns meses atrás. Sou casado, 45 anos, empresário, um homem normal, de família normal, ou seja, esposa, filhos grandes e estudando. Tenho 1,74 de altura e peso proporcional, moreno, olhos castanhos, enfim, um brasileiro comum. Moro num bairro de classe média numa cidade do interior do Estado do Rio. Minha esposa é professora durante a semana, e, aos sábados leciona inglês num cursinho daqui.
Temos uma vizinha, casada, charmosa, deve ter uns 60 anos. Mas ela se cuida. Não é linda nem exuberante, mas tem um charme incrível. Ela não freqüenta academia, apenas tem um corpo atraente. É magra, pele branca com aquelas pintas típicas da terceira idade. O que mais chamam a atenção na Dona Luciene (esse é o nome dela) são os seios. São grandes e firmes. Lindos, realçados pelos decotes que ela sempre usa. Mas, apenas admiro, nunca insinuei nem falei nada com ela, até por que, eu e seu marido somos bons amigos e sempre assistimos jogo juntos ou visitamos um ao outro para um papo.
Alguns meses atrás teve um feriadão, minha esposa viajou com nossa filha para a casa de parentes. Por força do trabalho (temos um restaurante na cidade) tive que ficar, pois o movimento seria grande. No sábado, depois do almoço, deixei nosso gerente tomando conta das coisas e fui pra casa descansar. Ao descer do carro encontrei Dona Luciene na calçada, andando rápido e com lágrima nos olhos. Perguntei do que se tratava e ela me perguntou se poderia conversar comigo. Convidei-a para entrar em minha casa, ela aceitou. Contou que descobriu que seu marido tinha outra mulher, e que essa tal mulher havia ligado e contou tudo a ela. Como um bom amigo pedi que ela se acalmasse, dei-lhe um café, dei uns conselhos, enfim, fiz meu papel. Ela me disse ainda que ele tinha viajado para a casa de uma filha deles e só voltaria na segunda. Minha mente viajou. Durante a conversa (estávamos lado a lado no sofá) ela por duas vezes me flagrou olhando para seu decote, instintivamente ao perceber isso ela puxava disfarçadamente as beiradas do vestido para cima. O balançar dos seios me deixou com tesão, mas não deixei que ela notasse.
Sempre tive muita atração por mulheres mais experientes e, sem pensar muito disse a ela que voltaria do restaurante por volta das 22h00min, e, que se ela ainda estivesse acordada, poderíamos conversar, pois não queria vê-la de novo daquela maneira. Ela aceitou, mas pediu que eu fosse a casa dela, pois alguém poderia ligar e ela teria que atender.
Cheguei na hora marcada em casa, tomei meu banho, fiz barba, vesti meu moletom de ginástica. Fui para o terraço de minha casa que tem vista para a casa dela. Dona Luciene estava em sua varanda e me chamou com as mãos, talvez para ninguém ouvir. O portão da casa dela estava apenas encostado e entrei. A porta da sala também. Entrei. Ela veio pelo corredor sorrindo. Estava de blusa bem decotada, de alças, e uma saia tipo cigana. Puxou-me pelo braço e fomos pra sala. Começamos um papo bem animado, falamos de tudo: dos vizinhos, de família, e dávamos belas risadas, talvez estimuladas pelo vinho que ela nos servia. Eu não tirava os olhos dos seios dela, daí, num rompante, ela disse em meio a gargalhadas: Que isso menino, o que você perdeu aqui? Não respondi, apenas sorri sem graça, mas ela continuou: Sua esposa não gostaria de te ver olhando seios de uma velha. Que velha? Retruquei. Você é linda Luciene. Ao dizer essa frase começou a tocar uma música lenta no som da sala. Ela suspirou olhando para o teto e disse. ai ai ai, acho melhor a gente dançar um pouco, vamos? Eu nem respondi, coloquei o copo na mesinha, me levantei e a puxei pelas mãos. Nos abraçamos e começamos a dançar. Ela repousou o rosto em meu peito e segurei com as duas mãos sua cintura. Inevitavelmente me excitei, meu pau ganhou volume e a calça de moletom não foi barreira para impedir. Como estávamos dançando coladinho ela notou, sentiu meu pau crescer, mas não reagiu, apenas se ajeitou mais em meu peito e suspirou. Nossas respirações ficaram ofegantes. Fui lentamente subindo minhas mãos e mexendo meu rosto em seus cabelos. Subi mais, passei por suas axilas e a abracei por trás dos ombros. Encostamos nossos rostos e fomos virando bem devagar, rosto com rosto. Encostamos os cantos de nossas bocas e aí foi inevitável. Nos beijamos deliciosamente. Nesse momento minhas mãos já alisavam os seios maravilhosos dela. Durante o beijo abaixei as alças da blusa, encostei-a na parede e passei a mamar aqueles peitos lindos, ela gemia de olhos fechados. Peguei sua mão e repousei em meu pau, ela segurou com força e gemeu mais alto dizendo: Que gostoso.
Botei facilmente meu pau pra fora da calça e ela iniciou uma punheta lenta, mas firme. Forcei sua cabeça para baixo, ela entendeu e não resistiu se ajoelhou e começou a me chupar. Punhetava e mamava meu pau ao mesmo tempo, eu segurava seus cabelos com as duas mãos e fodia a boquinha quente dela. Fomos para o sofá. Ela se sentou e eu me ajoelhei de frente para ela no chão. Comecei a lamber a buceta quente e cheirosa dela. Luciene forçava minha cabeça contra suas pernas abertas. Eu lambia loucamente. Nesse momento o telefone tocou. Era bem ao lado dela. Ela atendeu sem que eu parasse de lamber. Ela começou a falar ao fone, era seu marido. Ela disse que estava com a voz assim porque tinha tomado remédio para dormir, conversavam bastante, nesse tempo eu alternei, chupava sua buceta e mamava seus peitos sem que ela largasse o telefone. Levantei-me, posicionei nossos corpos no sofá e apontei meu pau em sua buceta e ela no telefone ainda com o marido. Fiquei de joelhos no sofá e ela na posição frango assado, sem desligar o telefone, enfiei meu pau com força, e já comecei estocando forte, ela fazia caretinhas pra mim em silêncio. Ao mesmo tempo em que a fodia, eu segurava seus peitos com as duas mãos, era maravilhoso. Fui a um de seus ouvidos e falei bem baixinho para ele não ouvir: Fica de bruços que vou enfiar atrás, posso? Ela sorriu e se virou. Ficou de quatro apoiada no braço do sofá. Passei saliva na cabeça de meu pau e enfiei devagar, ela olhou para trás com cara de espanto, mas sem poder falar nada, pois estava com o marido no telefone ainda. Enfiei tudo. Ela se despediu, desligou o fone e começou a gemer alto: Isso meu cachorro safado, come sua coroazinha casada, me faz sentir mulher. Eu disse que iria gozar, ela mandou que eu esperasse um pouco, pois iria se vingar do marido. Pegou o telefone e ligou para ele de novo. Pediu para que eu gozasse quando ela estivesse falando com ele. Começaram a conversar novamente, não resisti. Fui estocando com mais força no cu dela, e mais e mais e gozei muito. Sem poder gemer ela apenas fechou os olhos de prazer. Gozou comigo falando com o marido. Foi demais. Ela desligou, nos levantamos, nos beijamos muito e dormimos juntos nessa noite. Encontramos-nos outras vezes, contarei cada uma delas aqui.
Um abraço
Fiz mais uma dose de uísque, liguei a TV e só acordei pela manhã. Mais ou menos 10h00min, com ela me chupando. Ficamos assim nos próximos três dias. Uma foda pela manhã e outra a noite. Ainda estamos nos encontrando de vez em quando, ela me prometeu na próxima irmos a sua fazenda só eu e ela. E assim aconteceu no começo de agosto ela me liga e me diz: – A fazenda esta liberada quer passar alguns dias comigo? – Sim, mas poderei somente quarta e quinta. – Ótimo, assim da para preparar tudo, dispensar os empregados e ficarmos somente nos dois. Te pego as 8:00 no estacionamento do mercado ok? – O que devo levar? – Nada, deixe tudo por minha conta. Passei a segunda e terça agoniado e ansioso em saber o que podia esperar. Chegou então quarta-feira lá estava ela com seu carrão me esperando, entrei e seguimos sentido Avaré, uma linda fazenda perto da represa. – Vai ter um empregado me esperando. Fique quietinho no carro que vou entrar ver algumas coisas e dispensa-lo. Assim que liberar venho te buscar. Não demorou muito ela veio me buscar. Entrei na casa sede, ela logo me levou para um quarto. – Aqui será nosso ninho de amor nestes dois dias, quero fazer muito amor com você.
Aproveitei dei um puxão nela, fui a beijando e levando para cama. Comecei a chupar seis lindos peitos e tirar sua roupa, a deixei peladinha e comecei a chupar sua xaninha, ela se contorcia toda me chamava de tarado safado. Fiquei chupando ela por uns 20 minutos até ela soltar um grito de gozo. Continuei a chupar. Ela pedia para parar, virei ela de costa e comecei a chupar seu cuzinho rosadinho. Fiquei ali enfiando a língua em seu cuzinho mais ou menos uns 15 mim, até ela gozar de novo. Ela ficou meio desfalecida na cama. Aproveitei fui ao banheiro abri a ducha e comecei a me banhar. Logo ela entrou e começou a chupar meu pau, me chupava como uma louca. Aproveitei e comecei a socar minha rola em sua boca bem forte, ela se sentia desconfortável, mas deixou-me fuder sua boca até eu gozar desta vez. Ela engoliu tudo não deixou nada cair. Terminamos o banho, ela me levou para conhecer a fazenda. Apesar de grande não tinha nenhuma plantação, nem mesmo criação, era somente para lazer da família. Depois de uma longa caminhada tomamos um banho, comemos alguma coisa e fomos pra varanda que da de frente para a pousada. Deitamos na rede e dormimos a tarde toda. Acordei com ela massageando meu pau. – Oi amor você não veio aqui para dormir não é mesmo? – E lógico que não. Disse.
Já fui beijando, levei-a para sala onde tinha um enorme sofá, coloquei-a de quatro e comecei a foder sua xaninha. Ela estava com tanto tesão que logo gozou. Como ainda não havia gozado, continuei o vai e vem com muita força, fodendo aquela xaninha maravilhosa. Não demorou muito ela começou a gozar de novo. Acelerei o ritmo e gozamos juntos. Fomos para um banho, pois ela ia preparar algo para nosso jantar.
Nosso jantar foi a beira do rio no píer com luzes de lamparinas, o céu estava todo estrelado com uma linda lua a também nos ajudar a iluminar. Ficamos ali tomando vinho e beliscando algumas coisas. Aproveitei para começar a bolinar sua xaninha, logo ela estava todinha molhada. Ali mesmo tiramos nossas roupas, apagamos as lamparinas, ficamos somente com a luz do luar. Ela começou um belo de um boquete, pedi para mudar de posição e fizemos um maravilhoso 69, eu sempre com um dedinho em seu cuzinho, depois de 15 min, a deitei no píer e falei para ela: – Olhe para esta lua, quero te ver gozando olhando para ela. Assim toda vez que você ver a lua você lembrará de mim. Comecei a comer sua xaninha, meu pau deslizava de tão molhadinha que ela estava, fui bem carinhoso e vagaroso neste meu vai e vem, acho que ficamos ali uns 30 mim, até ela me dizer: – Quero gozar junto com você. – Ok então se prepara. Comecei a acelerar o movimento sem muita força, bem carinhoso. Quando vi que ela mordia seus lábios, fechava os olhos. – Abre os olhos e veja que lua linda, e eu em cima de você te fazendo mulher. Acelerei mais o ritmo ainda e começamos a gritar de tesão. – Meu amor que delicia como você é gostoso, por favor, não saia de dentro de mim. Continuei o movimento para impedir que meu pau não amolecesse, ela sentia arrepios me abraçava me beijava, num movimento só, ela saiu debaixo de mim e ficou em cima. – Agora quero que você veja este luar lindo e esta mulher realizada, para nunca mais esquecer. Ficamos ali num vai vem por 10 minutos. Quando gozamos novamente, ela desfaleceu em meu corpo. A peguei no colo e leve para sede, coloquei-a na cama e dormimos. Pela manhã ela me acorda com um belo café na cama. Tomamos o café juntos, depois tomamos uma banho delicioso.
- A lancha esta pronta para um passeio. Pegamos algumas bebidas, comida e fomos dar uma volta pela represa, esta sem movimento por ser meio da semana e também um pouco frio. Ela me levou para um lugar muito lindo e ali ancoramos a lancha e começamos mais um ato de sexo. A pus de quatro no banco da lancha e comecei a fuder de quatro, ela tava com muito tesão. – Se você gozar primeiro que eu vai ter que me chupar e engolir tudinho sem deixar cair uma gota. Foi só terminar de fala, ela já gozou. Tirei meu pau de sua xana, deitei-me no banco. – Chupa, não quero ver nenhuma gota. – Sim meu mestre. E começou a me chupar com muita vontade. Quando beijava meu saco parecia que ia arrancar minhas bolas, chupou muito até eu gozar. Ela obedeceu direitinho não deixou uma gota se quer cair. – Você não vai comer meu cuzinho hoje? – A safadinha deu uma vez e gostou né? – Você faz tudo muito gostoso comigo. Vamos deixar para fazer lá na sede. Ela imediatamente desancorou a lancha e fomos para sede. Ela abriu sua bolsa e me deu o KY. – Vem comer meu cuzinho, quero gozar com você metendo em meu cuzinho. Lambusei seu cuzinho e meu pau com KY e comecei com muito carinho e jeitinho a enfiar em seu cuzinho. Ela sentiu um pouco de dor mais logo já se acostumou e começou a fazer um vai e vem muito louco. Comecei a forçar, fudendo literalmente ela, mas ela sentiu certo desconforto, então deixei ela tomar conta da situação. Ela me pediu para sentar na beira da cama, pois queria sentar em pau. Sentei na beira da cama, passei mais gel e ela foi sentando bem devagar. Logo ela estava minha rola todinha em seu cuzinho. Relaxou um pouco e começou a cavalgar devagarzinho até aumentar o ritmo. Ai gozamos juntos. Minha porra escorria de seu cuzinho em meu pau. Tomamos um rápido banho, ajeitamos as coisas, pois logo o empregado estaria de volta. Fui para o carro esperei ela se despedir do empregado e voltamos para casa. Foi maravilhoso, espero poder retornar lá na época do verão para poder comê-la dentro do rio. Se isso acontecer conto em outro conto.
Sempre que posso viajo com o Juca, meu vizinho caminhoneiro. Devido ao meu serviço tenho viajado muito pouco, e num desses dias que estava em casa, Dª. Ilma esposa do Juca, pediu que eu fosse dar uma olhada no chuveiro que não estava funcionando. Fui, verifiquei que estava com a resistência queimada, fui comprar outra e ao chegar ela estava arrumando as crianças para a escola, logo passou a perua escolar e os levou. Arrumei o chuveiro sob a assistência de Ilma que falava sobre os comentários do Juca, quando retornávamos de viagem e perguntou sobre o que eu mais gostava nessas viagens. É lógico que eu não poderia em hipótese alguma falar do que nós mais gostávamos, falei que era do passeio, da companhia e da oportunidade de conhecer outros lugares. Terminei o serviço e ela disse que iria tomar banho, mas que eu ficasse por ali caso desse algum problema. Estava na sala vendo TV quando de repente ela grita e me chama toda apavorada, quando cheguei ao banheiro ela estava do lado de fora do box totalmente nua e falando que o chuveiro tinha esfriado muito, ela foi diminuir a água e agora não saia mais nada. Ao vê-la assim pude constatar que a coroa estava com tudo em cima, um belo corpo, bundinha arrebitada, seios fartos, xana raspadinha e fofinha parecendo uma almofadinha. Ao tentar pegar a toalha para cobri-la, fui agarrado por ela que demonstrava medo de entrar debaixo do chuveiro novamente. Começou a tirar minha roupa pedindo que entrasse com ela. Não pude dizer não, logo estávamos embaixo do chuveiro, ela agarrada em mim demonstrava um medo terrível, chorava e nem se importava com sua nudez. Acalmei-a, abri novamente o chuveiro, e só depois que eu entrei debaixo da água morna, foi que ela se recompôs e entrou também. Chuveiro em ordem, nos enxugamos e fomos para a cama onde ela se revelou a mulher mais fogosa que já encontrei, queria tudo ao mesmo tempo, parecia ate que nunca tinha visto ou usado uma pica. Contou que a tempo vem alimentando essa idéia, visto que o Juca faz muitos elogios à minha pessoa quando chega de viagem, pouco a procura, e ela fica com ciúmes. Na cama fizemos um excelente 69, enquanto eu a chupava e enfiava os dedos no seu rabo. Ela se contorcia de prazer e cutucava meu cu dizendo que o Juca também gostava me proporcionando uma excitação que não tinha como esconder. Ela agasalhava meu pau inteiro em sua boca, babando e sugando-lhe o caldinho, e no meio dos gemidos contou que sabia do que o marido gostava e por isso ele sempre me convidava para viajar com ele. Estava tão carente que ela mesma escolhia a posição, deitou-se de costas colocou as pernas em meu ombro e falou que queria na xana nessa posição. Lá fui eu bombar naquela vagina apertadinha devido ao pouco uso. Quanto mais eu bombava, mais ela gemia e pedia que enterrasse tudo naquela velha buceta. Eu fazia o possível para contentá-la, segurei ao máximo, mas não deu e enchi-lhe de leite. Lavamos-nos novamente e em seguida, ergui mais um pouco suas pernas. Coloquei debaixo de sua bunda um travesseiro, e direcionei a vara para seu buraquinho que não parava de piscar. Fui com calma forçando a entrada, ela se contorcia e rebolava ajudando a vara entrar. Quando tudo já estava dentro, ela me abraçou com as pernas e me puxou de encontro ao seu rabo. Depois de enchê-la de leite, descansamos, nos lavamos, trocamos mais algumas caricias e fui embora sem saber o que será melhor agora. Viajar e levar vara toda noite ou ficar e mandar a vara na coroa que é muito apetitosa e sabe trabalhar quando esta com a ferramenta agasalhada. Como gosto das duas opções vou pensar no assunto, mais seja qual for eu conto para vocês depois.
Eu me chamo Jean, tenho 1,72 de altura, meio fortinho nada de espetacular. Tudo começou, quando eu me divorciei. Continuei morando na mesma casa sozinho, o tempo foi passando e eu comecei a fazer amizade com umas meninas no bairro, no começo começou com um oi aqui oi ali, logo a gente começou a conversar. Sentávamos na frente de casa e a conversa rolava solta, risada pra cá risada pra lá, eu sempre fui bem amigável e alegre. Certa vez começamos a conversa e entro na conversa de sexo, começamos a conversa eu e mais duas amigas “safadinhas”. Elas diziam que eram fera no sexo, que os caras que elas saiam ficavam loucos no que elas faziam. Aquela conversa me deixou excitado, meu pau fico uma pedra dentro da bermuda, elas notaram. Olharam uma para outra e deram uma risadinha. Uma falou pra outra: “Nossa o Jean já fico todinho duro só pela conversa”. Dei uma risada e fiquei com vergonha, a conversa acabou ai. Como eu moro sozinho gosto de ver bastante filme e vou toda semana locar filme. Certo dia fui à locadora e aluguei um de comédia, ação e é claro um pornô. Quando estou chegando em casa as 2 amiguinhas estavam na rua. Viram-me, vieram no meu encontro e me perguntaram: ”Que filme você alugou?” Respondi: Uma comédia e um de ação. “E o outro?” Me perguntaram. Respondendo falei que era um especial, uma olhou para outra e deram uma risadinha. Perguntei pra elas: ”Estão a fim de assistir comigo?”. Claro que sim , me responderam. ”Então vamos“. Disse eu. ”Então vamos tomar banho Raquel”. Disse a Carol.
Entrei em casa todo empolgado, esperei uns 40 minutos, e lá veio elas batendo no portão, meus olhos ficaram enormes, Raquel uma moreninha 18 aninhos,165 com uns peitinhos que cabia na mão, pernas grossas, e uma bundinha empinadinha, com um vestidinho preto meio curtinho, que delicia. Carol morena também, 19 aninhos, 1,70 cm, com um par de peitos enormes que dava até pra fazer uma espanhola, uma bundinha delicada. Estava com uma mini blusa e uma saia branca, espetacular.
Entramos, elas se assustaram quando viram que tinha um colchão de casal no chão da sala. Disse que era pra gente ficar mais a vontade que daria ate pra deitar.
Enfim assistimos o de ação e de comedia, demos muita risada. “Jean coloca agora aquele especial”. “Mais é pornô”. Disse eu. As duas deram uma risada e falaram que já sabiam e que era pra eu colocar mesmo assim. Coloquei o filme, começamos assistir e pra surpresa delas, eu aluguei um filme com um cara e 2 minas. Logo meu pau ficou duro, então as vi uma olhando pra outra e apontando pra meu pau duro que estava quase saltando da bermuda. Na cena que as 2 minas estavam chupando ao mesmo tempo o pau do cara, eu disse: ”Deve ser uma delicia ter 2 mina chupando o meu pau”. Elas deram uma risada e a Raquel mais safada passou a mão no meu peito e disse: ”Se você quiser a gente faz isso pra você ver se é gostoso”. Fui à loucura. As 2 começaram a passar a mão no meu peito e foram descendo, chegaram no meu pau e disseram: ”Nossa como esta duro”. Logo começaram a abrir a bermuda e foram descendo beijando eu todinho, tiraram meu pau pra fora e começaram uma chupeta espetacular, uma chupava a cabecinha a outra chupava as bolas, as duas começaram a chupar meu pau, tipo batendo uma punheta com a boca uma de cada lado. Nossa comecei a gemer gostoso, tirei toda minha roupa, estava deitado, falei para elas virarem a bunda pro meu lado tipo um 69. Pra minha surpresa as 2 estavam sem calcinha, que bucetinha maravilhosa as 2 bucetas peladinhas. Comecei a masturbá-las, enfiava o dedo e chupava, as 2 começaram a gemer alto e falavam pra enfiar mais. Enquanto isso elas chupavam meu pau com mais vontade, falei pra elas tirarem a roupa, logo tiraram ai pude ver aqueles lindos corpos ali todinhos pra mim, coloquei as 2 de 4 no sofá, uma em cima da outra. Que maravilha aquela visão 2 bucetas e 2 cuzinhos. Comecei a chupar elas todinha, chupava a buceta das 2, comecei chupar o cu delas. Elas gemiam mais alto ainda, tremiam de tesão. Gozaram na minha boca, que gozo gostoso. Comecei a enfiar meu dedo no cuzinho delas, ai que soube por que os caras ficavam doidinhos, elas adoravam dar o cuzinho. Fiquei em pé, peguei na minha pica e comecei a enfiar na bucetinha da Carol que estava embaixo, enquanto isso colocava o dedinho no cu da Raquel, as 2 gemiam que nem loucas. Comecei a trocar de buceta. Enfiava em uma, tirava e enfiava na outra. As 2 tremiam de tanto gemer e gozaram varias vezes na minha pica. A Raquel me falou: ”Enfia no meu cuzinho, ele esta querendo esse pauzão”. Peguei minha pica, coloquei na portinha dela e fui forçando. Nem precisei forçar muito, entrou facinho. Comecei um vai e vem ela gritava: “ Ai, que delicia. Fode essa cachorra. Mete essa pica no fundo”. A Carol ficou doida quando viu a Raquel gozando com meu pau dentro do cuzinho. Logo me pediu: ”Vai comer só o cuzinho dela? Quero no meu também”. Coloquei meu pau no cu da Carol e enfiei tudo de uma vez. Ela deu um grito de dor e de prazer. “Não era isso que tu queria sua putinha?” Enquanto comia o cuzinho da Carol, a Raquel deu uma levantada na bunda e falou: ”Chupa meu cu enquanto tu mete nessa putinha”. Atendendo seu pedido comecei a chupar seu cu, logo as 2 gozaram de novo. Fiquei com tanto tesão que falei que ia gozar. Elas saíram, ficaram de joelhos e me pediram: “Goza em nossas boquinhas”. Quando ouvi isso, gozei como um cavalo na boca daquelas safadinhas. Elas brigavam pra ter a minha porra todinha. Então as 2 caíram de boca e começaram a chupar meu pau pra limpa todinho. Que delicia. Tomaram toda minha porra. Deitamos e ficamos ali descansando da foda, depois de um tempo começamos tudo de novo…..
Sou leitor desse site sobre contos eróticos e fico abismado que nesses contos não há gente feia. Todo mundo é lindo, linda, malhado, malhada, bem-dotado, etc. Bom, eu e minha mulher somos 2 pessoas normais. Somos morenos tipo índios. Eu to um pouco acima do peso, mas sou muito bonito de rosto e tenho os cabelos lisos e bem pretos, tenho 25 anos. Minha esposa é dois anos mais velha, com um corpo normal, nada de bunda demais nem peito demais, mas tem uma cor morena linda, vive sendo chamada de Pocahontas. Quando a conheci ela era uma santinha, seu único homem até então, nunca a tinha feito gozar de verdade e eu mostrei a ela o bom caminho.
Nossa primeira transa foi num hotel daqui de Salvador. Lembro que ela estava encabulada, não se soltava e não conseguia transar. Meu pau latejava, mas respeitei. Depois de muitas tentativas, ela foi se libertando. Ela usava uma calcinha verde de renda linda, o cheiro de seu sexo me fez ir aos ares. Tirei-a pro lado e comecei a chupar sua xana completamente lisa e inchada. Ela delirou. Gozou loucamente em minha boca e seu gosto me fez delirar. Nunca tinha chupado uma buceta tão gostosa e saborosa. Depois fomos pra um sofá que existia na ante-sala do apto e lá a coloquei ajoelhada com sua bunda pra cima. Cheguei por trás e comecei a comê-la bem devagarzinho, sentindo como uma mulher que nunca havia feito nada além de um papai-e-mamãe era minha refém. Peguei seus cabelos, fiz uma volta com a mão e a puxei para perto de mim, enquanto metia cada vez mais forte. Chamava-a de puta, safada. Ela gemia alto, urrava de prazer, gozando várias vezes antes que eu a enchesse com meu gozo. Somente no outro dia vi que o sofá havia ralado seu joelho, mas na hora ela nem percebeu a dor. No dia seguinte logo cedo, novamente chupei sua buceta loucamente, viajando naquela visão maravilhosa e ela gozando em minha boca. Estamos procurando uma mulher para realizar nossa fantasia: ela fica completamente molhada quando falo em transar com outra. Ela diz que quer ver isso o mais rápido possível, mas é muito tímida para chamar suas amigas.
Caros leitores, também sou assíduo freqüentador destas páginas. Eu, Felipe, juntamente com minha esposa Fátima, adoro aquecer minha libido com os relatos extremamente excitantes, principalmente aqueles contendo fantasias, fetiches e orgias. Claro que tanta leitura começou a provocar em nós a vontade de passar de meros espectadores a protagonistas dessas estórias. Contudo a dificuldade era grande, família, cidade pequena, e tantos outros empecilhos comuns à maioria das pessoas. Chegamos a visitar boates de streap, ruas nada familiares, mas nada além disso. Somos profissionais liberais e temos uma vida confortável, gostamos muito de receber os amigos em nossa casa, que por possuir churrasqueira, piscina e sauna, propicia boas festas, sempre regadas por muita bebida e carne. No último sábado, depois de diversos fins de semana chuvosos o sol resolveu prevalecer. Bem cedo liguei para o pessoal e de pronto organizamos um churrasco. Desci para limpar a piscina e fiquei esperando a galera com os comes e bebes. Tomando a primeira gelada da manhã fiquei admirando minha esposa deitada de bruços, bronzeando sua deliciosa bunda, totalmente exposta no sumário biquíni florido. A bunda de Fátima não é grande, é proporcional com o restante de seu corpo de pouco mais de 1,50 e 47 kg, contudo seus seios são fartos e o rosto angelical de pele aveludada e longos cabelos castanhos. Bunda mesmo tem minha cunhada, Rebeca, uma deusa da luxúria, a primeira a chegar com o namorado Roberto a tiracolo. Chegou e já foi se estatelar ao lado da irmã mais velha, para meu deleite e de meu futuro concunhado. O pessoal foi chegando, e a festa ferveu. Caipirinha, batidas, cerveja, carne pra comer e pra olhar não faltaram. Os homens cuidando do churrasco e das bebidas e a mulherada só desfilando com biquíni e copo na mão. Todo mundo pra lá de alegre. Eu com o tesão na lua, vendo aquele monte de gostosas, sim, pois é mulher de amigo, mas continua sendo gostosa, nada de hipocrisia. O pessoal já conhece minha fama de tarado, com o maior respeito é claro. No final tarde o tempo deu aquela tradicional fechada, liguei a sauna e convidei a turma, alguns aderiram outros preferiram jogar truco. Tudo dentro dos conformes. Fui dar um bodinho com minha esposa no quarto e acabei rodando. Lá pelas 11h00min da noite acordei e o pessoal acostumado com minha casa, já tinha ajeitado as coisas e ido embora. Meio amuado lembrei da sauna ligada e fui desligar. Ao me aproximar ouvi uns gemidos característicos. Olhei pela janelinha e vi o Roberto dando um trato na buceta de minha deliciosa cunhadinha. Com o pau duro e o coração palpitando, corri chamar minha esposa. Para conseguir olhar, ela subiu num banquinho e segurou a risada. Com a bundinha na minha cara não resisti e comecei a lamber sua buceta e seu cuzinho, percorria essa trilha com a língua e apertava meu pau que já doía de tanta excitação, com as cenas que se repetiam dentro da sauna escaldante. Trocamos de posição e de joelhos a Fa abocanhou meu cacete enquanto eu apreciava a Re de quatro com o Ro atolando os dedos em seus buracos, era um geme-geme só. Fomos trocar de posição novamente e a Fa se desequilibrou do banquinho e acabou batendo na porta. Os dois se assustaram, nós nos entreolhamos e sem titubear invadimos a sauna já sem roupa. A Re olhou para a Fa, sorriu e emendou. É hoje. Rimos e passamos a nos acariciar mutuamente, foi inexplicável, só quem passou por tamanha sensação sabe o que significa. A Re segurava meu pau, eu chupava os seios da Fa, enquanto ela segurava o pau do Ro que enfiava os dedos na Re. Isso num rodízio de mãos e bocas interminável. Beijei minha cunhada como se fosse a última mulher do mundo, esqueci de tudo, apertando sua bunda desejada, lambendo seu corpo suado até atingir a bucetinha mais linda do mundo. Chupei, lambi me lambuzei, a fazendo gozar gritando: Chupa cunhado gostoso, chupa que eu to gozando. E caiu de lado no primeiro banco da sauna. Só então olhei pra cima e me dei conta que minha mulher estava levando vara do Roberto, e que vara meus amigos. Um cacete não muito comprido (uns 19 cm), mas grosso como uma long neck. E a Fa de quatro já engolia metade com cara de quero mais. Olhou pra minha cara e disparou: Ta gostando de ver sua mulherzinha gemer numa pica grossa, ta? Meu tesão explodiu, avancei sobre Rebeca que recuperada agarrou meu pau e enfiou inteiro na boca engasgando e melando ele de saliva. Quase gozo de cara, mas me segurei, a botei de quatro e soquei de uma vez em sua buceta encharcada. Ela gritou, mas não recuou, pediu pra socar mais forte e foi o que eu fiz, olhando minha esposa receber o mesmo tratamento. Já me preparava pra gozar, quando a Re sem aviso, num solavanco pra frente, tira meu pau da xana. Já ia reclamar quando ela me olha languidamente e pede: Come meu cuzinho Fé? O pau do Ro é muito grosso e eu ainda sou virgem atrás. Quase morri. Olhei pra Fa, que sorriu para meu cunhado perplexo e fui preparar o terreno. Sou um especialista na arte de saborear um traseiro apetitoso. Comecei o ritual lambendo e beijando aquele monumento, elogiando minha cunhada com todos os adjetivos que lembrei: Gostosa, maravilhosa, tesão de mulher, sempre sonhei em comer essa bunda deliciosa. Ia falando e enterrando a língua, depois um dedo, e outro e mais outro. Dilacerando aquele buraquinho apertado. Ela só gemendo e pedindo mais. Quando ela já implorava por um pau no rabo, me posicionei e forcei a entrada. Ela deu um grito e minha esposa correu em seu auxílio, abrindo sua bunda e instruindo-a a fazer força pra fora. Investi novamente e desta vez a cabeça de meu pau deslizou pra dentro, que maravilha. Esperei ela se acostumar e lentamente fui enterrando. Cada dois cm que entrava eu voltava um. Curti cada momento desse desvirginamento sublime, quando me dei conta minhas bolas já estavam batendo em sua bucetinha carnuda. Aí foi um festival de palavrões e palavras sem nexo. Vai putinha, rebola esse rabo pro seu cunhadinho, rebola. Isso FDP soca o cacete na Resinha, arrebenta minhas pregas. Ao lado a Fa já cavalgava o Roberto como uma desvairada, subindo e descendo numa velocidade incrível já acostumada com o calibre do pau que arregaçava suas entranhas. Com meu gozo se aproximando, passei a dedilhar o clitóris da Re e comecei a berrar. Goza biscatinha, goza que eu vou encher esse teu cu de porra. Foi uma sinfonia, motivado por nossos gritos, meu cunhado enfiou dois dedos no rabo da minha Fa cerrou os dentes e anunciou também seu gozo, seguido pelas mulheres que quase choraram de tanto prazer. Sentia as contrações do esfíncter de minha cunhadinha ordenhando meu pau e sabia que Roberto estava sentindo o mesmo, pois conheço a capacidade incrível que minha querida tem de contrair os músculos vaginais. Gozei, gozei e não me lembro de ter ejaculado tanto, chegou a doer, uma queimação gostosa no pau. Todos gozaram. Trocamos os parceiros e trocando beijos agradecemos aqueles momentos mágicos que experimentamos. Saímos da sauna e eufóricos mergulhamos na piscina. O choque térmico, os corpos nus, e minha esposa provoca: Sempre fantasiei ter dois paus dentro de mim. Sempre sonhei com uma DP. Falou e mergulhou ofertando a bunda para nós que rimos, mas essa depois eu conto… Ou quem sabe ela mesma.