Tenho dentro de mim um forte apelo sexual. Quando estou no meu período fértil, minha xaninha pinga de desejo. Sou louca por pica, de diferentes tamanhos, cores, texturas e rigidez. Meu marido sabe disso, tenho plena consciência de que ele satisfaz meus instintos sexuais, mas o que gosto mesmo é do perigo, da conquista, daquele medo de ser descoberta e se safar no último segundo, por isso procuro aventuras sexuais fora de meu casamento, que, diga-se de passagem, está em uma ótima fase. Deixa eu me descrever um pouco, sou morena cor de jambo, cabelos cacheados, tenho seios firmes, barriga malhada, pernas grossas e bumbum arrebitado. Tenho 39 anos, sou casada faz seis anos, com um homem que amo de coração, meu nome é Viviane. O fato mais recente nessa minha trajetória sexual aconteceu no dia 11/11/2008. Por volta das 16h00min, recebi um fotógrafo para tirar algumas fotografias para um book que estou montando. Ele entrou na sala, o nome dele era Pepe, arrumou seu equipamento fotográfico na sala, enquanto isso fui ao meu quarto me arrumar para as poses. Nesse ínterim, meu marido foi deixar nosso filho pequeno na aula de inglês e não chegaria em menos de duas horas, nossa empregada doméstica já estava de saída, em suma, eu estava sozinha em casa. Quando o fotógrafo chegou, eu estava usando um vestidinho preto, desses de usar em casa, estava com uma calcinha branca bem minúscula, toda enterrada, já tinha tomado banho, arrumado os cabelos e feito a maquilagem em meu rosto. Retornei à sala usando um vestido de baile bem apropriado. Então começamos a sessão de fotos, até aí tudo no mais absoluto profissionalismo. Fizemos várias poses, sempre com a orientação profissional do fotógrafo, logo após umas poses, voltei ao meu quarto para trocar de roupas quando notei que minha xaninha estava úmida e lubrificada, senti um calafrio percorrer minha coluna vertebral, estava excitada com a presença daquele homem perto de mim. Ele era bem apessoado, educado, atencioso. Não sei o que aconteceu comigo, mas fiquei desejando fazer sexo, olhei minha cama, ela estava bem pertinho de nós, super convidativa, todo mundo tinha saído de casa naquele horário, por que não uma loucura, ninguém iria saber, mesmo assim, voltei recomposta e toda séria para mais outra sessão de fotos. Quando terminamos, pedi a ele que abrisse o zíper de meu vestido, pois ficava nas costas e era difícil eu alcançá-lo, até aí tudo normal, de repente senti uma mão alisando minhas costas e um abraço que me fez encostar nele. Fiquei em polvorosa, notei que o moço estava excitado, pois o senti encostar aquela coisa dura, suavemente em meu bumbum, aquilo me excitou sobremaneira, tanto que senti minha calcinha molhar, ele falava algumas coisas de como eu era linda e gostosa, bem pertinho de meu ouvido. Aquele hálito, aquele sussurro, deixou minha xaninha pingando, minha calcinha encharcou, estava pegando fogo. Ele continuava por trás de mim, encostou novamente, suavemente, senti a coisa dura, virei pra ele e bem baixinho disse que ele estava encostando e que eu estava sentindo. Ele tentou se desculpar, dizendo que não era isso que eu estava entendendo. Então disse a ele que não tinha problema e que estava gostando, que ele poderia continuar a sarrar meu bumbum. Senti que ele ficou eufórico, mas naquele ambiente dentro de minha casa, só que agora era eu que também discretamente o alisava. Ele perguntou por que eu estava fazendo aquilo, eu disse que tinha sentido excitação por ele desde quando ele deu a encostadinha em meu bumbum. Ele perguntou se não era melhor irmos a um lugar mais calmo, sair dali, eu pensei ele quer me levar pro motel. Finalmente, pensei, era isso que eu queria mesmo. Eu estava ali afim mesmo de ser comida por aquele rapaz bonito, eu dizia pra eu mesma, eu daria pra um homem que não fosse o meu marido se sentisse tesão real por ele, de molhar a calcinha, foi que aconteceu, minha calcinha estava molhada de tesão por aquele moço. Então fiz um sinal para irmos à minha cama, ele foi logo me beijando, tirando minha roupa, me deixando só de calcinha e tamanco, tirou também suas roupas, tava com o pinto duríssimo, apontado pro teto, minha xaninha piscava sem parar, não vendo a hora de ser invadida por aquela vara em ponto de bala. Ele veio me pegou me deu um acocho, me abraçou, senti sua rola dura em minha barriga. Beijou minha boca ardentemente, lambeu meu pescoço, dizendo palavras sacanas, que eu era gostosa, que ele me desejava desde o primeiro dia em que nos encontramos nas escadas do Porão do Alemão. Sonhava que estava me fudendo, me fazendo gozar, depois me deitou na cama, veio por cima de mim, com as duas mãos tirou minha calcinha, cheirou, suspirou, suavemente se meteu entre minhas pernas, abriu-as, viu minha bocetinha, eu estava toda molinha, o corpo pegando fogo, doida que aquele macho metesse logo. Ele baixou a cabeça e foi em direção a minha bocetinha que se contraía fortemente por dentro, quando ele encostou a boca e senti o contato da língua dele, fui à loucura. Ele chupava minha bocetinha com maestria, mordiscava as beiradas, subia e descia com a língua. Eu avisei que não estava agüentando e que iria gozar na cara dele, ele aumentou as chupadas, eu gozei fartamente, meu corpo estava em chamas, ele veio por cima e pediu pra meter sem camisinha que eu era uma mulher limpa e pra gozar dentro e que ele também era limpo e queria sentir a carne dele na minha carne. Eu totalmente dominada pelo prazer disse que sim, ele imediatamente apontou a cabeçuda vermelha em direção à minha bocetinha e invadiu sem piedade. Quando senti aquele nervo de carne dura me invadir, tive um orgasmo alucinante. Ele me bombava de todas as formas, dizendo que eu era uma mulher gostosa e que iria sempre me comer e continuou me fudendo, fudendo até eu sentir que seu nervo esticou e enrijeceu mais dentro de mim. Fazia muito tempo que eu não sentia a gala de outro homem dentro de mim. Esse pensamento me arretou mais ainda, então prendi fortemente seu pau com minha periquita. Ele gozou feito um cavalo, me socando violentamente, encheu minha boceta de gala, fiquei entupida, estava adorando, feliz por ter realizado esse desejo de transar com quem eu quero e por estar traindo meu Dinho na própria cama de casal, embora com consentimento dele. Ficamos deitados na cama, relaxados, se acariciando e dizendo como eram a coisas, nós dois ali juntinhos, cansados depois de uma foda gostosa. Ficamos nisso uma meia hora, o Pepe queria me foder mais, começou a fazer carinhos em minha barriga, depois chupou meus peitinhos, isso me reacendeu de novo. Depois me lambeu o corpo todo, parou no meu cuzinho. Lambeu, meteu a língua, me deixou totalmente transtornada, me virou de quatro, veio por trás, chupou minha boceta alternando com o cuzinho. Eu já estava gozando de novo. Ele abriu um pote de pomada, untou meu cuzinho, meteu um dedo, tirou, depois melou mais de pomada e meteu o dedo de novo, eu estava adorando, rapidamente colocou pomada por toda sua pica que brilhava de tão dura e colocou na entrada de meu cuzinho. Eu senti sua intenção, o filho da puta nem pediu, me preparou toda. Ajeitei-me na cama, ele empurrou levemente a cabeça, mesmo com a pomada, entrou com dificuldade. Ainda esbocei uma tentativa de fuga, mas ele me encalçou de jeito me segurou pelas ancas e foi invadindo meu apertado cuzinho, finalmente senti suas bolas baterem em minha xaninha, comecei a gozar, dizendo pra ele fuder meu cu, que eu estava gostando e olha que nem gosto de sexo anal. Ele, alucinado, me segurando pela cintura, fudendo meu cuzinho sem piedade num vai e vem frenético. De repente senti sua rola estufar e soltar um espirro violento de esperma dentro de meu cuzinho. Gozei adoidada. Era a primeira vez que eu dava o cuzinho pra um homem que não fosse o meu marido, aí senti que este também me dominaria, pois também tinha comido meu cu. Ficamos um bom tempo deitados, ele por cima de mim, esperando o pau murchar pra tirar de dentro de mim. Tomamos um banho rápido, pois poderia chegar gente e nos flagrar naquela situação, depois voltamos à sala e começamos a escolher as melhores fotos que seriam impressas. Foi quando meu marido chegou com nossos filhos e até ajudaram a escolher também. Tudo na mais completa normalidade, depois de escolhidas as fotos, ele se despediu e se retirou com a promessa de me entregar dois dias depois. Eu fiquei sonhando com aquela aventura e para comemorar convidei meu marido e os meninos para jantar fora.
Certa noite eu saí com uma amiga e ela me apresentou a um colega. Depois de um mês eu e esse colega voltamos a nos encontrar. Nesse dia nós saímos para conversar e digamos que começamos a namorar.
Dois dias depois ele me ligou para sair novamente e fomos a um restaurante onde conversamos bastante. Saindo de lá ele insinuou que queria me levar para um lugar mais tranqüilo, eu pensei um pouco e resolvi aceitar. É obvio que ele me levou para um motel. Lá chegando nós sentamos na cama e ele foi tirando a camisa, ele estava um pouco tímido e apreensivo, assim como eu. Começou a me beijar e foi me despindo devagar, beijou os meus pés, as minhas coxas, enfim o meu corpo inteiro. Chupou os meus seios e foi descendo devagar até chegar e chupar com vontade a minha buceta, me fazendo gemer de tesão. Ele terminou de arrancar a sua roupa e veio por cima de mim colocando o seu cacete duro latejando na minha boca, quase me engasgando. Então chegou o momento dele me fazer sentir pela primeira vez o seu pintão duro, grosso e gostoso. Ergueu as minhas pernas e deixou os meus pés apoiados em seus ombros. Mirou a entrada da minha xana e foi colocando lentamente, empurrando a cabeça e seu membro bem suavemente, até eu sentir que tinha guardado tudo aquilo dentro de mim. Ele começou a rebolar bem devagar e depois foi aumentando ainda mais suas estocadas me fazendo gritar de dor e prazer, me fazendo gozar pela primeira vez naquele caralhão. Ainda sentindo dor e muito tesão continuei vendo ele socando e rebolando, dando a impressão que queria atolar as bolas na minha buceta. Enquanto ele continuava num vai e vem cada vez mais forte, me fazendo delirar e não conseguindo me controlar mais, gemendo e gritando bem alto senti minha xoxota apertar e contrair seu cacete mais uma vez. E por pouco não gozamos juntos porque logo em seguida eu senti um líquido quente jorrar em minhas entranhas. Ficamos deitados abraçados, nos recuperando para irmos embora e é claro, continuamos nos encontrando. Nossas trepadas foram melhorando tanto que até hoje ele faz eu me sentir uma verdadeira puta em seus braços. Na próxima vez contarei como ele tirou o cabaço do meu cu, arrancando todas as pregas.
Ola caros leitores, hoje vou contar algo que aconteceu comigo bem recentemente. Eu trabalho no ramo de construção civil sou almoxarife, tinha pouco tempo que eu estava trabalhando nesta empresa e lá tinha uma estagiaria de segurança do trabalho, que vou chamá-la de Ci, ela é uma mulatinha com seu 21 aninhos, e muita safadinha. Quando eu entrei na empresa, ela não dava muita idéia pra mim e eu achava que ela era uma moça bem comportada, mas com passar do tempo ela começou a conversar mais comigo e a ficar mais intima de mim, e me contava algumas aventuras que ela já tinha tido… Com isto eu ficava com mais liberdade, e eu que também não fico muito atrás no sentido da sacanagem, comecei a fazer algumas propostas indecentes. Comecei a passar a mão em seu corpo, a pegar em seus peitinhos quando entrava na minha sala. Depois disto perdi totalmente a vergonha e comecei a ser descarado. Toda hora que ela vinha pra o meu lado eu pegava no meu pau e fazia questão que ela visse que estava de pau duro, e isto a deixava doida de tesão. Tinha vez que ela entrava na minha sala só pra eu provocar e dizia que estava toda depiladinha e que sua bocetinha não parava de babar. Eu ria e dizia: É claro, pois ela não sabe cuspir. Então eu pedia pra ver… E realmente estava toda depilada. Que tesão me dava aquela bocetinha toda pretinha, com um grelinho vermelhinho. Então não agüentei e meti a mão em sua calça e comecei a enfiar meu dedo em sua bocetinha. Ela ficou louca e começou a gemer, a fechar os olhos e dizer que queria dar pra mim de qualquer jeito e que eu tinha despertado um tesão imenso, mas só que pintou sujeira. O mestre da obra apareceu dando alguns berros, procurando outra pessoa que não era nós. Isto me deixou apreensível, mas continuamos lá no almoxarifado, eu enfiando o dedo na sua bocetinha e ela gemendo e dizendo me come aqui, pois estou ficando toda bamba vai… E com isto eu fiquei louco. Então, eu tirei meu pau pra fora da calça e mostrei pra ela, que de uma vez só enfiou todo na boca com uma velocidade incrível. Chegando a encostar seus lábios no meu saco. Nesta hora fui à loucura. Ela chupando meu pau e massageado meu saco… Quando eu estava quase gozando ela levantou, olhou pra mim, passou sua mãozinha toda delicada no meu rosto e me disse que ali não era local de fazer aquilo. Nossa com isto quase tive um infarto do coração e sem contar no tesão que eu fiquei no restante do dia… E nas horas subseqüente ela passava próximo de mim, com aquela carinha de bandida e só dava uma risadinha… E eu ficava puto… Mas depois nós conversamos e nos entendemos. Marcamos outro dia pra gente se ver. Por ironia do destino seu contrato de estagiaria estava terminando e a empresa não quis renovar. Mas como tudo tem um inicio, um meio e um fim eu acho que ainda vamos terminar essa história.
Pela primeira vez, eu conseguia uma chance com a Suayla. Era cedo para os padrões dela, somente 11 horas da noite, mas conversamos um pouco pelo msn e apesar dela estar muito cansada e de ter que ir resolver coisas logo cedo no dia seguinte, ela deixou-me vê-la: estava com uma camisola normal de dormir, cabelos soltos, longos, diferente do que ela gosta de usar, bem presos. Os seus seios, entretanto não estavam nada presos, estavam fartos, livres, quase aparecendo todo em plenitude para mim… Fiquei excitado só de ver… Ela estava meio que recostada usando o notebook, pedi que ela levantasse para que eu pudesse ver a camisola toda. Ela sorriu um sorriso maroto, se levantou, cruzou as pernas quase se mostrando toda me deixando ainda mais doidinho, mas aí minha sorte quase acabou, pois o marido apareceu defronte à tela… Ela meio que contrariada recebeu um beijo dele, falou algumas coisas e depois me deu atenção de novo. Perguntei se ele havia me visto, mas ela, esperta tinha tirado a janela, e pudemos conversar mais um pouco. Depois ela teve que sair para dormir e eu, já não conseguia dormir direito com a imagem dos seios saltando e do que mais teríamos juntos em seguida. Meu tesão reprimido… Eu estava deitado na cama e minha esposa dormia ao meu lado… Não quis despertá-la porque ela estava cansada e gripada… Na noite seguinte não consegui ver a Suayla, mas a vontade continuava forte… Tomei um banho demorado e resolvi provocar minha esposa. Fiz uma brincadeira com a cueca e a camisa de dormir, jogando em cima dela num strip tease meio desajeitado… Mas eficiente na chama do desejo. Ficamos nos beijando e pedi a ela que tirasse sua roupa também. Estávamos sozinhos, sem os filhos em casa. Ficamos os dois nos olhando, mãos alisando nossos corpos, beijos começando a nos aquecer… Minhas mãos nos seios dela, o que sempre faço. Correndo pelo colo, barriga, pernas, admirando e desejando. Perguntei se ela queria que a beijasse lá. Hummmmm foi a reposta dela, e então me encaminhei pra lá, dedos, língua e boca. Deitei-me de lado, num 69 malandro e comecei a cheirar e sentir o gosto dela. Ela começou a gemer baixinho, punhentando de leve a cabeça do meu pau. Separei os lábios daquela boca escondida, e beijei aquela bucetinha com paixão. Ela correspondendo e se retesando toda, com arrepios nos pelos das coxas. Brinquei com os dentes e a língua, apontando entre os lábios maiores e sentindo o clitóris dela. Ela começou a gemer. Isso me excita. Excito-me demais em dar prazer a ela. Meu pau latejava na mão dela e então ela ajeitou o seu rosto na minha coxa e aproximou seus lábios do meu, começando a me lamber enquanto eu brincava na buceta. Minhas mãos não paravam de alisar suas coxas, lábios e seios… Então abri mais suas pernas e comecei a lamber indo até embaixo. Ela pulava o corpo e retesava a bunda e minha mão pôde então ocupar mais esse espaço. Nossos gostos se casavam e começamos a aumentar nossos ritmos. Ela agora me chupando da ponta ate a boca ocupar toda a cabeça. Eu sugando o clitóris e sentindo o ritmo pulsar no corpo dela. Até que ela soltou meu pau da boca e gemeu. Um grito contido que aos poucos se soltava… E que virou um berro de prazer… Continuei sentindo seu ritmo e relaxei meus lábios e língua, a deixando respirar… E aos pouquinhos recomecei lentamente, aumentando a pressão e o ritmo, ela correspondendo e sentido que mais um gozo estava emergindo e ela gozou. Linda, gostosa, plena, pela segunda vez. Ela ficou tão excitada que pediu que a comesse de quatro na beira da cama. Todo seu corpo pulsando, meu pau queria agora a sua recompensa e a coloquei de quatro, bem na beira da cama, apontando meu pau na buceta molhada e macia. Cravando todinho dentro dela… Ela gemendo de prazer, de prazer da mulher que se sente plena… Aí ela arrebitou a bunda bem para o alto e pude passar minhas mãos pela anca, pelas costas, pela nuca, pelos ombros, apertando e soltando dando o ritmo do meu prazer. E então imaginei que estava comendo a Suayla, fazendo aquilo gostoso com ela. Não na bucetinha, mas na bunda gulosa dela. Só de imaginar minha pulsação aumentou, meu pau começou a latejar e não pude mais me conter gozando muito, muito forte, nas duas ao mesmo tempo. Na buceta da minha esposa e no cuzinho da minha amiga virtual. Foi uma emoção diferente, surpreendente, gostosa. Que me deixou sem ar e totalmente relaxado. Caímos juntos na cama, deitados de ladinho e nos abraçamos até que dormimos assim… Eu sonhando com a minha amiga Su e as coisas que ainda faríamos juntos pela internet.
Olá leitores, eu também sou leitor assíduo desta home. Este fato aconteceu no dia 29/06/2009. Estava na empresa onde trabalho, com o tempo ocioso e resolvi entrar em alguns sites pornô. Acabei também no site de contos eróticos. Comecei a ler alguns contos e a ficar com um enorme tesão, ao ponto de começar a me masturbar. Quando me dei conta pensei comigo: O que leva um executivo de empresa e casado a fazer isso? Pois eu já não sou garotinho na idade de ficar se masturbando (tenho 36 anos, sou branco cabelos castanhos claros, bem curtos, 1,70 altura, 87 kg), mas levantei, fui trancar a porta da minha sala e continuei a minha punheta, afinal de contas faziam anos que não fazia isso. Fiquei lendo vários contos e imaginando estar participando de alguns. Acabei batendo uma de manhã e a tarde não resisti, acabei me masturbando novamente, estava acabado duas punhetas em um só dia. Fui para casa, jantamos e subi para tomar um delicioso banho e relembrar a loucura que havia feito no escritório. Quando sai do banho só pensava em deitar-me e descansar, mas pra minha surpresa quando saio do banheiro minha esposa estava deitada com uma lingerie maravilhosa. Roxa com uma minúscula calcinha fio dental que ficava toda enfiada no rabo dela e a frente mal tampava a sua bucetinha totalmente depilada (que adoro), e tinha acabado de colocar um filme pornô. Ai ela virou e falou pra mim e perguntou: Gostou da lingerie que comprei pra hoje? Falei para ela que estava cansado devido a algumas reuniões, vi que a deixei frustrada, mas ela não se fez de rogada. Não tirou o filme não. Ficou assistindo e eu comecei a fingir que estava dormindo pra ver o que ela ia fazer. Conforme o filme foi rolando ela foi se excitando e eu fingindo dormir. Ela começou a se tocar com um imenso tesão, e ao mesmo tempo em que ela assistia ao filme ela se tocava e com a outra mão pegou meu pau e começou a punheta-lo (ela fala que isso a excita). Continuei fingindo e apreciando aquela cena maravilhosa, minha esposa se masturbando e ao mesmo tempo punhetando meu pau ( já havia pedido algumas vezes para ela se masturbar na minha frente e ela nunca quis por vergonha ), não demorou muito para eu perceber que ela havia gozado, pois o ritmo de sua masturbação havia diminuído, quase parando. Minha esposa foi para o banheiro, quando pensei que havia acabado comecei a cochilar e acordei com uns gemidos e vi uma cena que jamais pensaria ver de minha esposa. Ela estava com o vibrador em forma de pênis (que dei pra ela) enterrado na buceta dela e com a outra mão enfiava dois dedos em seu rabo, e chupando meu pau com uma gula que jamais vi (ela não é muito fã de sexo oral). Quando ela me viu acordar, me deu um enorme e prolongado beijo e perguntou se eu iria deixá-la gozar novamente sozinha. Peguei o vibrador e liguei a rotação máxima. Comecei a socar na xoxotinha dela, primeiro devagar bem lento, na medida em que aumentava a respiração dela, eu aumentava o ritmo, chegando ao ponto de dar algumas estocadas rápidas depois algumas lentas. Fui me posicionando atrás dela e ficamos em pé em cima da cama. Pedi pra ela não parar de se masturbar, pois queria brincar em seu cuzinho. Ela apenas arrebitou aquela deliciosa bunda e gemia feito uma louca. Comecei a forçar seu cuzinho até que consegui penetra-la, ficamos naquele vai e vem maravilhoso, eu com meu pau enfiado no cuzinho dela e ela enfiando um vibrador na bucetinha e se deliciando. Não demorou muito e ela pediu pra eu meter mais forte, pois ela iria gozar. Comecei a bombar com estocadas firmes e fortes, não demorou muito ela gozou feito uma louca, gritando e pedindo mais, não resisti também e gozei um gozo pouco e fino, pois já havia batido 2 punhetas. No dia seguinte ela me perguntou por que gozei tão pouco e tão fino, e acabei desconversando. De alguns meses pra cá estamos ficando viciados em fotografar nossas transas e fotografando transas de alguns casais amigos, outra hora venho aqui para contar.
Estou com 41 anos e me separei tem uns seis meses. Minha ex claro, levou quase tudo aqui em casa, inclusive a empregada. Tive que contratar uma outra e me foi indicada a Rosângela, que depois de uns dias passei a chamar de Rô. Era uma mulher negra de 27 anos, com um rosto muito bonito e um corpo apenas razoável, mas possuidora de um belo par de gigantes seios. Nos primeiros dias, sequer notei a sua presença, apenas reparei na eficiência do seu serviço. Depois, comecei a verificar que quando ela ia lavar os pratos, os bicos dos peitos quase estouravam a blusa, mesmo com sutiã. Certo dia, ao tentar regar umas plantas que ficavam em local alto, o regador escapou e ela tomou um banho, tendo a blusa amarela ficado quase que totalmente transparente. Ri bastante com ela, mas não deixei de ficar olhando para aquele monumento gigantesco. Um par de lindos peitos com mamilos bem redondos e uns bicos do tamanho de uma tampa de caneta. Fiquei louco de tesão e acabei exibindo meu pau duro por baixo da bermuda. Ela olhou, mas nada disse, virou de costas e saiu. Dois minutos depois eu estava tocando uma bela punheta e gozando um jato forte no azulejo e depois mais uns seis, melando tudo. Certo dia ela chegou pela manhã com o rosto triste e olhos inchados. Perguntei o que houve e ela disse que havia sido expulsa de casa pelo companheiro, que vivia bêbado. Fui trabalhar preocupado e liguei para ela, que mais uma vez lamentou tudo e ainda disse que estava envergonhada, porque sua idosa mãe não poderia saber agora, porque estava doente e que não poderia voltar pra casa sem que antes tivesse resolvido com tudo. Na hora ofereci para ela dormir lá em casa. Ela aceitou, mas disse que estava sem roupa e eu disse que iria comprar uma roupa para ela dormir. Nem trabalhei direito e dirigi meu carro com o pau estourando os pentelhos. Ela abriu a porta e começou a soluçar. Eu a abracei e disse pra ela ficar tranqüila que tudo iria terminar bem. Ela encostou a cabeça e me abraçou, encostando os peitos fartos em mim. Fiquei alucinado e dei um beijo no pescoço dela que retribuiu, mas saiu para a cozinha. Perguntei se ela ia tomar banho agora ou mais tarde e ela disse que sim. Perguntou pela roupa e entreguei o pacote com uma bermuda dessas de tecido fino e junto uma camiseta decotada. Comprei de propósito um número menor. Quando ela saiu do banheiro nem acreditei no que estava vendo. Ela veio caminhando devagar, com a xota volumosa sendo cortada ao meio pela bermuda apertada e os dois peitões quase que pulando do decote. Não balançavam, mas tinham um movimento pros lados e os bicos riscando o tecido. Não resisti e elogiei tudo aquilo que estava vendo e ela disse que estava se sentindo uma artista. Completei dizendo que ela estava muito gostosa e na lata falei que tinha tocado umas punhetas pra ela e mostrei meu pau latejando. Ela se ajoelhou e começou um boquete alucinado me levando a loucura. Quase gozei quando ela lambeu meu saco. Deitei e a puxei por cima de mim. Vi aqueles peitões querendo sair pelo decote e arranquei a blusa deixando os bicos quase furando os meus olhos. Caí de boca lambendo e chupando os bicos. Enquanto eu chupava um peito, ofereci o outro pra ela que começou a lamber e acabou chupando o próprio bico do peito esquerdo. Minha mão encontrou a xota mais molhada que já tinha visto e quando encostei o dedo no grelo ela deu um pulo e começou a gozar alucinadamente se debatendo e apertando os dois peitos. Aproveitei e coloquei o meu pau na porta da xota e ela sentou rebolando. O calor e a umidade foram demais pra mim e me segurei o máximo que pude. Tirei o pau da buceta e encostei na porta do cuzinho. Ela nem pensou duas vezes e mirou com jeito, sentando bem devagar. O movimento acelerou e não consegui mais agüentar, enchi o cu da Rô de porra. Os dias seguintes foram melhores. Ela passou a andar semi-nua em casa, com camisetas mínimas e transparentes que comprei. Passei a trepar todas as noites com ela. Um dia, viajei com ela pro nordeste. O biquíni mínimo que comprei foi uma coisa de louco e “afinei” o meu pau de tanto fuder com a Rô. Minha vida ficou muito melhor, comendo diariamente a minha excelente, ótima e gostosa empregada. E ninguém sabe disso até hoje.
Olá. Esse é meu primeiro conto. Sempre gostei muito de ler esse tipo de conto porque meche com a cabeça da gente. Sempre fui de entrar em internet, bate papo essas coisas, moro em Limeira-SP tenho 21 anos. Conheci essa mulher pela internet, papo vem papo vai, descobri que era casada, mas que gostava da idéia de sair com outra pessoa. Bom, ai me ofereci da melhor forma possível. Ela topou. Chegou o dia do encontro lá estava eu. Ela na minha frente, mulher mais velha madura, muito linda, com uma bunda perfeita. Conversamos um pouco pra descontrair, demorou um pouco e comecei a beijá-la, ela não ofereceu resistência e começou a me beijar, passar a mão pelo meu corpo. Eu já estava ficando loco, apalpei os seios dela e comecei a apertar. Ela tirou a blusinha que vestia, estava sem sutiã, delirei e comecei a chupá-los como louco, e ela começava a gemer baixinho. Fui acariciando seu corpo, até chegar a sua bucetinha. Ela se levantou, tirou toda a roupa e pediu pra eu tirar a minha também. Ela veio se ajoelhando e colocando meu pau inteiro na boca, que loucura, aquilo tava muito bom. Ela me chupou por um bom tempo ai pedi pra chupá-la e fizemos um 69 muito bom. Ficamos por um bom tempo nessa posição, até que ela não agüentou mais e pediu pra eu foder a buceta dela, que ela já estava pegando fogo. Não precisou pedir a segunda vez. Coloquei meu pau naquela buceta gostosa e toda molhada, comecei um vai e vem alucinado. Cada estocada eu aumentava o ritmo. Foram varias posições que fizemos uma mais gostosa que a outra. Na hora que a peguei de quatro, comecei a alisar seu cuzinho enquanto fodia sua buceta gostosa, ela estava delirando, eu coloquei um dedo dentro de seu cuzinho e comecei um vai e vem com o dedo e continuei comendo sua buceta. Depois de um tempo não agüentei e alertei que iria gozar. Ela pediu pra gozar dentro, que ela queria sentir meu pau pulsando dentro dela. Assim o fiz, foi uma delicia essa transa e não parou por ai. Tivemos muitas outras, mas contarei em outra oportunidade.
Vou relatar aqui, uma deliciosa experiência que passei com uma gordinha amiga, da minha idade. Na época tínhamos uns 24 anos. Somos da mesma cidade, a gente se conheceu pelo chat e ela sempre se dizia ninfomaníaca, que adorava muito sexo, e seus papos sempre me aguçavam uma curiosidade imensa. Eu na época tinha sexlog, onde eu registrava meus Ménages, que também mostrei a ela, esse negócio de fazer e tirar fotos, sendo assim ela ficou com muita vontade de vê-la em ação também. Ai como coincidência meu irmão tinha acabado de comprar uma máquina digital. Na hora disse a ela: Tenho a máquina, o dia que você quiser estou pronto. Só que eu achei que ela queria que eu tirasse apenas dela, porque ela tinha pretensão de fazer também um sexlog, ou sei lá, ela com outro. Chegando lá, só tinha a gente na casa dela, ela com uma saia que era uma mexida já aparecia a calcinha, que por sinal a produção foi imensa. Calcinha enfiada de oncinha, sutiã que faziam seus seios quase pularem para fora também de oncinha. Sentamos em sua área, com o perigo de pessoas verem e começamos. Uns amassos e eu deixando rolar, porque tesão eu tinha nela. Ela começou a beijar minha orelha ai foi a entrega, quando dei por mim já estava agarrado em seus seios, ela descendo em minha frente dizendo que iria me chupar, para eu fazer a 1ª foto. Não pensei duas vezes, comecei a seção de fotos. Ela dizia vai tirando depois a gente escolhe, e como chupa bem aquela gordinha ruiva. Ai dei a idéia a ela de tirarmos com ela me fazendo uma espanhola, até porque seria um desperdício, por ela ter aquele imenso par de seios e não fazer nada. Ela começou e eu só registrando, duvidando daquela loucura quase que na rua, quando ela sentou no banco de pernas abertas e disse: Agora quero registrar você me chupando. Como adoro ver a mulher aos delírios com minha chupada não relutei e comecei. Ela gemia, tirava fotos, gemia, até gozar, onde tirei foto de seu néctar escorrendo. Ela se colocou de quatro no chão e pediu para eu encaixar meu pau na sua bunda. Eu logo abaixei a bermuda e comecei essa seção, ela já louca de tesão, empinou bem, e falou: Puxa minha calcinha de lado e mete. Ela virou colocou a camisinha com a boca com aquela cara de putinha e eu registrando tudo. Colocou-se de 4 de novo, e comecei o vai e vem só que uma coisa começou a fazer a gente rir. A fivela do cinto da minha bermuda pegando no chão com as estocadas junto ao barulho de nossos corpos quando se encontravam, deu um ar de ironia no ambiente, que ela regida pelo tesão, virou pra trás, puxou meu cinto e falou: Pronto, agora mete fundo e sem parar safado e registra tudo. Comecei com mais força, velocidade, o tesão foi tanto que não demorei a encher a camisinha. Segurei o leite dentro dela, perguntei se ela queria tomar. Ela disse claro. Peguei a camisinha e despejei o leite dentro de sua boca que melou toda até os seios, e eu registrando tudo encostado contra a parede extasiado de tesão e não creditando que tínhamos feito aquilo. Fomos descarregar as fotos no P.C depois da foda. Eu vendo tudo aquilo me excitou de novo e mostrei a ela, que não relutou e começou outra chupeta enquanto víamos as fotos, e terminamos a noite assim. Gozando inúmeras vezes que sinceramente nem sei precisamente o numero, mas foi uma loucura deliciosa.
Tudo começou com umas dores nas costas. Estava acontecendo alguma coisa com minha coluna e eu estava passando muito mal. Visitei vários médicos, tomei vários remédios, mas não resolveu. Foi aí então que uma amiga da minha mãe me recomendou o Carlos, um massagista que muitas pessoas diziam que fazia milagres. Mais que depressa, depois da dica, eu pedi para minha mãe marcar umas sessões pra mim, afinal, eu não agüentava mais de dor. Minha mãe consultou o telefone dele e acabou marcando a sessão depois de dois dias após a ligação. Carlos atendia a domicilio e isso facilitou ainda mais para minha mãe concordar com a idéia do massagista. No dia e hora marcada, Carlos chegou para a sessão. Quem o atendeu foi a minha mãe. Na época eu tinha 18 anos, um corpinho desenvolvido para a minha idade e já tinha mantido relações com namoradinhos. Quando eu vi o meu massagista eu fiquei chocada. Carlos era novo, tinha um corpo maravilhoso, ele era lindo. Eu o cumprimentei, e logo ele me falou que iríamos iniciar a sessão. Ele, no começo, pediu para eu tirar a minha roupa e vir enrolada ou num roupão, ou em uma toalha. Eu logo tirei a roupa e fui de roupão para o quarto. Para o espaço ser melhor, a sessão foi feita no quarto da minha mãe, numa cama de casal enorme. Ele me pediu para deitar de bruços e desamarrar o roupão. Foi o que eu fiz. Ele antes de tirar o roupão, jogou um lençol em cima somente da minha bunda e logo eu estava somente com ela coberta pelo pano. Ele começou a fazer a massagem. Confesso que realmente ele era ótimo e as minhas dores realmente começaram a aliviar. Mas quando ele começou a descer e massageava a entradinha da minha bunda, eu comecei a sentir um prazer inevitável. Sentia que minha bucetinha começou a ficar molhada e o meu tesão estava crescendo. Ele como estava concentrado não reparou em nada. No final da sessão, ele saiu do quarto e pediu para eu me vestir. Eu fui tomar uma ducha e quando coloquei a mão na minha bucetinha, ela jorrava sucos, eu estava totalmente molhada. Acabei meu banho, me vesti e encontrei Carlos e minha mãe conversando. Logo percebi que ele iria voltar amanhã para uma outra sessão. Ele foi embora e eu realmente gostei que ele fosse voltar. Naquele dia eu me masturbei pensando na massagem e naquele homem. Eu me sentia excitada só de pensar nele acariciando meu corpo. Decidi então que eu iria tentar alguma coisa com ele, afinal, eu não tinha nada a perder. No outro dia, na hora marcada, Carlos retornou a minha casa. Minha mãe me avisou, antes de começar a sessão que iria ter que sair, mas que eu poderia ficar em casa, e quando ela voltasse, nós já teríamos terminado. Carlos e eu novamente entramos no quarto dos meus pais. Eu repeti o que fizera no dia anterior e ele me deixou coberta somente pelo lençol. Eu fiz o máximo para me mexer. Tentava disfarçadamente abaixar o lençol ou então eu erguia o quadril para ver se ele prestava atenção que eu estava louca para dar para aquele homem. Ele depois de um tempo começou a descer mais a mão e os movimentos começaram a ficar mais bruscos. Eu comecei a me excitar novamente e ele por querer, roçou o pau na minha perna, indicando que ele também estava excitado. O volume me assustou e isso contribuiu para que meu tesão aumentasse. Num movimento rápido e que eu não pude controlar, ele me pegou e me virou de frente, deixando a mostra meus seios. Você é uma putinha e extremamente gostosa. Você acha que eu não reparei que você estava me provocando? E ele caiu de boca nos meus seios. Ele chupava e mordiscava meus mamilos e aquilo estava me deixando louca. Como não havia ninguém em casa eu gemia alto, sem nenhuma preocupação. Ele começou a descer, passando a língua por todo meu corpo até chegar a minha bucetinha. Eu estava encharcada e ele começou a me chupar. Ele chupava meu grelinho, e dava pequenas mordidinhas que me levaram a loucura. Gozei muito naquela vez. Depois eu que comecei a ser a dona da situação. Comecei a tirar as calças dele, e o volume da cueca era de impressionar. Eu logo comecei a chupar aquele pau maravilhoso. Chupei muito, muito mesmo. Até que uma hora, quando eu reparei que ele iria gozar, eu pedi para que ele me penetrasse. Logo ele me posicionou e começou a me provocar, dando pequenas pinceladas na minha xaninha. Eu, como não agüentava mais, peguei e com um único movimento, enfiei até a tora na minha buceta e logo nos começamos a nos movimentar. Ele me falava coisas safadas e eu gemia igual uma louca. Depois de um tempo, gozamos e ficamos deitados. Sempre que podemos, nós marcamos alguma sessão. A minha dor nas costas sarou e eu realmente me senti completa.
Nos tempos de noivado, eu sempre dava uma chifradinha em minha noiva, e ela sempre descobria mas deixava quieto. Depois do casamento ela começou a me cobrar e dizer que minha vez chegaria. Eu não acreditava devido à sua formação, mas ela insistia que minha vez chegaria. O pior é que comecei a gostar da idéia e comecei a duvidar de propósito para desafiá-la á cumprir a promessa. Comecei a comprar roupas ousadas e incentivá-la a usar. E ela usava mesmo. E assim fomos levando até que ela fez amizade com um comerciante jovem e boa pinta que se estabeleceu pôr aqui. A amizade foi ficando cada vez mais próxima. O rapaz começou à dar carona para ela, e ela sempre me contava com um ar de inocente, mas eu sabia onde aquilo iria levar, ficava torcendo para a coisa rolar e me excitava só de pensar, mas me fingia de morto. Até que numa certa semana, ela não falou das caronas que estava pegando com ele e eu fiquei esperto. Ai tem coisa pensei, mas como sempre fiquei bem quieto. No Sábado seguinte eu iria dar plantão à noite em meu trabalho e tratei de dormir de dia para enfrentar a noite que viria. Lá pelas duas da tarde vi minha esposa totalmente nua se bronzeando próximo á nossa piscina. Pensei é hoje. Fiquei na minha como se fosse o maior dos ingênuos, vi quando tomou seu banho caprichado, se produziu toda. Vestiu uma tanga fio dental comprada especialmente para a ocasião e me disse: Amor vou a um chá de cozinha de fulana ta? E eu disse: E porque essa minissaia tão curta e tanta produção? Diante do embaraço dela eu consertei e disse: Quer me fazer ciúme hein? Danadinha vá tranqüila que eu não tenho muito ciúme não, só um pouquinho. E ela foi. Eu não fui ao trabalho naquela noite. Lá pelas três horas da madrugada minha gata chegou com o Ricardão. Entraram e na minha garagem começaram a pegação. Do meu quintal o vi tirando sua tanguinha, sua minissaia, sua blusinha, e ela tirando a roupa dele na maior calma. Vi quando pegou seu saco e pôs todo na boca, chupou o pintão dele. O moço a deixou no chão sobre suas roupas e passou a vara em minha mulher ali na minha frente, sem saber que eu observava tudo entre o tesão e o susto. Surpreendi-me quando ela disse a ele que se soubesse que ele comeu outra sem ser a própria noiva ou ela mesma, ela cortaria os seus bagos. E vi o perigo que eu estava correndo, pois eu estava comendo uma colega de trabalho e estava pensando em lhe contar.