Tracei uma cadela bucetuda

Photos were posted on 08 fev 2009 at 1:18pm

Muito por acaso encontrei um cara no parque da cidade, enquanto fazia caminhada. Não posso dizer que é meu amigo, mas a gente sempre tromba por aí e leva umas idéias. Levou consigo uma linda cadela, pelagem negra e brilhante, fofíssima. Nada entendo de raças, mas é um animal forte e dócil, porte médio se comparado a um pastor alemão, por exemplo, única raça cujo nome me vem à cabeça.
Não tinha como não notar a cadela e puxar papo a respeito. Além de saudável e bonita, ela é simpática, gosta de gente, é receptiva. A certa altura da conversa, olhando o traseiro dela, bem fornido, redondinha, charuto inchado, perguntei ao cara se havia cruzado ela recentemente. Minha pergunta foi mal formulada, mas eu queria saber se ele havia levado ela para cruzar com um cão recentemente. Ele, muito natural e sem rodeios, respondeu-me: amigo, o que a gente mais apronta. Essa cadela é uma doçura, minha companheira, adora levar uma pua. O pessoal lá de casa está viajando e a gente apronta sempre. Quando chego do trabalho, ela me espera no portão, vem me lambendo, me cheirando e, como vou direto ao banheiro para uma ducha gostosa, ela entra junto e mal espera eu baixar a calça. Lambe o meu pau até babar.
Fiquei meio sem ar no começo, mas passei a gostar do assunto. Confesso que já fiz alguns ensaios do gênero quando adolescente, mas nada tão aprofundado. Então botei lenha na fogueira: “cara, eu não acredito que uma cadela tipo essa agüente uma jeba na raxa”. Ele ficou entusiasmado e prosseguiu:
E não agüenta mesmo se for na marra, amigão. Tem manhas, tipo você transa uma garota legal. Você vai devagar: enquanto ela lambe a tua pistola, você vai fazendo massagem com o dedão do pé na bucetinha dela. Depois, quando ela começa entrar no clima, você traz ela para o colo e vai massageando com os dedos da mão, penetrando bem devagar, respeitando o tempo dela. Eu nunca insisto com uma cadela se ela não estiver pronta ou se ela não estiver a fim de meter comigo. Você tem de ver que solta na natureza, ela entra no cio mas não é de uma vez que as coisas acontecem. Ela vai agitando o macho, ele cheira qui, lambe ali, tenta trepar com ela, ela vai esquentando e, só no momento propício, os dois se atracam naquela fodona que você certamente já viu. Por isso é que você tem de ir abrindo o cachimbo dela até o momento em que a chota se mostra bem lubrificada. Aí você mete a cabeça do ferro e vai firmando, entrando milímetro por milímetro, quando vê atolou até o cabo. Eu meto nela sentada agasalhando a pica no meu colo, tipo de frente e abraçando. Meto deitado, enrabando ela pro trás ou pela frente; e faço papai e mamãe também. Você tem de experimentar o que é melhor no momento. Qual que é, cara? Aquele dia te falei para aparecer lá pra gente transar as duas e você não foi. Pinta lá amanhã, é sábado, todo o mundo à toa.
Ele praticou um ato falho. Depois percebi que ele havia convidado alguém que não era eu, mas deixei como se fosse comigo aquela armação toda. Peguei o endereço dele, pintei lá no dia seguinte. Não é que ele tem duas cadelas? Ele meteu com a Naja, a que ele me apresentou no parque. Eu meti com a Princesa, a outra. Claro que não foi um descontração total. Mas depois de meia hora eu já era do meio. E tomamos um grauzinho logo que cheguei, o que me ajudou a descontrair. Depois vou relatar aqui como foi minha primeira vez com a Princesa. Estou me tornando freguês. De vez em quando o cara liga e a gente apronta juntos.

Relacionados:

  1. Natasha, cadela e parceira
  2. Demorou mas comi minha cadela fila
  3. Realizamos uma fantasia
  4. Uma garrafa de whisky, duas gatas e uma noite de sexo!
  5. Negro Devorado Por Uma Coroa e Uma Novinha

Leave a Reply