Atravessei o oceano em busca do prazer

Photos were posted on 15 jun 2009 at 12:20pm

***Conto enviado pela leitora Aline Mendes do Rio de Janeiro***

Cuidadosamente falo de minhas sacanagens, aventuras e devaneios. Falo de uma mulher antes solteira hoje namorando. Tudo o que passei até aqui foi muito bom, relatando minhas taras, repassando a realidade de cada fato minuciosamente, leio e releio tudo o que fiz.
Vou voltar um pouco no tempo, foi a maior loucura que fiz em busca do prazer. O telefone tocou do outro lado da linha, era o Heitor. Falava comigo com um sotaque bem carregado no português, dizia que havia comprado minhas passagens e que em poucos dias eu estaria embarcando para Portugal. Eu o conheci em um chat e logo o adicionei no mesenger. Todas as noites fazíamos sexo virtual e eu exibia meu corpo e me masturbava diante da webcam, ele do outro lado do oceano via minha  performance e ficava louco com  tudo o que eu fazia ali. Ele também se exibia mostrando seu imenso cacete, eu gostava muito. Ficava horas o olhando se masturbar aparentemente só para mim, se bem que os homens  virtualmente fazem isso para muitas ao mesmo tempo. Isso não me importava, eu o via ali, um homem 30 anos mais velho que eu se mostrando para mim e aquilo me dava tesão, nossas conversas se tornavam cada vez mais loucas, eu o chamava “de meu português safado” e ele de “minha menina”. Não pensei muito e aceitei seu convite, quando vi estava  no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro embarcando para Lisboa, Portugal.
Disse para meu pai que ia trabalhar e para minha mãe que havia encontrado o meu amor. De certa forma havia o interesse de conhecer um outro País, apesar de ter ido apenas para a Colômbia, País vizinho do Brasil, porém a trabalho e não pelo sexo, como eu fui a Portugal conhecer “o meu português safado”.
Quando estava no avião, me dei conta que estava prestes a cometer  a maior loucura de minha vida, mas não poderia pular de pára-quedas,  teria que continuar com a minha façanha. Chegando a Lisboa fui interrogada pela alfândega sobre o que eu ia fazer naquele país. Respondi que estava a passeio, apenas isso, e eles deixaram eu entrar, mas no fundo eu queria que me embarcassem de volta no primeiro avião para o Brasil. No entanto, meus instintos sexuais falavam mais alto e fiquei  feliz por entrar no país.
No saguão do Aeroporto o Heitor me esperava, com um sobretudo preto e de gravata, bem alinhado. De cara levei um certo susto, pois ele aparentava mais do que a idade que havia me dito, eu o abracei meio encabulada e dei um tímido beijo na sua boca.
Ele me conduziu até o estacionamento do aeroporto e ao entrar no carro ele já foi tirando seu membro pra fora da calça e pedindo pra que eu pagasse um boquete ali mesmo no estacionamento. Estava muito frio e eu fiz o que meu dono mandou, afinal a partir dali eu seria sua escrava e teria que o satisfazer de todas as formas possíveis. Chupei-o no estacionamento até ele gozar; apesar de sua aparência ele me dava tesão, não sei explicar. Talvez pelo fato de eu estar me arriscando daquela forma e o desejava realmente e loucamente, era uma adrenalina. Estava muito frio naquele dia e eu estava  com uma saia abaixo do joelho preta, salto alto e um casaco azul que dava para perceber o meu decote. Por baixo da saia eu tinha uma cinta-liga e um sutiã, ambos pretos, nada adequado para o clima frio daquele País. Em todo o trajeto eu segurei seu pau o acariciando. Chegando em sua casa fomos direto para o quarto, eu queria descansar. Fui apresentada a sua empregada que pouco falava a não ser um “Olá!” bem frio conforme  o frio que fazia naquela estação de inverno. Observei que na sala havia uma pessoa, que ele apenas disse que era a sua velha mãe e não me apresentou de cara àquela senhora moribunda, que não parava de falar coisas sem sentido e que eu não entendia devido seu sotaque carregado do norte de Portugal.
Como eu estava cansada, ele me acompanhou  até seu quarto. O ambiente de sua casa era antigo e frio, os móveis eram bem antigos, uma casa bem grande e um pouco sombria. Em seu quarto grande me deitou na cama mandando apenas que eu tirasse a roupa, pois ele queria me ter, sem questionar. Apesar de estar  cansada, eu fiz o que o meu “dono” mandava, ele me chupou, logo em seguida me penetrou e gozou, adormeci ali mesmo. Quando acordei ele já não estava, era noite, estava escuro e a casa aparentemente estava vazia. Eu sozinha já não via ninguém, fui à cozinha, comi alguma coisa, voltei ao quarto e dormi a noite toda.
No dia seguinte Heitor não voltou e eu achei estranho, mas não questionei. Pela manhã conheci a mãe do Heitor nada lúcida. Ela  passava a maior parte do tempo em sua poltrona a me olhar; cada passo que eu desse pela casa ela prestava a atenção, porém sem dizer muitas palavras, parecia que já estava acostumada com outras mulheres que estiveram ali nas mesmas circunstâncias que a minha. No dia seguinte, à noite, ele retornou, jantamos e ele me fodeu na sala de jantar se servindo da comida e de mim. Ele me tinha em suas mãos e eu não conseguia reclamar, gostava. Aquela noite ele dormiu comigo e ordenou que eu dormisse o chupando com o pau dele em minha boca e eu não questionei. De manhã o servi mais uma vez e assim sucessivamente, um dia sim e outro não ele dormia em casa. E quando estava em casa eu o tinha como um dono e eu a escrava dele, apenas me dava sem esperar mais nada em troca, cozinhava, arrumava a casa e trepava com meu homem.
Volta e meia ele me levava para um restaurante, mas eu tinha que em todo o caminho o chupar ou o masturbar. Eu era obediente, uma escrava brasileira que se sujeitou àquelas coisas e não poderia dizer um  “não”,  afinal eu escolhi aquilo.
Nos restaurantes, por debaixo da mesa eu não soltava seu cacete sempre duro e prestes a ejacular a qualquer momento. Ele sempre mandava que eu fosse ao banheiro e tirasse a minha calcinha e ficasse sem ela todo o jantar. Íamos nas lojas fazer compras para mim, ele que escolhia o que eu vestiria e comprava tudo, me vestindo sem que eu tivesse o direito de escolher, o que me excitava muito.
Certa vez ele ligou e disse que estaria em meia hora na esquina de sua casa e era para eu descer e o aguardar. Ele me pegaria e eu deveria estar pronta e bem arrumada, pois ele iria me levar a um lugar. O carro parou na esquina e ao entrar ele me elogiou, coisa que não fez desde o dia que eu havia chegado lá. Eu estava bem vestida, coloquei a minha cinta-liga preta e um vestido vermelho, calçava uma bota de cano fino e como estava muito frio eu usava luvas, estava muito linda com uma bela maquiagem, cabelos negros e lisos cumpridos. Confesso que eu nunca me vi daquela forma, o perfume era bem leve, um batom vermelho nos lábios, uma típica puta brasileira na Europa, assim que me sentia, escrava de um homem que eu mal conhecia. Eu o queria muito e o desejava daquela forma, mandando em mim sem agredir.
Aquele dia ele não ordenou que eu o masturbasse, muito menos que o chupasse no carro, até tentei sem que ele mandasse, mas ele recusou. No caminho todo ele falou pouco, eu não questionei, confiava nele. Seguimos para o Centro de Lisboa, saímos do carro e ele pediu que eu o esperasse do lado de fora, estava muito frio e não havia ninguém nas ruas, pouco via a cidade, estávamos em uma pequena rua de paralelepípedos e escura. Logo ele voltou, segurou em minhas mãos e me levou a um prédio antigo, mas bem bonito. Entramos no elevador e logo estávamos em um escritório onde ele trabalhava. Ele fez uns trabalhos e pediu que o esperasse do lado de fora de sua sala enquanto ele acabava uns trabalhos pendentes. Fiz o que me mandou, logo ele saiu e pediu que eu levantasse o vestido. Ele tirou a calça e me colocou de quatro e meteu sua rola na minha buceta sem que eu tivesse tempo de dizer que não ou que sim, tirava de minha xota seu pau e colocava em minha boca, tirava de minha boca e colocava em meu cu, me chamava de sua puta brasileira que eu gostava de tudo que estava acontecendo, que eu era uma boa escrava, porém tinha que melhorar mais, ser mais mulher, deixando de ser uma idiota e submissa, metia tanto que me rasgava, metia com raiva por alguns instantes. Minhas lágrimas caíam e eu dava loucamente, extremamente melada, me contorcendo de prazer, até que ele gozou e eu também.
Demorou muito aquele dia pra gozar, mas gozou, deu um grito de alívio por ter me falado aquelas coisas, sabia que eu só entenderia ele à base do sexo. Logo se vestiu e pediu que eu abaixasse o vestido, fomos a um restaurante jantar, ele pagaria tudo que eu pedisse naquele dia. Eu era a sua puta e poderia pedir o que eu quisesse. No carro de volta pra casa ele parou em uma praça que dava de frente pra um quartel e mandou que eu saísse do carro e ficasse ali só de lingerie. E eu fiz. Estava muito frio, parecia que eu estava completamente nua, me arrepiava dos pés à cabeça. Ele me debruçou de quatro no banco do carona e mais uma vez me comeu ali mesmo, metendo rapidamente para que ninguém percebesse o que de fato estava acontecendo, pediu que eu não limpasse o gozo dele que ainda escorria em minha xota e bem quente era o que me aquecia e eu mais uma vez obedeci meu dono. Fomos pra casa e aquela noite ele prometeu que iria mudar e me dar mais atenção. Conversamos e ele fez alguns planos, tiramos fotos juntos, acabei me apaixonando por ele. Com o passar dos dias ele não cumpriu com o prometido: Um dia ficava comigo e outro fora de casa, passou a ser insuportável eu ficar algumas vezes a esperar por ele para me foder, mesmo porque eu adorava tudo o que ele fazia comigo na cama. Sua mãe estava cada vez mais enlouquecida, era muita pressão, eu já não suportava ficar praticamente só naquela casa fria. As únicas companhias que tinha eram da mãe dele e da empregada que me chamava algumas noites para jantar na sua casa quando eu estava só, mas não nós entendíamos bem, porque ela não falava bem português, era marroquina.
Durante o dia e a noite estava só esperando meu dono, a saudade do Brasil era grande e um dia pedi pra voltar pra casa. A saudade do calor daqui era grande, saudades dos meus amigos, dos homens brasileiros. Ele não queria que eu voltasse, mas eu estava determinada e não me questionou. Marcou minha passagem de volta, disse apenas que estava gostando de mim e aceitava a minha decisão. Havia coisas que eu precisava entender, mas ele não poderia falar e eu não perguntei o que era.
Ao voltar para o Brasil e fuçando na net descobri que ele tinha uma outra pessoa e que os dias que não estava comigo estava  com ela. Era madura e era brasileira que havia estado da mesma forma que eu, havia morado com ele, porém não se tornou escrava dele, mas sim ele dela, por isso que ela o tinha mais que eu.
Um mês depois ele marcou de eu voltar, porém não aconteceu o que prevíamos. Quatro meses depois essa mesma mulher que o tinha, com a qual eu acabei tendo contatos pela internet, me falou que ele havia falecido e que ele gostava muito de mim. Ela sabia de mim e disse que me admirava, e contou que ele teve um derrame e veio a falecer.
Nossas aventuras vão estar registradas nessa história e como sempre eu fui amante, aprendi a gostar de ser escrava de um homem que pouco sabia quem ele era. Eu o amei e nunca irei esquecê-lo. Essa é mais uma história de uma amante submissa que foi para o outro lado do oceano só para foder.

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